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Plano de resiliência hídrica prepara sistemas para eventos climáticos extremos

Os eventos climáticos registrados no Rio Grande do Sul nos últimos anos evidenciaram a necessidade de fortalecer a infraestrutura essencial do Estado. As enchentes de 2024, que atingiram diversas regiões gaúchas, acenderam um alerta sobre a crescente ocorrência de fenômenos climáticos atípicos e sobre a importância de preparar os sistemas de abastecimento para operar com segurança mesmo em cenários adversos.
A experiência reforçou a compreensão de que garantir água à população exige planejamento que considere não apenas a expansão dos serviços, mas também a capacidade de resposta diante de crises climáticas. Com esse objetivo, a Corsan estruturou um Plano de Resiliência Hídrica voltado a proteger os sistemas de abastecimento e assegurar a continuidade da operação em situações extremas.
O plano foi protocolado junto à agência reguladora e prevê investimentos de R$ 1,88 bilhão. As ações estão direcionadas a fortalecer a infraestrutura existente, reduzir vulnerabilidades e ampliar a segurança operacional em diferentes regiões do Estado. Ao todo, 55 municípios serão contemplados com intervenções estruturais que buscam aumentar a robustez dos sistemas e garantir maior estabilidade no fornecimento de água.
Entre as principais medidas está a realocação de 91 unidades operacionais para áreas fora de risco de inundação. A iniciativa busca evitar que estruturas essenciais fiquem expostas a eventos climáticos severos. Também está prevista a perfuração de poços profundos, que funcionarão como fontes alternativas de abastecimento em situações de emergência ou interrupção das captações tradicionais.
O plano inclui ainda a ampliação da capacidade de reservação e o reforço das interligações entre sistemas de abastecimento. Essa estratégia permite transferir água entre diferentes regiões em momentos críticos, ampliando a flexibilidade operacional e reduzindo o risco de desabastecimento.
Outra frente importante é a modernização de estruturas consideradas mais vulneráveis, além da implantação de redundâncias operacionais que garantam continuidade aos serviços mesmo quando parte do sistema é afetada. Estações de Tratamento de Água e de Esgoto também passarão por adequações para manter a operação em cenários adversos.
O plano também incorpora o fortalecimento do monitoramento em tempo real dos sistemas de abastecimento e das barragens que compõem a infraestrutura hídrica da Companhia. A ampliação de sensores, sistemas de telemetria e centros de controle permite acompanhar o funcionamento das estruturas de forma contínua, identificar alterações operacionais com rapidez e antecipar medidas preventivas.
Esse acompanhamento permanente amplia a segurança das operações e contribui para decisões mais ágeis em situações de risco.
A formação de estoques estratégicos de equipamentos integra o conjunto de medidas previstas. Geradores, bombas e embarcações estarão disponíveis para rápida mobilização em situações de emergência, ampliando a capacidade de resposta das equipes operacionais.
Para a primeira etapa das ações, estão programados cerca de R$ 350 milhões em investimentos. O plano estabelece um ciclo contínuo de melhorias voltado à adaptação dos sistemas às novas condições climáticas.
Ao adotar uma abordagem que integra engenharia, tecnologia e planejamento, a Corsan avança na construção de um modelo de saneamento preparado para os desafios do futuro. A resiliência hídrica passa a orientar decisões estratégicas e a consolidar o abastecimento de água como um serviço essencial que precisa estar protegido mesmo diante das incertezas impostas pelas mudanças climáticas.
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Energia limpa movimenta o saneamento no Rio Grande do Sul

