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14/03/2026
 

Geral

Utensílios para ações de emergência são doados à Defesa Civil do RS

Redação

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Gerente de Relações Institucionais da Braskem no RS, Daniel Fleischer (ao centro) e Coronel Santiago Soares Dias de Castro, Subchefe da Casa Militar- Proteção e Defesa Civil (a sua esquerda). FOTO: Jefferson Bernardes/ Agência Preview

A Defesa Civil do RS recebeu a doação de 11 toneladas de resinas produzidas pela Braskem, no Polo Petroquímico de Triunfo, em parceria com as indústrias de transformação Best Box (Campo Bom) e Erplasti (Montenegro), que entregou 4.700 baldes, 50 mil unidades de sacos plásticos de tamanho 50X80, e 600 bobinas de filme stretch para o órgão do Estado.

Os utensílios serão empregados em operações de atendimento à comunidade gaúcha em eventos meteorológicos extremos como enxurradas, alagamentos e inundações, e envolvam atividades como limpeza de residências e vias urbanas, transporte de água, equipamentos, entre outras.

Doações

A doação foi formalizada em evento realizado na manhã de terça-feira, 2, em Porto Alegre.

“Partindo do pressuposto de que Defesa Civil somos todos nós, é relevante verificar o engajamento de empresas do porte da Braskem e seus parceiros para apoiar a população gaúcha atingida por desastres”, explica o coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Boeira.

“Esses itens, usados na limpeza das residências atingidas e na montagem dos kits de alimentos a serem entregues pela Defesa Civil às pessoas, são de extrema necessidade, e fazem toda a diferença para as famílias em vulnerabilidade que são beneficiadas”, finalizou.

Empresas parceiras

Segundo o gerente de Relações Institucionais da Braskem no RS, Daniel Fleischer, a companhia mantém historicamente uma atuação atenta a demandas locais de forma articulada com algumas das principais lideranças gaúchas.

“Essa é uma entrega prática, mas também simbólica, pois é resultado de uma articulação conjunta que une diferentes atores em um mesmo propósito”, destaca.

Com sede em Montenegro, a Erplasti recebeu 6.875 quilos de resinas de polietileno da Braskem para produção dos sacos plásticos e bobinas de filme stretch.

 “A Erplasti está sempre atenta às necessidades da sua comunidade, colaborando com doações com o intuito de minimizar as dificuldades das pessoas que enfrentam adversidades meteorológicas e sociais”, explica o gerente administrativo da empresa, Sérgio Weber. Para a produção dos baldes, a Best Box, de Campo Bom, recebeu 4.125kg de polipropileno (PP).

 

Geral

Sábado Solidário mobiliza Canoas para arrecadar alimentos; saiba os pontos de coleta

Redação

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O Banco de Alimentos de Canoas promove, no próximo sábado, 14, o primeiro Sábado Solidário de 2026, uma mobilização voltada à arrecadação de alimentos não perecíveis para fortalecer o atendimento às instituições sociais que apoiam famílias em situação de vulnerabilidade no município.

A ação acontece das 9h às 18h, com pontos de coleta em diversos supermercados de Canoas. Durante todo o dia, voluntários estarão nos locais recebendo doações de clientes que desejarem contribuir com a iniciativa.

A insegurança alimentar ainda é uma realidade presente em muitas comunidades, onde famílias convivem com o orçamento comprometido e com acesso limitado a uma alimentação adequada, tanto em quantidade quanto em qualidade. Nesse contexto, a atuação do Banco de Alimentos é fundamental ao arrecadar e distribuir alimentos para
entidades sociais cadastradas, contribuindo para que mais pessoas tenham acesso a refeições regulares e equilibradas.

Realizada há mais de 24 anos, a campanha Sábado Solidário mobiliza voluntários, parceiros e a comunidade em torno de um objetivo comum: ampliar a arrecadação de alimentos e fortalecer o atendimento às entidades assistenciais do município.

Em Canoas, a iniciativa conta com o apoio do Rotary Club Industrial, que colabora na mobilização de voluntários e na sensibilização da comunidade. Para a presidente do Banco de Alimentos de Canoas, a participação da população é
fundamental para ampliar o alcance da ação.

“Cada doação faz diferença. Quando a comunidade se mobiliza, conseguimos fortalecer o trabalho das entidades sociais e garantir que mais famílias tenham acesso a uma alimentação digna”, afirma Isabel Bodini Viegas.

Como contribuir

A participação da comunidade é simples: ao fazer suas compras, basta incluir alimentos não perecíveis no carrinho como arroz, feijão, óleo, farinhas, massas e enlatados e entregá-los aos voluntários do Banco de Alimentos nos pontos de coleta, próximo às saídas dos estabelecimentos participantes da ação.

Também é possível contribuir por meio de PIX 10426437000145 ou realizando doações diretamente na sede do Banco de Alimentos de Canoas, localizada na Rua Expedicionário, 182, bairro Nossa Senhora das Graças, de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 18h.

