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17/04/2026
 

Geral

Ulbra envia doações ao Vale do Taquari com 7.500 kits de material escolar, higiene e limpeza

Redação

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Canoas Volta pra Casa: entrega de kits começa na próxima semana

A Rede Ulbra de Educação está unida à comunidade gaúcha na solidariedade e ajuda às vítimas das enchentes no Vale do Taquari.

Nesta terça-feira, 12, foi entregue no ponto central de arrecadação no vale a primeira remessa de doações com 4.500 kits de material escolar e produtos de higiene e limpeza, comprados pela Aelbra, mantenedora da Ulbra.

Também, em parceria com o curso de Odontologia da Ulbra Canoas, foram encaminhados 3 mil kits com escova e pasta de dente, totalizando 7.500 kits. A Ulbra segue com sua campanha de arrecadação, recebendo donativos em todas as suas unidades presenciais no Rio Grande do Sul.

Nova remessa

Conforme o capelão geral da Aelbra, pastor Maximiliano Wolfgramm Silva, a campanha da instituição busca atender as necessidades mais urgentes neste momento, conforme orientações da Defesa Civil.

“Esse foi o primeiro foco, para atender uma necessidade mais específica. Nossas unidades estão recolhendo outras doações diversas, que incluem roupas e alimentos”, conta o pastor Max. Segundo ele, uma nova remessa será encaminhada ao Vale do Taquari até o final de semana com as doações recebidas das comunidades.

Lista de materiais enviados ao Vale do Taquari

Higiene e limpeza: 250 águas sanitárias de 5 litros; 250 desinfetantes 5l.; 250 vassouras; 250 rodos plásticos; 250 panos de chão; 250 caixas de sabão em pó 1kg; 170 baldes plásticos — 8l; 7 baldes plásticos 7l; 2250 kits com escova e pasta de dente, além de outras 750 escovas de dente.

Material escolar: 250 canetas; 250 borrachas; 250 apontadores de lápis; 250 lápis; 250 cadernos universitários capa flexível; 250 caixas de lápis de cor longa com 12 unidades.

ONDE DOAR?

– Ulbra Canoas – Avenida Farroupilha, 8001 * Bairro São José * CEP 92425-900 *Canoas/RS Telefone: + 55 51 3477.4000.

– Ulbra Cachoeira do Sul – Rua Martinho Lutero, 301 * Bairro Universitário * CEP96.501-595 * Cachoeira do Sul/RS Telefone: (51) 3722-0400.

– Ulbra Carazinho – BR 285 – KM 335 * CEP 99.500-000 * Carazinho/RS Telefone: (54) 3329.1111 * Fax: (54) 3329.1130.

– Ulbra Gravataí – Avenida Itacolomi, nº 3.600 Bairro São Vicente * CEP 94.155-052 * Gravataí/RS Telefone: (51) 3431-7677.

– Ulbra Guaíba – Rua da Balança, 482 – Bairro Altos da Alegria – CEP 92 725-100 Telefone: (51) 3491.2706 – (51) 3480.1618.

– Ulbra Santa Maria – BR 287, Km 252 * Trevo Maneco Pedroso * Bairro Boca do Monte * CEP 97170-000. Endereço da Caixa Postal 21834 * CEP 97020-970 * Santa Maria/RS Telefone: (55) 3214-2333 / (55) 3214-2187 / (55) 3214-1044.

– Ulbra São Jerônimo – Rua Antônio de Carvalho, nº 1.475 Esquina com RS 401, Bairro Fátima * CEP 96.700-000 * São Jerônimo/RS Telefone: (51) 3651.1121.

– Ulbra Torres – Rua Universitária,1900 * Parque do Balonismo * CEP 95.560-000.

Policial

Justiça torna réu cardiologista investigado por abuso sexual contra pacientes em Taquara

Redação

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu, na quinta-feira, 17, o cardiologista Daniel Pereira Kollet, investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes em Taquara.

A decisão é do juiz Rafael Silveira Peixoto, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Taquara, e tem como base a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. Com isso, o médico passa a responder formalmente ao processo.

Segundo o MP, Kollet é acusado de estupro de vulnerável. A Promotoria sustenta que as vítimas estavam em situação de vulnerabilidade circunstancial, devido à relação de confiança estabelecida entre médico e paciente durante os atendimentos.

De acordo com a denúncia, assinada pela promotora Silvia Inês Miron Jappe, os supostos abusos ocorreram durante consultas em consultório particular, quando as pacientes precisavam permanecer parcialmente despidas para a realização de exames cardiológicos. O Ministério Público afirma que o médico teria se aproveitado da condição profissional e da fragilidade das vítimas no contexto do atendimento.

O órgão também pediu à Justiça a condenação do réu ao pagamento de indenização às pacientes.

Na esfera policial, Daniel Pereira Kollet foi indiciado por violência sexual mediante fraude. Conforme o delegado Valeriano Garcia Neto, três inquéritos já foram concluídos e encaminhados ao Judiciário.

O número de possíveis vítimas que registraram ocorrência chega a 44, conforme atualização de quinta-feira , 17. Outras 20 mulheres também procuraram a polícia e avaliam formalizar denúncia.

A defesa do médico, representada pelo advogado Ademir Campana, não se manifestou ainda.

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Policial

Corpo de corretora morta em Florianópolis é liberado após um mês e será sepultado neste sábado em Canoas

Redação

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Foto: Redes Sociais

O corpo da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas foi liberado para sepultamento mais de um mês após o crime que chocou o país. O velório está marcado para este sábado, 18, em Canoas.

