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24/07/2026
 

Saúde

Saiba tudo sobre a vacinação contra a Covid-19 em Canoas

Redação

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A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou na última semana em Canoas. As primeiras pessoas a serem vacinadas na cidade receberam a primeira dose da Coronavac, vacina desenvolvida em parceria internacional entre o Instituto Butantan e a farmacêutica Sinovac, na última terça-feira, 19.

Atualmente, Canoas já recebeu do Estado mais de 6,5 mil doses de imunizantes contra a Covid-19, sendo eles 3.507 recebidos da Coronavac, e 3.140 mil da vacina da Fiocruz – Oxford/AstraZenec.

Primeira fase em andamento

A primeira fase da campanha segue em andamento, com objetivo de imunizar profissionais de saúde, idosos institucionalizados (aqueles que moram em asilos), e idosos acima de 75 anos.

Ao total, quatro equipes volantes estão realizando a vacinação em idosos que vivem em instituições de longa permanência e acamados, em todos os quadrantes da cidade. Pontos de imunização dentro do Hospital Pronto Socorro, Hospital Universitário, Hospital da Aeronáutica, Hospital Nossa Senhora das Graças e no setor de imunologia para demais profissionais de saúde residentes em Canoas, mas que não atuam na rede pública do município foram criados para vacinar os profissionais de cada instituição. Vale ressaltar que os profissionais que aplicam as vacinas são servidores municipais do setor de Vigilância em Saúde de Canoas e das UBSs, e deverão estar devidamente uniformizados e identificados.

A segunda fase, que contemplará os grupos prioritários, ainda não tem data definida.

Canoas já vacinou mais de 3 mil pessoas

Segundo dados do Escritório de Comunicação da prefeitura, o município de Canoas alcançou 3.467 vacinados contra a Covid-19 desde o início da campanha de imunização. Na última quarta-feira, 27,475 pessoas receberam a primeira dose da vacina, entre profissionais da saúde e idosos em instituições de longa permanência.

– Total de vacinados em Canoas: 3.467

– Profissionais da saúde: 2.847

– Idosos em ILPIs: 620


Hospital Universitário recebe pacientes de Roraima

Na última terça-feira, 20 pacientes clínicos com Covid-19 vindos de Porto Velho, Rondônia, foram enviados para o Hospital Universitário de Canoas.

No último sábado, 23, o prefeito da cidade, Hildon Chaves, afirmou que os leitos para pacientes com Covid-19 na capital de RO estão lotados. “A solidariedade não tem distância nem fronteiras”, resumiu o governador em exercício Ranolfo Vieira Júnior, nas redes sociais.

Dose de esperança

A canoense Luana Praxedes, enfermeira e funcionária do CTI do Hospital Mãe de Deus, de Porto Alegre, recebeu a vacinação contra o coronavírus nesta semana. Atuante na linha de frente do combate do vírus, desde o começo da pandemia, Luana diz que a palavra que define o começo da vacinação no Brasil é ‘esperança’. “Foram um misto de emoções viver ao longo desses meses na linha de frente, e não foi fácil. Tenho esperança que os dias melhorem. Esperança de que a dor e o sofrimento de tantas famílias sejam curadas, e de que não receba mais tantos pacientes com essa doença. Uma amiga disse e isso resume muito: ‘ A vacina é o começo do fim de todo o mal que a Covid trouxe’”, ressaltou a profissional.

A técnica de enfermagem da UTI do Hospital Pronto Socorro de Canoas, Raquel Riccordi, salientou a importância da vacinação em massa e que somente assim a propagação da doença e as demandas demasiadas do sistema se saúde irão pausar.“ Depois de tudo que vivemos nos últimos meses, tomar vacina me deu muita esperança. Faz acreditar que logo poderemos voltar a conviver com todos que amamos. Foi um dia muito feliz”, assim a profissional relatou o momento e o sentimento de ser vacinada.

