Cultura
Projeto de Mamulengo brasiliense chega a Canoas para duas apresentações gratuitas

Histórias sobre o cotidiano e a cultura popular contadas com bonecos, músicas e humor. Enquanto cativa e provoca o público ao tratar de questões sociais de maneira leve e envolvente, o Mamulengo celebra a riqueza das tradições nordestinas.
No dia 12 de agosto, o projeto Mamulengo Circuladô leva esse legado cultural a Canoas em duas apresentações alegres e irreverentes. As sessões são gratuitas e ocorrem às 15h e às 20h, no Teatro do SESC Canoas.
Apresentadas pelo mestre mamulengueiro Chico Simões e pelo músico Daniel Carvalho (DF), as duas aulas-espetáculos contam a história do amor proibido de Benedito e Margarida.
Como ela está grávida, eles fogem com o Boi Estrela para a cidade, onde enfrentarão as dificuldades naturais da vida e a perseguição do terrível Capitão João Redondo. O enredo se desenrola a partir da interação com os espectadores e de música ao vivo.
A turnê do projeto Mamulengo Circuladô teve início em julho e já passou por Goiânia (GO), Guaxupé (MG), Guaranésia (MG) e São Paulo (SP). Morro Reuter, Gramado, Florianópolis (SC) e Rio do Sul (SC) são os próximos destinos. Criada por Chico Simões e Clara Nugoli, a iniciativa tem o propósito de desenvolver ações focadas na educação patrimonial e na difusão do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste, tradição que é patrimônio cultural brasileiro.
As apresentações, que ocorrem no dia 12 de agosto às 15h e às 20h no Teatro SESC Canoas, fazem parte do 13º Festia – Festival de Teatro Popular em Canoas e têm indicação livre.
O Projeto Mamulengo Circuladô
Com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), até agosto o projeto Mamulengo Circuladô também passará por São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
As apresentações, no formato aula-espetáculo, permitem ao público apreciar a irreverente arte do mamulengo ao mesmo tempo em que são compartilhados conteúdos sobre a importância das tradições populares na formação da identidade cultural brasileira.
Também são abordados conteúdos sobre a difusão da tradição e sobre o que é e o que pode vir a ser registrado um patrimônio cultural.
Cada cidade visitada pelo projeto sediará duas aulas-espetáculo da montagem ‘O Romance do Vaqueiro Benedito’. Além de Chico Simões botando bonecos e trazendo as peculiaridades da tradição mamulengueira, as apresentações serão acompanhadas de trilha sonora ao vivo executada pelo rabequeiro e músico brincante Daniel Carvalho.
Para reforçar as ações em educação patrimonial para diferentes públicos, serão distribuídas cartilhas educativas no formato impresso em tinta e também em Braille.
Cultura
Semana do Cinema começa nesta quinta-feira, 5, em Canoas com ingressos a R$ 10 e R$ 12

A 1ª Semana do Cinema de 2026 começa nesta quinta-feira, 5, e segue até o dia 11 de fevereiro, oferecendo ingressos promocionais em Canoas. Até as 17h, as entradas custam R$ 10, e após esse horário passam para R$ 12.
A campanha é válida para salas tradicionais em 2D e 3D e também traz descontos nos combos de pipoca. Ficam de fora da promoção as salas VIP, IMAX, pré-estreias e sessões especiais.
Na cidade, a Semana do Cinema acontece no Cinemark do Canoas Shopping e no UCI do ParkShopping Canoas. Para garantir o valor promocional, a recomendação é comprar os ingressos com antecedência pelos sites ou aplicativos do Cinemark, UCI ou Ingresso.com.
Cultura
Nova Santa Rita assina contrato para aquisição de van cultural MovCEU

A Prefeitura de Nova Santa Rita assinou nesta semana contrato com o Governo Federal para a aquisição do MovCEU, uma van cultural itinerante que será utilizada para a realização de atividades artísticas, ações formativas e acesso à produção audiovisual e literária em diferentes regiões do município. O investimento total é de R$ 610 mil, sendo R$ 485 mil em recursos federais e R$ 125 mil de contrapartida da prefeitura.
O MovCEU faz parte de uma política pública do Ministério da Cultura voltada à ampliação do acesso à cultura por meio de um equipamento móvel. A iniciativa é direcionada, principalmente, a municípios, áreas rurais, comunidades periféricas e locais com menor oferta de espaços culturais fixos.
A van conta com estrutura para funcionamento como centro cultural itinerante. Entre os equipamentos disponíveis estão biblioteca com acervo de livros, espaço para oficinas e ações formativas, estúdio para produção e edição audiovisual, óculos de realidade virtual, projetor, telão, palco montável, computadores, câmeras, equipamentos de som e suporte técnico.

Divulgação/PMNSR
De acordo com a proposta, o MovCEU deve circular por bairros e comunidades de Nova Santa Rita, com a realização de sessões de cinema ao ar livre, oficinas, apresentações culturais, atividades educativas e ações voltadas a artistas locais.
Durante a assinatura do contrato, o prefeito Rodrigo Battistella afirmou que o objetivo é ampliar o acesso da população a atividades culturais em diferentes pontos da cidade.
A representante do Ministério da Cultura, Patrícia Afonso, destacou que o programa busca levar equipamentos culturais a locais onde não há estruturas fixas disponíveis.
Já o secretário municipal de Cultura e Turismo, Vagner Silva, afirmou que o projeto será utilizado para ampliar as ações culturais no município e incentivar a participação da comunidade.
A previsão é que a van cultural chegue a Nova Santa Rita até o mês de abril. Após a entrega, o equipamento passará a integrar a programação cultural do município, com ações organizadas pela Secretaria de Cultura e Turismo.
Cultura
Casa de Artes Villa Mimosa abre calendário de exposições de 2026 com mostra de Alice Rossoni

A Casa de Artes Villa Mimosa iniciou o calendário de exposições de 2026 com a mostra da artista Alice Rossoni. A exposição reúne obras produzidas pela artista de 17 anos e permanece aberta à visitação por 30 dias no espaço cultural.
A Villa Mimosa mantém programação ao longo de todo o ano e recebe exposições de artistas interessados em apresentar seus trabalhos ao público. O local é voltado à difusão cultural e ao incentivo às artes visuais.
Segundo Alice Rossoni, o projeto começou no fim de 2024, a partir da produção de pinturas com peixes e de pesquisas sobre o peixe beta, espécie comum em aquários.
“A ideia de fazer essa exposição surgiu no fim de 2024, quando comecei a pintar muitos peixes e a pesquisar mais sobre os peixes betas, que são peixes de aquário. A partir disso, passei a usar a arte como uma crítica social. Com o tempo, todo o contexto foi se modificando, porque eu olhava para a parede e me via ali: eles tinham minha alma, minha personalidade, meus medos e inseguranças”, afirmou a artista.
A gestora da Casa de Artes Villa Mimosa, Rosangela Cardoso, destacou o papel do espaço no cenário artístico.
“Aqui é um espaço tanto para artistas já renomados quanto para aqueles que estão começando agora. A casa é um nome extremamente importante para o currículo”, declarou.

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