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31/03/2025
 

Cultura

Documentário de Alexandre Moraes, ‘Um Pouco de Tonito’ participa de Mostra XII Brazilian Film Festival

Redação

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Documentário de Alexandre Moraes, ‘Um Pouco de Tonito’ participa de Mostra XII Brazilian Film Festival

A Cinemateca Paulo Amorim recebeu, nos dias 4 e 5 de dezembro, parte da programação da Mostra XII Brazilian Film Festival, realizada anualmente em Chicago e outras cidades dos Estados Unidos e do Brasil.

Criada e dirigida por Ariani Friedl, gaúcha radicada nos Estados Unidos, a MOSTRA é realizada através de uma iniciativa do Capítulo do estado de Illinois, da organização Partners of the Americas.

A programação em Porto Alegre conta com a parceria do Instituto Estadual de Cinema (Iecine-RS) e da Cinemateca Paulo Amorim.

A programação foi realizada na Sala Eduardo Hirtz, com lotação de 70 lugares. O ingresso equivale a um brinquedo em bom estado, para doação ao Centro Social Madre Madalena

No primeiro dia (4/12) foram exibidos os filmes “Três Verões”, de Sandra Kogut, e o curta documentário “A Senhora da Bicicleta”, de Rubiélson Medeiros, sobre a vida de Ariani Friedl, criadora do festival.

No segundo dia (5/12) ocorreu o encerramento da Mostra XII, com a exibição do longa “Aos Olhos de Ernesto”. Também foi exibido o curta documentário “Um Pouco de Tonito”.

Foram premiadas três produções gaúchas:

Ana Luiza Azevedo, “Aos Olhos de Ernesto” Favorito da audiência (longa-metragem) MOSTRA XII – 2021
Alexandre Moraes, “Um Pouco de Tonito” Favorito da Audiência (curta-metragem) MOSTRA XII – 2021

Zeca Brito, “Legalidade” (longa-metragem) Troféu MOSTRA XI – 2020

Além disso, houve um bate-papo muito especial sobre o filme “Aos Olhos de Ernesto” com a ilustre presença de Ana Luiza Azevedo (diretora) e Gabriela Poester (protagonista).

O filme foi produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre e se passa na cidade. A mesa de debates teve a participação de Joice de Brito e Cunha e Fabiane Severo.

Também estavam presentes o diretor Alexandre Moraes, do curta premiado “Um Pouco de Tonito”, e a atriz Ítala Nandi, atriz, produtora e diretora de teatro.

Cultura

Daniel Zardo é eleito presidente da Associação das Entidades Tradicionalistas de Canoas

Redação

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Daniel Zardo é eleito presidente da Associação das Entidades Tradicionalistas de Canoas

Na noite de terça-feira, 25, as entidades de tradicionalistas de Canoas se reuniram na sede da Associação das Entidades Tradicionalistas de Canoas (AETC), no Parque do Gaúcho, para eleger a nova diretoria dos anos 2025-2026. Como último ato do presidente Jairo Lopes foi inaugura a placa da inauguração da sede e também a placa dos patrões da entidade.

Saiu vitoriosa, por 54 a 46 votos, a chapa que tem como presidente Daniel Zardo, que ficará à frente da entidade por dois anos.

Chapa Novos Tempos:

– Presidente: Daniel Zardo
– Vice Presidente: Martim Guterres Damasco
– Primeiro Secretário: Olívio Guedes Filho
– Segundo Secretário: Claunéia Mattos
– Primeiro Tesoureiro: Luiz Carlos Junior
– Segundo Tesoureiro: Candy Cardoso

 Diretorias Administrativas:

– Patrimônio: Luiz Sassá
– Cultura: Tatiana de Vargas
– Artístico: Cristiano Gaspari
– Campeiro: Paulo Bittencourt
– Rodeios: Fabio Foppa
– Cavalgadas: Carla Almeida
– Esportes: João de Souza Neto
– Tetarfe: Jesus Veber
– Tava: Claudeci da Cunha
– Solo: Deyvid Fleck
– Truco cego e amostra: Cristiano Rodrigues
– Bocha Campeira e 48: Vitor dos Reis
– Acampamentos: Leonardo Silveira
– Eventos, Protocolo e Cerimonial: Ingrid Voelz
– Institucional e Social: Marcelo Salazar
– Comunicação: Cauê Nascimento
– Jurídico: Gervásio Damian

Clima esquentou

A chapa 2, derrotada nas eleições, afirma que aconteceram mudanças duvidosas recentes nas regras da eleição da entidade, o que teria impossibilitado patrões de votarem no dia 25, o que chamou de “evidente atentado contra o sistema democrático eleitoral”.

Além disso, em nota, salientou que tomaria medidas legais contra o ocorrido. Até o fechamento desta edição, o jornal O Timoneiro não tinha recebido a posição da comissão eleitoral.

