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27/08/2026
 

Geral

Refap paralisa uma de suas unidades de produção de gasolina

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A Petrobras paralisou temporariamente uma das duas unidades de produção de gasolina (Unidade de Craqueamento Catalítico Fluido – UFCC) da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) a partir desta segunda-feira, 21. De acordo a estatal, a paralisação temporária da planta não gera impactos relevantes nos resultados financeiros da companhia. A produção suspensa será compensada por modal marítimo.

Justiça

A ação da Petrobras tem motivações jurídicas. A unidade afirma que interrompeu as atividades para cumprir uma decisão judicial de caráter liminar decorrente de pleito apresentado pelo Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro-RS). O sindicato ingressou com ações judiciais exigindo a suspensão da implementação de mudanças na organização e métodos de trabalho da Petrobras.

Mudanças

De acordo com nota divulgada pela Petrobras, um estudo de Organização e Métodos de Trabalho (O&M) é realizado desde 2014 com o objetivo de avaliar a demanda e frequência das atividades dos técnicos de operação. A metodologia, segundo a estatal, permitiu a reorganização das rotinas operacionais, distribuindo-as de forma mais homogênea entre os postos de trabalho, com transferência de algumas atividades do horário de turno para o regime administrativo. Os resultados do estudo começaram a ser implementados em maio de 2017 nas refinarias da Petrobras, gerando impasses e protestos por parte de movimentos sindicais.

Protestos

O Sindipetro realizou um ato de protesto na quarta-feira, 9 de agosto, em frente à Refap, na Avenida Getúlio Vargas, 11001. O motivo da mobilização, de acordo com o sindicato, foi contra a redução de efetivos, segurança, em defesa da vida e do meio ambiente. “Estamos brigando sim pelos postos de trabalho, mas principalmente pela segurança e a saúde dos trabalhadores, da comunidade no entorno e na defesa do meio ambiente, em caso de um desastre ambiental. Isso é um crime contra o patrimônio público, contra a Petrobrás”, disse o presidente do sindicato, Fernando Maia da Costa.

 

 

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Policial

Tia de menina de 4 anos morta após agressão é presa por suspeita de omissão em Porto Alegre

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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira, 27, na zona Sul de Porto Alegre, Beatriz Eduarda Costa Ramiro, de 22 anos, tia de Samylle Valentina Borba Ramiro, de quatro anos. A menina morreu após ser agredida pelo tio, Nicolas Gabriel Almeida Staubuss, também de 22 anos, que está preso desde 20 de agosto.

Beatriz teve a prisão preventiva decretada e, segundo a investigação, também é responsabilizada pela morte da sobrinha por ter se omitido diante das agressões. Ela deverá responder por homicídio qualificado.

De acordo com a delegada Alice Fernandes, responsável pelo caso, a agressão ocorreu no dia 16 de agosto. Beatriz teria aguardado cerca de três horas antes de levar a menina para atendimento médico. Quando chegaram à UPA Bom Jesus, Samylle já estava morta.

Segundo a polícia, a omissão teria contribuído para o resultado morte. A investigação aponta que Beatriz, na condição de responsável pela criança, teria deixado de buscar socorro em tempo hábil.

Nicolas, companheiro de Beatriz, confessou ter agredido a menina. Em depoimento, afirmou que teria dado apenas palmadas na criança após ela fazer cocô nas calças.

Laudos preliminares do Instituto-Geral de Perícias (IGP) apontaram que Samylle morreu em decorrência de politraumatismo. Conforme a polícia, ainda não é possível determinar se todas as lesões identificadas foram provocadas por agressões ou se tiveram outras causas. A hipótese de violência sexual foi descartada.

A Polícia Civil deve concluir o inquérito nos próximos dias.

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Policial

PF investiga fraude de R$ 406 milhões em licitações de máquinas e cumpre mandado em Canoas

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 27, a Operação Terra Arrasada, que investiga um esquema de fraude em licitações para a venda de máquinas pesadas de terraplenagem. A ação cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em cinco cidades do Rio Grande do Sul e em Jacareí (SP).

Segundo a investigação, empresas do Rio Grande do Sul firmaram, entre 2017 e 2026, contratos com o poder público que somam mais de R$ 406 milhões para a venda de 724 máquinas. O esquema teria atingido centenas de municípios gaúchos, com cerca de 40% dos contratos envolvendo órgãos federais.

Os mandados foram cumpridos em oito endereços de Venâncio Aires, um em Santa Cruz do Sul, um em Lajeado, um em Canoas, um em Santa Maria e um em Jacareí (SP), totalizando 13 ordens judiciais. Uma das empresas investigadas é a GRA Máquinas, de Venâncio Aires.

Durante a operação, foram apreendidos oito veículos de luxo, além de celulares e documentos. Ninguém foi preso.

Como funcionava o esquema

Conforme a PF, um grupo empresarial utilizava empresas que, apesar de formalmente independentes, seriam controladas pelos mesmos responsáveis. A investigação aponta que as empresas simulavam concorrência em processos licitatórios, apresentavam propostas previamente combinadas e utilizavam adesões a atas de registro de preços para reduzir a competição.

A prática teria permitido manter os preços dos equipamentos artificialmente elevados. Entre as irregularidades investigadas também estão a cobrança de valores acima dos praticados no mercado, o pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos e a lavagem de dinheiro.

A Justiça Federal determinou o sequestro de imóveis e veículos até o limite de aproximadamente R$ 14 milhões, valor relacionado ao prejuízo apurado em desfavor da União.

Também foi determinada a suspensão do direito de três empresas investigadas de participar de novas licitações e de firmar contratos com o poder público.

Os investigados poderão responder pelos crimes de frustração do caráter competitivo de licitação, corrupção ativa, organização criminosa e lavagem de capitais.

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Geral

Prazo para resgatar R$ 17 mil em prêmios da Nota Fiscal Gaúcha termina na próxima semana

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R$ 13 mil em prêmios do Nota Fiscal Gaúcha ainda aguardam resgate; prazo termina no domingo, 21

Os participantes do Programa Nota Fiscal Gaúcha (NFG) têm até 5 de setembro para resgatar os valores premiados no sorteio mensal nº 164, realizado em maio. Após o prazo, os prêmios expiram e não poderão mais ser solicitados.

Ao todo, cerca de R$ 17 mil ainda estão pendentes de resgate. De acordo com as regras do programa, os ganhadores têm 90 dias, contados a partir da homologação do resultado, para solicitar o pagamento.

Para verificar se há algum valor disponível, o participante deve acessar o site ou o aplicativo do NFG, fazer login com a conta gov.br e consultar a aba “Meus prêmios”.

O pagamento pode ser solicitado para uma conta do Banrisul ou para outras instituições financeiras por meio de Pix, desde que a chave cadastrada seja o CPF.

O dinheiro não é depositado imediatamente após a solicitação. No entanto, depois que o pedido de resgate é realizado dentro do prazo, o repasse do valor fica garantido.

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