Cultura
Romance marca a estreia do Médico Dr. Álvaro Alberto Azevedo Fernandes como escritor

Livro “Errantes do pensamento: O segredo de Poggio: uma rapsódia filosófica” traz reflexões acerca da condição humana.
Um romance filosófico que mergulha nas profundezas da mente humana e convida o leitor a embarcar em sua própria jornada de autoconhecimento e reflexão. Assim é o livro “Errantes do pensamento: O segredo de Poggio: uma rapsódia filosófica”.
A obra, que marca a estreia do médico Dr. Álvaro Alberto Azevedo Fernandes como escritor, será lançada oficialmente em 20 de junho em diferentes plataformas de compras online.
Caracterizada por uma linguagem poética e simbólica, repleta de alusões literárias e filosóficas que enriquecem a leitura, e com influências de autores clássicos e contemporâneos, o livro propõe uma leitura não linear.
Notas de rodapé e marginais oferecem perspectivas adicionais e contextos alternativos, permitindo que o leitor construa sua própria interpretação da história.
É uma publicação ideal para quem busca uma compreensão mais profunda da condição humana e das múltiplas facetas da lucidez e da loucura. Com 531 páginas, o livro foi publicado pela Ases da Literatura e pode ser adquirido pelo site Um Livro.
A obra

Livro “Errantes do pensamento: O segredo de Poggio: uma rapsódia filosófica” traz reflexões acerca da condição humana.
Ao misturar elementos de reflexão, história e fantasia, “Errantes do pensamento: O segredo de Poggio: uma rapsódia filosófica” explora as complexidades da existência por meio da história de Urbano.
A história do neurocirurgião é o fio condutor da trama. Ele e os colegas de faculdade, Asmin e J., conhecidos como o “trio da neuro”, divagam sobre as curiosidades da vida, questionam verdades e até mesmo a forma de atuação da medicina.
Depois de passar por um acidente, o então profissional se torna paciente do complexo hospitalar em que trabalha e passa a ver situações e comportamentos que antes não percebia.
Isso o faz repensar e mudar o seu antigo modo de ser. Escrever, o que ele chama de narrativa terapêutica, o ajuda nessa busca do básico e do que deixou de ser.
As lembranças de situações passadas, os relacionamentos construídos – ou retomados de outra forma – no período de internação e depois no início da sua volta às atividades, os diálogos profundos com outros personagens, bem como as histórias de vida deles, mostram a complexidade e relativizam o significado da existência humana.
Entre os novos encontros, está Poggio, que, assim como Urbano, busca um sentido para o existir. Ao conversar com o internado e saber mais sobre ele, o médico acaba por se reconhecer.
Dividido em três partes, o livro começa com “Troia Destroçada ou os Des-Troiados”, onde o protagonista inicia sua jornada introspectiva, revivendo memórias e enfrentando suas próprias contradições internas.
A segunda parte, “A Nau do Não ou Uma Neo-Nau Colonial de Insanos Controlados”, leva Urbano a uma viagem metafórica e literal pelos mares de sua consciência, confrontando figuras e ideias que moldaram sua visão de mundo.
Finalmente, “Ancoradouro e Orlas Mentais – Bordas Lúcidas” conclui a jornada com uma série de diálogos reveladores e introspecções que solidificam a transformação de Urbano.
O Autor
Nascido em 17 de agosto de 1968 em São Paulo, Álvaro Alberto Azevedo Fernandes se formou em Medicina pela Instituição Lusíadas, em 1992. Frequentou também outras graduações – Letras (USP – 3 anos), Direito (Inst. Toledo – 3 anos), e Filosofia (Unisinos – 3 anos).
Atualmente exerce o Cargo de Diretor Técnico do Hospital de Pronto Socorro de Canoas, Rio Grande do Sul. Desde a juventude é atraído pela literatura, sendo um ávido leitor e escritor independente.
Em 2024 passou a integrar (por um período de 3 anos) a equipe da Editora Ases da Literatura. “Errantes do pensamento: O segredo de Poggio: uma rapsódia filosófica” marca sua estreia como autor.
Cultura
Semana da Dança de Canoas movimenta a cidade com programação gratuita até dia 29 de abril

