Saúde
Hospital Nossa Senhora das Graças completa 61 anos atendendo os canoenses

“Valor do Graças é imensurável. Sua História é riquíssima, digna de um livro”
O dia 29 de junho marca uma importante data para duas instituições canoenses. O Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG) completou 61 anos de existência, tendo como sua mantenedora a Associação Beneficente de Canoas (ABC).
Salve Dia 29 Junho, com a “Graça” da Nossa Senhora das Graças!”
“Hoje, lá no já distante ano de 1962, quando Canoas estava a completar 23 anos de Emancipação – Canoas hoje está com 84 – o Município ganhava um presente de ouro para comunidade.
Em 1962, após 14 anos de árduos trabalhos, em regime de mutirão, sem ‘usar recursos do sistema financeiro’, com trabalho dos abnegados munícipes canoenses, era inaugurado o nosocômio HNSG – Hospital Nossa Senhora das Graças.
Nesta data – exatos 61 anos, junto à Rua Santos Ferreira, nº 1864, reunia-se uma multidão, autoridades municipais, estaduais e federais e militares que, junto com o povo, congraçavam em deleite o regozijo do fato hercúleo, como prova de que a união em mentes benemerentes e almas altruísticas, com OBJETIVO e PROPÓSITO definidos, FAZ ACONTECER E REALIZAR.
Foram 14 anos de quermesses, de cinemas, teatro, “livro de ouro” e de todo o tipo campanha e de ajuda que, em uníssono e bem coordenado, resultou na inauguração deste que fora o primeiro hospital de Canoas que, se manteve por longo período como o único. Sempre de braços abertos a prestar serviço à comunidade canoense e adjacências até bem pouco tempo.
O “Gracinha”, como carinhosamente é reconhecido pelos comunas, sempre atendeu todos – absolutamente todos! Sem distinção de qualquer espécie e sem reservas, seus profissionais nunca mediram esforços para saciar a ânsia da vida pela própria vida, quando ali aporta fragilizado/debilitado, qualquer cidadão – de qualquer parte mundo e independente da condição sócio econômica, todos que buscam amenizar e restabelecer sua saúde, no Graças são atendidos.
Registro os meus cumprimentos a todos os colaboradores, de todas as categorias profissionais e terceirizados. São todos incansáveis nesta luta que é a nossa justa e perfeita causa.
Somos cônscios dos problemas na área da Saúde – em especial com os nosocômios filantrópicos que atendem o SUS.
Mesmo que no presente momento – o HNSG está sob égide de um Decreto de Requisição Administrativa exarado pelo Poder Executivo Municipal, faço um registro à efeméride, externando os cumprimentos à Mantenedora – ABC / Associação Beneficente Canoas e a todos Associados. Votos de Vida Longa ao Graças!”
Getúlio Pavlak
Saúde
Rio Grande do Sul confirma primeiro óbito por dengue em 2026

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou na sexta-feira, 17, o primeiro óbito por dengue no Rio Grande do Sul em 2026. A vítima, um idoso de 83 anos com histórico de comorbidades, era residente do município de Jacutinga, na região Norte. O falecimento ocorreu no dia 15 de abril.
Dados Epidemiológicos
Até o momento, o estado registra 596 casos confirmados da doença. O índice atual representa uma queda em comparação ao mesmo período de 2025, quando o balanço somava 20.573 casos e 13 óbitos.
Protocolo de Atendimento
As autoridades de saúde recomendam que indivíduos que apresentem sintomas como febre alta, dores de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, náuseas ou manchas vermelhas na pele busquem as unidades de saúde. O diagnóstico precoce é indicado para monitorar a evolução do quadro e evitar complicações.
Imunização
As doses contra a dengue estão disponíveis na rede municipal de saúde. O público-alvo atual abrange:
Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos;
Idosos;
Gestantes;
Pessoas com comorbidades.
Para o atendimento, é necessária a apresentação do cartão do SUS e do documento de vacinação.
Saúde
Realizada atualização cadastral no HU para mutirão de consultas, exames e procedimentos

