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24/04/2026
 

Saúde

Endometriose: Maioria das mulheres com fortes cólicas acabam sendo diagnosticadas com a doença

Redação

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Endometriose Maioria das mulheres com fortes cólicas acabam sendo diagnosticadas com a doença

Para algumas mulheres, as cólicas podem ser tão intensas que se tornam um impeditivo para a realização de suas atividades diárias. Portanto, nem sempre podem ser consideradas normais.

Segundo a ginecologista obstetra Ritajaína de Lima Freitas, do Hospital São José, da Rede de Saúde da Divina Providência, a causa deste problema pode ser endometriose.

As mulheres afetadas costumam relatar fortes dores relacionadas ao período pré-menstrual e aos primeiros dias do fluxo.

“Elas precisam ser cuidadas, acolhidas e compreendidas”, explica Ritajaína. “Não se deve normalizar a dor excessiva”, esclarece.

Alguns exames podem ser realizados para auxiliar no diagnóstico, porém, em alguns casos, somente o exame clínico já é suficiente. Apesar de o diagnóstico definitivo ser realizado por videolaparoscopia, nem sempre ela é necessária.

“A cólica menstrual costuma durar cerca de dois dias e ceder com a prescrição de analgésicos. Portanto, quem sente muita cólica, independente da idade, é fundamental procurar um especialista e relatar o caso, para juntos encontrar a melhor alternativa e ter mais qualidade de vida”, comenta Ritajaína.

E mesmo que a paciente não tenha sintomas, também é possível ter endometriose, uma das principais causadoras de infertilidade.

Reações inflamatórias

Pela ação dos hormônios, a endometriose desencadeia reações inflamatórias em todos os órgãos nos quais há a presença de tecido endometrial. E uma das principais manifestações desse processo são os sangramentos.

Para desespero das pacientes, este é um processo que se repete mensalmente. No ápice das crises, muitas delas relatam a sensação de que é como se seus órgãos estivessem contorcidos.

Como aliviar as dores

Se o incômodo provocado pelas cólicas está afetando a qualidade de vida da mulher, é essencial a busca por um especialista. Para casos mais leves, como já dito, o uso de analgésicos, combinado com a fisioterapia pélvica, tende a ser eficaz.

“Para pacientes com dores mais intensas e frequentes pode até ser indicado um procedimento cirúrgico. Cada caso tem suas peculiaridades. Por isso a necessidade de conversa e acompanhamento de um profissional”, comenta a ginecologista.

Saúde

Anvisa amplia uso do Mounjaro para tratamento de diabetes tipo 2 a partir dos 10 anos

Redação

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Foto: martenaba/Adobe Stock

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial da União (DOU), na quarta-feira ,22, a ampliação da indicação terapêutica do medicamento Mounjaro (tirzepatida) para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2. A medida consta na Resolução-RE nº 1.592, de 17 de abril de 2026.

Com a mudança, o medicamento passa a ser indicado também para pacientes pediátricos a partir de 10 anos de idade. Antes, o uso aprovado para diabetes tipo 2 era restrito à população adulta. As demais indicações terapêuticas já autorizadas permanecem sem alteração.

Segundo a Anvisa, pedidos de inclusão de novas faixas etárias ou ampliação de indicações passam por avaliação regulatória, com base em dados técnico-científicos que comprovem qualidade, segurança e eficácia para o uso pretendido.

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Saúde

Direção de hospital confirma controle de surto de bactéria em UTI neonatal em Porto Alegre

Redação

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A presença da bactéria Acinetobacter baumannii na UTI neonatal do Hospital Fêmina, em Porto Alegre, está sob controle, conforme informou nesta quarta-feira, 22, a diretora de Atenção à Saúde do Grupo Hospitalar Conceição, Rosana Reis Nothen.

“O surto está contido. A gente não tem nenhum indicativo de que ele vai ter qualquer tipo de disseminação para além do que já houve. Consideramos que a situação está totalmente dentro do controle.”

