Saúde
Municípios da Região 8 pedem revisão de indicadores para Governo do Estado

No início do último domingo, 2, os prefeitos de municípios que compõem a Região 8 no modelo de Distanciamento Controlado do Governo do Estado ingressaram com recurso solicitando reanálise de indicadores apresentados na sexta-feira pelo governador Eduardo Leite. No documento, os municípios pedem que os dados sejam revisados já que podem haver diferenças entre as informações enviadas pelas prefeituras e aquelas apresentadas pelo governo estadual. De acordo com a nota da Prefeitura de Canoas, esse pedido não tem como objetivo somente uma possível tentativa de rever a atual bandeira vermelha na laranja, flexibilizando as medidas de distanciamento controlado, mas, principalmente, fazer com que índices apresentados pelo governo sejam mais condizentes com a realidade de cada cidade.
Cálculo que define bandeira
A publicação de dados mais assertivos é uma ferramenta fundamental para a condução das ações de combate à pandemia por parte do Poder Público. Sendo assim, é importante que haja um diálogo transparente e sincero entre estado e municípios na busca de consenso entre os dados, o que ocorre nessa manifestação. No cálculo em que define qual bandeira as regiões ficarão, o Estado leva em consideração diferentes índices, como o número de internações por Covid-19, total de óbitos pela doença, número de leitos ocupados e internações por síndromes respiratórias.
Um dos municípios que assinaram o documento foi Canoas. O prefeito Luiz Carlos Busato ressalta que aderiu à proposta para que os índices sejam revistos e, em caso de erros, ajustados. “Estamos pedindo para revisar porque achamos que nossos índices foram calculados erroneamente. Independente do resultado, é importante que a população saiba que teremos muita prudência e responsabilidade para tomar medidas de flexibilização do distanciamento. Nosso compromisso é com a vida”, pontuou o prefeito.
Junto com Canoas, ingressaram os municípios: Brochier, Maratá, Salvador do Sul, São Sebastião do Caí, Capela de Santana, Esteio, Harmonia, Montenegro e Triunfo.
Avanços
Canoas foi pioneira quando obrigou o uso de máscara no transporte público. Também foi feita uma ampliação de leitos de UTI, que saíram de 57 para 104. Além disso, foram inaugurados 200 leitos clínicos, durante a pandemia, que ficarão para sempre à disposição dos canoenses.
Saúde
Hospital Universitário de Canoas realiza mutirão de vasectomias neste fim de semana

A Prefeitura de Canoas realiza neste fim de semana mais uma mobilização para ampliar o acesso da população a procedimentos eletivos do Sistema Único de Saúde (SUS). O Hospital Universitário (HU) promove no sábado, 27, e domingo, 28, o sétimo mutirão de saúde de 2026, desta vez com foco em cirurgias de vasectomia.
A ação integra o Dia D do programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, executado pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC), com objetivo de ampliar o acesso a consultas, exames e procedimentos especializados em todo o país. A expectativa é realizar até 150 cirurgias ao longo dos dois dias, com possibilidade de zerar a fila da especialidade no município.
O prefeito de Canoas, Airton Souza, destaca os resultados das ações na rede de saúde.
“Estamos avançando na capacidade de atendimento em saúde no Município e os mutirões que temos feito desde o ano passado têm reduzido as filas e a espera de muito tempo das pessoas. O nosso trabalho é para cuidar das pessoas, atender as demandas da população da melhor forma possível e melhorar a qualidade de vida na nossa cidade.”
A superintendente hospitalar da Associação Saúde em Movimento (ASM), gestora do HU, Tatiani Pacheco, afirma que os atendimentos aos fins de semana ajudam a ampliar a capacidade assistencial.
“Nós sabemos que aos finais de semana é mais fácil as famílias dos pacientes se organizarem e comparecerem aos procedimentos. Então, agora que temos mais salas operantes, conseguimos organizar este trabalho de forma intensificada e proporcionar agilidade nos atendimentos”, afirma.
Os pacientes que participam do mutirão já passaram por avaliação na rede básica e foram encaminhados pela regulação do SUS.
O diretor técnico do HU, Fernando Farias, explica que todos os homens habilitados na fila de Canoas foram chamados.
“Além de representar um importante método de planejamento familiar, a vasectomia é um procedimento seguro, de baixa complexidade e rápida recuperação, realizado por meio de técnica minimamente invasiva. A ampliação da oferta deste tipo de cirurgia fortalece as políticas públicas de saúde reprodutiva. Todos os pacientes de Canoas foram chamados. Inclusive, solicitamos à Regulação do Estado que enviasse mais pacientes de outras regiões, pois temos capacidade de atendimento”, explica.
Desde março deste ano, quando o HU passou a integrar a lista de hospitais brasileiros conveniados com o programa Agora Tem Especialista, a instituição vem realizando mutirões em diferentes especialidades, com objetivo de reduzir a demanda reprimida por cirurgias e procedimentos eletivos.
Saúde
Nova Santa Rita realiza ação itinerante de vacinação contra a Influenza neste sábado, 27

