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16/03/2026
 

Geral

Feira do Artesanato “Homem Preso, Talento Livre” ocorre nesta quarta-feira, 6

Redação

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A 1ª Feira do Artesanato da Penitenciária Estadual de Canoas – Pecan I, juntamente com o Conselho da Comunidade de Canoas, ocorrerá nesta quarta-feira, 6, das 10h às 16h30min, no Calçadão de Canoas, e contará com: prateleiras diversas, vasos de concreto, casinhas para cachorro, mesas, bancos e muito mais.

Materiais em madeira

Conforme nos foi relatado pela voluntária do projeto Fabi Xavier, que também é vice-presidente do Conselho da Comunidade, advogada, e presidente da Comissão de Igualdade Racial e Comissão da Mulher Advogada da OAB Canoas, os artesanatos de madeira são criados e montados pelos presos na Pecan I, onde o material (as madeiras) são doações de empresas, Banrisul ou quem queira doar. “Se trata de um projeto de incentivo de trabalho, ressocialização e humanização, bem como à remição da pena, na proporção de três dias trabalhados para um dia a menos de prisão”.

Direito a apenados

Ainda segundo o texto de divulgação do evento, de acordo com o artigo 126 da Lei de Execução Penal, a remição pelo trabalho é um direito assegurado aos apenados do regime fechado e semiaberto, prevendo a redução de um dia de pena a cada três dias trabalhados.

Ainda, que “uma das formas de ressocialização do preso é o trabalho, que é um meio de construir um novo Homem e assim gerar novas oportunidades no mercado de trabalho ao sair da prisão. Também promove sua inclusão e integração com a sociedade, deixando claro que existem caminhos diferentes quando se abandona a prática de crimes”. “Até porque, no Brasil não temos prisão perpetua ou pena de morte, logo, após cumprirem suas penas, voltarão para sociedade. E como queremos que voltem? Que reincidem, voltem a cometer outros crimes ou transformados? Esses homens não irão ficar presos para sempre, então é fundamental um trabalho de conscientização para que não cometam o mesmo erro. A própria Lei de Execução Penal, em seu artigo 28 estabelece que: “Art. 28. O trabalho do condenado, como dever social e condição de dignidade humana, terá a finalidade educativa e produtiva”.

Trabalho na Pecan

Xavier contou ainda que na Penitenciária Estadual de Canoas – Pecan ela é dividida em Pecan I, que tem como Diretora a Magda Pires, no qual o projeto da Feira do Artesanato Homem Preso, Talento Livre está inserido. “E temos o complexo prisional, que engloba a Pecan II, III e IV, com o Diretor Loivo Machado, que também tem projetos como o Costurando Vidas, que é outro projeto em conjunto e iniciativa do Conselho da Comunidade. Ressalta-se ainda um outro projeto com a Pecan I e OAB de Canoas que é Enfrentamento à Violência – um novo olhar sobre o cárcere, palestras com apenados de Maria da Penha  e Feminicídio”.

Sobre o Projeto

O Projeto da Feira do Artesanato Homem Preso, Talento Livre tem organização do Conselho da Comunidade em parceria com a Pecan I. O Conselho da Comunidade da Comarca de Canoas é um órgão da Execução Penal composto por integrantes  voluntários da sociedade civil, é  regulado pela Lei 7.210, de 11/07/1984, – Lei de Execução Penal – o Conselho vistoria a Penitenciária Estadual de Canoas, além de representar a real possibilidade de intervir nas relações sociais dentro e fora da prisão, promovendo a aproximação da comunidade com a prisão e da prisão com a comunidade, luta pelos  Direitos Humanos, ressocialização e humanização.

 

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Unidade móvel da Corsan atende moradores em cinco bairros de Canoas

Redação

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A Corsan realiza, entre os dias 16 e 20 de março, atendimentos por meio de uma unidade móvel em diferentes bairros de Canoas. A iniciativa busca ampliar o acesso da população aos serviços comerciais da companhia.

Durante o período, moradores poderão solicitar serviços como troca de titularidade da conta, informações sobre tarifas, adesão à tarifa social, esclarecimentos sobre faturas e pedidos de ligação à rede de abastecimento.

O atendimento será realizado por ordem de chegada. Para alguns serviços, é necessário apresentar documento oficial com foto.

Programação

16 de março – Praça da Brigada, bairro Guajuviras, das 9h às 17h
17 de março – Rua São Gabriel, esquina com a Rua Rio Grande do Sul, bairro Mathias Velho, das 13h às 17h
18 de março – Rua Fernando Ferrari, em frente ao campo do Iraí, bairro Niterói, das 9h às 17h
19 de março – Rua Nazaré, esquina com a rótula, bairro Nossa Senhora das Graças, das 9h às 17h
20 de março – Rua Professora Dona Sara, em frente à Escola Max Oderich, bairro Harmonia, das 9h às 17h.

