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25/08/2026
 

Saúde

RS recebe novo lote de AstraZeneca e Canoas inicia vacinação em pessoas com comorbidades

Redação

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De acordo com informações do Governo Do Estado, o Rio Grande do Sul recebeu, na manhã desta segunda-feira, 3, mais 413.750 doses da vacina AstraZeneca/Fiocruz para avançar na vacinação das pessoas com comorbidades no Estado. As 32.760 da Pfizer/Biontech, previstas para chegarem no mesmo avião, que pousou antes das 9h,

“Com as novas doses da AstraZeneca, vamos conseguir avançar bastante nas comorbidades, chegando até a fase 2 desse grupo e vacinando mais da metade do público total estimado, que é de pouco mais de 1 milhão de pessoas no RS. Nossa expectativa é vacinar todas as comorbidades ainda em maio”, afirma a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

Na fase 2 das comorbidades, será aberta a vacinação para pessoas com deficiência permanente cadastradas no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e gestantes e puérperas independentemente de condições pré-existentes e divididas por idade, assim como ocorre no grupo dos idosos.

Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini

Vacinação em Canoas

Canoas iniciou nesta segunda-feira, 3, a vacinação contra a Covid-19 para o grupo das comorbidades. O primeiro dia foi destinado a pessoas com Síndrome de Down maiores de 18 anos. A vacinação ocorreu na Apae Canoas e no Instituto Pestalozzi. Nesta terça-feira, 4, será a vez de pacientes com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise).

Entre os 106 vacinados nesta segunda-feira, estava André Proença Cardoso, 25 anos. Acompanhado da mãe Cristina Proença Cardoso, 52 anos, ele encarou com tranquilidade o momento da aplicação da primeira dose, na sede da Apae.

Cronograma

A fase 1, prevista no Plano Nacional de Imunizações (PNI), abrange, além das pessoas com Síndrome de Down,  pacientes com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise) acima de 18 anos, pessoas com deficiência permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos, gestantes e puérperas com comorbidades acima de 18 anos e pessoas de 55 a 59 anos com comorbidades.  A campanha avançará conforme o envio de novas remessas de vacinas.

Em Canoas, a aplicação das doses segue cronograma estabelecido pela Secretaria Municipal da Saúde:

Segunda-feira, 3

Foi o dia das pessoas com Síndrome de Down maiores de 18 anos. Locais: Apae Canoas e Instituto Pestalozzi

Terça-feira, 4

Pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise) acima de 18 anos. Local: Clínica Pró-Renal, a partir das 10h

Quarta-feira, 5

Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos. Local: Instituto Pestalozzi, das 8h às 17h

Gestantes e puérperas maiores de 18 anos com comorbidades. Local: Ambulatório de Pré-natal de Alto Risco do Hospital Universitário (HU), das 8h às 17h

Comorbidades – Para as pessoas de 55 a 59 anos com comorbidades, a Secretaria da Saúde divulgará nos próximos dias como funcionará a vacinação desse grupo. As informações sobre locais e horários serão disponibilizadas nos canais oficiais de comunicação da Prefeitura.

Segunda etapa será estendida às demais pessoas com comorbidades

Na Fase 2, a vacinação será estendida às demais pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente cadastradas no BPC e gestantes e puérperas, independentemente de condições pré-existentes. Nesses casos, a imunização seguirá as faixas de idade, a exemplo do que ocorreu na vacinação dos idosos. Depois das pessoas de 55 a 59 anos, será a vez dos 50 a 54 anos, 45 a 49 anos, 40 a 44 anos, 30 a 39 anos e 18 a 29 anos.

Como comprovar a comorbidade

Para se vacinar, é obrigatória a apresentação de laudo médico que comprove que a pessoa se enquadra em um dos grupos de risco e comprovante de residência em Canoas. Os pacientes já atendidos na rede pública municipal devem procurar a sua unidade básica de referência para realizar a comprovação.

