Projeto que promove uso de Bitcoin chega a Canoas

O projeto “Bitcoineta”, pertencente a uma ONG argentina, passou por Canoas, na última semana, divulgando e promovendo o uso do Bitcoin, uma moeda eletrônica altamente valorizada. Ariel Aguilar, um dos organizadores do tour que já passou por seis países sul-americanos, visitou a redação do jornal Timoneiro e falou sobre os detalhes dessa iniciativa.

“Queremos educar as pessoas e divulgar o Bitcoin nas cidades do interior, onde a moeda ainda não é tão conhecida”, explica Ariel. Ele destaca que a criptomoeda é descentralizada e que não depende de governos, fazendo com que ela se torne mais estável e confiável. “Ela também é uma moeda que promove a liberdade, por não ter as amarras que as moedas tradicionais apresentam”, complementa.

Em sua chegada ao Brasil, Ariel teve a companhia do canoense Vinícius Kinczel, que foi o guia no trajeto que passou por várias cidades do Rio Grande do Sul. Para ele, é muito importante que as pessoas estudem a moeda Bitcoin como uma possibilidade de negócios: “Estamos explicando tanto aos comerciantes como aos clientes as vantagens do uso da criptomoeda. Inclusive alguns já aderiram e começaram a aceitar pagamentos no sistema dela”.

Segurança

Ariel ressalta que o Bitcoin é altamente seguro e nada tem relacionado a esquemas de pirâmide, famosos por enganar ao prometer ganhos fantasiosos. “Esse também é um dos nossos objetivos. Há grupos que usam a credibilidade do Bitcoin para tentar aplicar golpes. Isso por ser um assunto novo e que tem chamado a atenção”, diz Aguilar.

Evolução

“O Bitcoin é a vitória do Capitalismo, pois é uma moeda de mercado e não de governo”, afirma Vinicius. Para ele, a evolução da sociedade de marcado passa pela adoção do Bitcoin como a principal moeda internacional. “As coisas estão evoluindo. Já temos diversos serviços que surgiram e acabaram com velhos domínios de mercado. As vantagens do Bitcoin farão com que, em poucos anos, essa criptomoeda se torne referência”, completa Vinícius.