Corsan já utiliza 99,5% de energia proveniente de fontes renováveis para levar água tratada a milhões de gaúchos
Abrir a torneira e encontrar água de qualidade em casa depende de uma operação que funciona sem parar. Todos os dias, estações de tratamento, bombas, reservatórios e milhares de quilômetros de redes trabalham continuamente para levar água até a população. Para manter toda essa estrutura em funcionamento, a energia elétrica é um dos principais insumos da Corsan.
Hoje, praticamente toda essa energia já é limpa. Cerca de 99,5% da energia consumida pela Companhia é proveniente de fontes renováveis, resultado de uma estratégia que combina geração solar, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas, geração distribuída e compra de energia no mercado livre.
Para o diretor executivo da Corsan, José João Fonseca, investir em energia renovável significa investir em um futuro mais sustentável para o Rio Grande do Sul.
“Nossa missão vai além de levar água. É levar saúde, proteger o meio ambiente e deixar um legado de qualidade de vida para as próximas gerações. Cada investimento em energia limpa representa um compromisso com um saneamento mais sustentável, capaz de cuidar das pessoas enquanto preserva os recursos naturais que sustentam o nosso futuro.”
O volume de energia utilizado pela Corsan impressiona. São cerca de 40.150 MWh por mês, quantidade suficiente para abastecer aproximadamente 200 mil residências com consumo médio de energia.
Para alcançar esse resultado, a Companhia vem ampliando investimentos em geração própria de energia renovável. Um dos principais empreendimentos é a participação no Parque Elera, em Janaúba (MG), formado por três usinas solares com capacidade para gerar cerca de 35 mil MWh por mês. No Rio Grande do Sul, a matriz limpa também conta com geração por biomassa a partir da casca de arroz em Itaqui, uma pequena central hidrelétrica em Crissiumal e usinas solares instaladas em municípios como Tapes, São Lourenço do Sul, Três Passos, Alegrete, Nonoai e Santa Maria.
Mas produzir energia limpa é apenas parte da estratégia. A Corsan também trabalha para consumir cada vez menos energia na operação. Nos últimos anos, a Companhia modernizou motores, bombas e sistemas de acionamento, investiu em automação, monitoramento remoto e gestão inteligente das unidades por meio do Centro de Operações Integradas, que acompanha em tempo real o funcionamento dos sistemas de abastecimento nos 317 municípios atendidos.
Outra iniciativa importante é a limpeza interna de grandes adutoras por meio da passagem de equipamentos conhecidos como PIGs. O procedimento reduz o atrito da água nas tubulações, melhora o desempenho hidráulico dos sistemas, diminui o esforço das bombas e reduz o consumo de energia, tornando a operação ainda mais eficiente.
Essas medidas aumentam a segurança do abastecimento, reduzem impactos ambientais e permitem direcionar mais recursos para investimentos em obras de água e esgoto.
O compromisso ambiental também se estende a iniciativas de economia circular, como o reaproveitamento do lodo gerado no tratamento de esgoto para produção de insumos destinados à recuperação ambiental e a utilização de água de reuso em atividades operacionais e projetos de reflorestamento.
Ao ampliar o uso de energia renovável e investir continuamente em inovação, a Corsan reforça um modelo de saneamento que alia eficiência operacional, responsabilidade ambiental e compromisso com a população. Mais do que reduzir emissões e preservar os recursos naturais, a Companhia investe em soluções que protegem os rios, fortalecem a segurança hídrica e ampliam a capacidade de levar mais saúde, qualidade de vida e desenvolvimento para milhões de gaúchos. Porque cuidar do meio ambiente é, acima de tudo, cuidar das pessoas e do futuro das próximas gerações.
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Corsan cria Parque de Infraestrutura e Inovação para acelerar a universalização do saneamento no Rio Grande do Sul

Complexo produtivo inédito reúne fábrica de tubos, usina de asfalto, laboratório de solos e pavimentação e unidade de produção de insumos para ampliar a capacidade de execução das obras e apoiar o maior ciclo de investimentos da história do Estado.
Implantar cerca de 18 mil quilômetros de novas redes de esgoto e elevar a cobertura de esgotamento sanitário dos atuais 30% para 90% da população atendida até 2033 exige mais do que investimentos. Exige planejamento, capacidade de execução, inovação e uma estrutura preparada para responder à dimensão do desafio.
Com esse objetivo, a Corsan criou o Parque de Infraestrutura e Inovação, em Esteio, um complexo estratégico concebido para dar suporte ao maior programa de expansão do saneamento já realizado no Rio Grande do Sul e contribuir para o cumprimento das metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento.
O parque reúne, em um único local, fábrica de tubos, usina de asfalto, laboratório de análises de solos e pavimentação e usina de produção de sulfato de alumínio utilizado no tratamento de água. A entrada em operação da fábrica de tubos, nesta quarta-feira (3/6), conclui a implantação da estrutura e consolida um dos mais completos centros de apoio à infraestrutura de saneamento do país.
Mais do que concentrar unidades produtivas, o complexo foi desenvolvido para aumentar a autonomia operacional da Companhia, reduzir a dependência de fornecedores externos, fortalecer o controle de qualidade dos materiais e conferir mais agilidade e previsibilidade à execução das obras.
Para a presidente da Corsan, Samanta Takimi, o parque representa uma mudança estrutural na forma de viabilizar a expansão do saneamento no Estado.
“Quando falamos em universalização, falamos de um desafio que exige escala, eficiência e capacidade de entrega. O Parque de Infraestrutura e Inovação nasce para responder a esse desafio. Ele representa uma decisão estratégica de investir não apenas nas obras, mas também na estrutura que permitirá acelerar sua execução. É um legado para o Rio Grande do Sul e uma demonstração concreta do compromisso da Corsan com a transformação do saneamento e com o futuro das cidades gaúchas”, afirma.
A iniciativa representa um novo modelo de suporte à expansão do saneamento, integrando produção, tecnologia, logística e inovação para acelerar a entrega de redes, estações e sistemas que levarão mais saúde, qualidade de vida, desenvolvimento econômico e preservação ambiental a milhões de gaúchos.
Ao criar o Parque de Infraestrutura e Inovação, a Corsan dá mais um passo para transformar em realidade um dos maiores desafios de infraestrutura do Estado: universalizar o acesso ao saneamento e antecipar os benefícios que essa transformação gera para as pessoas, as cidades e o futuro do Rio Grande do Sul.
Um parque que reúne produção, tecnologia e qualidade
O Parque de Infraestrutura e Inovação Corsan, além da Fábrica de Tubos, integra estruturas que atuam em diferentes etapas da cadeia do saneamento.
Usina de Asfalto
Com investimento de R$ 3,7 milhões e capacidade de produção de até 20 toneladas por hora, a unidade foi criada para acelerar a recomposição das vias após as intervenções urbanas. A estrutura reduz prazos, aumenta a eficiência operacional e contribui para minimizar os impactos das obras na rotina das cidades.
Laboratório de Análises de Solos e Asfalto
Responsável pelo controle tecnológico das obras, o laboratório realiza análises de solos, pavimentos e materiais utilizados nas intervenções. A estrutura permite definir as soluções mais adequadas para cada local, aumentando a durabilidade das recomposições, reduzindo retrabalhos e ampliando a qualidade das entregas.
Usina de Sulfato
A unidade produz sulfato de alumínio, um dos principais insumos utilizados no tratamento de água. A produção própria fortalece a autonomia operacional da Companhia, amplia o controle de qualidade e reduz a dependência de fornecedores externos para uma atividade essencial ao abastecimento da população.
Desenvolvimento para além do saneamento
A estratégia da Corsan também contempla o fortalecimento da cadeia produtiva ligada ao setor. Por meio do programa Chega Junto, a Companhia vem mobilizando fornecedores, empreiteiros e prestadores de serviços locais para atender à crescente demanda das obras, ampliando oportunidades de negócios, geração de empregos e desenvolvimento regional.
Paralelamente, a empresa investe em inovação, eficiência energética e novas tecnologias para aumentar a produtividade dos sistemas e reduzir custos operacionais.
Preparando o Rio Grande do Sul para 2033
A universalização do saneamento não depende apenas da instalação de redes de água e esgoto. Ela exige a construção de uma estrutura capaz de sustentar, em poucos anos, um volume de investimentos e obras sem precedentes na história do Estado.
Ao reunir produção industrial, tecnologia, controle de qualidade, logística e desenvolvimento de fornecedores em um único complexo, a Corsan cria as condições necessárias para acelerar a expansão do saneamento, ampliar a competitividade do Rio Grande do Sul e entregar uma transformação duradoura para milhões de gaúchos.
Mais do que apoiar obras, o Parque de Infraestrutura e Inovação representa a infraestrutura que tornará possível a universalização do saneamento.
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Da tecnologia espacial às torneiras: como a inovação está ajudando a recuperar milhões de litros de água no RS

