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04/05/2026
 

Geral

Complexo esportivo da Ulbra recebe 2,5 mil estudantes de Medicina para jogos estudantis

Redação

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Foto: Etapa Produções

Mais de 2.500 estudantes de 20 universidades de todo o estado foram esperados na quarta edição dos Jogos Universitários de Medicina do Rio Grande do Sul (IV Jumed-RS).

O evento ocorreu nos dias 15, 16 e 17 de setembro e, pela primeira vez, a Ulbra Canoas foi a sede das competições. As modalidades esportivas que farão parte do IV Jumed-RS são atletismo, basquete, futsal, handebol e vôlei (masculino e feminino).

Foto: Etapa Produções

Foto: Etapa Produções

A Ulbra participou com 431 estudantes em todas as modalidades. O encontro dos acadêmicos da Medicina começou na sexta-feira, dia 15, com o lounge – festa de integração, às 18h, no campus Canoas.

No sábado, os jogos seguiram das 8h às 20h. No domingo, ocorreram as semifinais e finais, com apresentação de bateria e de cheerleaders.

Fizeram parte do grupo de organizadores do IV Jumed-RS: Isadora Saurin Ritterbusch Pedro Gustavo Stevanato de Oliveira, Kethylyn dos Santos Nunes, Pedro Ferreira de Azevedo e João Alves.

Complexo esportivo

Complexo esportivo - Divulgação Ulbra

Complexo esportivo – Divulgação Ulbra

A maior parte dos visitantes ficou hospedada no campus Canoas, onde foi preparada toda a infraestrutura do complexo esportivo, nas quadras dos prédios 40 e 55.

Alojamentos, alimentação e espaços de integração também foram disponibilizados para o público, revela o gestor da Ulbra Sport, Hans Kuchenbecker.

Foto: Etapa Produções

Foto: Etapa Produções

Tecnologia das quadras

“A importância de receber um evento dessa magnitude é mostrar que a Ulbra tem condições de promover várias outras competições”, afirma Hans. “Estamos aptos não só a sediar, mas também a fazer gestão esportiva dos campeonatos, em todos os quesitos, como segurança, fornecimento de material, tecnologia das quadras, das tabelas, etc.”, constata o cogestor da Ulbra Sport, Gilson Soares, o Mão de Pilão.

O parque multiesportivo ainda conta com dois campos suplementares de treinamento reconhecidos pela Confederação Brasileira de Futebol, duas quadras de tênis, uma sala de musculação e um Centro de Fisioterapia.

Modalidades no IV Jumed-RS

– Atletismo
– Basquete
– Futsal
– Handebol
– Vôlei

Quem participou?

– Universidade Luterana do Brasil (Ulbra)
– Atitus Educação (Passo Fundo/Porto Alegre)
– Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
– Universidade Católica de Pelotas (UCPel)
– Universidade de Caxias do Sul (UCS)
– Universidade de Passo Fundo (UPF)
– Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc)
– Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos)
– Universidade do Vale do Taquari (Univates)
– Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS – Passo Fundo)
– Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA)
– Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
– Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
– Universidade Federal do Pampa (Unipampa)
– Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
– Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
– Universidade Feevale
– Universidade Franciscana (UFN)
– Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (Uri Erechim)
– Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí)

Policial

Operação Notre Dame combate grupo criminoso especializado em roubos a residências

Redação

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Foto: Policia Civil

Na quarta-feira, 29, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, deflagrou a Operação Notre Dame, uma ofensiva contra uma organização criminosa interestadual especializada em roubos a residências com restrição da liberdade das vítimas.

A ação contou com apoio da Inteligência da Brigada Militar e da colaboração das Polícias Civis de São Paulo e do Ceará. Ao todo, foram cumpridas quatro ordens de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará.

As diligências ocorreram nos municípios de Lajeado, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Taboão da Serra e Embu das Artes. Quatro suspeitos foram presos, sendo dois no Rio Grande do Sul e dois em São Paulo. Durante as buscas, foram apreendidos materiais que devem contribuir para o andamento das investigações.

O inquérito policial teve origem em um roubo violento registrado em fevereiro deste ano, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na ocasião, criminosos invadiram um imóvel, renderam funcionários e os mantiveram amarrados enquanto levavam joias, relógios e outros itens de alto valor.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou a existência de um esquema organizado, no qual criminosos vindos de São Paulo atuavam na execução dos assaltos com apoio logístico de comparsas no Rio Grande do Sul.

O delegado Marco Guns ressaltou que a rapidez nas diligências preliminares foi o divisor de águas para o esclarecimento do caso.

“O monitoramento técnico e o uso de inteligência nos permitiram mapear cada passo da associação criminosa”, afirmou.

O diretor regional, delegado Cristiano Reschke, enfatizou o impacto psicológico desse tipo de delito.

“A repressão ao roubo a residência deve ser enérgica e exemplar. Este crime viola o asilo inviolável do cidadão: seu lar. Quando vítimas são rendidas em seu momento de repouso e proteção, o dano psíquico é imensurável. Nossa resposta hoje reafirma que a integração entre as instituições de segurança é a barreira intransponível contra o crime organizado”, declarou.

