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07/11/2026
 

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Unidades de saúde de Canoas têm novos gestores

Redação

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Nesta quinta-feira, 21, por meio de decreto, o prefeito Jairo designou o comitê interventor que assumirá a gestão das unidades de saúde administradas anteriormente pelo Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (Gamp) em Canoas. A medida abrange o Hospital Universitário (HU), o Hospital de Pronto Socorro, duas unidades de pronto atendimento (UPAs) e quatro Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).

Formação

O Comitê de Intervenção é formado pelo secretário municipal de Governança e Enfrentamento à Pandemia, Felipe Martini, pelo secretário municipal da Saúde, Maicon Lemos, e pelo assessor superior do Núcleo de Saúde do Gabinete do Prefeito, Euler Manenti.

Nova direção no HU

Adriana Acker assume a direção geral do Hospital Universitário. Ela é graduada em Ciências Contábeis, tem atuação como administradora em hospitais de médio e grande porte da Região Metropolitana. Atualmente exercia o cargo de gerente geral hospitalar da Unimed Nordeste em Caxias do Sul. É especialista em Gestão de Negócios em Saúde e em Gestão de Pessoas, Estratégias e Negócios. O médico Paulo Nader será o novo diretor técnico e a enfermeira Fatima Farias assume a direção assistencial. Paulo Nader também responderá pela direção técnica do Hospital de Pronto Socorro.

O decreto 31/2021, que designa o Comitê de Intervenção, tem como base a ação civil pública n° 0046148-59.2018.8.21.0008, de 2018, na qual, em medida cautelar, o juiz Marcelo Lesche Tonet, da 4ª Vara Cível da Comarca de Canoas, determinou o afastamento “de todos os dirigentes do Gamp da gestão das unidades de saúde de Canoas compreendidas nos termos de fomento nº 01/2016 e 02/2016”. Com isso, fica a cargo do prefeito designar o interventor.

 

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Pai que arremessou filho de cinco anos de ponte em São Gabriel recebe pena de 83 anos de prisão

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Foto: Polícia Civil

Após cerca de 13 horas de julgamento, Tiago Ricardo Felber foi condenado a 83 anos e quatro meses de prisão pela morte do filho, Théo Ricardo Ferreira Felber, de cinco anos. A sentença foi anunciada na noite de quarta-feira, 4, no município de São Gabriel, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado.

O crime ocorreu em março de 2025, quando Théo foi arremessado ainda vivo de uma ponte sobre o Rio Vacacaí. O menino não resistiu à queda.

O Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade de Felber pelos crimes de homicídio tentado e homicídio quadruplamente qualificado. As qualificadoras reconhecidas foram motivo fútil, recurso que dificultou a defesa da vítima, dissimulação e o fato de o crime ter sido cometido contra menor de 14 anos.

Além disso, o réu foi condenado por ameaça contra a ex-esposa, Abigail Ferreira. A sentença também estabeleceu o pagamento de indenização mínima de R$ 100 mil aos familiares da vítima.

Como foi o julgamento

O júri teve início por volta das 10h desta quarta-feira, no Foro de São Gabriel, e terminou aproximadamente às 23h. Ao longo da sessão, oito pessoas foram ouvidas.

A primeira a prestar depoimento foi Abigail Ferreira, mãe de Théo. Durante aproximadamente 1h30 de relato, ela contou que foi casada com Tiago Felber por dez anos. Segundo Abigail, durante o relacionamento ocorreram episódios de agressões verbais, com ofensas e xingamentos, mas não houve agressões físicas.

Em seu depoimento, Abigail também afirmou que o pai era a pessoa em quem Théo mais confiava. Ela relatou ainda que Tiago Felber não aceitava o fim do relacionamento.

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Bets recorrem ao STF contra proibição, enquanto governo prepara reunião com clubes

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A proibição das apostas esportivas e dos cassinos online no Brasil entrou em uma nova etapa nesta segunda-feira, 28. Entidades que representam o setor de apostas protocolaram no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para suspender os efeitos da medida provisória que determinou o fim da exploração, oferta, intermediação e publicidade das chamadas bets no país.

A ação foi apresentada pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e pelo Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) e será analisada pelo ministro Luiz Fux, relator de ações relacionadas ao setor no STF. As entidades sustentam que a medida provisória não apresentou justificativa de urgência suficiente e afirmam que a interrupção imediata das atividades gera insegurança jurídica para empresas que haviam recebido autorização para operar.

