Esporte
O que será do futebol em 2020?

No meio do caos, quando a mente espairece da preocupação referente a saúde e economia, vamos pensar no que antes era nosso lazer, o futebol. Aí nasce uma nova preocupação, após essa crise, o que vai acontecer com o futebol? Não tenho ideia, mas podemos passar aqui o que têm sido dito.
É fato que não vamos passar ilesos por isso, o calendário já foi afetado, mundialmente. Presidente da UEFA já não considera loucura pensar que essa temporada está perdida, lembrando que para eles, ela estava encerrando, e para nós, começando.
O que abre espaço para falarmos sobre uma das propostas colocadas nacionalmente, tornar o calendário brasileiro igual ao europeu. Começar no segundo semestre de um ano e terminar no primeiro semestre de outro. Abordagem complexa, mas que vêm ganhando força.
Outro ponto é os estaduais, a maioria defende seu cancelamento, opinião que vai de encontro a minha, porém nasceria o problema para classificação da Copa do Brasil da temporada seguinte.
Nos melhores dos cenários e se tivermos um tempo razoável para realização dos jogos, o formato do Brasileirão pode ser mantido, ficaria só apertado. Em um cenário pior, não teríamos tempo, nesse caso, fizeram a proposta de resolver tudo em mata-mata, proposta recusada pelas televisões detentoras dos direitos de transmissão.
Mudando o foco do calendário temos outro problema, o financeiro. Se clubes estruturados e com caixas milionários como Barcelona, PSG e Borussia Dortmund já estão cortando salários para passar a crise, imagina times da nossa série C que vendem o almoço para comprar a janta.
Junto a isso, já temos a questão de 95% dos times não terem uma situação estável normalmente, ainda em março antes do ápice da crise, alguns times não tinham feito o pagamento nem de dezembro para os atletas e funcionários.
Alguns jogadores internacionais estão criando o movimento de abrir mão do salário em detrimento dos funcionários, mas como exigir aqui no Brasil que atletas cortem o que não recebem. O tiozão do pavê vai alegar nesse momento “eles ganham milhões”. Por dados da CBF, os atletas registrados no BID apenas 0,01 recebem mais que 500 mil. 82% ganha ATÉ 1 mil reais e 13% ganha até 5 mil reais.
Percebemos que a categoria em suma maioria não está com caixa para abrir mão de salários. Desde os atrasados até a redução proposta nesse momento. Não é porque 0,001 tem caixa para se manter sem receber que os outros possuem o mesmo patamar.
Lembrando que um jogo para acontecer, não se resume aos 22 atletas em campo, tem comissões técnicas, massagistas, preparadores, assessores, cozinheiras e tantos outros, a maioria com salários pequenos e que precisam de holofotes da mesma maneira.
Leva a pensar também, que voltar o futebol sem o público não pode ser solução, vai gerar gastos e nunca receitas, pode afundar ainda mais os clubes.
Ainda estamos no início de tudo, sem perspectivas, fica difícil planejar. Ficamos na torcida para que a CBF intervenha e ajude os clubes, é necessário e imprescindível.
Esporte
Projeto Primeiro Saque celebra 11 anos com evento esportivo e cultural em Esteio

