Geral
Ulbra envia doações ao Vale do Taquari com 7.500 kits de material escolar, higiene e limpeza

A Rede Ulbra de Educação está unida à comunidade gaúcha na solidariedade e ajuda às vítimas das enchentes no Vale do Taquari.
Nesta terça-feira, 12, foi entregue no ponto central de arrecadação no vale a primeira remessa de doações com 4.500 kits de material escolar e produtos de higiene e limpeza, comprados pela Aelbra, mantenedora da Ulbra.
Também, em parceria com o curso de Odontologia da Ulbra Canoas, foram encaminhados 3 mil kits com escova e pasta de dente, totalizando 7.500 kits. A Ulbra segue com sua campanha de arrecadação, recebendo donativos em todas as suas unidades presenciais no Rio Grande do Sul.
Nova remessa
Conforme o capelão geral da Aelbra, pastor Maximiliano Wolfgramm Silva, a campanha da instituição busca atender as necessidades mais urgentes neste momento, conforme orientações da Defesa Civil.
“Esse foi o primeiro foco, para atender uma necessidade mais específica. Nossas unidades estão recolhendo outras doações diversas, que incluem roupas e alimentos”, conta o pastor Max. Segundo ele, uma nova remessa será encaminhada ao Vale do Taquari até o final de semana com as doações recebidas das comunidades.
Lista de materiais enviados ao Vale do Taquari
Higiene e limpeza: 250 águas sanitárias de 5 litros; 250 desinfetantes 5l.; 250 vassouras; 250 rodos plásticos; 250 panos de chão; 250 caixas de sabão em pó 1kg; 170 baldes plásticos — 8l; 7 baldes plásticos 7l; 2250 kits com escova e pasta de dente, além de outras 750 escovas de dente.
Material escolar: 250 canetas; 250 borrachas; 250 apontadores de lápis; 250 lápis; 250 cadernos universitários capa flexível; 250 caixas de lápis de cor longa com 12 unidades.
ONDE DOAR?
– Ulbra Canoas – Avenida Farroupilha, 8001 * Bairro São José * CEP 92425-900 *Canoas/RS Telefone: + 55 51 3477.4000.
– Ulbra Cachoeira do Sul – Rua Martinho Lutero, 301 * Bairro Universitário * CEP96.501-595 * Cachoeira do Sul/RS Telefone: (51) 3722-0400.
– Ulbra Carazinho – BR 285 – KM 335 * CEP 99.500-000 * Carazinho/RS Telefone: (54) 3329.1111 * Fax: (54) 3329.1130.
– Ulbra Gravataí – Avenida Itacolomi, nº 3.600 Bairro São Vicente * CEP 94.155-052 * Gravataí/RS Telefone: (51) 3431-7677.
– Ulbra Guaíba – Rua da Balança, 482 – Bairro Altos da Alegria – CEP 92 725-100 Telefone: (51) 3491.2706 – (51) 3480.1618.
– Ulbra Santa Maria – BR 287, Km 252 * Trevo Maneco Pedroso * Bairro Boca do Monte * CEP 97170-000. Endereço da Caixa Postal 21834 * CEP 97020-970 * Santa Maria/RS Telefone: (55) 3214-2333 / (55) 3214-2187 / (55) 3214-1044.
– Ulbra São Jerônimo – Rua Antônio de Carvalho, nº 1.475 Esquina com RS 401, Bairro Fátima * CEP 96.700-000 * São Jerônimo/RS Telefone: (51) 3651.1121.
– Ulbra Torres – Rua Universitária,1900 * Parque do Balonismo * CEP 95.560-000.
Geral
Nova Santa Rita recebe nesta quinta-feira a 89ª Corrida do Fogo Simbólico da Pátria

Nova Santa Rita recebe, nesta quinta-feira, 20, a 89ª edição da Corrida do Fogo Simbólico da Pátria. A atividade integra a programação da Semana da Pátria e percorre diferentes municípios do Rio Grande do Sul.
No município, a concentração está marcada para as 16h15, na Rua Valdemar Vicente da Costa, no Centro. Às 16h30, o Fogo Simbólico chega à Praça da Bíblia, onde será realizado o ato.
Segundo o prefeito Rodrigo Battistella, a passagem do Fogo Simbólico mantém uma tradição ligada às celebrações da Semana da Pátria.
“É uma satisfação receber o Fogo Simbólico em Nova Santa Rita. Esse é um momento que representa o nosso respeito às tradições e aos valores de civismo, além de ser uma oportunidade para reunir a comunidade e celebrar juntos a Semana da Pátria.”
O secretário municipal de Cultura e Turismo, Vagner Silva, também destacou a participação da população durante a programação.
“A chegada do Fogo Simbólico é um momento especial para o município. É uma tradição que nos conecta com a história e com os valores da Semana da Pátria. Convidamos as famílias de Nova Santa Rita para acompanharem esse momento e fazerem parte dessa celebração.”
A programação é aberta à comunidade, que poderá acompanhar a chegada do Fogo Simbólico na Praça da Bíblia.
Policial
Operação mira grupo suspeito de fabricar armas com impressoras 3D em Canoas

