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06/04/2026
 

Educação

Secretarias estaduais firmam cooperação com o Sesi para ações nos municípios atingidos

Redação

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O governo estadual firmou um termo de cooperação com o Serviço Social da Indústria do Rio Grande do Sul (Sesi-RS) para um conjunto de ações em regiões afetadas pelas enchentes.

O acordo, assinado na manhã desta segunda-feira, 27, garante a realização de iniciativas nas áreas de educação e saúde, com objetivo de ajudar na retomada dos municípios atingidos.

Denominado “Sesi ao Seu Lado”, o programa estabelece e detalha um cronograma que envolve ajuda humanitária, ações de acolhimento, assistência médica emergencial e suporte educacional.

Os trabalhos devem contar com profissionais especializados, equipamentos e materiais para a execução das medidas.

Para isso, o Estado dará condições para o Sesi agir, garantindo o acesso a locais apropriados e dando apoio institucional as ações desenvolvidas.

Na área da educação, o programa contempla a retomada de até 200 escolas, com apoio psicopedagógico e psicossocial para equipes e estudantes, cursos de formação, cedência de materiais didáticos, esportivos, livros, kits de robótica e instrumentos musicais, além de materiais de higiene e de limpeza.

Também serão implementadas ações afirmativas para auxiliar na continuidade e conclusão da escolaridade dos alunos.

A secretária estadual da Educação, Raquel Teixeira, destacou a importância de parcerias estratégicas para enfrentar os impactos das inundações. “A gente está vivendo um contexto difícil, mas são ações como essas que nos ajudam a superar”, ressaltou.

O superintendente regional do Sesi, Juliano Colombo, explicou que a entidade atuou durante as enchentes de 2023 no Vale do Taquari, tendo experiência na prestação de serviços em situações de crise climática. “É um projeto de R$ 65 milhões, entre investimentos na saúde e na educação do Estado. Vamos entrar com recursos próprios, atuando com as estruturas do Sesi, com materiais e mobiliários, para ajudarmos como pudermos nessa reconstrução do aprendizado”, afirmou.

O termo de cooperação terá vigência até 31 de dezembro de 2024, prevendo cláusulas com pontos sobre responsabilidades mútuas, confidencialidade e tratamento de dados.

Educação

Programa Universitário do Amanhã 2026 abre mais de 8,6 mil vagas para curso preparatório do Enem no RS

Redação

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O governo do Estado abriu, na quinta-feira, 2, as inscrições para a edição de 2026 do Programa Universitário do Amanhã. Ao todo, são ofertadas 8.603 vagas gratuitas em curso preparatório a distância voltado ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

As inscrições seguem até o dia 26 de junho e devem ser feitas pela internet. Podem participar jovens entre 15 e 29 anos, residentes no Rio Grande do Sul, que estejam cursando o Ensino Médio em escola pública ou que já tenham concluído os estudos na rede pública. A prioridade é para inscritos no Cadastro Único.

O curso será realizado de forma online, com aulas gravadas nas áreas de Ciências Humanas, Linguagens, Matemática e Ciências da Natureza. Os participantes também terão acesso a simulados digitais e a um banco de questões do Enem.

A edição deste ano inclui ainda um aplicativo que reúne os conteúdos do curso e permite o acesso por celular, com menor consumo de dados. Durante o período de estudos, os estudantes poderão tirar dúvidas por meio de acompanhamento oferecido pela plataforma.

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Educação

Rio Grande do Sul não atinge meta de alfabetização infantil em 2025, segundo dados do MEC

Redação

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O Rio Grande do Sul não atingiu a meta de alfabetização infantil prevista para 2025, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC). O estado registrou 52% das crianças alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, índice abaixo dos 69% estabelecidos pelo Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.

Apesar do desempenho no estado, o Brasil superou a meta nacional. O índice chegou a 66% de crianças alfabetizadas na idade adequada, acima dos 64% previstos para o período.

O Rio Grande do Sul está entre os seis estados que não alcançaram seus objetivos individuais, ao lado de Amazonas, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina. Entre eles, o estado gaúcho apresentou uma das maiores diferenças entre o resultado obtido e a meta estipulada.

Mesmo sem atingir o índice esperado, houve avanço em relação ao ano anterior. Em 2024, o estado registrava cerca de 45% das crianças alfabetizadas, o que indica crescimento, ainda que insuficiente para cumprir a meta.

Especialistas apontam que fatores como as enchentes de grande escala registradas em 2024 impactaram o funcionamento das escolas e o processo de aprendizagem, contribuindo para o resultado.

O indicador considera alfabetizada a criança que consegue ler palavras, frases e textos curtos, além de interpretar informações básicas. A medição é feita por avaliações aplicadas no 2º ano do ensino fundamental, com base em critérios definidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, dentro do Sistema de Avaliação da Educação Básica.

Os dados apontam que, apesar do avanço nacional, ainda há desigualdades entre os estados. A meta do governo federal é atingir 80% de crianças alfabetizadas até 2030, o que deve exigir aceleração nos estados que ficaram abaixo do esperado, como o Rio Grande do Sul.

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Educação

Assembleia aprova reajuste de 5,4% para professores da rede estadual no RS

Redação

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O plenário da Assembleia Legislativa aprovou, na tarde de terça-feira, 24, o Projeto de Lei 38/2026, que prevê reajuste de 5,4% no subsídio mensal dos profissionais do magistério público estadual do Rio Grande do Sul. A proposta, encaminhada pelo Executivo, foi aprovada por unanimidade, com 44 votos favoráveis.

O aumento terá efeito retroativo a 1º de janeiro de 2026 e segue o percentual definido pelo governo federal no início do ano para atualização do piso nacional da categoria. A medida contempla tanto os servidores da carreira do magistério quanto os integrantes do Quadro Único do Magistério, atualmente em extinção.

De acordo com o texto aprovado, o reajuste será aplicado sobre as referências previstas em lei, respeitando as regras já estabelecidas para a composição dos subsídios.

Na justificativa enviada ao Legislativo, o governo afirma que a proposta busca garantir o cumprimento do piso nacional e manter o compromisso com a valorização dos profissionais da educação pública.

Reajuste será estendido a ativos, inativos e temporários

O projeto também prevê a aplicação do índice de forma igualitária em todos os níveis da carreira. Serão beneficiados professores ativos, inativos e pensionistas com direito à paridade, além de profissionais contratados em regime temporário.

Segundo o Executivo, o impacto financeiro do reajuste é estimado em cerca de R$ 424 milhões por ano. O valor, conforme o governo, está dentro do planejamento orçamentário, apesar das limitações impostas pela situação fiscal do Estado e pelas regras da Lei de Responsabilidade Fiscal.

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