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11/01/2026
 

Geral

Entidades defendem que escolas infantis permaneçam abertas

Redação

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Todo o estado do Rio Grande do Sul está em bandeira preta, desde o último sábado, 27, suspendendo várias atividades em medida de decreto. Uma das exceções fica por conta das atividades de Educação Infantil e para os 1° e 2° anos do Ensino Fundamental, os quais o governo havia autorizado.

Na última segunda-feira, 1º, a juíza Rada Metzger Kepes Zaman, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, suspendeu, por enquanto estiver vigente a bandeira preta no sistema de distanciamento controlado, a realização de aulas presenciais nas escolas públicas e privadas do Rio Grande do Sul, o que causou indignação para o Sindicato Intermunicipal dos Estabelecimentos de Educação Infantil do Estado do Rio Grande do Sul (SINDICRECHES), e alguns pais e responsáveis. Na terça-feira, 2, o Grupo de Escolas Infantis de Canoas, realizou a “ Carreata de Conscientização pela Educação”,  que percorreu diversos bairros da cidade.

Carreata

Segundo o Grupo de Escolas Infantil de Canoas, formado por quase 100 entidade de ensino privado, a carreata foi realizada com o intuito de solicitar o apoio do prefeito Jairo e que para categoria fosse vista de forma diferente pelos canoenses.

Segundo Talina Romano, a responsabilidade das entidades, ao quererem que as aulas retornem, é com as crianças. “Entendemos que a Educação Infantil que passou pelo crivo dos protocolos sanitários, e foi autorizada, tem condições de receber os alunos. Estes estão sendo prejudicados. No nosso retorno, em outubro de 2020, recebemos crianças necessitando de muita atenção quanto a problemas de ressocialização e atrasos em seus desenvolvimentos. Estes alunos são os mais prejudicados”.

O grupo acredita que está decisão está falha e que muitas decisões não foram levadas em consideração, assim como o número e pesquisas.

Mais decisões judiciais

Na última terça-feira, 2, o SINDICRECHES-RS ingressou judicialmente contra a decisão que proíbe as atividades dos estabelecimentos de Educação Infantil e séries iniciais. A entidade solicitou por meio de uma ação com pedido de urgência, a suspensão imediata da liminar. Segundo o Sindicato,

O propósito é reiterar e resgatar os direitos das nossas representadas, crianças, mães e pais que necessitam deixar seus filhos em local seguro, com ambiente controlado, seguindo todas as regras sanitárias determinadas pelo governo.

Na quarta-feira, 3, o sindicato publicou uma nota sobre a decisão ainda não ter sido julgada.

Veja a nota:

Comunicamos que nessa quarta-feira, 03/03/21, o desembargador relator que está julgando os Agravos de Instrumento que buscam a suspensão da liminar que determina a suspensão das aulas presenciais da Educação Infantil, publicou decisão em dois Agravos (são vários), entre eles o do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, mantendo a determinação de suspensão das atividades presenciais.

O agravo impetrado pelo Sindicreches ainda não foi julgado. Até o momento segue valendo a decisão liminar que impede o funcionamento presencial das escolas de Ensino Infantil e Ensino Fundamental e Anos Iniciais (1º e 2º).

Estamos buscando as medidas judiciais cabíveis para que possamos resolver de vez essa questão e obter autorização de funcionamento.  Mesmo com essas decisões que julgaram os Agravos (recursos) o processo terá segmento no momento apropriado.

Tão logo tenhamos novas informações repassaremos às representadas.

 Responsáveis dão suas opiniões

Para alguns responsáveis a ideia de mais uma vez paralisar as aulas das crianças é péssimo, pois elas perdem o contato e convívio com as entidades e os muitos destes pais necessitam trabalhar.

“Eu continuo trabalhando, minha empresa não fechou e com isso tive que ir atrás de babá. Isso significa que ele teve que passar por mais uma adaptação com uma pessoa diferente. Durante todo o tempo que ele frequentou a escolinha, todos os cuidados necessários foram tomados pela instituição, acho muito mais confiável deixar ele na escola, do que permitir que uma pessoa frequente minha casa, sem saber se está se cuidando ou não”, explicou Juliana Souza.

Contudo, há pais que concordam com a decisão da justiça. “Sou contra o retorno das aulas presenciais, enquanto não houver vacina. Mesmo com os protocolos, as crianças não tem entendimento real da pandemia. No meu ver, como professora, não existe adaptação de um aluno com distanciamento social. Não tem como a educadora alimentar ou trocar um aluno de berçário ou maternal com todos os procedimentos corretos, pois os menores são os mais vulneráveis, enquanto cuidar. Em todos os lugares do mundo, onde houve esse retorno, houve contaminados e mortes de professores”, finalizou Gisele Vidal.

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Canoas promove campanha “Verão sem Violência” com ações de conscientização

Redação

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A Secretaria Municipal da Mulher, Cidadania e Inclusão de Canoas realizará, nos meses de janeiro e fevereiro, a campanha “Verão sem Violência”, voltada à conscientização e ao enfrentamento da violência doméstica. A iniciativa prevê a divulgação de canais de denúncia e informações sobre os tipos de violência previstos na Lei Maria da Penha.