Pontos de arrecadação em Canoas

Macromix Canoas – Rua Liberdade, 1381 – Bairro Marechal Rondon
Rissul – Rua Venâncio Aires, 2800 – Bairro Niterói
Rissul – Av. Santos Ferreira, 2620 – Bairro Estância Velha
Fort Atacadista – Av. Farroupilha, 4803 – Bairro Marechal Rondon
Carrefour – Rua Mathias Velho, 467 – Bairro Centro
Asun Center – Av. Boqueirão, 2100 – Bairro Igara
Supermercado Zortea – Rua Joaquim Caetano, 270 – Bairro Fátima
Supermercado Industrial – Rua Lisboa, 6 – Bairro Niterói

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Geral

Iphan aprova registro da pesca com botos no RS e SC como Patrimônio Cultural do Brasil

Redação

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Foto: dossiê do registro/Iphan.

A tradicional pesca com botos, realizada no litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, foi reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil. A aprovação ocorreu na terça-feira, 11, durante a 112ª reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, órgão máximo de decisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Com a decisão, a prática passa a integrar o Livro dos Saberes do Iphan, que reúne conhecimentos e modos de fazer transmitidos entre gerações. A pesca com botos é considerada um saber tradicional que expressa a relação entre pescadores artesanais e o ambiente natural.

A atividade acontece principalmente na foz do Rio Tramandaí, no Rio Grande do Sul, e na região de Laguna, em Santa Catarina. Nesses locais, pescadores aguardam o sinal dos botos, que conduzem os cardumes em direção à margem e indicam o momento certo para lançar as redes.

A pesca colaborativa ocorre principalmente durante o outono, entre os meses de maio, junho e julho. Nesse período, os pescadores se posicionam nos estuários e esperam os saltos e movimentos dos botos, que ajudam a concentrar os peixes e facilitam a captura.

O reconhecimento nacional destaca o valor cultural, histórico e ambiental da prática, considerada um exemplo de cooperação entre seres humanos e animais. Estima-se que cerca de 330 botos-da-Lahille existam no mundo, a maioria no litoral sul do Brasil, espécie que atualmente está classificada como em perigo de extinção.

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Geral

Fórum em Canoas reúne especialistas para discutir enfrentamento à violência contra a mulher

Redação

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O enfrentamento à violência contra a mulher foi tema de debate na tarde da última quinta-feira, 5, durante o Fórum de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, realizado no Teatro do Sesc, em Canoas. A atividade integrou a programação relacionada ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.

O encontro reuniu especialistas, representantes do poder público, profissionais da rede de proteção e integrantes da comunidade para discutir estratégias de prevenção e combate à violência doméstica e ao feminicídio, além de reforçar a articulação entre os serviços que atendem mulheres em situação de violência.

A programação contou com apresentação cultural, seguida da abertura oficial e de um painel temático com autoridades e profissionais que atuam na área. Entre as participantes estiveram a vice-presidente cultural da AJURIS e titular do 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Porto Alegre, Madgéli Frantz Machado; a advogada e criadora do Programa Por Mim, Gisele Uequed; a juíza titular do Juizado da Violência Doméstica de Canoas, Andréa Pinto Goedert; e a soldado Suzamara Muller Lages, integrante da Patrulha Maria da Penha.

Durante o evento, o prefeito de Canoas, Airton Souza, afirmou que o enfrentamento à violência contra a mulher deve ser tratado como prioridade.

“Não podemos aceitar que tantas mulheres ainda vivam com medo dentro das próprias casas. Nosso compromisso é fortalecer a rede de proteção, ampliar o acesso à informação e garantir que cada mulher saiba que não está sozinha e que a cidade tem serviços preparados para acolher e proteger”, disse.

A secretária da Mulher, Cidadania e Inclusão, Maria Beatris Conter Arruda, destacou o objetivo do encontro e a parceria com a área da educação.

“Hoje é um dia muito especial para nós. Estamos fazendo o primeiro Fórum de Enfrentamento à Violência. Nós estamos fazendo um fórum diferente, que é um enfrentamento à violência com um olhar através da educação. Estamos fazendo uma parceria da Secretaria da Mulher com a Secretaria da Educação, porque entendemos que o índice de feminicídios é enorme, aumentando todos os dias. Já tivemos, em dois meses, 20 feminicídios no Rio Grande do Sul”, afirmou.

A advogada Gisele Uequed ressaltou a importância da autonomia financeira para mulheres em situação de violência.

“O programa Por Mim foi incluído na cidade de Canoas em 2019 e se tornou um modelo para o Rio Grande do Sul. A partir da constatação de que a falta de autonomia financeira é um dos fatores que impedem muitas mulheres de romper o ciclo de violência, unimos o setor privado, o setor público e o poder Judiciário para criar oportunidades de reorganização da vida financeira e de inserção no mercado de trabalho”, explicou.

A delegada e diretora do Departamento de Articulação, Cuidado Integral e Promoção à Autonomia Econômica da Secretaria Estadual da Mulher, Márcia Scherer, mencionou o papel da legislação no combate à violência.

“Atualmente temos um instrumento legal muito forte que é a Lei Maria da Penha. Antes dela, os recursos legais eram extremamente limitados. Hoje, quando a mulher se sente ameaçada e registra ocorrência, já pode solicitar uma série de medidas cautelares que garantem proteção imediata”, destacou.

O gestor do programa Tempo de Cuidar, da Secretaria Municipal de Educação, Cleber Melo da Silva, também destacou a importância da educação na prevenção da violência.

“Para além das políticas públicas de segurança e proteção, precisamos construir uma nova cultura, uma cultura de paz, de respeito à dignidade das mulheres. Isso passa pela educação, pela formação das novas gerações e pela criação de ambientes de acolhimento, escuta e empatia nas nossas escolas”, afirmou.

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