Uma operação da Polícia Civil realizada na manhã desta quarta-feira, 19, investiga um grupo suspeito de fabricar armas de fogo com o auxílio de impressoras 3D para uma facção criminosa. A ofensiva ocorre em cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre, com concentração das ações em Canoas.
Ao todo, são cumpridas 20 prisões preventivas e 14 mandados de busca e apreensão. Além de Canoas, as ordens judiciais são executadas em Portão, Eldorado do Sul, Montenegro, Triunfo e São Leopoldo. Até o momento, 13 prisões preventivas foram realizadas, além de duas prisões em flagrante.
A investigação é conduzida pela 2ª Delegacia de Polícia de Investigação do Narcotráfico, vinculada ao Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc). A operação, denominada 3D, faz parte da Operação Desarme, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Segundo a investigação, o esquema começou a ser descoberto em novembro do ano passado, quando os policiais localizaram uma fábrica clandestina instalada de forma improvisada em uma residência de Canoas. O espaço teria começado a funcionar entre dois e três meses antes de ser encontrado.
O grupo utilizava impressoras 3D para produzir partes das armas, principalmente a estrutura externa feita de plástico rígido. Essas peças eram posteriormente combinadas com componentes metálicos, como canos, molas e mecanismos de disparo. Os criminosos também fabricavam carregadores utilizando a mesma tecnologia.
De acordo com o delegado Wesley Lopes, do Denarc, além do custo reduzido, a utilização das impressoras dificultava a identificação da origem dos armamentos.
As armas produzidas não possuíam numeração ou registro oficial, o que levou os investigadores a classificá-las como “armas fantasmas”. Segundo a polícia, parte dos armamentos era destinada a uma facção criminosa com atuação no Vale do Sinos, enquanto outra parcela era comercializada pelos próprios integrantes do grupo.
Funções dentro do esquema
A investigação aponta que os suspeitos desempenhavam diferentes tarefas dentro da estrutura criminosa. Entre elas estavam a compra de impressoras, matérias-primas e componentes, fabricação e montagem das armas, ajustes, testes, transporte e distribuição.
Os policiais também apuraram que o grupo pretendia instalar uma segunda unidade de produção em Novo Hamburgo.
O uso de impressoras 3D para fabricação de armamentos pela facção já havia sido identificado pela Polícia Civil no início de 2025. Em março daquele ano, quatro impressoras foram apreendidas em um apartamento de São Leopoldo. No imóvel, os agentes também encontraram 59 carregadores de diferentes calibres produzidos com a tecnologia e semelhantes aos modelos convencionais.
Em janeiro de 2025, policiais de Novo Hamburgo já haviam apreendido dois kits Roni fabricados com material plástico. Os equipamentos são utilizados para modificar pistolas e ampliar sua capacidade de emprego.
O desafio para a investigação
A fabricação clandestina de armas sem identificação dificulta o trabalho das forças de segurança porque elimina informações que normalmente podem ser utilizadas para determinar a origem de um armamento.
O rastreamento permite relacionar armas apreendidas a registros, desvios e, em determinadas investigações, a diferentes ocorrências criminais. Sem numeração e documentação, as chamadas “armas fantasmas” reduzem essas possibilidades de identificação e criam um novo obstáculo para as investigações sobre o comércio ilegal e o uso de armamentos por organizações criminosas.
Policial
Menina de 11 anos desaparecida em Canoas é localizada pela Polícia Civil

A Polícia Civil localizou, na tarde desta terça-feira, 18, a menina de 11 anos que estava desaparecida desde segunda-feira, 17, em Canoas.
Segundo a Delegacia de Polícia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, os agentes iniciaram as buscas assim que o desaparecimento foi registrado. Imagens de câmeras de segurança ajudaram a reconstituir o trajeto da menina, que teria seguido até Cachoeirinha.
Mais de 50 agentes participaram das buscas, entre policiais civis, policiais militares e guardas municipais de Canoas e Cachoeirinha. A menina acabou sendo localizada em Canoas e foi acolhida por policiais civis da DPCA.
De acordo com o delegado Maurício Barison, titular da DPCA, uma escuta especializada foi realizada e não foram identificados indícios de maus-tratos ou de outros crimes contra a criança. Conforme a investigação, o desaparecimento teria sido motivado por um desentendimento familiar relacionado ao uso do celular.
O Conselho Tutelar será acionado para acompanhar a situação familiar.
A Polícia Civil também informou que um repórter de Canoas será investigado por, segundo a corporação, tumultuar as buscas e desacatar uma policial civil ao exigir informações consideradas privilegiadas.

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