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07/08/2026
 

Policial

Caso da ex-secretária do Bem-Estar Animal de Canoas tem novas denúncias

Redação

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Caso da ex-secretária do Bem-Estar Animal de Canoas tem novas denúncias

A ex-secretária do Bem-Estar Animal de Canoas, Paula Lopes, é investigada pela Polícia Civil sob suspeita de ordenar eutanásias em massa de animais durante sua gestão entre janeiro e agosto de 2025. A investigação, revelada por Zero Hora, aponta que tutores deixavam seus pets aos cuidados da então secretária e, dias depois, eram informados de que os animais haviam morrido, muitas vezes sem qualquer aviso prévio ou justificativa plausível.

Um dos casos que geraram denúncia foi o da cadela Preta, de Sílvia Kennel, auxiliar de veterinária. Após um acidente, a tutora deixou o animal sob os cuidados de uma clínica indicada por Paula. Desde então, não teve mais notícias. Sílvia relata que tentou contato por semanas, mas a clínica só repassava informações mediante autorização da secretária. Após 28 dias, foi informada de que Preta havia morrido devido a complicações de uma cirurgia. O animal estava registrado em nome de Paula, o que impediu a tutora de resgatar o corpo.

Outro caso citado na reportagem é o da protetora Francieli Lopes, que confiou um cão chamado Simba aos cuidados da secretária. Assim como no caso anterior, a comunicação foi cortada, e a morte do animal foi informada por áudio apenas dois dias depois.

Depoimentos de ex-funcionários indicam que eutanásias passaram a ser realizadas em excesso e sem controle adequado. Segundo um servidor, fichas de identificação dos animais armazenados em freezers foram retiradas por ordem de Paula. “Já não tínhamos mais controle de qual animal estava dentro do saco”, afirmou. A motivação das mortes, segundo relatos, era a falta de estrutura do abrigo, como ausência de isolamento para animais com doenças infecciosas.

A Operação Carrasco, deflagrada pela Polícia Civil em 4 de setembro, cumpriu mandados de busca e apreensão em locais ligados à ex-secretária. Foram encontrados 14 corpos de animais em um freezer e R$ 100 mil em espécie na residência de Paula Lopes. No período investigado, teriam sido registradas 239 eutanásias. A polícia também apura o vínculo entre Paula e uma clínica da zona sul de Porto Alegre.

Além de Paula, outros três investigados foram ouvidos, incluindo uma veterinária da prefeitura e familiares da ex-secretária. A Prefeitura de Canoas criou uma comissão para apurar a situação do abrigo municipal. Paula Lopes nega todas as acusações e alega ser alvo de perseguição política.

Policial

Canoense de 23 anos é investigado em operação contra grupo suspeito de planejar ataque nas eleições

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira, 4, a Operação Rede Interrompida para investigar um grupo suspeito de planejar um atentado durante o período eleitoral de 2026. A ofensiva ocorreu simultaneamente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Pernambuco, com o cumprimento de oito mandados de busca e apreensão, em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em Canoas, um dos mandados foi cumprido no bairro Rio Branco. No local, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros objetos que serão encaminhados para perícia. O investigado não foi preso e seguirá sendo apurado.

A ação no município foi realizada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, em apoio à investigação conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal.

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontam que integrantes do grupo discutiam a possibilidade de realizar um ataque durante um debate presidencial do segundo turno das eleições, incluindo o uso de explosivos no local do evento. As apurações também identificaram conversas sobre invasão de prédios públicos, compartilhamento de mapas, plantas arquitetônicas de edifícios em Brasília, recrutamento de participantes e manuais para fabricação de artefatos explosivos.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizavam grupos em aplicativos de mensagens e ambientes da chamada “dark web” para fazer referências a uma possível mobilização durante o período eleitoral. As diligências buscam esclarecer a natureza dessas comunicações e verificar se houve planejamento de ações criminosas.

