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21/05/2026
 

Geral

Fort Atacadista abre 200 vagas de emprego em Canoas

Redação

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em

Empresa do setor varejista seleciona candidatos para 80 vagas em Canoas e 250 vagas em Novo Hamburgo

O Grupo Pereira, sétimo maior grupo supermercadista do país, está chegando ao mercado do Rio Grande do Sul e, para isso, está com 200 vagas de emprego para diversas áreas na cidade de Canoas. As ofertas de emprego serão para atuação na primeira loja Fort Atacadista na cidade, com inauguração prevista ainda para o primeiro semestre. Também serão oferecidas vagas para pessoas com deficiência (PCD).

A seletiva dos candidatos acontecerá dia 20 de fevereiro, no CTG Raízes da Tradição (Rua Eng. Kindler, 991 — Harmonia), das 9h às 16h, e no dia 23, no Sine (Rua Ipiranga, 140 — Centro), das 8h às 16h, ambos em Canoas. Para concorrer a uma vaga no Grupo Pereira é preciso comparecer com currículo impresso e documento de identidade — se levar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é necessário que seja a nova versão.

Entre as vagas disponíveis estão operador de caixa, repositor, auxiliar de prevenção, auxiliar de perecíveis, auxiliar de TI, técnico de manutenção, auxiliar de estacionamento, conferente, auxiliar administrativo de Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), cozinheira, auxiliar de cozinha, operador de empilhadeira e auxiliar de carga e descarga. É preciso ter Ensino Fundamental completo e Ensino Médio — dependendo da vaga — e não é necessário ter experiência prévia, isso porque o Grupo oferece treinamento a todos os colaboradores.

Nos dias de seletiva, os candidatos passarão por uma triagem e conversarão com o gestor responsável por cada área. Em três dias, receberão a resposta. A expectativa é que a contratação tenha início na primeira quinzena de março. Vale lembrar que é preciso ter disponibilidade de horário e de viagem, já que todo o treinamento será realizado em Santa Catarina, com tudo pago pela empresa.

 

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Policial

Operação Mercato prende três suspeitos de integrar rede de tráfico em São Leopoldo

Redação

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 21, a Operação Mercato contra um grupo investigado por tráfico de drogas em São Leopoldo. A ação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia do município, com apoio de agentes da 3ª Região Metropolitana.

Cerca de 35 policiais civis cumpriram três mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão nos bairros Campestre, Cohab, Duque e Rio Branco. As ordens judiciais foram expedidas pela 4ª Vara Criminal de São Leopoldo.

Segundo a investigação, os alvos integravam uma rede de tráfico de drogas com atuação concentrada no bairro Jardim América. Três pessoas foram presas durante a operação.

De acordo com a Polícia Civil, dois suspeitos atuavam na entrega de entorpecentes na região, enquanto um homem de 30 anos seria responsável por facilitar a movimentação financeira do esquema. As investigações apontam ainda que os entregadores abasteciam um ponto de venda de drogas em via pública próximo a um mercado, enquanto o proprietário do estabelecimento armazenava diariamente o dinheiro arrecadado com a comercialização dos entorpecentes.

Os presos possuem antecedentes policiais por crimes como tráfico de drogas, homicídio doloso, roubo, furto, porte ilegal de arma de fogo e lesão corporal.

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Geral

Câmara de Canoas realiza segunda audiência pública da CPI da Corsan/Aegea nesta quinta-feira

Redação

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A Câmara Municipal de Canoas promove nesta quinta-feira, 21, às 18h30, a segunda audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os serviços prestados pela Corsan/Aegea no município.

O encontro será realizado na Escola Municipal Professor Thiago Würth, localizada na Avenida Rio Grande do Sul, 4240, no bairro Matias Velho, e terá participação aberta à comunidade.

A atividade integra uma série de reuniões descentralizadas da CPI, que busca ouvir moradores de diferentes regiões da cidade sobre problemas relacionados ao abastecimento de água, cobrança de tarifas, esgotamento sanitário e demais serviços executados pela concessionária.

Durante a audiência, os cidadãos poderão relatar situações enfrentadas nos bairros, apresentar denúncias e encaminhar documentos, fotos e vídeos à comissão. De acordo com as regras estabelecidas pela CPI, as manifestações ocorrerão mediante inscrição prévia.

Entre as principais reclamações já registradas estão aumento expressivo nas contas de água, cobranças consideradas indevidas, interrupções no abastecimento em diversos bairros, vazamentos sem reparo, dificuldades no atendimento ao consumidor, cobrança de taxa de esgoto em locais sem ligação adequada e problemas decorrentes de obras, como buracos e danos em vias públicas.

A comissão também disponibilizou um canal de WhatsApp para recebimento de denúncias, reclamações e materiais relacionados aos serviços prestados pela Corsan/Aegea. O contato pode ser feito pelo número (51) 99481-1147.

Além da audiência na região Noroeste, a CPI já definiu o calendário das próximas reuniões públicas:

28 de maio
Quadrante Sudeste
Local ainda a ser definido

2 de junho
Quadrante Sudoeste
Associação de Moradores do bairro Rio Branco

11 de junho
Quadrante Nordeste
Local ainda a ser definido

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Policial

Polícia Civil deflagra Operação Judas para investigar esquema criminoso em empresa de Cachoeirinha

Créditos imagens: Miguel Noronha.

Redação

Publicado

em

Crédito imagem: Miguel Noronha

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 20, a Operação Judas para investigar um esquema criminoso que teria causado prejuízo de cerca de R$ 16,5 milhões a uma empresa de Cachoeirinha. A ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Viamão, vinculada à 1ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, sob comando do delegado Alexandre Fleck.

Mais de 65 policiais civis participaram da ofensiva, que cumpriu 43 medidas cautelares em Porto Alegre, Gravataí, Canoas e também na Serra, no Estado do Espírito Santo. Entre as medidas estão 14 mandados de busca e apreensão, bloqueios de contas bancárias, quebra de sigilos bancário e fiscal e indisponibilidade de bens de nove empresas investigadas.

Durante a operação, os agentes recuperaram 18 máquinas que seriam alvo das fraudes. Outras 20 já haviam sido localizadas anteriormente com um dos investigados, que, segundo a polícia, alugava os equipamentos para terceiros. Também foram apreendidos celulares, notebook e outros materiais considerados importantes para o andamento das investigações.

De acordo com a Polícia Civil, o esquema era conduzido por um funcionário da empresa, já identificado, que utilizava o acesso aos sistemas internos para inserir informações falsas e produzir documentos ideologicamente falsos. A suspeita é de que ele tenha desviado 134 máquinas empilhadeiras, paleteiras e equipamentos semelhantes ao longo de aproximadamente três anos.

As investigações também identificaram possíveis coautores e apontaram o destino de parte dos maquinários desviados. A polícia afirma que a operação busca ampliar a recuperação dos bens e aprofundar as provas sobre a participação dos envolvidos no esquema criminoso.

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