O Projeto Primeiro Saque comemorou, no último sábado, 11, seus 11 anos de atuação com um evento realizado no Núcleo Petrobras Novo Esteio, em Esteio. A programação teve início às 9h e reuniu atividades abertas à comunidade, como aulas de dança, futebol, tênis e apresentação com roda de capoeira.
Criado em abril de 2015, o projeto social atende crianças em situação de vulnerabilidade na Região Metropolitana e já beneficiou mais de mil participantes ao longo de sua trajetória.
Idealizador da iniciativa, o coordenador Matheus Triska destacou o significado da data e a mobilização coletiva que sustenta o projeto.
“O Primeiro Saque é a concretização do meu propósito de vida. Olhando para trás e percebendo como o projeto está hoje, pode-se dizer que estes 11 anos são um milagre concretizado por centenas, talvez milhares de mãos que fazem com que ele seja possível.”
Além do trabalho desenvolvido por profissionais e voluntários, Triska ressaltou a importância das parcerias para a continuidade das atividades.
“O apoio de nossos patrocinadores é fundamental para mantermos nossas atividades em funcionamento, com profissionais qualificados e uma estrutura adequada para a realização das oficinas. Temos como missão gerar uma onda do bem e promover transformação social por meio de atividades esportivas, pedagógicas e culturais. Contar com patrocinadores possibilita que esse trabalho tenha continuidade e alcance cada vez mais crianças e jovens.”
A coordenadora Michele Jubin também destacou o crescimento do projeto, especialmente após a expansão das atividades em 2025 com a inauguração de núcleos patrocinados pela Petrobras.
“O projeto, para mim, representa a capacidade de sonhar, sonhos de todos os tamanhos que se renovam diariamente. E, nesses 11 anos, ter hoje mais de 30 pessoas envolvidas diretamente nesse trabalho emociona e dá a esperança de que podemos, sim, fazer muito pela transformação social para todos.”
O Projeto Primeiro Saque oferece atividades no turno inverso ao escolar, com foco em esporte, cultura e educação. Entre as modalidades estão tênis, futebol, capoeira, judô, natação e vôlei, além de oficinas de dança, sustentabilidade, autoconhecimento e reforço escolar.
A equipe é formada por profissionais de diferentes áreas, incluindo psicólogos, pedagogos, assistentes sociais, educadores físicos e profissionais da educação básica, garantindo acompanhamento multidisciplinar às crianças atendidas.
Esporte
Circuito Correndo por Canoas abre inscrições para primeira etapa; saiba como participar

As inscrições para o Circuito Correndo por Canoas foram abertas na sexta-feira, 9. A iniciativa é promovida pela Secretaria de Esporte e Lazer (SMEL) em parceria com o grupo Corre Canoas e tem como foco incentivar a prática da corrida de rua no município.
A primeira etapa ocorre no dia 19 de abril, na Estação Cidadania, localizada na Avenida Rio Grande do Sul, 3320, no bairro Mathias Velho. A programação prevê concentração a partir das 7h, entrega de camisetas entre 7h e 7h30 e largada às 8h. As inscrições são ilimitadas, mas apenas os 500 primeiros inscritos terão direito à camiseta.
O evento não contará com cronometragem oficial e terá caráter participativo, com foco na experiência esportiva. A proposta é incentivar a participação de iniciantes, famílias e praticantes de diferentes níveis.
O circuito será composto por cinco etapas, distribuídas em diferentes regiões da cidade. A organização busca ampliar o acesso a atividades esportivas, estimular hábitos saudáveis e incentivar o uso dos espaços públicos por meio do esporte.
Os interessados podem se inscrever por meio do formulário online: Clique aqui
Esporte
Circuito Estadual de Skate inicia quatro etapas em abril pelo Rio Grande do Sul

O Circuito Estadual de Skate terá suas quatro primeiras etapas realizadas em abril, reunindo crianças e adolescentes de 7 a 18 anos em sessões de treinamento itinerantes, os chamados “camps”. O projeto, do programa Esporte e Lazer em Movimento, conta com investimento de R$ 2,5 milhões do governo do Estado, via Secretaria do Esporte e Lazer (SEL), e tem o apoio do ídolo da modalidade, Sandro Dias, o Mineirinho.
As datas e localidades das etapas de abril são:
10 a 12/04 – Montenegro, no Parque Centenário, Rua Ibia, 31;
17 a 19/04 – Canela, no Parque do Lago;
24 a 26/04 – Capão da Canoa na Praça Marcelo Siqueira, Rua General Osório, e Xangri-lá, no Skate Park, Avenida Paraguassu, 1334 (etapas simultâneas).
Cada etapa oferece 80 vagas gratuitas, com inscrições abertas no site do Circuito até um dia antes do início. O projeto prevê participação inclusiva, acolhendo as necessidades específicas de cada participante e incentivando a presença de meninas e pessoas com deficiência.
Além das sessões de treino, os eventos incluem atividades de alongamento, técnicas de respiração, iniciação ao skate, oficinas de stencil e skate de dedo, roda de sentimentos e bate-papo integrativo entre monitores e alunos.
O Circuito, que começou com o lançamento em Portão, em 28 de março, percorrerá 20 cidades ao longo de 2026, com etapas em cidades como Balneário Pinhal, Tramandaí, Lajeado, Pelotas, Porto Alegre e Novo Hamburgo, encerrando com um torneio amistoso na Orla do Guaíba, em Porto Alegre.
O projeto busca valorizar os espaços públicos, promover a diversidade e consolidar o skate como ferramenta de esporte, lazer e inclusão social no Rio Grande do Sul.

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