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11/04/2026
 

Saúde

Confirmado o primeiro caso de dengue em Canoas

Redação

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Canoas tem mais de 1260 notificações de casos suspeitos de dengue; 310 confirmados

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), através da Diretoria de Vigilância em Saúde, confirmou nesta semana o primeiro caso de Dengue autóctone, ou seja, contraído dentro do próprio município. Trata-se de um morador do bairro Niterói, na localidade chamada Recanto dos Ferrari. Desde que a suspeita chegou ao conhecimento da SMS, foram tomadas todas as medidas para evitar a proliferação do vírus na região, o que inclui o bloqueio químico a cada cinco dias, realizado nas proximidades onde mora o paciente. Além disso, toda a rede municipal de assistência em saúde está preparada para o diagnóstico precoce e tratamento da doença, inclusive, realizando testes rápido em Unidades de Pronto Atendimento.

Na segunda-feira, 8, agentes de endemias da Prefeitura de Canoas realizaram a pulverização de inseticida e o trabalho de vistoria e eliminação de todos os possíveis focos dentro do raio de 150 metros dos locais onde havia suspeitas de casos de dengue. O município já havia registrado outros dois casos importados, de pessoas que foram picadas pelo mosquito infectado em Santa Catarina.

A Secretaria da Saúde também reforça o importante papel que a população tem para evitar a incidência da dengue em toda a cidade de Canoas. O mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, chamado de Aedes aegypti, se reproduz em água parada e limpa.

A população deve ficar atenta, pois os mosquitos se proliferam em pequenos recipientes, ralos, vasos de planta, garrafas pet, copos plásticos, sacolas, latas e outros materiais recicláveis. Também existem outros vilões que nem sempre estão à vista, como calhas entupidas, troncos ocos de árvores, bromélias e bandejas externas de geladeira. O mosquito que se cria nas valas com esgoto é o Culex, o “mosquito comum”. Essa espécie não é transmissora da dengue.

Os casos mais graves da doença costumam ocorrer em determinados grupos de risco, composto por idosos, gestantes, lactentes menores (29 dias a seis meses de vida), imuno-suprimidos, pessoas com algum tipo de doença crônica pré-existente, como hipertensão arterial, diabetes mellitus, anemia falciforme, doença renal crônica, entre outras. No entanto,  a orientação é que todos, independente de estar no grupo de risco, busquem atendimento de saúde logo que apresentem os sintomas. O diagnóstico precoce e o tratamento em tempo oportuno reduzem significativamente as chances de agravamento do caso.

Os sintomas são febre acompanhada de dor de cabeça, dor articular, dor muscular e dor atrás dos olhos ou mal-estar geral. Esses sinais devem ser observados com atenção por toda a população que, diante de alguma suspeita, deve procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Cuidados com a dengue

– Certificar que caixas d’água e outros reservatórios de água estejam devidamente  tampados;
– Retirar folhas ou outro tipo de sujeira que pode gerar acúmulo de água nas calhas;
– Guardar pneus em locais cobertos;
– Guardar garrafas com a boca virada para baixo;
– Realizar limpeza periódica em ralos, canaletas e outros tipos  escoamentos de água;
– Limpar e retirar acúmulo de água de bandejas de ar-condicionado e de geladeiras;
– Utilizar areia nos pratos de vasos de plantas ou realizar limpeza semanal;
– Retirar água e fazer limpeza periódica em plantas e árvores que podem acumular água, como bambu e bromélias;
– Guardar baldes com a boca virada para baixo;
– Esticar lonas usadas para cobrir objetos, como pneus e entulhos;
– Manter limpas as piscinas;
– Guardar ou jogar no lixo os objetos que pode acumular água: tampas de garrafa, folhas secas, brinquedos.

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Saúde

Reabertura do HPS de Canoas é adiada para junho de 2027, após atrasos nas obras

Redação

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Hospital de Pronto Socorro de Canoas tem previsão de reabertura parcial para final de setembro

De acordo com informações divulgadas pelo portal GZH na manhã desta sexta-feira, 10, a reabertura do Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Canoas deve ocorrer apenas a partir de junho de 2027.