Nota Chapa 2

“A chapa 2, liderada pelo Patrão Loureiro, se solidariza com todos os Patrões das entidades tradicionalistas impedidos de participarem da eleição ocorrida em 25/03/2025, para o comando da AETC, e lamenta o evidente atentado contra o sistema democrático eleitoral. Tal conduta, por parte da gestão que montou o pleito só comprova a necessidade de vigilância permanente sobre os atos praticados e o fortalecimento da oposição às condutas danosas perpetradas por aqueles que colocam o desejo de poder acima dos valores dos Tradicionalistas. As medidas legais estão sendo manejadas para que o lídimo prevaleça.”

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Cultura

Educação de mãos dadas com a dança: Cultura para o Mundo vai reunir apresentações, oficinas e bate-papo

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Educação de mãos dadas com a dança Cultura para o Mundo vai reunir apresentações, oficinas e bate-papo

Canoas mais uma vez vai ser palco da dança com participações nacionais e convidado internacional. Vem aí o projeto Cultura para o Mundo, que traz diferentes linguagens coreográficas nos dias 5 e 6 de abril, no Colégio Estadual Marechal Rondon, o conhecido Colégio Rondon.

Iniciativa do Círculo de Pais e Mestre (CPM) da instituição de ensino, a programação cultural vai reunir dez bailarinos, oito deles são ex-alunos do Rondon: Alice Sales, Alisson Goularte, Carol Fossá, Cecília Diez, Gabriela Santos, Nicolas Velleda, Tay Mendes, e Renann Fontoura, que atualmente mora na França e participará como um dos três profissionais convidados.

Estudante do Colégio Marechal Rondon da pré-escola até o fim do Ensino Médio, Renann Fontoura aprendeu a enxergar a dança de uma forma diferente com a professora Tina Colares.

“No Rondon, em 2007, tive o primeiro contato com a dança, como informação organizada e não apenas como expressão popular”, contou o bailarino que foi criado no bairro Guajuviras, em Canoas, e atualmente mora em Montpellier, na França.

Profissional de danças urbanas, em especial, o hip hop dance, atualmente o canoense trabalha com a Cia Malka e cursa mestrado.

Ao participar do Cultura para o Mundo, a minha expectativa é conhecer e incentivar a nova geração de artistas de Canoas. Também mostrar que é possível viver a arte e viver de arte, de dança, e que com muita dedicação e trabalho você pode alcançar espaços que parecem inalcançáveis”, salienta Renann.

Ele ainda acrescenta: “a arte muda vidas, constrói cidadãos melhores, e o hip hop em especial tem um poder de alterar não só a perspectiva com que vemos o mundo, mas de alterar a realidade em si”.

Brian Soares, canoense que está se formando em ballet clássico na Escola Bolshoi em Joinville, e Kristian Galvão, profissional de dançar árabes canoense que reside atualmente em Salvador, na Bahia, fazem parte do elenco de bailarinos convidados ao lado de Renann Fontoura.

Com 25 anos de experiência em aulas de dança no Colégio Rondon, a professora Tina Colares, adianta que é uma alegria participar deste momento de celebração da dança na escola.

“Receber ex-alunos, reconhecidos nacionalmente e internacionalmente pelo seu talento, é oportunizar a vivência e a reflexão da arte da dança no contexto escolar”, salienta.

Para Tina é fundamental fortalecer essa história para não deixar cair no esquecimento cada trajetória destes jovens profissionais.

“Vai ser um super encontrão de artistas de diferentes linguagens, com apresentações, oficinas gratuitas e bate-papo”, adianta uma das organizadoras.

Financiado pelo Edital 282/2023 do Programa de Incentivo à Cultura (PIC) de Canoas, o Cultura para o Mundo conta com a produção e coordenação artística da bailarina Carini Pereira, que também foi aluna do Colégio Rondon, e de Rosane Brasil, presidenta do CPM e também ex-aluna.

Inscrições abertas para oficinas de ballet clássico, danças orientais e urbanas

Alunos do Colégio Rondon e comunidade interessada podem participar das oficinas do evento Cultura para o Mundo. A programação está agendada para o dia 5 de abril, a partir das 9h, com as modalidades de Ballet Clássico, Danças Orientais e de Danças Urbanas.

As inscrições são gratuitas e limitadas, 20 vagas cada. Interessados devem reservar a sua participação formulário na bio @dancarondon Mais informações no perfil do Instagram: @dancarondon e pelo fone: 51- 98419-3993.

Reflexões sobre perspectivas e alcance da dança

Além de apresentações de dança e oficinas com bailarinos convidados, o Cultura para o Mundo do Rondon prevê também uma rodada de bate-papo. No dia 6 abril, às 15 horas, acontece uma roda de conversa que vai refletir sobre Carreira na Dança: perspectivas e alcance. Toda a programação é gratuita e abre as celebrações alusivas ao mês da dança, antecipando a 13ª Semana da Dança de Canoas, que acontece de 24 a 29 de abril.

