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02/06/2026
 

Política

Cris Moraes apresenta balanço dos quinze dias como prefeito interino de Canoas e fala sobre futuro

Redação

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Cris Moraes apresenta balanço dos quinze dias como prefeito interino de Canoas

Na manhã desta segunda-feira, 11, o prefeito interino de Canoas, Cris Moraes (PV), concedeu uma entrevista coletiva na qual apresentou um balando das ações realizadas durante os quinze dias de gestão, após afastamento do prefeito eleito Jairo Jorge (PSD) e da impossibilidade de Nedy de Vargas Marques (Avante), vice-prefeito da cidade, de tomar posse por questões médicas.

Durante o encontro na presença de secretários do governo municipal e da imprensa, Cris apresentou slides com inaugurações de praças, complexos esportivos, dentre outros, ao lado de vereadores canoenses.

Prefeito interino até quando?

Questionado sobre a sua continuidade no cargo de gestor interino, Cris respondeu não ter expectativa de prazo, e que apenas cumpre o mandato em conformidade à Lei Orgânica do Município. “Não sei por quanto tempo permanecerei”.

A respeito de um possível contato tanto com o prefeito eleito quanto com Nedy – que ainda se encontra internado após realização de um procedimento cardíaco, em Porto Alegre -, Cris disse:

“Não teria problema algum eu me comunicar com o prefeito Jairo, todos sabem que temos uma linha política parecida e juridicamente nada nos impede de conversar. Mas entendemos que isto não seria ético, então ele segue afastado das atividades e eu estou dando o meu melhor pela cidade”.

Sobre Nedy, Cris destacou que procura um diálogo com o vice-prefeito, e que tentou uma ligação por telefone com ele desde que assumiu o cargo, mas que não obteve retorno.

Política

Projeto na Câmara de Canoas propõe isenção da tarifa de esgoto para imóveis sem ligação à rede pública

Redação

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O vereador Rodrigo D’Avila (NOVO) protocolou na Câmara Municipal de Canoas um projeto de lei que propõe a isenção da cobrança da tarifa de esgoto em casos em que o imóvel não consegue se conectar à rede pública por limitações técnicas.

Segundo o texto, a medida vale para residências e estabelecimentos que estejam em situação de desnível em relação à tubulação da rua, o que impede o escoamento natural do esgoto. Nesses casos, a ligação só seria possível com uso de sistemas de bombeamento, o que pode gerar custos considerados altos pelos moradores.

O projeto prevê que a isenção seja concedida mediante comprovação técnica da inviabilidade de ligação, por meio de laudo assinado por profissional habilitado ou declaração da concessionária responsável pelo serviço. O benefício deixaria de valer caso a conexão passe a ser possível com eventuais obras ou adequações na rede.

A proposta também abre a possibilidade de devolução ou compensação de valores pagos nos últimos cinco anos por consumidores que comprovarem que já estavam nessa condição de impossibilidade técnica no período.

Na justificativa, o vereador cita o contrato de concessão que prevê a não cobrança quando não há condições de ligação, além de princípios do Código de Defesa do Consumidor e decisões adotadas em outros municípios.

O projeto agora segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser apreciado pelos vereadores.

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Política

Vereador Jefferson Otto recorre à Justiça contra o PSD após alegar perseguição política

Redação

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O vereador de Canoas Jefferson Otto ingressou com uma ação judicial contra o Partido Social Democrático (PSD), alegando ter sido alvo de discriminação pessoal dentro da sigla.

Segundo o parlamentar, os problemas teriam começado após o partido passar a integrar a base do governo municipal, em meados de 2025. De acordo com Otto, desde então seu mandato teria sofrido restrições relacionadas ao exercício das atividades legislativas.

Entre os pontos citados pelo vereador estão a exclusão de comissões especiais, a impossibilidade de apresentar emendas a projetos incluídos na ordem do dia, dificuldades para protocolar pedidos de adiamento de votação e situações de exposição pública que, segundo ele, teriam causado constrangimento.

Em nota, Jefferson Otto afirmou que buscou a via judicial por considerar que não havia outra alternativa para enfrentar a situação.

“Desde que o partido entrou na base do Governo, em meados de 2025, eu passei a sofrer prejuízo das minhas prerrogativas parlamentares que culminaram, por exemplo, na exclusão de participação em comissões especiais, impossibilidade de apresentação de emendas em projetos que constam na ordem do dia, impossibilidade de apresentação de pedidos de adiamento de votação, exposição e constrangimento público, entre vários outros fatores. Dessa forma, não me restou outra alternativa que não buscar a via judicial. Sigo de cabeça erguida e com a certeza que a Justiça vai reparar esse prejuízo que o partido impõe ao meu mandato atualmente”, declarou.

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Política

Câmara aprova texto-base de PEC que altera jornada de trabalho e prevê fim gradual da escala 6×1

Redação

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Câmara aprova texto-base de PEC que altera jornada de trabalho e prevê fim gradual da escala 6x1

A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 27, o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho e estabelece mudanças na escala 6×1. O parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), recebeu 34 votos favoráveis e 4 contrários.

A proposta ainda precisa ser analisada pelo plenário da Câmara em dois turnos e, para ser aprovada, deve alcançar ao menos 308 votos. Em seguida, seguirá para o Senado Federal.

O texto fixa a jornada máxima em 8 horas diárias e 40 horas semanais e prevê redução gradual de até quatro horas na carga semanal. A implementação será feita em duas etapas, ao longo de até 14 meses após a promulgação da PEC. O fim da escala 6×1, com garantia de duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação.

A proposta também prevê exceções para determinadas categorias e estabelece que trabalhadores com diploma de nível superior e remuneração acima de cerca de R$ 21,1 mil ficarão fora das novas regras de jornada e controle de ponto.

O texto foi resultado de acordo entre diferentes propostas em discussão na Câmara e passou por negociações envolvendo governo, parlamentares e representantes do setor produtivo.

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