De acordo com o diretor técnico do HU, Fernando Farias, a atualização cadastral é fundamental para dar andamento aos atendimentos represados:
“Estamos enfatizando muito a necessidade de atualização, porque quando o cadastro está correto, facilita o contato. Muitos pacientes não são encontrados, o que acaba gerando vagas ociosas e prejudicando quem está na fila aguardando atendimento”.
A superintendente da Associação Saúde em Movimento (ASM), Dra. Tatiane Pacheco, destacou que o mutirão é uma oportunidade para retomar o vínculo com os pacientes:
“Estamos realizando um mutirão de recadastramento das filas, e é muito importante que as pessoas tragam documento de identidade, comprovante de endereço e telefone atualizado. A proposta é promover o reencontro do paciente com o hospital, para que, após o recadastramento, ele possa ser contatado para a marcação de consultas, exames e, se necessário, cirurgia”, afirmou.
Entre os participantes da ação, o aposentado Adão Gonçalves, de 73 anos, morador do bairro Jardim do Lago, destacou a expectativa por atendimento e elogiou a iniciativa. Ele aguarda desde janeiro de 2025 por um exame de eletroneuromiografia, realizado exclusivamente no local.
“Eu espero que agora saia do papel. Fui muito bem atendido, cheguei e já me encaminharam direto. Já consegui atualizar meus dados e reencaminhar o exame”, contou. Adão também ressaltou a importância da atualização cadastral: “Meu telefone estava desatualizado, fazia tempo que eu não vinha aqui. Hoje consegui corrigir. O atendimento foi rápido, estou admirado”, relatou.
Saúde
RS deve receber mais de 130 mil doses de vacina contra a covid-19

O Ministério da Saúde enviou, nesta semana, mais 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. A medida busca garantir o abastecimento e atender às demandas regionais de imunização.
No Rio Grande do Sul, foram destinadas 130.110 doses do imunizante. Com a nova remessa, o total distribuído pelo governo federal nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.
Segundo a pasta, os imunizantes disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizados para as cepas em circulação e seguem recomendados, principalmente, para os grupos mais vulneráveis.
“As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.
A distribuição das vacinas aos municípios é feita pelas secretarias estaduais de saúde, que também são responsáveis pela logística, armazenamento e aplicação das doses. O envio ocorre com base em critérios como o tamanho da população-alvo e o número de aplicações já realizadas, podendo ser ampliado conforme a necessidade dos estados.
Abastecimento contínuo
Entre janeiro e março deste ano, o Ministério da Saúde já havia encaminhado 4,1 milhões de doses aos estados, sendo que cerca de 2 milhões foram aplicadas. Nesse período, o Rio Grande do Sul recebeu 197.323 doses.
Com o novo envio, o governo federal mantém o fluxo regular de distribuição e reforça os estoques para ampliar a cobertura vacinal em todo o país.
Público-alvo da vacinação
A estratégia de imunização segue diretrizes atualizadas, com foco nos grupos mais vulneráveis. A recomendação inclui:
idosos a partir de 60 anos, com duas doses e intervalo de seis meses;
gestantes, com uma dose a cada gestação;
crianças de seis meses a menores de cinco anos, com esquema de duas ou três doses;
pessoas imunocomprometidas, com esquema de três doses e reforços periódicos;
população geral de 5 a 59 anos não vacinada, com indicação de uma dose.
Outros grupos também fazem parte da estratégia, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, quilombolas, população em situação de rua e pessoas privadas de liberdade.
A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a imunização em dia.
Cenário da doença
A covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2 e ainda apresenta risco de agravamento, especialmente entre os mais vulneráveis.
Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal associados à doença. Também houve 30.871 notificações de síndrome respiratória aguda grave, sendo 1.456 casos confirmados para covid-19, com 188 mortes.
Diante desse cenário, o Ministério da Saúde reforça que a vacinação segue como a principal forma de proteção contra complicações e óbitos.

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