Até o dia 29 de abril, Canoas vai ser palco da Semana da Dança, evento que vai reunir uma programação recheada de atrações em diferentes pontos da cidade. Com o tema “Do que é feita a tua dança?”, o festival promove apresentações, oficinas e ações formativas em espaços urbanos, equipamentos culturais e áreas de grande circulação, consolidando a parceria entre o Colegiado de Dança e o Sesc Canoas, com apoio ampliado do poder público municipal.
A abertura aconteceu no feriado de 21 de abril, no Shopping Canoas, com apresentações de grupos locais. Já no dia 22, intervenções artísticas ocupam estações da Trensurb em diferentes horários, ampliando o alcance das ações culturais. No dia 23, a Praça da Emancipação recebe espetáculos ao meio-dia, enquanto à noite o palco do Teatro do Sesc Canoas concentra as apresentações, que seguem também na sexta-feira (24). Ao longo do fim de semana, o teatro abriga mostras infantil e estudantil, além de atividades voltadas a projetos sociais.
Já no sábado, dia 25, têm início as oficinas formativas, que incluem quatro encontros, que foram antecedidos por uma residência de criação realizada antes da abertura oficial do evento. O workshop residência, conduzido por Soraya Portela, teve foco em processos criativos e experimentação em dança. As programações formativas serão realizadas na Antiga Estação de Trem, com destaque para temas como iluminação cênica, improvisação, danças urbanas e orientais.
No domingo, 26, o Teatro do Sesc recebe a terceira edição da Mostra de Dança Infantil, às 17h, reunindo grupos formados por crianças de 4 a 12 anos. A programação segue na segunda-feira, 27 de abril, com a Mostra Estudantil e de Projetos Sociais em dois horários, às 15h e 19h30, destacando trabalhos de escolas, instituições, associações e ONGs de Canoas, ampliando o espaço de visibilidade para diferentes iniciativas ligadas à dança na cidade. No dia 28, o Calçadão recebe a performance “Corpo Samba – Oficena”, do coletivo Abre Corpo, que propõe uma experiência interativa a partir de referências afro-diaspóricas e da cultura do samba.
O encerramento ocorre em 29 de abril, no Dia Internacional da Dança, com uma celebração no Teatro do Sesc reunindo grupos profissionais e artistas locais. A noite destaca a diversidade das linguagens presentes na cidade, reafirmando o papel do evento como espaço de encontro, criação e valorização da dança.
Programação
sexta-feira (24/04)Semana da Dança de Canoas segue até 29 de abril com apresentações, oficinas e atividades gratuitas em diferentes pontos da cidade, celebrando o Dia Internacional da Dança.
Local: Teatro Sesc Canoas
19h30: Mostra de dança
sábado (25/04)
Local: Antiga estação de trem
10h: Oficina de Iluminação Cênica com Maurício Rosa
Local: Canoas Shopping
13h: Mostra de Dança
18h: Mostra de dança
Domingo (26/04)
Local: Antiga estação de trem
10h:Oficina de dança com Everton Somber
12h: Oficina de dança com Everton Somber
14h: Oficina de dança com Everton Somber
Local: Teatro Sesc Canoas
17h: Mostra Infantil de Dança
Segunda-feira (27/04)
Local: Teatro Sesc Canoas
15h: Mostra de Dança Estudantil e de Projetos Sociais
Terça-feira (28/04)
Local: Calçadão de Canoas
12h20:Performance “Corpo Samba – Oficena”
Quarta-feira (29/04)
Local: Teatro do Sesc Canoas
19h30: Celebração de Encerramento
Cultura
Espetáculo CorpoSamba leva arte e samba ao centro de Canoas

