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25/05/2026
 

Feminicídio

RS registra 26º feminicídio em 2026 após mulher ser morta pelo companheiro em Novo Hamburgo

Redação

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em

Foto: Redes Sociais

O Rio Grande do Sul registrou o 26º caso de feminicídio em 2026 após a morte de uma mulher de 43 anos em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. O crime ocorreu na noite de segunda-feira, 6, no bairro Boa Saúde, e foi descoberto na manhã de terça-feira, 7.

A vítima foi identificada como Veridiana de Barros Alves. Segundo a Polícia Civil, ela foi morta dentro da própria residência após uma discussão com o companheiro.

De acordo com o delegado Alexandre Quintão, o suspeito se apresentou espontaneamente na delegacia por volta das 8h e confessou o crime.

“Ele se apresentou à Delegacia de Polícia por volta das 8h, informando que havia estrangulado e matado a esposa após uma discussão no início da noite de ontem. Disse que eles estavam consumindo drogas, tiveram uma discussão, entraram brevemente em vias de fato e, após isso, ele a estrangulou com as mãos, causando a morte da vítima.”

Além disso, Veridiana apresentava uma perfuração por faca no pescoço. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado e confirmou o óbito no local.

O homem foi preso em flagrante por feminicídio e permanece na Delegacia de Polícia Pronto Atendimento (DPPA) de Novo Hamburgo. Após os procedimentos legais, ele deverá ser encaminhado ao sistema prisional.

Na residência viviam o casal e um adolescente, filho da vítima de outro relacionamento. Veridiana também deixa uma filha menor de idade, que reside com o pai em outra cidade.

Vizinhos afirmaram não ter ouvido discussões, mas relataram estranhar a movimentação do suspeito durante a madrugada. A Brigada Militar isolou a área, enquanto o Instituto-Geral de Perícias realizou os levantamentos no local.

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime.

Feminicídio

RS chega ao 35º feminicídio do ano após mulher ser morta a facadas em Santo Ângelo

Redação

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Foto: Divulgação Polícia Penal

Uma mulher foi morta a facadas na noite de domingo, 24, em Santo Ângelo. A vítima foi identificada como Marines Rodrigues, de 40 anos. O companheiro dela, de 33 anos, é apontado como principal suspeito do crime e está foragido.

O caso é investigado como feminicídio. Conforme dados da investigação, este é o 35º registro desse tipo de crime no Rio Grande do Sul em 2026.

Segundo a Brigada Militar, vizinhos acionaram o telefone 190 por volta das 20h50 após relatos de violência doméstica em uma residência na Rua 13 de Maio, no bairro Santa Bárbara. Quando os policiais chegaram ao local, a vítima já estava morta. O suspeito havia fugido antes da chegada da guarnição.

A Brigada Militar realiza buscas para localizar o homem.

De acordo com a corporação, o casal mantinha relacionamento havia mais de 12 anos e possuía histórico de ocorrências de violência doméstica. Marines chegou a ter medidas protetivas e era acompanhada pela Patrulha Maria da Penha até o dia 19 de maio, quando solicitou a revogação da proteção.

Ainda conforme a BM, no ano passado a vítima também pediu a retirada das medidas protetivas, mas, na ocasião, a decisão judicial manteve as determinações em vigor.

A filha do casal, de 12 anos, presenciou o crime e ficou sob os cuidados de familiares. Marines também deixa outros dois filhos, de outro relacionamento.

Segundo a Brigada Militar, o suspeito possui antecedentes por crimes como roubo, homicídio, ameaça e desobediência.

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Feminicídio

RS registra o 33º caso de feminicídio em 2026 após jovem de 22 anos ser morta em Porto Alegre

Redação

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Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Uma jovem de 22 anos foi morta pelo companheiro na manhã do último sábado, 9, em Porto Alegre. O caso aconteceu dentro da residência da vítima, no bairro Santa Tereza, e é investigado como feminicídio pela Polícia Civil. Este é o 33º feminicídio registrado no Rio Grande do Sul em 2026.

A vítima foi identificada como Isabella Borges da Rosa Pacheco. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Cruzeiro do Sul, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a investigação, o suspeito do crime é Nicollas Ronald Moraes dos Santos, de 23 anos. Segundo a polícia, ele teria efetuado disparos de arma de fogo contra a companheira, atingindo a região do rosto da jovem. O homem possuía antecedentes por lesão corporal.

Após o crime, o suspeito fugiu levando a arma utilizada, mas foi localizado e preso em flagrante por volta das 16h de sábado.

Conforme a delegada Thaís Dias Dequech, titular da 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (1ª Deam), Isabella havia registrado um boletim de ocorrência por violência doméstica no dia 31 de março e possuía uma Medida Protetiva de Urgência em vigor.

Ainda segundo a delegada, após o casal reatar o relacionamento, a vítima pediu a revogação da medida no dia 28 de abril. No entanto, a Justiça determinou que ela passasse por acompanhamento de uma equipe multidisciplinar antes da análise do pedido, o que fez com que a medida protetiva permanecesse válida.

O casal tinha um filho de um ano e quatro meses.

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Feminicídio

Casal é encontrado morto em residência na zona sul de Porto Alegre; polícia investiga feminicídio seguido de suicídio

Redação

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Uma mulher e um homem foram encontrados mortos na madrugada desta quinta-feira, 7, no bairro Belém Novo, na zona sul de Porto Alegre. O caso aconteceu em uma residência localizada na Avenida do Lami.

Segundo informações preliminares, moradores da região perceberam uma movimentação suspeita e acionaram a Brigada Militar. No interior da casa, os policiais encontraram a mulher já sem vida. O homem, apontado como companheiro da vítima, foi localizado morto do lado de fora do imóvel.

As identidades das vítimas ainda não haviam sido divulgadas até a publicação desta reportagem.

A Polícia Civil apura o caso e trabalha, inicialmente, com a hipótese de feminicídio seguido de suicídio, devido aos indícios encontrados na cena. Caso a motivação seja confirmada pela investigação, este será o 32º feminicídio registrado no Rio Grande do Sul em 2026.

O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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