Saúde
Rio Grande do Sul registra 34 mortes por dengue neste ano

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), vinculado à Secretaria Estadual da Saúde (SES), confirmou na sexta-feira, 19, mais dois óbitos por dengue no Rio Grande do Sul.
Os registros tratam de uma mulher de 34 anos residente de Santa Maria e um idoso de 85 anos de Ijuí. Ao todo, já são 34 mortes em virtude da doença este ano no Estado.
Os dois novos óbitos registrados, ambos com comorbidades, ocorreram nos últimos dias 12 e 7 deste mês, respectivamente.
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A SES reforça a importância de que a população procure atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.
Principais sintomas
– Febre alta (39 a 40°C), com duração de dois a sete dias,
– Dor retroorbital (atrás dos olhos),
– Dor de cabeça,
– Dor no corpo,
– Dor nas articulações,
– Mal-estar geral,
– Náusea,
– Vômito,
– Diarreia,
– Manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.
Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes aegypti (o mosquito transmissor da doença), com a limpeza e revisão das áreas interna e externa das residências ou apartamentos e eliminação dos objetos com água parada são ações que impedem o inseto de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática.
O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual.
Situação epidemiológica
Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 15.847 casos confirmados da doença, dos quais 14.522 são autóctones, que é quando o contágio aconteceu dentro do Estado, com os demais sendo importados (residentes do RS que foram infectados em viagem a outro local).
Em 2022, o RS registrou seus maiores índices da doença em toda a série histórica. Foram mais de 57 mil casos autóctones e outros 11 mil casos importados. Ao todo, foram 66 óbitos em virtude da dengue no ano passado.
Saúde
Anvisa suspende lote de dipirona da Hypofarma após identificar risco de contaminação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou, na quarta-feira, 8, o recolhimento de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL, apresentado em caixas com 100 ampolas de 2 mL, produzido pela Hypofarma.
Além do recolhimento, o órgão também suspendeu a comercialização, distribuição e uso do lote 24112378 do medicamento em todo o país.
De acordo com a Resolução (RE) 1.380/2026, a decisão foi tomada após a confirmação de desvio de qualidade, identificado pela presença de material particulado não dissolvido e estranho à formulação do produto.
Saúde
Canoas promove mutirão para zerar fila de espera por consultas vasculares

A aposentada Rosane dos Santos Ramalho, de 67 anos, aguardava desde 2019 por uma cirurgia de varizes para aliviar as dores constantes nas pernas. Moradora do bairro Igara, ela foi atendida por um especialista nesta quarta-feira, 8, e deve realizar o procedimento nos próximos dias.
Rosane integra um grupo de mais de cinco mil pessoas que aguardam por consultas vasculares no município. A expectativa é de que essa demanda reprimida seja atendida por meio de um mutirão de consultas, iniciado nesta semana, com o objetivo de zerar a fila de espera.
As consultas ocorrem às segundas, quartas e sextas-feiras, na clínica Previsa, no bairro Nossa Senhora das Graças. São atendidos 20 pacientes por dia. Para a secretária-adjunta da Atenção Hospitalar, Daniela Oliveira, o mutirão representa muito mais do que números.
“É cuidado, dignidade e respeito com cada pessoa que aguardava por atendimento. Zerar uma fila de mais de 5 mil pacientes é devolver qualidade de vida e garantir que a saúde chegue a quem mais precisa, no tempo certo”, destaca.
De acordo com o cirurgião vascular Abud Homsi Neto, estão sendo realizados atendimentos a pacientes com doenças vasculares, como varizes e trombose, e doenças arteriais.
“Esse mutirão tem sido muito importante porque temos uma quantidade imensa de pacientes na fila, pessoas que estão há até oito anos aguardando por uma consulta com vascular”, explica.
Segundo o especialista, primeiramente é feita a consulta para analisar os exames já realizados pelo paciente.
“A partir daí a gente vê o tipo de tratamento necessário, se é o tratamento clínico ou se é caso cirúrgico. Havendo necessidade, já encaminhamos também para a cirurgia, para tentar a resolutividade o mais rápido possível aos casos desses pacientes, que estão na fila de espera há muito tempo”, completa.
Na fila de espera por uma consulta desde 2022, a aposentada Leonira Webber, 78, aprovou o mutirão.
“Tenho dois aneurismas que interferem muito no meu dia a dia. Preciso estar sempre me cuidando, não posso fazer força, estou sempre cansada. Espero resolver o meu problema e ter mais qualidade de vida. Estou esperando há bastante tempo por isso”, diz.
Saúde
Canoas assina ordem de início da reforma da UPA Rio Branco

Na tarde de segunda-feira, 6, a Prefeitura de Canoas assinou a ordem de início das obras de reforma da UPA Rio Branco, uma das unidades de saúde mais afetadas pela enchente de maio de 2024. O investimento previsto é de R$ 2,6 milhões, com recursos do Ministério da Saúde, e o prazo de execução estimado é de cerca de 10 meses.
Durante a inundação, mais de 50% do município foi atingido, e o pavimento térreo da UPA ficou completamente alagado, com água chegando a 2,40 metros de altura. Após intervenções emergenciais, a unidade retomou parcialmente o funcionamento, mas com capacidade reduzida, afetando o atendimento à população.
A reforma inclui a recuperação estrutural da unidade, readequação dos ambientes, melhorias nas instalações elétricas, hidráulicas e de climatização, além da substituição de equipamentos danificados. A expectativa é que, ao término das obras, a UPA volte a operar com capacidade total de atendimento.
O prefeito Airton Souza destacou a importância da obra para o município.
“Essa reforma representa o nosso compromisso em cuidar das pessoas e garantir um atendimento de saúde mais digno para a população. Estamos recuperando uma estrutura essencial que foi duramente atingida pela enchente, e isso faz diferença tanto para os pacientes quanto para os profissionais que atuam diariamente na unidade. É um investimento que melhora as condições de atendimento e também o ambiente de trabalho das equipes”, afirmou.
A secretária de Projetos e Captação de Recursos, Daniela Fontoura, destacou a importância do início da obra para o município.
“A assinatura da ordem de serviço marca um passo importante na recuperação da UPA Rio Branco, que foi muito afetada pela enchente. A partir de agora, iniciamos uma obra que vai impactar diretamente a população, garantindo melhores condições de atendimento e mais qualidade nos serviços de saúde”, disse.
A secretária municipal de Saúde, Ana Boll, reforçou a necessidade da obra e orientou a população durante o período de reforma.
“A UPA entra em reforma a partir de hoje e será totalmente reestruturada, já que teve sua estrutura comprometida pela enchente. Durante esse período, a população deve procurar as outras unidades, como a UPA Liberty, na Caçapava, a UPA Boqueirão e também a unidade Niterói, que seguirá funcionando normalmente”, disse.

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