Vacinas

As vacinas aplicadas para primeira dose são da Oxford/Astrazeneca. No momento, segue suspensa a vacinação para a segunda dose da Coronavac. O município aguarda a chegada de novo lote para completar o esquema vacinal de quem já fechou o intervalo recomendado entre as doses do imunizante produzido pelo Instituto Butantan.

A Secretaria Municipal da Saúde alerta que quem já recebeu a vacina contra a gripe deve aguardar o intervalo mínimo de 14 dias para fazer a da Covid-19. A prioridade deve ser dada à imunização contra o coronavírus.

Lista de comorbidades

O Ministério da Saúde definiu 22 categorias de problemas crônicos de saúde (confira a lista abaixo). Recentemente, grávidas e puérperas (mulheres que deram à luz há menos de 45 dias) foram incluídas nesse grupo prioritário. Estão contempladas, ainda, doenças raras que implicam em maior risco para a covid-19.

Diabetes mellitus: pessoas com diabetes mellitus

Pneumopatias crônicas graves: indivíduos com pneumopatias graves, incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática)

Hipertensão Arterial Resistente (HAR): quando a pressão arterial (PA) permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou PA controlada em uso de quatro ou mais fármacos anti-hipertensivos

Hipertensão arterial estágio 3: pressão arterial sistólica igual ou superior a 180 mmHg e/ou diastólica igual ou maior a 110 mmHg, independentemente da presença de lesão em órgão-alvo (LOA) ou comorbidade

Hipertensão arterial estágios 1 e 2: com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade. Pressão arterial sistólica entre 140 e 179 mmHg e/ou diastólica entre 90 e 109 mmHg na presença de lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade

Insuficiência cardíaca (IC): insuficiência com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association

Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar: cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária

Cardiopatia hipertensiva: hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica, lesões em outros órgãos-alvo

Síndromes coronarianas: síndromes coronarianas crônicas, como Angina Pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós-Infarto Agudo do Miocárdio, entre outras

Valvopatias: lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico (estenose ou insuficiência aórtica; estenose ou insuficiência mitral; estenose ou insuficiência pulmonar; estenose ou insuficiência tricúspide, entre outras)

Miocardiopatias e Pericardiopatias: miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática

Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas: aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos

Arritmias cardíacas: arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada (fibrilação e flutter atriais, entre outras)

Cardiopatias congênitas no adulto: cardiopatias congênitas com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas, insuficiência cardíaca, arritmias, comprometimento miocárdico

Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados: portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas; e dispositivos cardíacos implantados (marca-passos, cardio desfibriladores, ressincronizadores, assistência circulatória de média e longa permanência)

Doença cerebrovascular: acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular

Doença renal crônica: doença renal crônica estágio 3 ou mais (taxa de filtração glomerular < 60 ml/min/1,73 m2) e/ou síndrome nefrótica

Imunossuprimidos: indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticóide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas

Hemoglobinopatias graves: doença falciforme e talassemia maior

Obesidade mórbida: índice de massa corpórea (IMC) igual ou superior a 40

Síndrome de Down: trissomia do cromossomo 21

Cirrose hepática: Child-Pugh (escore de classificação) A, B ou C.

Para obter informações e esclarecer dúvidas sobre a Covid-19 e a vacinação, a população pode entrar em contato com a Secretaria Municipal da Saúde pelo 0800 647 0156 e o WhatsApp (51) 3425-7623 – ZAP Saúde Canoas.

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Saúde

Santa Catarina confirma primeira morte por Febre do Nilo Ocidental

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Santa Catarina registrou a primeira morte por Febre do Nilo Ocidental desde o início dos registros da doença no estado. A confirmação foi divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) na tarde de segunda-feira, 24. A vítima é uma mulher de 77 anos, que morreu no dia 8 de agosto, em Imbituba, no Sul catarinense.