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Geral

Sábado Solidário mobiliza Canoas para arrecadar alimentos; saiba os pontos de coleta

Redação

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O Banco de Alimentos de Canoas promove, no próximo sábado, 14, o primeiro Sábado Solidário de 2026, uma mobilização voltada à arrecadação de alimentos não perecíveis para fortalecer o atendimento às instituições sociais que apoiam famílias em situação de vulnerabilidade no município.

A ação acontece das 9h às 18h, com pontos de coleta em diversos supermercados de Canoas. Durante todo o dia, voluntários estarão nos locais recebendo doações de clientes que desejarem contribuir com a iniciativa.

A insegurança alimentar ainda é uma realidade presente em muitas comunidades, onde famílias convivem com o orçamento comprometido e com acesso limitado a uma alimentação adequada, tanto em quantidade quanto em qualidade. Nesse contexto, a atuação do Banco de Alimentos é fundamental ao arrecadar e distribuir alimentos para
entidades sociais cadastradas, contribuindo para que mais pessoas tenham acesso a refeições regulares e equilibradas.

Realizada há mais de 24 anos, a campanha Sábado Solidário mobiliza voluntários, parceiros e a comunidade em torno de um objetivo comum: ampliar a arrecadação de alimentos e fortalecer o atendimento às entidades assistenciais do município.

Em Canoas, a iniciativa conta com o apoio do Rotary Club Industrial, que colabora na mobilização de voluntários e na sensibilização da comunidade. Para a presidente do Banco de Alimentos de Canoas, a participação da população é
fundamental para ampliar o alcance da ação.

“Cada doação faz diferença. Quando a comunidade se mobiliza, conseguimos fortalecer o trabalho das entidades sociais e garantir que mais famílias tenham acesso a uma alimentação digna”, afirma Isabel Bodini Viegas.

Como contribuir

A participação da comunidade é simples: ao fazer suas compras, basta incluir alimentos não perecíveis no carrinho como arroz, feijão, óleo, farinhas, massas e enlatados e entregá-los aos voluntários do Banco de Alimentos nos pontos de coleta, próximo às saídas dos estabelecimentos participantes da ação.

Também é possível contribuir por meio de PIX 10426437000145 ou realizando doações diretamente na sede do Banco de Alimentos de Canoas, localizada na Rua Expedicionário, 182, bairro Nossa Senhora das Graças, de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 18h.

Pontos de arrecadação em Canoas

Macromix Canoas – Rua Liberdade, 1381 – Bairro Marechal Rondon
Rissul – Rua Venâncio Aires, 2800 – Bairro Niterói
Rissul – Av. Santos Ferreira, 2620 – Bairro Estância Velha
Fort Atacadista – Av. Farroupilha, 4803 – Bairro Marechal Rondon
Carrefour – Rua Mathias Velho, 467 – Bairro Centro
Asun Center – Av. Boqueirão, 2100 – Bairro Igara
Supermercado Zortea – Rua Joaquim Caetano, 270 – Bairro Fátima
Supermercado Industrial – Rua Lisboa, 6 – Bairro Niterói

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Iphan aprova registro da pesca com botos no RS e SC como Patrimônio Cultural do Brasil

Redação

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Foto: dossiê do registro/Iphan.

A tradicional pesca com botos, realizada no litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, foi reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil. A aprovação ocorreu na terça-feira, 11, durante a 112ª reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, órgão máximo de decisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Com a decisão, a prática passa a integrar o Livro dos Saberes do Iphan, que reúne conhecimentos e modos de fazer transmitidos entre gerações. A pesca com botos é considerada um saber tradicional que expressa a relação entre pescadores artesanais e o ambiente natural.

A atividade acontece principalmente na foz do Rio Tramandaí, no Rio Grande do Sul, e na região de Laguna, em Santa Catarina. Nesses locais, pescadores aguardam o sinal dos botos, que conduzem os cardumes em direção à margem e indicam o momento certo para lançar as redes.

A pesca colaborativa ocorre principalmente durante o outono, entre os meses de maio, junho e julho. Nesse período, os pescadores se posicionam nos estuários e esperam os saltos e movimentos dos botos, que ajudam a concentrar os peixes e facilitam a captura.

O reconhecimento nacional destaca o valor cultural, histórico e ambiental da prática, considerada um exemplo de cooperação entre seres humanos e animais. Estima-se que cerca de 330 botos-da-Lahille existam no mundo, a maioria no litoral sul do Brasil, espécie que atualmente está classificada como em perigo de extinção.

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