Saúde
Simers aciona Ministério Público por falta de pediatra no HU de Canoas e hospital nega desassistência

Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) acionou o Ministério Público neste domingo, 1º de fevereiro, por causa da ausência de médico pediatra no alojamento conjunto do Hospital Universitário de Canoas.
Segundo o Simers, a situação coloca recém-nascidos em risco imediato, já que, conforme o sindicato, o setor estaria há dois dias sem profissional responsável.
A entidade afirma que bebês nascidos nas últimas 48 horas não teriam passado por avaliação médica adequada após o parto e o período de recuperação. Para o Simers, o problema reflete um cenário de fragilização do atendimento no hospital, que já vinha sendo denunciado pelo sindicato.
No ofício enviado à Promotoria de Justiça de Canoas, o Simers pediu uma inspeção urgente na unidade para garantir a segurança dos pacientes, proteger a atuação dos médicos e assegurar atendimento digno à população. O sindicato também lembrou que residentes estão paralisados desde a última quinta-feira, 29, em protesto por melhores condições de trabalho e atendimento.
Hospital nega desassistência e diz que atendimento seguiu normal
Em resposta às acusações, a direção do Hospital Universitário de Canoas e a Associação Saúde em Movimento (AMS), gestora da unidade, divulgaram nota oficial contestando o Simers.
Segundo o hospital, não houve interrupção de atendimento no Centro Obstétrico nem nos setores de Pediatria. A gestão garante que havia número suficiente de pediatras e intensivistas pediátricos em todas as áreas.
Para sustentar essa posição, o HU apresentou dados do fim de semana. Entre sexta-feira, 30 de janeiro e domingo, 1º de fevereiro, foram realizados 23 partos e 73 atendimentos no pronto atendimento obstétrico. O hospital informou ainda que 5 bebês receberam alta do alojamento conjunto entre sexta, 30, e sábado, 31, o que, segundo a gestão, comprova o funcionamento regular dos serviços.
Sobre a menor presença de residentes em alguns setores, o HU atribuiu a situação à paralisação iniciada na quinta-feira, 29, e afirmou que o movimento foi incentivado pelo sindicato. A direção disse que poderá recorrer à Justiça para garantir o atendimento mínimo previsto em lei durante a greve.
Por fim, o hospital garantiu que nenhum recém-nascido ficou sem avaliação médica e que todos receberam atendimento conforme suas necessidades.
O Ministério Público agora analisa o caso.
Saúde
Rio Grande do Sul entra em categoria de risco para casos de síndrome respiratória grave

O Rio Grande do Sul entrou na categoria de risco para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme aponta o novo boletim InfoGripe, divulgado na quinta-feira, 21, pela Fundação Oswaldo Cruz.
Segundo os pesquisadores, o avanço das notificações indica que os casos de doenças respiratórias seguem em níveis elevados no Estado. No último levantamento, divulgado em 7 de maio, o cenário era considerado de alerta. Com o aumento dos registros nas últimas semanas, a classificação foi alterada para risco.
Dados do painel de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde mostram que 408 pessoas foram hospitalizadas por doenças respiratórias entre os dias 10 e 16 de maio, durante a semana epidemiológica 19.
O boletim também aponta que o vírus Influenza A continua sendo o de maior circulação no território gaúcho, com registros de casos graves e internações. Além disso, há incidência do Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
O crescimento das notificações ocorre em quase todos os estados brasileiros, com exceção de Rondônia. Entre as capitais, Porto Alegre também apresenta aumento nos casos de doenças respiratórias.
Até o momento, o Rio Grande do Sul contabiliza 237 mortes por síndromes respiratórias. A vacinação segue sendo apontada pelas autoridades de saúde como a principal forma de prevenção contra casos graves da doença. O imunizante disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra três cepas da influenza e é destinado aos grupos prioritários.
Saúde
Hospital Universitário de Canoas realiza mutirão com 200 cirurgias de laqueaduras

O Hospital Universitário de Canoas realizará, entre os dias 27 e 31 de maio, um mutirão de cirurgias de laqueadura. A ação prevê a realização de 200 procedimentos em cinco dias, com atendimentos em quatro salas cirúrgicas simultaneamente.
Segundo o hospital, a iniciativa deve zerar a fila interna do procedimento na instituição. Além das pacientes cadastradas no HU, também serão abertas vagas para a regulação estadual.
De acordo com dados divulgados pela instituição, em março deste ano 253 mulheres aguardavam pela cirurgia de laqueadura na fila interna do hospital. Atualmente, esse número é de 75 pacientes.
O mutirão será realizado pela Associação Saúde em Movimento (ASM), responsável pela gestão do Hospital Universitário, com apoio da Prefeitura de Canoas, do Grupo Hospitalar Conceição e do programa Agora Tem Especialistas, do Governo Federal.
A superintendente hospitalar da ASM e responsável pelo HU, Tatiani Pacheco, afirmou que muitas pacientes aguardam pelo procedimento há anos.
“Muitas pacientes aguardam anos por esse procedimento e, durante esse período, algumas acabam enfrentando uma nova gestação sem planejamento. Quando ampliamos esse acesso, garantimos mais agilidade no atendimento e reforçamos o direito da mulher de decidir sobre o próprio planejamento familiar e sua saúde”, disse.
Durante o mutirão, serão realizadas 40 cirurgias por dia. As pacientes começarão a ser contatadas ainda nesta semana pelos canais oficiais do hospital para consultas e exames pré-operatórios.
Saúde
Canoas terá Dia D de atendimentos oftalmológicos para reduzir fila de espera

A rede municipal de saúde de Canoas ampliou os atendimentos em oftalmologia para reduzir a fila de espera por consultas, exames e cirurgias. Desde abril, a Clínica São Pietro retomou os atendimentos no município e passou a realizar mutirões voltados a pacientes encaminhados pela rede pública.
Neste mês, a oferta foi ampliada para cerca de 2,5 mil consultas oftalmológicas, mais de 5 mil exames e procedimentos cirúrgicos necessários aos pacientes atendidos pelo SUS.
Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a medida busca atender à demanda acumulada nos últimos anos.
O primeiro mutirão em maior escala está marcado para 30 de maio, a partir das 7h, na Clínica São Pietro. A previsão é de mais de 300 atendimentos ao longo do dia.
Os agendamentos já estão sendo realizados. A orientação da Secretaria é para que os moradores mantenham os dados atualizados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e acompanhem contatos feitos por telefone e mensagens. Agentes comunitários também fazem busca ativa de pacientes não localizados.

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