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04/05/2026
 

Geral

Filha dá adeus a mãe em carta e conta quem foi Elenir Rattay Pinzon

Redação

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Diante da grande responsabilidade de escrever uma homenagem póstuma para minha preciosa e amada mãe Elenir Rattay Pinzon, inicio lembrando da letra da sua música preferida: “Felicidade foi se embora/ E a saudade no meu peito ainda mora”, que traduz bem o momento em que estou vivendo. Creio que este é o texto mais difícil que já escrevi na vida. Posso certamente afirmar que minha querida na vida realmente foi Grande.

Apesar de ter passado uma infância muito humilde e sofrida no interior do RS, veio para Porto Alegre, com apenas 14 anos, trazendo na bagagem pouco estudo, (4ª série do ensino fundamental), alguns trocados doados pela Paróquia Católica do Município de Soledade, e muitos sonhos e disposição para trabalhar, ficou viúva aos 23 anos, e criado uma filha sozinha, enfrentando toda sorte de preconceitos e dificuldades exacerbados na época (década de 70); conseguiu vencer a todas as dificuldades e formou-se em Direito pela Universidade Ritter dos Reis, se tornando uma advogada competente e atuante, sempre na defesa dos mais humildes.

Foi uma jovem guerreira que importando-se com a triste realidade dos menos favorecidos, em especial aqueles não possuíam teto, decidiu participar da política municipal, desejando uma vida digna e oportunidades melhores para todos, foi apoiadora da comunidade e integrou a equipe de defesa dos direitos de posse da ocupação do Conjunto Habitacional Guajuviras, tendo sido candidata a vereadora nos pleitos de 1988 e 1992, obtendo para a época expressiva votação, porém, infelizmente não logrando índice necessário para ocupar uma cadeira no legislativo municipal. O que lhe causou alguma decepção à época.

Ela seguiu em frente sua missão como advogada, tendo auxiliado muitas comunidades a obter regularizações de suas moradias, sendo que, atuou na defesa das comunidades do Guajuviras e também na comunidade da 7 (sete) de Outubro, onde foi uma das fundadoras da associação dos moradores, auxiliando e organizando àquela comunidade na defesa dos seus direitos e na regularização das terras ocupadas, obtendo o feliz resultado do direito dos moradores permanecerem com suas casas até hoje.

Muita Gratidão! Por tudo que fizeste por mim. E por teres trilhado comigo até agora esta caminhada. Eu te amo. Sempre vou te amar! Minha princesa, minha musa, minha preciosa…

Amor e Gratidão eterna, da tua filha enlutada,  Daniela dos Santos Viana Da Cunha”.

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Policial

Adolescente morto em assalto na estação Fátima é sepultado em Canoas

Redação

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Foto: Redes Sociais

Um adolescente de 17 anos, identificado como Daniel Thiesen Pinheiro, estudante do 3º ano do curso técnico em Informática do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), campus de Venâncio Aires, morreu na tarde do último sábado, 2, após ser atacado com um objeto cortante na estação Fátima da Trensurb, em Canoas. O jovem foi sepultado no domingo, 3.

De acordo com a Brigada Militar, outro adolescente, cuja idade não foi informada, é apontado como autor do golpe, que causou ferimentos graves na vítima. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Após o crime, policiais realizaram buscas na região e localizaram o suspeito ainda no mesmo bairro, além do objeto utilizado no ataque.

A Polícia Civil investiga o caso e trabalha com a hipótese de latrocínio, além de apurar as circunstâncias do ocorrido.

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Policial

Operação Notre Dame combate grupo criminoso especializado em roubos a residências

Redação

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em

Foto: Policia Civil

Na quarta-feira, 29, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, deflagrou a Operação Notre Dame, uma ofensiva contra uma organização criminosa interestadual especializada em roubos a residências com restrição da liberdade das vítimas.

A ação contou com apoio da Inteligência da Brigada Militar e da colaboração das Polícias Civis de São Paulo e do Ceará. Ao todo, foram cumpridas quatro ordens de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará.

As diligências ocorreram nos municípios de Lajeado, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Taboão da Serra e Embu das Artes. Quatro suspeitos foram presos, sendo dois no Rio Grande do Sul e dois em São Paulo. Durante as buscas, foram apreendidos materiais que devem contribuir para o andamento das investigações.