O caso integra os dois primeiros registros da doença em Santa Catarina. O outro paciente é um homem de 56 anos, morador de Caçador, no Oeste do estado, que apresentou a infecção, mas se recuperou e já recebeu alta. As informações foram confirmadas pelo superintendente de Vigilância em Saúde, Fábio Gaudenzi.

A Febre do Nilo Ocidental é provocada por um vírus transmitido principalmente pela picada de mosquitos do gênero Culex, conhecidos popularmente como pernilongos ou muriçocas. Segundo a Secretaria da Saúde, a evolução para óbito é considerada rara.

Os dois pacientes catarinenses apresentaram sintomas neurológicos. Os casos permanecem sob investigação epidemiológica para identificar os possíveis locais onde ocorreu a infecção e compreender melhor a circulação do vírus e sua relação com os quadros clínicos registrados.

No Brasil, em 2026, o Ministério da Saúde contabiliza quatro casos confirmados da doença, além de um caso considerado provável. São dois registros em Santa Catarina, dois em São Paulo e um caso provável no Piauí.

Quais são os sintomas?

A infecção pelo vírus do Nilo Ocidental pode não provocar sintomas. Quando há manifestações, elas variam de quadros leves, com febre e mal-estar, até formas graves que atingem o sistema nervoso central ou periférico.

De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 20% das pessoas infectadas apresentam algum sinal da doença. Entre os sintomas mais comuns da forma leve estão:

  • Febre aguda, geralmente de início repentino;
  • Mal-estar;
  • Falta de apetite;
  • Náusea;
  • Vômito;
  • Dor nos olhos;
  • Dor de cabeça;
  • Dor muscular;
  • Manchas avermelhadas na pele;
  • Aumento dos gânglios, conhecido como íngua.

A forma grave é considerada rara. Aproximadamente uma em cada 150 pessoas infectadas pode desenvolver manifestações neurológicas severas, como meningite, encefalite ou paralisia flácida aguda.

A orientação das autoridades de saúde é procurar atendimento médico diante de febre acompanhada de sinais neurológicos, como confusão mental, alterações no nível de consciência, fraqueza ou outros sintomas semelhantes. Também é importante informar ao profissional de saúde sobre eventual exposição a mosquitos.

O diagnóstico pode ser realizado por meio de exame de sangue, preferencialmente feito o quanto antes após o surgimento dos sintomas.

Como ocorre a transmissão?

Algumas espécies de aves silvestres são consideradas hospedeiras naturais do vírus. Além dos seres humanos, mamíferos como cavalos e primatas também podem contrair a infecção após serem picados por mosquitos infectados.

A Secretaria de Estado da Saúde ressalta que a Febre do Nilo Ocidental não é transmitida diretamente de uma pessoa para outra. Também não ocorre transmissão direta de aves para seres humanos.

Existe tratamento?

Até o momento, não há vacina disponível no Brasil nem medicamento antiviral específico contra a Febre do Nilo Ocidental. O atendimento é voltado ao controle dos sintomas e à manutenção das condições clínicas do paciente.

Nos casos que exigem internação, podem ser adotadas medidas como repouso, hidratação e reposição de líquidos. Quando há comprometimento do sistema nervoso central, o paciente pode precisar de cuidados em unidade de terapia intensiva (UTI), com acompanhamento para reduzir complicações e o risco de morte.

O tratamento de suporte pode incluir hidratação intravenosa, auxílio respiratório e medidas para evitar infecções secundárias.

Como evitar a doença?

Como não há vacina recomendada no Brasil para prevenir a Febre do Nilo Ocidental, a principal estratégia é reduzir o contato com os mosquitos transmissores e eliminar possíveis criadouros.