A investigação teve início após a análise de um relatório técnico elaborado pelo Ciberlab, laboratório vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos têm entre 19 e 31 anos e são investigados, em tese, pelos crimes de associação criminosa, incitação ao crime, apologia de crime ou criminoso e infrações previstas na legislação antirracismo. Até o momento, os fatos não foram enquadrados na Lei de Terrorismo. A responsabilização individual dependerá da análise pericial do material apreendido e da conclusão do inquérito.

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Policial

Polícia Civil identifica suspeito e apreende veículo em investigação de caso envolvendo criança em Canoas

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A Polícia Civil cumpriu, na tarde desta segunda-feira, 27, um mandado de busca e apreensão durante a investigação de uma suposta abordagem suspeita contra uma criança de 7 anos, registrada no dia 6 de julho, no bairro Rio Branco, em Canoas.

A ação foi realizada por policiais da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, sob coordenação do delegado Maurício Barison. O mandado foi cumprido na residência de um investigado de 26 anos, também localizada no bairro Rio Branco.

No local, os policiais apreenderam um automóvel identificado ao longo da investigação por meio de perícia técnica e análise de imagens de videomonitoramento. Também foram recolhidos um aparelho celular e uma câmera de monitoramento veicular. Segundo a Polícia Civil, os equipamentos serão submetidos à perícia para extração e análise de dados que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.

De acordo com a corporação, o investigado será ouvido formalmente na delegacia para prestar esclarecimentos sobre o caso.

Em nota, o delegado Maurício Barison afirmou que a Polícia Civil conduz a investigação com rigor técnico e observando o devido processo legal, sem prejuízo da rapidez necessária na apuração dos fatos.

Ainda segundo a Polícia Civil, a identificação do suspeito foi possível após exame pericial de imagens realizado por peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP-RS). As investigações seguem em andamento para esclarecer todas as circunstâncias da ocorrência.

Em cumprimento ao artigo 143 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a identidade da vítima é preservada e não serão divulgadas informações que possam permitir sua identificação.

A Polícia Civil orienta que informações sobre crimes envolvendo crianças e adolescentes podem ser repassadas de forma anônima à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas. As denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp (51) 98459-0259 ou pela linha direta (51) 3425-9056.

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Policial

Homem de 34 anos é preso por estupro de vulnerável contra a própria filha em Canoas

Redação

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No final da tarde de quinta-feira, 16, a Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas, sob coordenação do delegado Maurício Barison Barcellos, realizou a prisão preventiva de um homem investigado pela prática de estupro de vulnerável contra sua própria filha. A prisão foi realizada no bairro Mathias Velho, em Canoas.

O caso teve início no mês de maio, quando, seguindo apurado, a vítima estaria na casa do genitor e passou a ser espancada com socos na região da barriga. A adolescente conseguiu telefonar para sua mãe, que solicitou apoio da Brigada Militar. Chegando ao local, o investigado ainda ameaçou de morte a mãe da vítima, o que levou a ser preso em flagrante pela Brigada Militar pela ameaça no contexto de violência doméstica. O homem foi preso e liberado sob condição do uso de tornozeleira eletrônica.

A partir da prisão do genitor, a vítima de 15 anos revelou que era abusada sexualmente pelo genitor desde os 12 anos de idade e que, diante da possibilidade de estar grávida do próprio abusador, passou a sofrer agressões físicas. Ainda, conforme apurado, o investigado submeteu a vítima a testes de gravidez por suspeitar que ela pudesse ter engravidado em decorrência dos abusos, passando, após essa suspeita, a aplicar-lhe injeções anticoncepcionais.

O Delegado Maurício Barison afirma que a Polícia Civil segue atuando com rigor técnico e institucional no enfrentamento a crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes, priorizando a escuta especializada e a proteção da vítima em todas as etapas da investigação.

A DPCA Canoas reforça que o estupro de vulnerável não admite relativização quando praticado contra menores de 14 anos, dada a absoluta vulnerabilidade das vítimas nessa faixa etária, e reafirma seu compromisso institucional no combate a crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

DENÚNCIAS ANÔNIMAS
WhatsApp: (51) 9 8459-0259
Linha direta: (51) 3425-9056
www.pc.rs.gov.br

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