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Saúde

UBS Olaria recebe ação de conscientização sobre violência contra a mulher em Canoas

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A Unidade Básica de Saúde (UBS) Olaria recebeu, nesta sexta-feira, 24, uma ação de conscientização sobre o enfrentamento à violência contra a mulher. A atividade foi promovida pela Secretaria Municipal da Mulher, Cidadania e Inclusão e integrou a programação do Dia 25 Laranja, campanha mensal voltada à prevenção e ao combate à violência de gênero.

A atividade contou com a participação da secretária municipal da Mulher, Cidadania e Inclusão, Maria Beatris Conter Arruda, e da diretora da Mulher, Sara Amaral Ávila. Durante a programação, foi realizada uma roda de conversa com servidores da unidade de saúde, abordando os diferentes tipos de violência contra a mulher, os serviços de acolhimento e os canais de denúncia disponíveis no município.

Segundo a Secretaria Municipal da Mulher, Cidadania e Inclusão, a ação também teve como objetivo orientar os profissionais da rede pública sobre a identificação de casos de violência e o encaminhamento das vítimas aos serviços especializados.

O Dia 25 Laranja é realizado mensalmente em Canoas e inclui ações educativas, distribuição de materiais informativos e divulgação dos canais de denúncia e da rede de proteção às mulheres.

“Levar palestras sobre feminicídio às Unidades Básicas de Saúde (UBSs) é uma estratégia fundamental de prevenção, acolhimento e proteção às mulheres. As UBSs são, muitas vezes, a principal porta de entrada da população aos serviços públicos, e é nesse espaço que inúmeras mulheres em situação de violência procuram atendimento por dores, ansiedade, depressão, lesões ou outros problemas de saúde, sem conseguir revelar a verdadeira causa do seu sofrimento”, afirmou a secretária Maria Beatris Conter Arruda.

“Ao promover palestras aos profissionais de saúde sobre o tema, levamos a informação para quem será o primeiro contato desta vítima, esclarecendo o que caracteriza a violência e como identificar os sinais de um relacionamento abusivo, quais são os fatores de risco para o feminicídio e onde buscar ajuda, todos os locais e telefones dos atendimentos de toda nossa rede. A informação salva vidas, rompe o silêncio e fortalece a rede de proteção”, completou.

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Saúde

Hospital Universitário de Canoas realiza mutirão do Teste da Orelhinha neste final de semana

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O Hospital Universitário de Canoas (HU) realiza neste sábado, 25, e domingo, 26 um mutirão do Teste da Orelhinha, exame que integra a Triagem Auditiva Neonatal e busca identificar possíveis alterações auditivas em recém-nascidos.

Segundo o hospital, a ação tem previsão de atender cerca de 600 bebês que aguardam pelo procedimento. Os atendimentos serão realizados no Ambulatório do HU, com famílias previamente agendadas, a partir das 8h.

O Teste da Orelhinha é um exame rápido e indolor, realizado geralmente enquanto o bebê está dormindo ou relaxado. A avaliação permite identificar alterações auditivas nos primeiros meses de vida, possibilitando o encaminhamento para acompanhamento e tratamento quando necessário.

De acordo com a superintendente hospitalar da Associação Saúde em Movimento (ASM), empresa responsável pela gestão do HU, Tatiani Pacheco, uma equipe de fonoaudiólogos foi mobilizada para realizar os atendimentos durante o mutirão.

“O Teste da Orelhinha é um exame simples, feito em poucos minutos enquanto o bebê dorme ou relaxa, mas que faz uma diferença enorme para o resto da vida da criança. Com esse mutirão, estamos mobilizando uma equipe de especialistas fonoaudiólogos para atender com agilidade e carinho 600 crianças que aguardavam pelo procedimento”, afirmou.

Para realizar o exame, os responsáveis devem apresentar a certidão de nascimento ou documento do bebê, documento de identificação do responsável e o cartão do SUS.