Entre as recomendações do Ministério da Saúde estão:

  • Utilizar repelente;
  • Evitar áreas com presença de mosquitos, principalmente nos períodos de amanhecer e entardecer;
  • Instalar telas em portas e janelas;
  • Eliminar água parada;
  • Evitar locais com condições precárias de saneamento;
  • Não jogar lixo em valas, valetas ou nas margens de córregos, rios e riachos;
  • Evitar o contato ou manuseio de animais encontrados mortos.
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Saúde

Dia D de Multivacinação aplica 2,5 mil doses em Canoas

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Foto: Vinícius Thormann/PMC

Canoas aplicou 2.564 doses de vacinas durante o Dia D de Multivacinação, realizado no último sábado, 22, nas unidades de saúde que estiveram abertas no município. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

A mobilização teve como público prioritário crianças e adolescentes menores de 15 anos. Adultos também puderam atualizar a caderneta de vacinação durante a ação.

O Dia D integra a Campanha Nacional de Multivacinação, que segue até 1º de setembro. As doses disponíveis são as previstas no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Na Unidade de Saúde Harmonia, o casal de empresários Cristiano Neto, 36 anos, e Luísa Parreira, 23, aproveitou o sábado para atualizar a caderneta de vacinação do filho Vicente, de 1 ano e 8 meses. Para Cristiano, a ação facilita o acesso das famílias que têm uma rotina de trabalho intensa durante a semana.

“É uma ótima oportunidade para os pais que trabalham a semana toda e que aproveitam o sábado para vacinar seus filhos. A vacina é uma importante proteção para as crianças”, destaca.

A diretora da Atenção Básica da SMS, Ionara Diniz, reforça que a população ainda pode aproveitar o período da campanha para verificar a situação vacinal e colocar as doses em dia.

“A população ainda pode procurar sua unidade de saúde e levar a caderneta de vacinação para conferir se há alguma dose em atraso e manter as vacinas em dia. A vacinação é uma importante forma de prevenção e cuidado com a saúde, protegendo as pessoas e toda a comunidade. A campanha continua. Vacinar é cuidar e prevenir”, frisa.

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Saúde

Dia D de Vacinação aplica 340 doses e reforça proteção da população em Nova Santa Rita

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A Prefeitura de Nova Santa Rita, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou no último sábado, 22, o Dia D de Vacinação em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município.

Ao longo da mobilização, foram aplicadas 340 doses de diferentes vacinas, conforme as indicações do calendário nacional de vacinação. A ação teve como foco a atualização das cadernetas e a ampliação da cobertura vacinal entre os moradores.

Durante o atendimento, as equipes de saúde também conferiram as cadernetas de vacinação e orientaram a população sobre as doses necessárias de acordo com a faixa etária e as recomendações para cada público.

A mobilização ocorreu no sábado para facilitar o acesso às vacinas para moradores que têm dificuldade de comparecer às UBSs durante os dias úteis.

Para o prefeito Rodrigo Battistella, o resultado reforça a importância de manter ações que aproximem os serviços de saúde da população.

“O Dia D é uma oportunidade para facilitar o acesso à vacinação e lembrar a população de que manter a caderneta em dia é uma atitude de cuidado e prevenção. As 340 doses aplicadas mostram que os moradores aproveitaram a mobilização e atenderam ao nosso chamado.”

O secretário municipal de Saúde, Brayan Freitas, destaca o trabalho das equipes durante a ação e a importância da participação da população.

“Tivemos nossas equipes mobilizadas para acolher os moradores, conferir as cadernetas e realizar as vacinas indicadas. Cada dose aplicada representa mais proteção e contribui para manter a população imunizada. Agradecemos a todos que participaram e aos profissionais que fizeram o Dia D acontecer.”

Vacinação é prevenção

A vacinação é uma das principais estratégias de prevenção de doenças e contribui para a proteção individual e coletiva. Por isso, a orientação da Secretaria Municipal de Saúde é que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada e procure uma UBS sempre que houver dúvidas sobre as doses indicadas. O resultado do Dia D reforça o compromisso do município com o fortalecimento das ações de imunização e com a ampliação do acesso da população aos serviços de saúde.

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