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08/05/2026
 

Política

Omar Ferri lança “A Verdade Revelada” em Canoas durante Feira do Livro

Redação

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O livro A Verdade Revelada, de Omar Ferri, terá lançamento nesta sexta-feira, 8, em uma sessão de autógrafos paralela à 37ª Feira do Livro de Canoas. O evento acontece a partir das 15 horas, com a presença do autor, na Caramello (Rua Coronel Vicente, n° 120), espaço gastronômico localizado em frente à Praça da Bandeira. A vinda de Ferri para lançar sua obra na cidade foi viabilizada por uma iniciativa conjunta entre o jornal Timoneiro, através de seu diretor Jorge Uequed e do site Notícias da Aldeia, representado por seu diretor Marco Leite.

Em A Verdade Revelada, Omar Ferri traça uma narrativa da história política brasileira desde a Revolução de 1930, quando Getúlio fundou um Projeto de Nação com inclusão social, deixando Jango e Brizola como herdeiros de seu ideário social-nacionalista, até chegar à atualidade. O autor expõe a escalada da corrupção ao longo das últimas décadas e a forma como estas práticas foram institucionalizadas por aqueles que ele classifica como políticos profissionais.

Divulgação

Política nacional

Como a própria sinopse revela: “o livro traça o cenário atual de forma densa e sem enfeites, um podridão moral que ao longo dos anos e, sem exceções, contamina todos os Poderes da República”.

“Tudo que eu relato no livro, a partir da Revolução de 1930, é embasado em documentos e depoimentos que comprovam uma verdade que por muito tempo ficou escondida e que agora pode e deve ser revelada. Enganaram até mesmo o Getúlio Vargas, apresentando para ele um relatório com informações forjadas. É um absurdo que até hoje se acredite que exista ou que tenha existido alguma ameaça da ordem que foi difundida. O comunismo nunca existiu como uma ameaça no Brasil, foi uma mentira inventada por uma elite que se beneficiou desta narrativa”, explicou Ferri em entrevista.

Sobre a atual situação da política nacional, Ferri afirma que estamos hoje sendo governados por pessoas que ajudaram a construir um cenário mentiroso aos olhos da população e assim se aproveitam para enraizar cada vez mais a corrupção que já foi por eles institucionalizada. O autor também destaca que é possível mudar este cenário. “É por isso que temos que revelar a verdade às pessoas, para que elas possam repensar a política e eleger pessoas que atendam os interesses do povo e não apenas os seus próprios”, conclui.

Omar Ferri

Em 1978 o sequestro dos uruguaios Lilian Celiberti e Universindo Dias e seus filhos, em Porto Alegre, atraiu a atenção da comunidade internacional. Na ocasião, surgia aos olhos do mundo o advogado Omar Ferri, denunciando o sequestro e a participação do DOPS gaúcho mancomunado com militares do Uruguai nas torpezas da “Operação Condor”. Mas a trajetória de Ferri vai muito além. Nascido em Encantado em 1933, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais na Pucrs. Ficou conhecido como especialista em processos penais. Por vários anos participou a Comissão de Direitos Humanos da OAB/RS. Foi secretário municipal e vereador em Encantado, procurador autárquico federal em Brasília, deputado estadual suplente, vereador em Porto Alegre e assessor especial do governador do Estado do Rio Grande do Sul.

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Política

Lei sancionada por Lula aumenta penas para furto, roubo e golpes virtuais no Brasil

Redação

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Leonardo Sá/Agência Senado Fonte: Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou com vetos a lei que aumenta as penas para crimes como furto, roubo, estelionato, receptação e latrocínio. A nova legislação também inclui mudanças em crimes virtuais, como golpes pela internet, fraudes bancárias e furtos de celular e de animais domésticos.

A Lei 15.397, de 2026, foi publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira, 4, e tem origem em projeto do deputado Kim Kataguiri. O texto passou pelo Senado em março e voltou à Câmara antes da sanção presidencial.

Furto

A pena geral para furto sobe de um a quatro anos para um a seis anos de prisão. Se o crime ocorrer durante a noite, a punição pode aumentar pela metade.

A nova lei também aumenta as penas para furtos considerados mais graves, como:

  • furto de celulares, computadores, notebooks e tablets;
  • veículos levados para outro estado ou para o exterior;
  • armas de fogo;
  • explosivos;
  • animais de produção e animais domésticos;
  • fios, cabos e equipamentos de energia, telefonia e internet.
  • Nesses casos, a pena pode chegar a dez anos de prisão.

Também houve aumento na punição para golpes virtuais realizados por meio de fraude eletrônica. A pena passa de quatro a oito anos para quatro a dez anos de prisão.

Roubo

A pena base para roubo aumenta de quatro a dez anos para seis a dez anos de prisão.

Quando o crime envolver celulares, computadores, tablets ou arma de fogo, a pena pode ser ampliada.

No caso do latrocínio, que é o roubo seguido de morte da vítima, a pena sobe de 20 a 30 anos para 24 a 30 anos de prisão.

Receptação

A receptação acontece quando uma pessoa compra, vende ou recebe um produto de origem criminosa, como objetos roubados.