O pedido busca manter, até uma decisão definitiva do Congresso ou do próprio Supremo, as regras anteriores que permitiam o funcionamento das empresas autorizadas.

Governo vai discutir impactos com clubes

Ao mesmo tempo, o governo federal prepara uma reunião com representantes de clubes de futebol para discutir os efeitos da proibição sobre o esporte. O encontro está previsto para esta semana e deve abordar as receitas que os clubes obtêm com patrocínios de empresas de apostas.

Segundo levantamento citado pelo Ministério do Esporte, os 20 clubes de maior receita do país receberam R$ 1,143 bilhão em patrocínios de bets em 2025. A reunião deverá servir para levantar as demandas dos clubes e avaliar os impactos provocados pelo encerramento desses contratos.

A medida provisória publicada em 25 de setembro estabelece que os sites e aplicativos de apostas deverão deixar de operar até 6 de outubro. Os usuários têm até 5 de outubro para retirar os valores que ainda estiverem disponíveis nas plataformas.

Além da disputa no STF e das negociações com os clubes, o governo iniciou ações para impedir a continuidade de operações irregulares. Uma força-tarefa dos Ministérios da Justiça e Segurança Pública e da Fazenda identificou e derrubou 506 sites suspeitos de oferecer apostas sem autorização após a entrada em vigor da MP.

O cenário, portanto, ainda pode sofrer alterações. A medida provisória terá de seguir a tramitação no Congresso, enquanto o STF poderá decidir sobre o pedido apresentado pelas entidades do setor.

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Prefeitura de Nova Santa Rita encaminha projeto à Câmara para garantir auxílio locação a famílias atingidas pelo temporal

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Crédito: Rafael Rezende/PMNSR

A Prefeitura de Nova Santa Rita encaminhou à Câmara de Vereadores, na terça-feira, 22, o Projeto de Lei nº 48/2026, que prevê a concessão de auxílio locação extraordinário para famílias que tiveram suas residências destruídas ou interditadas pela Defesa Civil após o vendaval que atingiu o município em 21 de setembro.

De acordo com a proposta, o benefício poderá ser de até R$ 900 mensais, pelo período máximo de 12 meses, e será destinado exclusivamente ao pagamento de aluguel residencial.

Poderão receber o auxílio as famílias com renda de até quatro salários mínimos que tiveram suas casas destruídas e interditadas pela Defesa Civil. A concessão dependerá de avaliação social realizada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

Imóveis deverão atender a critérios de moradia

O projeto estabelece que os imóveis alugados com o benefício estejam localizados em Nova Santa Rita e apresentem condições adequadas de moradia e salubridade.

As famílias beneficiárias deverão ser acompanhadas durante o período de concessão do auxílio. Quando houver possibilidade, também poderão ser encaminhadas para alternativas de financiamento ou outras soluções habitacionais, principalmente nos casos em que não for possível retornar ao imóvel atingido.

Prefeitura busca apoio federal

Segundo o prefeito Rodrigo Amadeo Battistella, a medida foi elaborada diante da situação das famílias que ficaram sem condições de permanecer em suas residências após o temporal. Ele também afirmou que o município busca apoio junto à Defesa Civil Federal.

“Essa é uma medida emergencial que estamos adotando para garantir que as famílias que tiveram suas casas destruídas e interditadas tenham uma alternativa segura de moradia neste momento. Ao mesmo tempo, o Executivo já está dialogando com a Defesa Civil Federal para buscar e garantir o auxílio necessário às famílias que tiveram suas casas destruídas. Estamos trabalhando em todas as frentes para que essas pessoas tenham o suporte necessário para reconstruir suas vidas”, afirma Battistella.

Projeto ainda será analisado pelos vereadores

A criação do benefício depende da aprovação do Projeto de Lei nº 48/2026 pela Câmara de Vereadores.

A proposta foi encaminhada após o temporal de 21 de setembro, que provocou danos em residências e estruturas do município. Com a interdição dos imóveis afetados, famílias atingidas ficaram impedidas de permanecer em suas casas.

Caso seja aprovado, o auxílio será pago mensalmente e deverá ser utilizado para a locação de imóveis dentro do município que atendam aos critérios previstos no projeto.

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