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30/04/2026
 

Saúde

Municípios da Região 8 pedem revisão de indicadores para Governo do Estado

Redação

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No início do último domingo, 2, os prefeitos de municípios que compõem a Região 8 no modelo de Distanciamento Controlado do Governo do Estado ingressaram com recurso solicitando reanálise de indicadores apresentados na sexta-feira pelo governador Eduardo Leite. No documento, os municípios pedem que os dados sejam revisados já que podem haver diferenças entre as informações enviadas pelas prefeituras e aquelas apresentadas pelo governo estadual. De acordo com a nota da Prefeitura de Canoas, esse pedido não tem como objetivo somente uma possível tentativa de rever a atual bandeira vermelha na laranja, flexibilizando as medidas de distanciamento controlado, mas, principalmente, fazer com que índices apresentados pelo governo sejam mais condizentes com a realidade de cada cidade.

Cálculo que define bandeira

A publicação de dados mais assertivos é uma ferramenta fundamental para a condução das ações de combate à pandemia por parte do Poder Público. Sendo assim, é importante que haja um diálogo transparente e sincero entre estado e municípios na busca de consenso entre os dados, o que ocorre nessa manifestação. No cálculo em que define qual bandeira as regiões ficarão, o Estado leva em consideração diferentes índices, como o número de internações por Covid-19, total de óbitos pela doença, número de leitos ocupados e internações por síndromes respiratórias.

Um dos municípios que assinaram o documento foi Canoas. O prefeito Luiz Carlos Busato ressalta que aderiu à proposta para que os índices sejam revistos e, em caso de erros, ajustados. “Estamos pedindo para revisar porque achamos que nossos índices foram calculados erroneamente. Independente do resultado, é importante que a população saiba que teremos muita prudência e responsabilidade para tomar medidas de flexibilização do distanciamento. Nosso compromisso é com a vida”, pontuou o prefeito.

Junto com Canoas, ingressaram os municípios: Brochier, Maratá, Salvador do Sul, São Sebastião do Caí, Capela de Santana, Esteio, Harmonia, Montenegro e Triunfo.

Avanços

Canoas foi pioneira quando obrigou o uso de máscara no transporte público. Também foi feita uma ampliação de leitos de UTI, que saíram de 57 para 104. Além disso, foram inaugurados 200 leitos clínicos, durante a pandemia, que ficarão para sempre à disposição dos canoenses.

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Saúde

Rio Grande do Sul recebe novo lote de vacinas contra a gripe nesta quarta-feira

Redação

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O Rio Grande do Sul deve receber nesta quarta-feira, 29, um novo lote de vacinas contra a gripe enviado pelo Ministério da Saúde. As doses serão distribuídas pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) na quinta-feira, 30, para as coordenadorias regionais, responsáveis pelo repasse aos municípios.

Até o momento, o Estado já recebeu cerca de 1,8 milhão de doses do imunizante contra o vírus influenza. A previsão é de que, até o fim de maio, sejam encaminhadas aproximadamente 5,2 milhões de doses para atender os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde na campanha de vacinação deste ano.

A campanha de imunização começou em 28 de março e, desde então, cerca de 1,4 milhão de pessoas já foram vacinadas no Estado. Entre os públicos prioritários, como crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais e gestantes, a cobertura vacinal está em torno de 30%.

Esses três grupos somam 936 mil doses aplicadas até agora. A meta estabelecida é atingir 90% de cobertura vacinal.

Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 337 internações por complicações causadas pela gripe, número superior ao mesmo período de 2025, quando haviam sido confirmadas 217 hospitalizações. Em relação aos óbitos, foram registrados 21 casos em 2026, enquanto no mesmo período do ano passado o total foi de 25 mortes.

A Secretaria Estadual da Saúde informou que segue monitorando o cenário epidemiológico e reforça a importância da vacinação, principalmente entre os públicos mais vulneráveis, para reduzir casos graves, internações e mortes provocadas pela influenza.

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Saúde

HU de Canoas realiza mutirão com 2 mil consultas oftalmológicas e 700 cirurgias de catarata

Redação

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Entre os dias 6 e 14 de maio, o Hospital Universitário de Canoas realiza um mutirão de oftalmologia com previsão de 2 mil consultas com especialistas e 700 cirurgias de catarata nesta primeira etapa.

De acordo com o hospital, os atendimentos são voltados para pacientes com mais de 60 anos que aguardam na fila por consultas e procedimentos.

As consultas estão programadas para ocorrer entre os dias 6 e 9 de maio. Já as cirurgias de catarata serão realizadas nos dias 11, 12 e 13 de maio. As revisões estão previstas para 12, 13 e 14 de maio.

Segundo o HU, os pacientes começaram a ser chamados desde sexta-feira, 24, diretamente pela equipe da instituição, por telefone e WhatsApp. A orientação é para que atendam às ligações e confirmem o comparecimento, já que a confirmação é necessária para a realização do atendimento.

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Saúde

Anvisa suspende venda de xarope para tosse por risco de arritmia grave

Redação

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Anvisa suspende venda de xarope para tosse por risco de arritmia grave

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão total de medicamentos que contenham a substância clobutinol no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira, 27, e tem efeito imediato.

A decisão abrange todas as etapas relacionadas aos produtos, incluindo fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e uso, retirando completamente a substância do mercado brasileiro.

Segundo a agência, a medida foi baseada em avaliação técnica da área de farmacovigilância, que identificou riscos relevantes à saúde. De acordo com o parecer, medicamentos com clobutinol podem causar arritmias cardíacas graves, associadas ao prolongamento do intervalo QT – alteração na atividade elétrica do coração que pode resultar em desmaios e, em casos mais graves, morte súbita.

O clobutinol é um princípio ativo utilizado principalmente em antitussígenos, como xaropes indicados para o alívio da tosse e outros sintomas respiratórios. Com a nova determinação, esses medicamentos deixam de ser permitidos no país.

A Anvisa informou que pacientes que utilizam produtos com a substância devem interromper o uso e buscar orientação médica para substituição por alternativas seguras. A agência não especificou marcas afetadas, destacando que a proibição vale para todos os medicamentos que contenham clobutinol, independentemente do fabricante.

A decisão segue o princípio de avaliação de risco-benefício adotado pela regulação sanitária. Conforme o entendimento técnico da agência, os riscos associados ao uso da substância superam seus possíveis benefícios terapêuticos, justificando a suspensão total.

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