O hospital informou ainda que crianças que não participarem desta etapa, seja por impossibilidade de comparecimento ou por terem ultrapassado a idade indicada para o teste, terão novos horários agendados com a equipe de fonoaudiólogos para continuidade da avaliação e dos encaminhamentos necessários.

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Saúde

Temporais no RS: saiba como conservar insulina e outros medicamentos durante a falta de energia

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As pessoas com diabetes que utilizam insulina e pacientes que fazem uso de outros medicamentos que precisam de refrigeração devem redobrar a atenção durante os temporais que atingem o Rio Grande do Sul. As interrupções no fornecimento de energia elétrica podem comprometer a conservação desses medicamentos e reduzir sua eficácia.

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (SES), pacientes que utilizam medicamentos termolábeis, aqueles que necessitam ser mantidos sob refrigeração, devem acompanhar as previsões meteorológicas e os alertas da Defesa Civil Estadual. A exposição ao calor ou a temperaturas inadequadas pode comprometer o tratamento e representar riscos à saúde.

No caso das insulinas que já estão em uso, a orientação é que elas podem permanecer por até 30 dias sem refrigeração. Para os demais medicamentos termolábeis, não existe uma regra única, pois o tempo e a forma de conservação variam conforme o produto. As recomendações específicas devem ser consultadas na bula e na embalagem.

Como medida preventiva, a Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (SES)recomenda que os usuários mantenham em casa uma bolsa ou caixa térmica com gelo previamente congelado para ajudar a conservar os medicamentos nos primeiros momentos após uma queda de energia. O medicamento não deve ficar em contato direto com o gelo para evitar danos por congelamento.

Caso não seja possível utilizar uma caixa térmica, a orientação é manter a geladeira fechada pelo maior tempo possível, preservando a temperatura interna.

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (SES)informou ainda que orientou as equipes da Atenção Primária à Saúde a identificar usuários que utilizam medicamentos termolábeis e prestar orientações sobre o armazenamento adequado. Em situações de dificuldade para manter os medicamentos na temperatura indicada, a população deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBSs) mais próxima. Conforme a pasta, quando necessário, a estrutura dessas unidades poderá ser utilizada para auxiliar na conservação dos medicamentos.

Recomendações gerais para armazenamento de medicamentos termolábeis

Evitar deixar os medicamentos expostos ao calor, à luz solar direta ou em locais muito quentes;

Não congelar medicamentos, exceto quando houver orientação específica do fabricante ou de um profissional de saúde;

Em caso de falta de energia elétrica, os medicamentos que precisam de refrigeração podem ser mantidos temporariamente em uma bolsa ou caixa térmica com gelo ou gelo reutilizável, desde que a temperatura seja monitorada e o medicamento não fique em contato direto com o gelo. Essa medida é indicada apenas por um período limitado. Se a interrupção de energia se prolongar por vários dias, procure o serviço de saúde que forneceu o medicamento para receber orientações;

Em caso de dúvidas sobre a conservação do produto, também é possível entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) do fabricante, informação que costuma constar na embalagem e na bula.

Orientações para armazenamento de insulinas humanas NPH e Regular

Frascos ou refis (carpules) ainda fechados:

Manter sob refrigeração, entre 2°C e 8°C.

Armazenar na geladeira, em locais onde não haja risco de congelamento;

Caso a insulina congele, não a utilizar mais.

Frascos ou refis em uso:

Após abertos, podem ser mantidos em temperatura ambiente por até 30 dias, conforme orientação para uso (essa prática torna a aplicação mais confortável ao paciente).

Em caso de falta de energia elétrica

As insulinas fechadas devem ser colocadas em bolsa ou caixa térmica com gelo ou gelo reutilizável;

Evite o contato direto da insulina com o gelo para prevenir o congelamento do medicamento.

Transporte da insulina

Frascos ou refis que já estão em uso não precisam ser transportados sob refrigeração. No entanto, devem ser protegidos do calor excessivo e da exposição direta ao sol.

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