A liberação ocorreu após a conclusão de exames realizados pela Polícia Científica de Santa Catarina, que confirmou por meio de DNA a identidade da vítima. O corpo havia sido encontrado em um córrego no município de Major Gercino, no dia 11 de março.

Segundo familiares, a espera foi marcada por angústia até a confirmação oficial. Nas redes sociais, parentes manifestaram alívio com a possibilidade de realizar o sepultamento e reforçaram o pedido por justiça.

De acordo com a Polícia Científica, o tempo até a liberação foi necessário para a análise genética, procedimento que busca garantir a identificação correta e preservar a dignidade da vítima e de seus familiares.

Natural de Alegrete, Luciani foi criada em Canoas. Ela deixa a mãe e irmãos. O pai morreu há cerca de 20 anos, também vítima de latrocínio.

Investigação

Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, sendo um homem de 27 anos e duas mulheres, de 47 e 30 anos. Eles moravam no mesmo conjunto residencial que a vítima, em Florianópolis. Os nomes não foram divulgados.

Conforme o delegado Anselmo Cruz, responsável pelo caso, o corpo foi inicialmente avistado por moradores no dia 9 de março e retirado dois dias depois pelas autoridades.

A principal linha de investigação aponta que o crime tenha sido motivado por interesse financeiro. A polícia identificou compras realizadas em nome da vítima após o desaparecimento, incluindo eletrônicos e artigos esportivos.

A dinâmica e a causa da morte ainda não foram totalmente esclarecidas pelas autoridades.

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Policial

Ex-vereador de Porto Alegre Gilvani Dall Oglio é preso em operação que investiga fraude em licitações

Redação

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Foto: Polícia Civil

O empresário e ex-vereador de Porto Alegre, Gilvani Dall Oglio, conhecido como Gringo, foi preso preventivamente pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira, 17, durante a Operação Effluxus. O mandado foi cumprido na residência dele, na zona norte da Capital.

A ação investiga um suposto esquema de fraude em licitações públicas e ocultação de controle empresarial em contratos ligados a serviços de desobstrução de redes pluviais e esgoto, hidrojateamento, transporte e descarte de resíduos.

Prisões, buscas e bloqueios

Além da prisão, a operação cumpriu nove mandados de busca e apreensão, incluindo endereços de familiares do investigado, como três filhas e um irmão. Dois outros filhos também são alvo de apuração. A Justiça determinou ainda o bloqueio de cerca de R$ 2,5 milhões em ativos financeiros, além da indisponibilidade de imóveis e veículos, e a suspensão do direito de contratar com o poder público dos investigados.

Durante a operação, um dos filhos do ex-vereador foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo. Ele estava em uma das sedes empresariais alvo das buscas e poderá ser liberado mediante fiança.

Segundo a Polícia Civil, o grupo é investigado por fraude à licitação, associação criminosa, corrupção ativa de testemunha, falsidade ideológica e falsidade material.

Como funcionava o esquema

De acordo com as apurações, o esquema teria sido estruturado a partir das empresas Limpservice Prestação de Serviços e Safety Ambiental, que atuariam como parte de um mesmo grupo econômico. A investigação aponta que ambas participavam de licitações de forma combinada, simulando concorrência.

A Limpservice teria vencido todas as cinco contratações identificadas, enquanto a Safety aparecia como concorrente derrotada, com propostas mais altas. Nenhuma das empresas está formalmente em nome de Gringo, mas a Polícia Civil afirma haver indícios de que ele seria o controlador, utilizando intermediários.

A Limpservice está registrada em nome de um dos filhos do investigado, enquanto a Safety já esteve vinculada a um irmão dele e a outro homem apontado como empregado. Uma terceira empresa, a MJM Serviços de Limpeza, registrada em nome do ex-vereador, também é citada na investigação.

Licitações sob suspeita

As licitações sob suspeita envolvem contratos com a Polícia Penal e prefeituras de Capão da Canoa, Gramado, Gravataí e Osório, entre 2024 e 2025, somando cerca de R$ 2,5 milhões.

A Polícia Civil aponta ainda indícios de confusão patrimonial e operacional entre as empresas, como uso compartilhado de e-mails, reconhecimento de dívidas e ações trabalhistas envolvendo os mesmos funcionários. Também foi identificado o uso de estrutura tecnológica ligada ao investigado para participação em disputas eletrônicas de licitações.

Tentativa de obstrução e dumping social

Em depoimento, uma ex-funcionária relatou ter sido pressionada a receber R$ 2 mil para não prosseguir com denúncias relacionadas ao caso.

O inquérito também apura a prática de “dumping social”, com possível redução de custos por meio de descumprimento de direitos trabalhistas.

Segundo o delegado responsável pelo caso, a investigação identificou um esquema estruturado que afetava diretamente a concorrência e trabalhadores envolvidos nos contratos.

Contratos com o Dmae

A Polícia Civil também aponta que o ex-vereador manteve contratos com o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) durante o período em que exercia mandato, por meio de empresas sob suspeita de controle indireto. Um desses contratos, de R$ 3,6 milhões, envolvia transporte e distribuição de água potável. Há ainda registros de pagamentos ao investigado por serviços prestados via outra empresa citada na apuração.

Investigação e cassação do mandato

A operação foi autorizada pela 2ª Vara Regional de Garantias de Porto Alegre e, segundo a Polícia Civil, a investigação se estendeu por mais de 10 meses.

O ex-vereador teve o mandato cassado pela Câmara Municipal em dezembro de 2025, após entendimento de que ele seria o real controlador das empresas envolvidas, com uso de intermediários.

A defesa do investigado ainda não se manifestou.

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