As ações estão programadas para os dias 14 e 26 de janeiro e 11 e 25 de fevereiro, sempre às 15h, no Calçadão, em frente à Estação Canoas da Trensurb, no Centro do município. No local, serão distribuídos materiais informativos ao público.

De acordo com a Secretaria, a campanha busca ampliar o acesso da população a informações sobre a violência contra meninas e mulheres, além de divulgar os serviços de acolhimento disponíveis em Canoas e orientar sobre como buscar apoio e realizar denúncias.

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Começam a valer a partir de hoje as novas regras para a CNH no Rio Grande do Sul

Redação

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Entram em vigor nesta segunda-feira, 5, as novas regras para quem deseja tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Rio Grande do Sul. A partir de hoje, os candidatos já podem iniciar o processo de habilitação conforme as mudanças previstas na legislação federal, segundo informou o Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (DetranRS).

As alterações decorrem da Resolução nº 1.020/2025 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), da Medida Provisória nº 1.327/2025 e da Lei nº 15.153/2025, que promovem mudanças significativas no processo de formação de condutores em todo o país. Diante da ausência de um período oficial de transição, o DetranRS, em conjunto com a Procergs, adotou um modelo híbrido, que combina exigências da nova legislação com procedimentos do sistema anterior.

De acordo com a diretora-geral adjunta do DetranRS, Isabel Friski, as adequações estão sendo realizadas em regime de força-tarefa. Segundo ela, a determinação do governo estadual foi para acelerar a implementação das mudanças e garantir que o novo processo esteja disponível já no início do ano.

Como será o processo de habilitação

Na prática, o candidato poderá iniciar o processo pelo aplicativo Gov.br e dar início ao curso teórico, ou realizar o procedimento diretamente em um Centro de Formação de Condutores (CFC). De forma simultânea, será possível realizar a coleta biométrica e agendar os exames de aptidão física e mental.

Hoje também poderá ser agendada a prova teórica. No entanto, durante este período inicial, o exame seguirá o modelo antigo, já que ainda não há integração com o banco de questões da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

Após a aprovação no exame teórico, o candidato poderá marcar as aulas práticas. A nova legislação estabelece a exigência mínima de duas horas/aula obrigatórias. Quando se considerar apto, o aluno poderá agendar o exame prático no CFC.

O exame de direção veicular seguirá o modelo atualmente vigente até que a Senatran atualize o Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular. Já o exame toxicológico só será exigido após regulamentação específica do Contran, conforme autorização da Senatran.

O DetranRS informa ainda que já é possível abrir o serviço e realizar a coleta biométrica nos CFCs. Para as demais etapas, os candidatos podem optar por aguardar os ajustes no sistema ou seguir com o processo pelas regras antigas. A atuação de instrutores autônomos e o uso de veículo próprio seguem condicionados à regulamentação.

Principais mudanças na legislação

A Resolução nº 1.020/2025 do Contran prevê, entre as principais mudanças, a oferta de curso teórico gratuito e em formato digital, além da flexibilização das aulas práticas, com redução da carga horária obrigatória para duas aulas de direção. O início do processo poderá ser feito pelo site do Ministério dos Transportes ou pelo aplicativo CNH do Brasil, que substitui a Carteira Digital de Trânsito.

A Medida Provisória nº 1.327/2025 também prevê a possibilidade de renovação automática da CNH para condutores considerados bons motoristas.

Além disso, com a derrubada do veto presidencial pelo Senado, a Lei nº 15.153/2025 voltou a exigir o exame toxicológico na primeira habilitação também para condutores de carros e motocicletas.

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Colisão entre caminhão e ônibus deixa seis mortos na BR-116, em Pelotas

Redação

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Colisão entre caminhão e ônibus deixa seis mortos na BR-116, em Pelotas

Um acidente entre um caminhão e um ônibus intermunicipal deixou seis pessoas mortas na manhã desta sexta-feira, 2, no km 491 da BR-116, em Pelotas. Entre as vítimas está o motorista do ônibus. A rodovia está totalmente bloqueada nos dois sentidos.

Segundo a concessionária Ecovias Sul, outras pessoas ficaram feridas. Um dos feridos foi socorrido em estado grave e outro com ferimentos leves. O motorista do caminhão foi encaminhado ao Hospital de Pronto-Socorro (HPS) de Pelotas e realizou o teste do bafômetro, que não indicou consumo de álcool, conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com a PRF, 11 pessoas envolvidas no acidente foram levadas ao pronto-socorro. Parte da carga de areia transportada pelo caminhão atingiu o interior do ônibus, dificultando o trabalho de resgate. Equipes do Samu, guincho, inspeção e resgate atuam no local.

A concessionária informou que havia congestionamento no trecho no momento da colisão. O caminhão teria invadido a contramão ao tentar evitar veículos parados na pista e acabou colidindo com o ônibus.

O ônibus havia saído de Pelotas às 10h30 com destino a São Lourenço do Sul, transportando 19 passageiros, além do motorista e do cobrador. O número de ocupantes pode ser maior, já que embarques podem ocorrer ao longo do trajeto.

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