A bactéria identificada é classificada como multirresistente. Até agora, quatro recém-nascidos tiveram diagnóstico positivo. Um deles não resistiu e morreu. Os outros três permanecem internados, em estado grave, mas com quadro estável.

Segundo a direção, esse tipo de microrganismo pode ser encontrado em ambientes hospitalares, porém representa maior risco em pacientes mais frágeis, como prematuros.

“No cenário de pacientes que tenham comprometimento imunológico, principalmente os prematuros, ela tende a causar infecções. Mas identificamos que é sensível a algumas substâncias que já estão sendo administradas nos bebês.”

Outros dois bebês que estavam na mesma unidade são monitorados por terem tido contato com os casos confirmados. Todos seguem isolados, com atendimento realizado por equipes exclusivas.

A UTI neonatal está interditada desde a última quinta-feira, 16, e a previsão é de que permaneça fechada por mais uma semana. A situação é acompanhada pela Vigilância em Saúde do município.

Gestantes de alto risco estão sendo encaminhadas para outras instituições, como o Hospital Materno Infantil Presidente Vargas e a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, conforme a disponibilidade de vagas. Os demais atendimentos do hospital seguem sem alterações.

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Saúde

Senador Paulo Paim destina emenda parlamentar de R$ 2,2 milhões ao Hospital Universitário de Canoas

Redação

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Foto: Bruno Ourique

O senador Paulo Paim (PT) confirmou a destinação de uma emenda parlamentar de R$ 2,2 milhões para o Hospital Universitário (HU) de Canoas. O recurso será usado na compra de equipamentos e na realização de exames e cirurgias, com foco na ampliação dos atendimentos e na redução das filas.

A ação está ligada ao programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, que busca ampliar o acesso a consultas, exames e procedimentos especializados no SUS.

O anúncio foi feito durante reunião no HU com o diretor administrativo e financeiro do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), João Motta, e contou com a presença do gerente de Projetos Estratégicos Nacionais do GHC, Leonardo Stefanutto, da assessora de diretoria do GHC, Leonita Carvalho, da secretária de Saúde de Canoas, Ana Boll, e da superintendente da Associação Saúde em Movimento, empresa gestora do HU, Tatiani Pacheco.

O valor foi dividido em duas partes. R$ 1.900.000,00 serão destinados à compra de equipamentos e ao custeio de cirurgias cardíacas e oftalmológicas. Outros R$ 300.000,00 vão para exames de diagnóstico.

“Esses valor destinados pelo senador Paim vão ser investidos em equipamentos e cirurgias. Nós queremos reduzir o tempo de espera, qualificar o diagnóstico para que as pessoas que venham a ser chamadas no mutirão tenham mais uma chance de resolver o seu problema, que às vezes demora anos e anos. Portanto, nós queremos acabar com as filas, reduzir tempo de espera e qualificar o atendimento”, afirmou Motta.

Dentro do programa, o GHC deve encaminhar um angiógrafo ao HU, em parceria com o Ministério da Saúde.

A secretária municipal de Saúde de Canoas, Ana Boll, falou sobre o repasse.

“É fundamental este tipo de recurso porque é através de aportes desse tipo que conseguimos montar um plano de trabalho para realizar os procedimentos e agilizar as filas. O Hospital Universitário possui uma capacidade gigante de produção e esse trabalho em conjunto de todas as esferas vai permitir que consigamos alcançar ela”, afirma.

A superintendente da Associação Saúde em Movimento, Tatiani Pacheco, também comentou a reunião.

“Receber aqui um senador com tanta experiência e anos de carreira é um orgulho para o hospital. Que a gente siga tendo sabedoria para empregar corretamente os recursos em prol do SUS, porque é para isso que estamos aqui todos os dias. Nós precisamos dos pacientes e eles de nós”, completa.

O recurso será aplicado em ações voltadas ao atendimento no Hospital Universitário de Canoas, dentro das diretrizes do SUS e do programa federal.

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