A Prefeitura de Nova Santa Rita, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza neste sábado, 27, uma ação itinerante de vacinação contra a Influenza. A iniciativa busca ampliar o acesso da população à imunização durante o período de maior circulação de doenças respiratórias.
Os atendimentos ocorrem das 9h30 às 13h30 em dois pontos do município: em frente ao Mercado Unisuper, no bairro Berto Círio, e em frente ao Mercado Redefort, no Centro.
A vacina está disponível para toda a população. Para receber a dose, é necessário apresentar documento com foto, CPF, Cartão SUS e carteira de vacinação.
O prefeito Rodrigo Battistella destacou que a estratégia busca facilitar o acesso aos serviços de saúde.
“Estamos levando a vacinação para locais de grande circulação de pessoas, facilitando o acesso e incentivando que cada vez mais moradores se protejam contra a gripe”, afirmou.
O secretário municipal de Saúde, Brayan Freitas, reforçou a importância da imunização e da adesão da população à campanha.
“A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra as complicações causadas pela Influenza. Nossa orientação é que todos procurem um dos pontos de atendimento neste sábado”, disse.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que novas ações itinerantes devem ocorrer nas próximas semanas em diferentes regiões da cidade.
Saúde
Campanha de vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos encerra na próxima terça-feira no RS

A poucos dias do fim da campanha extraordinária de vacinação contra o HPV no Rio Grande do Sul, 5.842 adolescentes entre 15 e 19 anos ainda não foram imunizados. O número representa 27,72% de um total de 21.161 jovens aptos a receber a dose no Estado, segundo estimativa do Ministério da Saúde.
A mobilização tem como objetivo resgatar adolescentes que não receberam a vacina na idade recomendada, entre 9 e 14 anos. De acordo com o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), até o último domingo, 21, 15.319 jovens já haviam sido vacinados. O prazo para procurar uma unidade de saúde segue até a próxima terça-feira, 30.
Segundo a chefe substituta da Seção de Imunizações do CEVS, Isabela Castro, a resistência de pais e responsáveis ainda é um dos principais fatores que impactam a adesão.
Ela explica que parte das famílias associa a vacina ao início da vida sexual, o que não corresponde à finalidade da imunização.
“Queremos garantir a proteção desse público, pensando em uma vacina que consegue prevenir alguns tipos de câncer, que é uma doença que pode levar a óbito”, disse.
O HPV é uma infecção sexualmente transmissível e está relacionado à maioria dos casos de câncer do colo do útero, além de outros tipos como câncer de ânus, pênis, boca e orofaringe.
A vacinação de rotina para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos segue disponível durante todo o ano na rede pública. Em 2025, a cobertura no Estado chegou a 90,67% entre meninas e 79,1% entre meninos.
Segundo Isabela, os índices mostram avanço, principalmente entre os meninos, mas ainda há espaço para ampliar a adesão.
“Com relação à vacinação dos meninos, a gente ficava ali na casa dos 50 ou 55%. Já no ano passado atingimos 79%, mas a gente precisa continuar, avançar”, afirmou.
Na rede pública, a vacina protege contra quatro tipos do vírus. Na rede privada, o custo pode variar entre R$ 800 e R$ 1 mil por dose em Porto Alegre.

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