Educação
Aulas retornam em cinco escolas de Ensino Fundamental na quarta-feira, 10

Canoas terá o retorno às aulas em cinco escolas de Ensino Fundamental na quarta-feira, 10.
A retomada ocorre nas Emefs Carlos Drummond de Andrade, Erna Wurth, Nancy Pansera, Paulo Freire – que eram utilizadas como pontos de acolhimento desde o início da enchente – e na Emef Ministro Rubem Carlos Ludwig, que foi atingida pela enchente e passou por limpeza e recuperação.
Escolas que reabrem no dia 10
– Emef Carlos Drummond de Andrade
– Emef Erna Wurth
– Emef Nancy Pansera
– Emef Paulo Freire
– Emef Ministro Rubem Carlos Ludwig
Emefs já reabertas:
– Emef Castelo Branco
– Emef Jacob Longoni
– Emef Edgar Fontoura
– Emef Irmão Pedro
– Emef Arthur Oscar Jochims
– Emef Farroupilha
– Emef Pernambuco
– Emef 7 de Setembro
– Emef General Neto
– Emef Tancredo Neves
– Emef Leonel Brizola
– Emef Theodoro Bogen
– Emef Santos Dumont
– Emef Ícaro
– Emef Rio Grande do Sul
– Emef Erna Wurth
– Emef Duque de Caxias
– Emef Ildo Meneghetti
– Emef Walter Peracchi
– Emef Max Adolfo Oderich
– Emef Rondônia
Emeis já reabertas:
– Emei Anísio Spíndola Teixeira
– Emei Beija Flor
– Emei Bem Me Quer
– Emei Carrossel
– Emei Marione Machado Leite
– Emei Julieta Balestro
– Emei Laney Langaro
– Emei Olga Machado Ronchetti
– Emei Pé de Moleque
– Emei Pequeno Polegar
– Emei Pintando o Sete
– Emei Tia Lourdes
– Emei Tia Maria Lúcia
– Emei Ulysses Machado Filho
– Emei Vó Babali
– Emei Vó Corina
– Emei Vó Lola
– Emei Vó Nelsa
– Emei Cara Melada
– Emei Terezinha Tergolina
Educação
Professores da rede municipal de Canoas mantêm greve após rejeitarem nova proposta

Os professores da rede municipal de Canoas decidiram manter a greve durante assembleia realizada na segunda-feira, 11, na sede social da ASMC.
A categoria rejeitou a nova proposta apresentada pela Prefeitura e, neste momento, o comando de greve discute os próximos passos do movimento.
Educação
Patrícia Alba (MDB) se coloca à disposição para intermediar diálogo entre Prefeitura de Canoas e professores

A presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba, afirmou nesta semana que está à disposição para auxiliar na retomada do diálogo entre a Prefeitura de Canoas e os professores da rede municipal, que estão em greve há três semanas.
Segundo a parlamentar, a administração municipal precisa ouvir as reivindicações da categoria.
“Nada mais básico do que ouvir a categoria. A recusa não pode ser aceita”, declarou. Ela também defendeu o cumprimento do piso nacional do magistério e melhorias no atendimento aos alunos de inclusão.
“Educação tem que ser prioridade na prática. A lei é muito bonita, mas é preciso dar condições para que o ensino e a aprendizagem tenham resultados”, afirmou a deputada.
Entre as reivindicações dos professores estão a reposição salarial, aumento real de 10%, revisão do plano de carreira e o cumprimento da Lei 15.326/2026. A legislação inclui professores da Educação Infantil na carreira do magistério, garantindo pagamento do piso nacional e aposentadoria especial.
A diretora do Sindicato dos Professores de Canoas, Katielle Felise, afirmou que o governo municipal não estaria mantendo diálogo com a categoria. Segundo ela, a proposta inicial apresentada pela Prefeitura previa reposição salarial de 4,22% parcelada em 12 vezes. Ainda de acordo com a sindicalista, a Câmara de Vereadores aprovou posteriormente o parcelamento do índice em seis parcelas durante sessão extraordinária.
Educação
Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Na teça-feira, 5, a Prefeitura de Canoas publicou uma nota em que se diz preocupada com o cenário que se desenha com a manutenção da greve dos professores da rede municipal, que iniciou com paralisação no dia 14 de abril.
No texto, o Executivo cita que, com a continuidade do movimento até 5 de maio, a conta da reposição já chega a 13 dias letivos, o que exigirá medidas de recuperação das aulas para o cumprimento dos 200 dias obrigatórios por lei.
Ainda que, para garantir o ano letivo de 2026, a proposta de reposição deve impactar diretamente os períodos de descanso e a projeção prevê a redução do recesso de julho para apenas dois dias e o avanço das aulas até o dia 12 de janeiro de 2027.
Por fim, a nota diz que “apesar dos avanços propostos pela Prefeitura, que afirma ter atingido seu limite financeiro para atender às reivindicações, o impasse segue penalizando direta e indiretamente 30 mil alunos que, além do prejuízo pedagógico, verão suas férias drasticamente encurtadas”.

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