O novo prazo está ligado à segunda fase das obras de recuperação da unidade, que sofreu danos durante a enchente de maio de 2024. A previsão inicial indicava a retomada das atividades em dezembro de 2026, mas o cronograma foi revisado.

Segundo o texto, o município divulgou edital para contratar a empresa responsável pelo projeto e pela execução das obras. A abertura das propostas está marcada para o dia 22 de abril. Caso não haja recursos administrativos ou questionamentos judiciais, a assinatura do contrato pode ocorrer no início do segundo semestre.

Conforme o edital, o prazo estimado para conclusão da reforma é de 12 meses, com entrega prevista para junho de 2027. O contrato com a empresa vencedora terá vigência de 18 meses.

Entre as intervenções previstas estão a recuperação da cobertura, substituição de revestimentos, melhorias nas casas de máquinas e reservatórios, além de adequações nos sistemas elétrico e hidrossanitário, instalação de climatização, pintura e serviços de paisagismo. O investimento pode chegar a R$ 10,13 milhões.

Após a conclusão das obras, ainda será necessária a compra de móveis e equipamentos médicos. Em setembro de 2024, a prefeitura suspendeu o processo de aquisição desses itens. Até o momento, não há definição sobre quando o hospital voltará a operar plenamente.

Procurada pela reportagem do Jornal O Timoneiro, a prefeitura de Canoas informou que em breve enviará uma nota sobre o assunto.

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Saúde

Casos graves de influenza quase dobram no Brasil em comparação a 2025

Redação

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Levantamento aponta que a temporada de gripe no Brasil começou mais cedo e com maior intensidade em 2026. Dados do Instituto Todos pela Saúde, com base em análises laboratoriais, indicam que os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados pelo vírus influenza quase dobraram entre janeiro e meados de março na comparação com o mesmo período de 2025.

Neste ano, foram registrados 3.584 casos, contra 1.838 no ano passado. As informações reforçam o cenário de aumento na circulação de vírus respiratórios no país.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 800 pessoas morreram em decorrência de vírus respiratórios nesse intervalo. Ao todo, o Brasil soma cerca de 14 mil casos de SRAG até meados de março.

O avanço antecipado da gripe já provoca impactos em cidades brasileiras. Em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi decretada situação de emergência devido ao aumento das doenças respiratórias.

Especialistas apontam que a pandemia de Covid-19 alterou o comportamento dos vírus respiratórios. O virologista Anderson Brito explica:

“O que a gente tem observado é que a sazonalidade, ou seja, o período onde os vírus respiratórios costumavam mais estar presente, que era ali em torno do inverno, né, se modificou muito após a chegada da pandemia de Covid-19. O que acontece é que aquele isolamento que a gente fez durante a pandemia alterou o ciclo sazonal da maioria dos vírus”

Para conter o avanço da gripe, a principal recomendação das autoridades de saúde é a vacinação. O governo federal antecipou a campanha de imunização em 2026, com meta de vacinar 90% dos grupos prioritários até 30 de maio. Até agora, cerca de 6 milhões de doses já foram aplicadas.

Estão entre os grupos prioritários crianças, idosos, gestantes, profissionais de saúde, professores, povos indígenas e pessoas com comorbidades.

A infectologista Miriam Dalben faz um alerta sobre a gravidade da doença:

“As pessoas acabam banalizando um pouco a gripe, achando que é uma coisa muito besta, que não pode evoluir com gravidade. Isso não é verdade. Tem gente que só descobre quando fica doente de maneira grave, igual tem paciente agora internado com gripe muito grave. Tem paciente inclusive na UTI agora.”

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Saúde

Anvisa suspende lote de dipirona da Hypofarma após identificar risco de contaminação

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou, na quarta-feira, 8, o recolhimento de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL, apresentado em caixas com 100 ampolas de 2 mL, produzido pela Hypofarma.

Além do recolhimento, o órgão também suspendeu a comercialização, distribuição e uso do lote 24112378 do medicamento em todo o país.

De acordo com a Resolução (RE) 1.380/2026, a decisão foi tomada após a confirmação de desvio de qualidade, identificado pela presença de material particulado não dissolvido e estranho à formulação do produto.

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