O inquérito policial teve origem em um roubo violento registrado em fevereiro deste ano, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na ocasião, criminosos invadiram um imóvel, renderam funcionários e os mantiveram amarrados enquanto levavam joias, relógios e outros itens de alto valor.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou a existência de um esquema organizado, no qual criminosos vindos de São Paulo atuavam na execução dos assaltos com apoio logístico de comparsas no Rio Grande do Sul.

O delegado Marco Guns ressaltou que a rapidez nas diligências preliminares foi o divisor de águas para o esclarecimento do caso.

“O monitoramento técnico e o uso de inteligência nos permitiram mapear cada passo da associação criminosa”, afirmou.

O diretor regional, delegado Cristiano Reschke, enfatizou o impacto psicológico desse tipo de delito.

“A repressão ao roubo a residência deve ser enérgica e exemplar. Este crime viola o asilo inviolável do cidadão: seu lar. Quando vítimas são rendidas em seu momento de repouso e proteção, o dano psíquico é imensurável. Nossa resposta hoje reafirma que a integração entre as instituições de segurança é a barreira intransponível contra o crime organizado”, declarou.

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Policial

Operação Cerco Fechado prende 13 pessoas e mira esquema de tráfico de drogas em Butiá

Redação

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em

Foto: Policia Civil

A Polícia Civil, por meio da 4ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (4ªDIN/Denarc), deflagrou na manhã desta quarta-feira, 29, a Operação Cerco Fechado. A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa ligada ao tráfico de drogas no município de Butiá.

Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial. Até o momento, 13 pessoas foram presas. Durante a operação, drogas, munições e outros materiais foram apreendidos.

Segundo a delegada Ana Flávia Leite, a investigação começou em maio de 2025 a partir de denúncias anônimas que apontavam que um homem, mesmo preso, continuava comandando o tráfico na região.

“A investigação teve início em maio de 2025, a partir do recebimento de informações anônimas que indicavam que um indivíduo, mesmo recolhido ao sistema prisional, continuava exercendo papel de liderança no tráfico de entorpecentes, coordenando a distribuição de drogas, o fluxo financeiro da atividade ilícita e a atuação de comparsas em liberdade”, explicou a delegada.

Ela também destacou que o grupo mantinha apoio externo para garantir a continuidade das atividades criminosas.

As primeiras diligências ocorreram em endereços de Butiá e também dentro da unidade prisional onde estava o suspeito apontado como liderança. Nessas ações, foram apreendidos cocaína, porções de maconha, armas de fogo, munições, celulares, balança de precisão, dinheiro em espécie, materiais usados para fracionamento de drogas, anotações do tráfico e um veículo. Um dos investigados chegou a ser preso em flagrante.

Ainda no presídio, os policiais encontraram celulares, chips e uma porção semelhante a crack, reforçando a suspeita de comunicação ilícita a partir do cárcere.

Com o avanço da investigação, a análise dos celulares apreendidos permitiu aprofundar a estrutura do grupo. A partir da extração de dados, os policiais identificaram a divisão de funções, pontos de venda e a forma como eram feitos os repasses e ordens.

As conversas revelaram negociações de drogas, vendas diretas, cobrança de dívidas e transferências via Pix. Também mostraram a atuação organizada dos envolvidos, com funções específicas dentro do esquema.

Outro ponto identificado foi o monitoramento da atuação policial. Os investigados trocavam informações sobre viaturas e movimentações de agentes na região.

“A apuração demonstrou que, quando um ponto estava temporariamente inativo, compradores eram encaminhados a outros locais, mantendo a continuidade da mercancia ilícita e evidenciando a estabilidade da associação criminosa”, explicou a delegada Ana Flávia.

Mesmo preso, o investigado apontado como liderança seguia influenciando o esquema, segundo a polícia, controlando valores, pagamentos e ordens repassadas a comparsas em liberdade.

A investigação também encontrou registros financeiros paralelos, com anotações de nomes, valores e cálculos, além de movimentações consideradas suspeitas.

De acordo com a delegada, os elementos reunidos mostram uma estrutura criminosa organizada e estável.

“A Operação Cerco Fechado integra a estratégia da Polícia Civil de intensificar as ações de repressão qualificada ao tráfico de entorpecentes e à atuação de associações criminosas no Rio Grande do Sul”, completou Ana Flávia Leite.

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