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14/05/2026
 

Geral

Mutirão da Solidariedade distribui mais de 8 mil peças de roupas e 700 cestas básicas

Redação

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A Secretaria da Cidadania e da Defesa Civil realizou nesta quarta-feira, 21, a segunda ação volante do Mutirão da Solidariedade. A atividade aconteceu na Rua da Barca, no bairro Harmonia, e atendeu a 400 famílias que puderam retirar uma cesta básica e escolher até 20 peças de roupas.

Foto: Divulgação PMC

Ao todo, nos dois dias de ação, na terça-feira, 20, no bairro João de Barro, e na quarta-feira, 21, no bairro Harmonia, foram distribuídas mais de 8 mil peças de roupas e 700 cestas básicas para famílias em vulnerabilidade social. Para participar do Mutirão da Solidariedade, todas as famílias precisam, necessariamente, estar cadastradas no CadÚnico.

Rosa Fátima de Moura, 44 anos, moradora da Rua da Barca, é recicladora e mora com a filha mais nova, de 5 anos, ela elogiou a ação, já que a maioria das famílias da comunidade é carente e precisa muito. “O meu filho mais velho mora com a minha irmã, não tenho condições de cuidar dele. Trabalho com reciclagem e agora acabou o auxílio, aí as coisas ficaram mais difíceis. Mas, hoje já consegui pegar toca, blusão, estava precisando. Essa ação vai ajudar muita gente. Só posso agradecer”, reiterou.

Retirada de cobertores

Para as famílias que necessitam de doação de cobertores, a Defesa Civil lembra que é necessário fazer um cadastro e retirar direto na sede, localizado na Rua Bandeirantes, 450. A retirada fica limitado a duas peças por família.

Corrente de solidariedade

A ação é resultado da corrente de solidariedade dos canoenses pelos moradores de rua que foram acolhidos no Centro Olímpico Municipal (COM), em razão do frio intenso que está fazendo desde o início do inverno. Foram arrecadadas 28 mil peças de roupas, 3 mil cobertas e 2 toneladas de alimentos, que foram suficientes para montar 139 cestas básicas e mais 1261 cestas de alimentos que foram doadas pelo Governo do Estado para as famílias vulneráveis do município. A arrecadação foi suficiente para que todas as pessoas em situação de rua pudessem ser atendidas. Agora, a ideia é ajudar as famílias vulneráveis dos bairros carentes de Canoas.

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Geral

Câmara de Canoas realiza primeira audiência pública da CPI da Corsan/Aegea nesta quinta-feira

Redação

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A Câmara Municipal de Canoas realiza nesta quinta-feira, 14, às 18h, a primeira audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os serviços prestados pela Corsan/Aegea no município. O encontro ocorre no plenário da Casa Legislativa, após a sessão ordinária, e será aberto à participação da população.

A audiência marca o início de uma série de reuniões organizadas pela comissão para ouvir moradores de diferentes regiões da cidade sobre questões relacionadas ao abastecimento de água, cobranças e serviços executados pela concessionária.

Durante o encontro, moradores poderão relatar problemas enfrentados nos bairros, apresentar denúncias e encaminhar informações que poderão integrar os trabalhos da CPI. As manifestações deverão ocorrer mediante inscrição prévia.

Segundo o presidente da comissão, vereador Eric Douglas, a proposta é ampliar a participação da comunidade nas discussões sobre os serviços prestados pela empresa.

A comissão também definiu o calendário das próximas audiências públicas, previstas para ocorrer em diferentes regiões do município:

21 de maio – Região Noroeste
28 de maio – Região Sudeste
2 de junho – Região Sudoeste
11 de junho – Região Nordeste

Além das audiências, a CPI informou que trabalha na criação de um canal de WhatsApp para recebimento de denúncias, envio de contas consideradas indevidas e relatos relacionados aos serviços da Corsan/Aegea. O número deverá ser divulgado durante a primeira audiência.

A CPI foi instalada pela Câmara Municipal para apurar reclamações envolvendo os serviços da Corsan/Aegea em Canoas, incluindo cobranças, obras e atendimento à população.

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Policial

Homem é preso em São Leopoldo por armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil

Redação

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Foto: Redes Sociais do delegado

Policiais da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, coordenados pelo delegado Maurício Barison, prenderam em flagrante, na manhã desta quarta-feira, 13, um homem de 45 anos por armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil. A ação ocorreu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no bairro Pinheiro, em São Leopoldo.

A investigação integra a Operação Permanente DarkTrace, conduzida pela DPCA Canoas, com foco no monitoramento e identificação de pessoas envolvidas na produção, armazenamento e compartilhamento de conteúdo criminoso envolvendo crianças e adolescentes no ambiente digital.

Durante a diligência, realizada com apoio de peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP/RS), os policiais localizaram um smartphone contendo arquivos de pornografia infantojuvenil armazenados na lixeira do aparelho. Também foram encontrados indícios de downloads feitos por meio de aplicativo que opera via protocolo torrent.

Conforme a Polícia Civil, diante da constatação do material ilícito, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante. Ele não ofereceu resistência e foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais.

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Policial

Homem é preso suspeito de estuprar a enteada de 7 anos em Canoas

Redação

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Foto: Redes Sociais delegado

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta terça-feira, 12, um homem de 40 anos suspeito de estupro de vulnerável contra enteada de 7 anos, em Canoas. A prisão foi realizada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) no município de Cachoeirinha.

Segundo a investigação, os abusos ocorreram no bairro Guajuviras. O inquérito foi instaurado em março deste ano, após a madrinha da criança procurar a polícia para denunciar o caso.

Conforme o relato apresentado à DPCA, a mãe da menina teria acordado durante a madrugada, em dezembro de 2025, e presenciado o companheiro praticando ato sexual contra a criança na cama onde os três dormiam.

A vítima foi ouvida posteriormente pelos investigadores e confirmou os abusos. De acordo com a Polícia Civil, os crimes seriam recorrentes.

Ainda segundo a investigação, mesmo após presenciar a situação, a mãe da criança não registrou ocorrência e permitiu que o suspeito continuasse frequentando a residência. Por isso, ela também é investigada por omissão de cuidados.

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