Cronograma do Cultura Para o Mundo:

Sábado 5/04
9h – Oficina de Ballet Clássico o profissional Brian Soares
10h30 – Oficina de Danças Orientais com o profissional Kristian Galvão
12h – Oficina de Danças Urbanas com o profissional Renann Fontoura

19h – Início das apresentações
Local: pavilhão do colégio Rondon (Rua Santini Longoni, 147, bairro Marechal Rondon, em Canoas). Capacidade para um público de até 400 pessoas, por ordem de chegada. Entrada gratuita.

Domingo – 6 de abril
15h – Bate-papo/roda de conversas: Carreira na Dança: Perspectivas e Alcances.
16h30 – Encerramento

Conheça três bailarinos convidados participantes:

Brian dos Santos
Brian Gilson Soares dos Santos começou a dançar no Studio Attitude Canoas (bairro Rio Branco). Dançou nos espetáculos: 2016 – Volta ao Mundo / Dom Quixote / Mostra de Dança; 2017 Floresta encantada/ Mostra de Dança e na Escola Bolshoi em Joinville dançou: Dom Quixote Valsa das Flores, Ciganos, Cinderella e Quebra nozes. E neste momento estuda em Joinville -SC.

Kristian Galvão
Kristian Galvão é bailarino, coreógrafo e professor de danças árabes, suas atividades tiveram início em 1996. Em outubro de 2006, Kristian passou na avaliação das internacionalmente conhecidas bellydancers, Jillina e Saida e a grande bailarina egípcia Randa Kamel, tal título faz dele o único profissional masculino de Dança do Ventre com o Certificado internacional Luxor. Campeão brasileiro e Sul americano de Danças Árabes.

Renann Fontoura
Teve seus primeiros contatos com a dança em 2008 no colégio estadual Marechal Rondon. Se aprofundou nos estudos das danças que compõem o termo conhecido como Danças Urbanas. Sempre com grande foco na investigação da improvisação corporal, tendo como maiores bases o HipHop Dance e algumas técnicas da dança Popping.

Em 2014 entrou para a companhia Grupo de Rua de Niterói (GRN), dirigida por Bruno Beltrão, trabalhando como intérprete nas peças H3 e Cracks. Em 2016, começou um trabalho com a companhia Francesa RAMa, dirigida por Fabrice Ramalingom, atuando como Intérprete Criador na peça “ Nós, Tupi or not Tupi ?”. Renann também já ministrou aulas em diferentes países, tais como Brasil, Colômbia, França e Portugal.

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Cultura

Mostra “Branca: a Dona da Casa” resgata memórias da mascote da Casa dos Rosas

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Mostra “Branca a Dona da Casa” resgata memórias da mascote da Casa dos Rosas

A história da cadela Branca, figura emblemática da Casa dos Rosas, está em destaque na mostra “Branca: a Dona da Casa”, inaugurada na manhã desta quinta-feira, 20.

A exposição resgata memórias e relatos sobre a mascote, que viveu no espaço desde antes do restauro do prédio em 2016. A iniciativa é realizada pela equipe do Museu Municipal Hugo Simões Lagranha, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e da Secretaria do Bem-Estar Animal.

Branca era presença constante na região central de Canoas, especialmente nas proximidades da antiga estação de trem e da Casa dos Rosas, ponto turístico do município. Cuidada pela comunidade que frequentava o museu, ela se destacou em um período de redução no número de animais em situação de rua na área.

A mostra propõe uma experiência interativa, permitindo que visitantes deixem recordações e depoimentos sobre a cadela e outros animais de estimação. A exposição conta com um ensaio fotográfico de Rodrigo Silveira, um curta-metragem editado por Wender Zanon e textos produzidos por Filipe Smidt Nunes, elaborados pela equipe do Museu Municipal.

“Branca se tornou nossa colega de trabalho e acompanhou todo o processo de instalação do museu. Muitas pessoas vinham ao espaço especialmente para visitá-la”, relembra Airan Milititsky Aguiar, chefe da Unidade de Museu e Arquivo Histórico.

A secretária do Bem-Estar Animal, Paula Lopes, destaca a relevância do vínculo entre a comunidade e os cães de rua. “Conhecer a história da Branca reforça a importância dos cães comunitários. Foram 15 anos de cuidado coletivo, o que mostra como essa relação foi significativa”, comenta.

A Casa dos Rosas, onde a mostra acontece, foi construída no início dos anos 1900 no estilo “chalé de chácara”, com telhas francesas e adornos lambrequins. É a construção mais antiga da cidade e atualmente abriga o Museu Municipal Hugo Simões Lagranha.

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