Você imaginaria que uma tecnologia criada para procurar água em Marte hoje ajuda a localizar vazamentos na rede de abastecimento do Rio Grande do Sul?
Desde 2023, a Corsan vem utilizando inovação e inteligência operacional para combater um dos maiores desafios do saneamento: as perdas de água tratada antes que ela chegue às residências.
Entre as tecnologias adotadas está um sistema de monitoramento por satélite desenvolvido originalmente para identificar água no planeta vermelho. Combinado ao uso de geofones, equipamentos capazes de “escutar” vibrações e sons subterrâneos, o sistema consegue localizar vazamentos ocultos com alta precisão, mesmo quando eles não aparecem nas ruas.
Na prática, isso significa menos escavações desnecessárias, menos transtornos para a população e reparos muito mais rápidos e eficientes.
O avanço tecnológico tornou-se essencial diante de um cenário que exigia transformação. Em 2023, 44,3% da água produzida nas estações de tratamento da Companhia era perdida antes de chegar às casas dos cerca de 6,5 milhões de clientes atendidos.
Mais do que um desafio operacional, isso representava o desperdício de um recurso precioso. Água tratada exige captação, energia, produtos químicos, controle laboratorial e uma complexa estrutura de distribuição. Quando ela se perde pelo caminho, perde-se também parte da capacidade de abastecimento da população.
Naquele mesmo período, foram identificados cerca de 23 mil vazamentos ocultos ao longo dos aproximadamente 36 mil quilômetros de rede operados pela Companhia. Uma distância que equivale quase à circunferência da Terra.
O grande desafio é que muitos desses vazamentos acontecem abaixo do solo, sem sinais aparentes. Durante anos, localizar esses pontos exigia abrir longos trechos de ruas até encontrar a origem do problema.
Hoje, a tecnologia mudou essa lógica.
Com monitoramento por satélite e análise acústica subterrânea, a Corsan consegue identificar os pontos exatos onde a água está se perdendo, acelerando os reparos e reduzindo impactos urbanos.
Os resultados já começam a aparecer. O índice médio de perdas caiu de 44,3% para 41%.
Pode parecer uma diferença pequena à primeira vista, mas o impacto é enorme: a redução representa cerca de 30 milhões de metros cúbicos de água tratada recuperados por ano. É água suficiente para abastecer uma cidade do porte de Canoas durante aproximadamente 18 meses.
Combater perdas é produzir melhor antes mesmo de produzir mais.
É usar tecnologia para proteger um recurso essencial, aumentar a eficiência dos sistemas e garantir mais segurança hídrica para milhões de pessoas.
Porque, no saneamento, muitas das transformações mais importantes acontecem onde quase ninguém vê.

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