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20/05/2026
 

Política

” O que o seu vereador anda fazendo…” recebe o parlamentar Sargento Santana (PTB)

Redação

Publicado

em

Bráulio Santana Pedroso (Sargento Santana)
PTB

Timoneiro: O que já realizou durante o seu mandato até aqui?
Vereador Sargento Santana: Nós temos números bastante expressivos de atendimento e encaminhamento das demandas de toda a comunidade. Desde janeiro de 2017, foram quase cinco mil pedidos de providências junto à Prefeitura. Também foram feitas mais de 200 indicações, que são os pedidos de melhorias para as áreas de segurança, telefonia, iluminação pública e fornecimento de energia elétrica, água e esgoto. Também foram 20 projetos de lei, que estão em tramitação, além de mais de 100 requerimentos dentro dos processos legislativos. Fora isso, temos a aprovação do Dia do Proerd, que é um programa da Brigada Militar para prevenção do uso de drogas, também criamos uma lei para que os grandes eventos utilizem bombeiros civis na prevenção de sinistros. Na presidência da Comissão de Segurança Pública da Câmara, trabalhamos sempre pela melhoria da segurança em nossa cidade. Além disso, há a presença política do nosso mandato junto aos problemas da comunidade e do encaminhamento das soluções através da Prefeitura Municipal, para onde as demandas são encaminhadas.

Jornal Timoneiro: Quais as principais demandas dos populares que procuram seu gabinete?
Vereador Sargento Santana: Há uma variedade de demandas, dos mais diferentes assuntos, problemas e áreas da cidade. Há problemas pontuais, como a colocação de uma faixa de segurança, o reparo de um bueiro, um buraco de rua ou uma placa de sinalização. Mas há também demandas bem mais complexas, como as que vêm da área da saúde, da área da educação, o atendimento da educação infantil, entre outras. Como temos um mandato identificado com a área da segurança da segurança pública também chegam ao gabinete.

Jornal Timoneiro: Das promessas de campanha, o que ainda falta ser realizado? Tem estimativa de tempo?
Vereador Sargento Santana: Um de nossos compromissos de campanha, e isso é um compromisso permanente, é a melhoria contínua da qualidade de vida dos agentes de segurança. Para todos eles, mas, muito especialmente, para os agentes dos órgãos de segurança que escolhem nossa Canoas para morar e trabalhar. Há um debate permanente, por parte de nosso gabinete, para que o município possa oferecer moradia para estes agentes. É uma discussão que vem sendo feita semanalmente. E temos avançado muito nesse assunto. Não é possível darmos aqui uma previsão, uma estimativa, mas é um compromisso nosso que terá o melhor encaminhamento possível, buscando a melhoria das condições de trabalho para os agentes de segurança, tornando Canoas uma cidade ainda mais atrativa para quem buscar viver e trabalhar aqui.

Jornal Timoneiro: Pretende se candidatar na eleição de 2020?
Vereador Sargento Santana: Sim. Nós acreditamos que o mandato de um representante do setor de segurança pública deve ter presença na Câmara de Vereador. Pois nós temos a convicção que nosso mandato tem contribuído, em muito, para a melhoria e para a baixa de todos os índices de violência em nosso município. Nossa atuação no Legislativo tem sido fundamental para os projetos do Executivo na área de prevenção e repressão ao crime, tornando nossa Canoas mais segura para todos. Para os cidadãos e também para os que buscam nossa cidade para empreender e criar mais oportunidades de emprego e renda. Em 2020, nossa candidatura estará nas ruas mostrando que a polícia valorizada representa uma cidade mais segura.

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Política

Deputada Delegada Nadine protocola projeto sobre direitos de estudantes atletas no RS

Redação

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em

Foto: Redes Sociais

A deputada estadual Delegada Nadine protocolou na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul um projeto de lei que trata da proteção aos direitos de estudantes atletas matriculados em instituições de ensino públicas e privadas do Estado.

A proposta estabelece regras para alunos que participam de competições esportivas oficiais, como dispensa de aulas durante eventos esportivos, realização de provas em datas alternativas, compensação de ausências e prorrogação de prazos para entrega de trabalhos e atividades avaliativas.

“A educação e o esporte precisam caminhar juntos. Muitos jovens dedicam anos da vida ao esporte de alto rendimento e acabam enfrentando obstáculos dentro das instituições de ensino para conseguir acompanhar competições oficiais sem prejuízo escolar. Nosso projeto busca garantir segurança jurídica e assegurar direitos básicos para esses estudantes atletas”, afirma a deputada.

Na justificativa do projeto, a parlamentar cita o relato de uma mãe de atleta que enfrentou dificuldades junto à escola da filha para obter flexibilização de frequência, realização de provas e compensação de conteúdos durante competições esportivas.

O texto também prevê acesso aos conteúdos pedagógicos e possibilidade de reposição de aulas, inclusive de forma remota, respeitando a carga horária obrigatória prevista na legislação federal. A matéria segue em tramitação nas comissões permanentes da Assembleia Legislativa.