A performance artística CorpoSamba – Oficena segue em circulação pelo Rio Grande do Sul e chega a Canoas no dia 28 de abril. A apresentação será realizada às 12h30, no calçadão da cidade, com acesso gratuito e ao ar livre. A proposta mistura dança, música ao vivo e interação com o público no espaço urbano, criando uma experiência leve, divertida e, ao mesmo tempo, provocativa.
Criado em Caxias do Sul (RS), o trabalho reúne artistas-pesquisadores de diferentes áreas, como Igor Cavalcante Medina, com trajetória ligada ao samba e às danças de salão; Assaury Hiroshi, da dança contemporânea; e Ezequiel Zanoni Duarte (Zeca Duarte), vinculado ao samba e à música popular brasileira. A criação conta ainda com a participação da bailarina Jenifer Bonho e do percussionista Marcelinho Silva.
Com trilha sonora autoral executada ao vivo, CorpoSamba – Oficena parte da ideia de que o corpo também é território de memória, resistência e criação. Ao longo da apresentação, surgem provocações sobre o próprio corpo e sobre corpos frequentemente marginalizados, como os das mulheres e das pessoas negras. Essas questões, porém, aparecem sem rigidez, abrindo espaço para uma relação lúdica com o público, que é convidado a experimentar passos iniciais de samba e a interagir com os bailarinos e integrar-se ao clima de carnaval no qual se encerra o espetáculo, vivenciando e construindo a cena em tempo real, junto aos artistas.
Hiroshi, bailarino, coreógrafo e um dos diretores do espetáculo, afirma que o trabalho dá continuidade a uma investigação sobre o corpo brasileiro e sobre o samba como uma de suas expressões mais genuínas.
“A partir de minhas pesquisas, vejo o samba como uma manifestação artística marcada por relações sociais, raciais e de gênero que atravessam a história do país e que, por isso, também se estabelece como espaço de resistência, diálogo e transformação social”, observa.
Para ele, a obra parte de um corpo que se posiciona e que transforma resistência em movimento e movimento em identidade.
Para o também diretor Medina, a Oficena se apresenta não apenas como linguagem artística, mas também como ferramenta de transformação social, ao provocar reflexão, questionar estruturas de opressão e reafirmar a potência do corpo em movimento. “A proposta convida o público a vivenciar o samba como força vital, resistência e expressão cultural profunda”, aponta.
A produtora executiva Uyara Camargo destaca que a circulação em espaços públicos e históricos de cidades gaúchas foi pensada para ampliar o acesso à arte e descentralizar o acesso à cultura. “A escolha desses locais reforça o compromisso do projeto com a democratização da cultura, ao mesmo tempo em que valoriza a cultura popular, fortalece identidades locais e pode estimular o turismo cultural e o comércio.”
A construção do espetáculo também se apoia nas trajetórias de seus criadores. Medina, homem negro e sambista, tensiona em cena o racismo presente nas sutilezas do cotidiano. Hiroshi, a partir de sua ancestralidade oriental e indígena, investiga encontros e fusões culturais no corpo que samba. Já a bailarina Jenifer, como mulher, incorpora reflexões sobre a violência de gênero e seus impactos sociais e corporais. Juntas, essas perspectivas ampliam o olhar sobre a identidade brasileira e sobre o samba como expressão de alegria, crítica social e permanência cultural.
Todas as apresentações contam com intérprete de Libras, ampliando o acesso e reconhecendo diferentes formas de experiência estética.
Antes de chegar a Canoas, o projeto realizará uma apresentação gratuita em Porto Alegre no dia 18 de abril, às 17h, no Parque Harmonia (ao ar livre). CorpoSamba – Oficena é financiado pelo Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul.
Cultura
Projeto Curta FECIC realiza maratona de cinema e promove ações educativas em Canoas

O município de Canoas recebe, entre abril e maio, o Projeto Curta Fecic, iniciativa ligada à categoria estudantil do Festival de Cinema de Canoas. A proposta é aproximar estudantes, educadores e a comunidade do universo audiovisual, incentivando a produção entre jovens e ampliando o acesso à cultura.
A programação começa com os Encontros Curta Fecic, realizados de 16 de abril a 8 de maio em escolas da rede municipal. As atividades são voltadas a alunos dos anos finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos. Com cerca de duas horas de duração, os encontros incluem apresentação do festival, conversas sobre produções audiovisuais nas escolas e exibição de curtas-metragens premiados, seguidos de debate.
Além de formar público, a iniciativa busca estimular a criação dentro das instituições de ensino, identificando talentos e projetos locais. A mediação será feita pelo ator e professor Angelo Sérgio e pelo coordenador do festival, Alexandre Derlam.
A programação se encerra no dia 21 de maio com a Mostra Curta Fecic, das 14h às 16h30, no SESC Canoas. O evento reunirá produções de estudantes de escolas públicas e privadas da cidade e marca a abertura oficial do festival.
Além das exibições, a mostra contará com debate entre realizadores e público, entrega de certificados e seleção dos trabalhos que irão concorrer na categoria estudantil do festival, previsto para setembro de 2026. A atividade é aberta à comunidade.
As inscrições para participar da mostra ocorrem de 15 de abril a 10 de maio, por meio do site festivaldecinemadecanoas.com.br.
Painel
Na mesma data, 21 de maio, a partir das 18h30min, o público poderá acompanhar o Painel Audiovisual e Educação, também no SESC Canoas, reunindo educadores, realizadores e especialistas para discutir o uso do audiovisual como instrumento pedagógico. A atividade contará com a apresentação de experiências como a de André Bozzetti, idealizador do FECEA – Festival de Cinema Escolar de Alvorada, e de Katia Souza Montinelli, coordenadora do CurtaENEM, além de relatos de professores da rede de ensino de Canoas que desenvolvem projetos na área.
O painel se encerra com uma roda de conversa mediada por profissionais do setor audiovisual, promovendo a troca de experiências e o fortalecimento de práticas inovadoras na educação.
Ao propor a integração entre cultura, educação e audiovisual, o Curta Fecic consolida-se como uma importante iniciativa de formação e incentivo à criatividade, contribuindo para o desenvolvimento de novos olhares e narrativas dentro das escolas e fortalecendo o cenário audiovisual local.
O Curta Fecic é financiado com recursos do Programa de Incentivo à Cultura – PIC 2023, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo e da Prefeitura Municipal de Canoas. A realização é da Prosa Filmes, com gestão cultural e produção executiva da Imago Produtora, contando com o apoio do SESC Canoas e apoio institucional do Metropolitano RS Ecossistema Audiovisual, Fundacine – Fundação de Cinema RS e do CurtaENEM.

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