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Policial

Operação Cerco Fechado prende 13 pessoas e mira esquema de tráfico de drogas em Butiá

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil, por meio da 4ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (4ªDIN/Denarc), deflagrou na manhã desta quarta-feira, 29, a Operação Cerco Fechado. A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa ligada ao tráfico de drogas no município de Butiá.

Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial. Até o momento, 13 pessoas foram presas. Durante a operação, drogas, munições e outros materiais foram apreendidos.

Segundo a delegada Ana Flávia Leite, a investigação começou em maio de 2025 a partir de denúncias anônimas que apontavam que um homem, mesmo preso, continuava comandando o tráfico na região.

“A investigação teve início em maio de 2025, a partir do recebimento de informações anônimas que indicavam que um indivíduo, mesmo recolhido ao sistema prisional, continuava exercendo papel de liderança no tráfico de entorpecentes, coordenando a distribuição de drogas, o fluxo financeiro da atividade ilícita e a atuação de comparsas em liberdade”, explicou a delegada.

Ela também destacou que o grupo mantinha apoio externo para garantir a continuidade das atividades criminosas.

As primeiras diligências ocorreram em endereços de Butiá e também dentro da unidade prisional onde estava o suspeito apontado como liderança. Nessas ações, foram apreendidos cocaína, porções de maconha, armas de fogo, munições, celulares, balança de precisão, dinheiro em espécie, materiais usados para fracionamento de drogas, anotações do tráfico e um veículo. Um dos investigados chegou a ser preso em flagrante.

Ainda no presídio, os policiais encontraram celulares, chips e uma porção semelhante a crack, reforçando a suspeita de comunicação ilícita a partir do cárcere.

Com o avanço da investigação, a análise dos celulares apreendidos permitiu aprofundar a estrutura do grupo. A partir da extração de dados, os policiais identificaram a divisão de funções, pontos de venda e a forma como eram feitos os repasses e ordens.

As conversas revelaram negociações de drogas, vendas diretas, cobrança de dívidas e transferências via Pix. Também mostraram a atuação organizada dos envolvidos, com funções específicas dentro do esquema.

Outro ponto identificado foi o monitoramento da atuação policial. Os investigados trocavam informações sobre viaturas e movimentações de agentes na região.

“A apuração demonstrou que, quando um ponto estava temporariamente inativo, compradores eram encaminhados a outros locais, mantendo a continuidade da mercancia ilícita e evidenciando a estabilidade da associação criminosa”, explicou a delegada Ana Flávia.

Mesmo preso, o investigado apontado como liderança seguia influenciando o esquema, segundo a polícia, controlando valores, pagamentos e ordens repassadas a comparsas em liberdade.

A investigação também encontrou registros financeiros paralelos, com anotações de nomes, valores e cálculos, além de movimentações consideradas suspeitas.

De acordo com a delegada, os elementos reunidos mostram uma estrutura criminosa organizada e estável.

“A Operação Cerco Fechado integra a estratégia da Polícia Civil de intensificar as ações de repressão qualificada ao tráfico de entorpecentes e à atuação de associações criminosas no Rio Grande do Sul”, completou Ana Flávia Leite.

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Policial

Operação Nacional Proteção Integral IV prende três pessoas por crimes sexuais infantojuvenis no RS

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul participou, na manhã desta terça-feira, 28, da Operação Nacional Proteção Integral IV, coordenada pela Polícia Federal e realizada simultaneamente nos 27 estados do país. No estado, três pessoas foram presas, sendo duas em flagrante e uma por prisão preventiva.

A ação contou com a atuação do Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPGV), por meio de policiais da Divisão Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), com apoio de equipes do próprio departamento e de peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP).

No Rio Grande do Sul, a operação foi coordenada pelo diretor da Deca, delegado André Ciardullo Mocciaro, com apoio das delegadas Sabrina Doris Teixeira, titular da 2ª Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (2ª DPCA), e Alice Jantsch Fernandes, titular da 3ª DPCA.

Durante as investigações, o Núcleo de Operações Cibernéticas (NOC/Deca) monitorou suspeitos de armazenar e compartilhar arquivos de abuso sexual infantojuvenil. Dois homens foram presos em flagrante.

Um deles, de 58 anos e sem antecedentes policiais, foi detido por armazenamento de conteúdo ilegal. O outro, de 41 anos, que já possuía antecedentes por estupro de vulnerável, foi preso por armazenar e compartilhar centenas de arquivos de abuso sexual infantojuvenil.

Nas residências dos suspeitos, foram apreendidos diversos equipamentos eletrônicos, que serão encaminhados ao Núcleo de Combate à Pedofilia e ao Abuso Infantojuvenil (Nucope), do IGP, para perícia.

Além disso, a 2ª DPCA cumpriu a prisão preventiva de um homem de 36 anos, sem antecedentes policiais, investigado por aliciar virtualmente uma adolescente de 13 anos e posteriormente cometer estupro de vulnerável.

Na casa dele, também foi cumprido mandado de busca e apreensão, com a apreensão de um celular que passará por perícia.

Segundo a Polícia Civil, após os procedimentos legais, os três presos serão encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça.

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