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Política

Justiça cassa prefeita e vice de Cachoeirinha, mas ambos seguem nos cargos até decisão do TRE

Redação

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em

A cassação dos mandatos da prefeita eleita de Cachoeirinha, Jussara Caçapava (Avante), e do vice-prefeito Luis Carlos Azevedo da Rosa, o Mano (PL), não terá efeito imediato. A decisão foi emitida no sábado (16) pela Justiça Eleitoral, mas a dupla permanece no comando do Executivo municipal até que o caso seja analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS).

Segundo o TRE, a análise do recurso não deve ocorrer antes de setembro, devido aos prazos legais e ao trâmite processual. Caso a cassação seja confirmada pela Corte, uma nova eleição suplementar poderá ser convocada para definir os ocupantes da prefeitura até 31 de dezembro de 2028.

A defesa de Jussara e Mano informou que tentará reverter a decisão ainda em primeira instância. Se necessário, também recorrerá ao TRE e, posteriormente, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A decisão foi assinada pela juíza eleitoral Suelen Caetano de Oliveira, que entendeu haver abuso de poder político durante a campanha eleitoral suplementar realizada em abril deste ano.

A ação foi movida por Cláudia Azevedo (PV), que disputou a eleição como vice na chapa do PT. A representação apontou irregularidades em dois vídeos publicados nas redes sociais da campanha vencedora.

Em um dos vídeos, Jussara aparece ao lado de servidores públicos uniformizados, utilizando a identificação “Jussara prefeita interina”. Em outro, ela surge em uma retroescavadeira durante uma obra pública. Para a magistrada, as imagens caracterizam o uso de bens e agentes públicos em benefício eleitoral, prática proibida pela legislação.

A juíza também destacou que o contexto da recuperação de Cachoeirinha após as enchentes de 2024 agravou a situação. As gravações mostravam ações de desassoreamento do Arroio Passinhos e limpeza de áreas atingidas pela cheia do Rio Gravataí.

“A exploração da imagem pessoal da prefeita interina, associando-a diretamente a essas intervenções tão sensíveis, transcende a propaganda política e tangencia a exploração da tragédia humana para a obtenção de dividendos eleitorais. Em um contexto de normalidade, a divulgação de tais obras poderia ser vista como legítima prestação de contas. No pós-catástrofe, tal conduta adquire um contorno de reprovabilidade qualitativamente superior”, afirmou a juíza na decisão.

Além da cassação dos diplomas, a Justiça Eleitoral determinou multa de R$ 15 mil para Jussara e Mano. A prefeita eleita também foi declarada inelegível por oito anos.

“Recebemos a decisão de forma satisfatória. Sentimos aqui o processo eleitoral de maneira muito conturbada, era nítido o abuso de poder. Além da denúncia formal à Justiça, também fizemos pelas redes. A decisão é justa e esperamos que se confirme”, destacou Cláudia, que disse ser cedo para falar se vai concorrer novamente ou não em caso de nova eleição suplementar.

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Política

Nova cassação marca crise política em Cachoeirinha após juíza eleitoral cassar mandatos de Jussara e Mano

Redação

Publicado

em

A juíza eleitoral Suelen Caetano de Oliveira determinou na tarde de sábado, 16, a cassação dos diplomas da prefeita eleita de Cachoeirinha, Jussara Caçapava (Avante), e do vice-prefeito Luis Carlos Azevedo da Rosa, o Mano (PL). A magistrada apontou abuso de poder político durante a campanha do pleito suplementar realizado neste ano.

A ação analisou vídeos divulgados nas redes sociais dos candidatos. Em uma das publicações, Jussara aparece ao lado de servidores públicos uniformizados com a marca d’água “Jussara prefeita interina”. Em outro vídeo, ela surge em uma retroescavadeira durante uma obra pública. Segundo a juíza Suelen Caetano de Oliveira, houve uso indevido de bens e agentes públicos para promoção eleitoral, prática proibida pela legislação.

Na decisão, a magistrada também destacou que a situação é agravada pelo contexto enfrentado pelo município após as enchentes de 2024. Os vídeos mostravam ações de desassoreamento do Arroio Passinhos e limpeza de áreas atingidas pelas cheias do Rio Gravataí.

“A exploração da imagem pessoal da prefeita interina, associando-a diretamente a essas intervenções tão sensíveis, transcende a propaganda política e tangencia a exploração da tragédia humana para a obtenção de dividendos eleitorais”, afirmou a juíza no despacho.

Além da cassação dos diplomas, a decisão prevê multa de R$ 15 mil e a inelegibilidade de Jussara por oito anos. Ainda cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Caso a decisão seja confirmada em definitivo, Cachoeirinha deverá passar por uma nova eleição suplementar para definir prefeito e vice até 2028.

Jussara Caçapava venceu a eleição suplementar realizada em abril deste ano com 43,3% dos votos válidos. Claudine Silveira (PP) ficou em segundo lugar com 42,3%.

Em nota enviada à imprensa, a defesa da chapa afirmou ter recebido a decisão “com surpresa”, alegando que os vídeos questionados são anteriores ao processo eleitoral. Os advogados informaram que irão recorrer da decisão nas instâncias superiores e lamentaram a instabilidade política no município.

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