Com a nova lei, a pena sobe de um a quatro anos para dois a seis anos de prisão.

Quando envolver animais de produção, carne ou animais domésticos, a punição pode chegar a oito anos.

Fios de telefone e telecomunicações

A lei também aumenta as penas para crimes que interrompam serviços de telefonia, internet e telecomunicações.

A punição passa de detenção de um a três anos para reclusão de dois a quatro anos.

Se o crime ocorrer durante calamidade pública ou envolver destruição de equipamentos de telecomunicação, a pena poderá ser dobrada.

Estelionato e golpes digitais

No crime de estelionato, a nova lei cria a tipificação da chamada “conta laranja”, usada quando uma pessoa empresta a própria conta bancária para movimentação de dinheiro de origem criminosa.

Também passa a existir o crime específico de estelionato por fraude eletrônica, incluindo golpes com clonagem de celulares, computadores e outros dispositivos.

Nestes casos, a pena pode variar de quatro a oito anos de prisão.

Outra mudança permite que o Ministério Público inicie ação penal por estelionato sem depender de autorização da vítima.

Veto presidencial

O presidente Lula vetou o trecho que aumentava a pena para roubo com violência e lesão grave.

Segundo a justificativa do governo, a proposta faria com que a pena mínima desse crime fosse maior do que a prevista para homicídio qualificado.

O veto ainda será analisado pelo Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubar a decisão presidencial.

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Política

Câmara de Vereadores de Canoas instaura CPI para investigar os serviços da Corsan/Aegea

Redação

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Câmara de Vereadores de Canoas instaura CPI para investigar atuação da CorsanAegea

A Câmara Municipal de Canoas instaurou, durante a sessão ordinária desta terça-feira, 5, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os serviços da Corsan, atualmente sob gestão da Aegea no município.

A criação da comissão ocorre a partir de requerimento protocolado por 18 vereadores, número superior ao mínimo exigido pela Lei Orgânica Municipal. A CPI tem como objetivo apurar denúncias recorrentes apresentadas por moradores, envolvendo cobranças nas contas de água, falhas operacionais e a qualidade dos serviços prestados.

Entre os pontos que serão investigados estão a existência de cobranças consideradas abusivas, erros na leitura de hidrômetros, deficiências no atendimento ao público e a execução de obras nas vias da cidade. Conforme o documento, há registros de intervenções com problemas de qualidade, gerando impactos na mobilidade urbana e na segurança.

A comissão será composta por cinco vereadores, respeitando a proporcionalidade partidária, e terá prazo inicial de 90 dias para a conclusão dos trabalhos, podendo ser prorrogado por igual período. Ao final, o relatório poderá indicar responsabilidades e encaminhamentos a órgãos como Ministério Público, Procon e Tribunal de Contas.

A presidência da CPI ficará sob responsabilidade do vereador Eric Douglas (UNIÃO), enquanto a relatoria será conduzida pelo vereador Juares Hoy (Progressistas).

Para o presidente da CPI, vereador Eric Douglas, a instauração da comissão ocorre após um período de tentativas de diálogo sem retorno efetivo por parte da concessionária.

“A gente vem dialogando há praticamente um ano e não tivemos respostas concretas para a sociedade. São diversos relatos de problemas, como contas irregulares, falhas na medição e obras que deixam a cidade em condições precárias. A CPI surge a partir da união dos vereadores para investigar com seriedade e aprofundar o que está acontecendo”, afirmou.

Assinam o requerimento os vereadores Cris Moraes, Abmael de Oliveira, Eric Douglas, Leandro Moreira, Alexandre Gonçalves, José Carlos Patrício, Juares Hoy, Jonas Dalagna, Larissa Rodrigues, Heider Couto, Dario da Silveira, Aloísio Bamberg, Alexandre Duarte, Daurinei Alt, Eracildo Linck, Jozir Bernardes Prestes, Neuza Rufatto e Rodrigo D’Avila.

A CPI inicia seus trabalhos nos próximos dias, conforme definição de cronograma pela comissão.

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Política

Vereador propõe desconto no IPTU para imóveis com câmeras voltadas a espaços públicos em Canoas

Redação

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Vereador propõe desconto no IPTU para imóveis com câmeras voltadas a espaços públicos em Canoas

O vereador Rodrigo D’Avila Lopes (Novo) protocolou, na segunda-feira, 4, o Projeto de Lei nº 48/2026 na Câmara Municipal de Canoas. A proposta prevê a concessão de redução de até 3% no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) para proprietários de imóveis residenciais ou comerciais que instalarem e mantiverem câmeras de videomonitoramento de alta resolução direcionadas a vias e espaços públicos.

De acordo com o texto, o objetivo é ampliar a cobertura de monitoramento urbano no município sem custos diretos para os cofres públicos, por meio do estímulo a investimentos privados com potencial de uso coletivo.

O benefício dependerá de solicitação do contribuinte e da comprovação de que os equipamentos atendem a requisitos técnicos, que deverão ser definidos posteriormente pelo Poder Executivo Municipal. A regulamentação também deverá estabelecer um limite anual de renúncia fiscal, em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

O projeto ainda passará pela análise das comissões temáticas da Câmara antes de ser encaminhado para votação em plenário.

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