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07/04/2026
 

Feminicídio

RS registra 26º feminicídio em 2026 após mulher ser morta pelo companheiro em Novo Hamburgo

Redação

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Foto: Redes Sociais

O Rio Grande do Sul registrou o 26º caso de feminicídio em 2026 após a morte de uma mulher de 43 anos em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. O crime ocorreu na noite de segunda-feira, 6, no bairro Boa Saúde, e foi descoberto na manhã de terça-feira, 7.

A vítima foi identificada como Veridiana de Barros Alves. Segundo a Polícia Civil, ela foi morta dentro da própria residência após uma discussão com o companheiro.

De acordo com o delegado Alexandre Quintão, o suspeito se apresentou espontaneamente na delegacia por volta das 8h e confessou o crime.

“Ele se apresentou à Delegacia de Polícia por volta das 8h, informando que havia estrangulado e matado a esposa após uma discussão no início da noite de ontem. Disse que eles estavam consumindo drogas, tiveram uma discussão, entraram brevemente em vias de fato e, após isso, ele a estrangulou com as mãos, causando a morte da vítima.”

Além disso, Veridiana apresentava uma perfuração por faca no pescoço. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado e confirmou o óbito no local.

O homem foi preso em flagrante por feminicídio e permanece na Delegacia de Polícia Pronto Atendimento (DPPA) de Novo Hamburgo. Após os procedimentos legais, ele deverá ser encaminhado ao sistema prisional.

Na residência viviam o casal e um adolescente, filho da vítima de outro relacionamento. Veridiana também deixa uma filha menor de idade, que reside com o pai em outra cidade.

Vizinhos afirmaram não ter ouvido discussões, mas relataram estranhar a movimentação do suspeito durante a madrugada. A Brigada Militar isolou a área, enquanto o Instituto-Geral de Perícias realizou os levantamentos no local.

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime.

Feminicídio

Mulher é morta em Esteio nesta terça-feira e RS registra 23º feminicídio no ano

Redação

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Uma mulher de 39 anos foi morta a facadas na manhã desta terça-feira, 17, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A vítima foi identificada como Daiane Rosa Zastrow. O principal suspeito é o companheiro dela, um homem de 61 anos.

O crime aconteceu em uma casa na Travessa 40, na região da Vila CDD, no bairro Primavera. Segundo informações, Daiane foi atacada por volta das 4h50, mas o corpo só foi encontrado quase cinco horas depois, por volta das 9h50, quando vizinhos entraram na residência. Ela apresentava ferimentos de faca no peito.

Este é o 23º caso de feminicídio registrado no Rio Grande do Sul em 2026.

A vítima havia solicitado uma Medida Protetiva de Urgência no dia 26 de fevereiro deste ano. Na ocasião, informou que iria morar com a irmã e recusou acompanhamento da Patrulha Maria da Penha, além de não ter formalizado denúncia criminal. Nos últimos dias, segundo relatos, ela teria reatado o relacionamento com o suspeito.

Familiares afirmaram que Daiane já havia pedido a mesma medida há cerca de três anos, mas também voltou atrás na época. O casal mantinha uma relação de quase 20 anos e tinha cinco filhos, sendo dois maiores de idade.

Ainda conforme os parentes, os dois enfrentavam problemas com uso de drogas. A casa onde o crime ocorreu pertence a um irmão da vítima. Ela não morava no local, apenas passava algumas noites. Parte do tempo, vivia em situação de vulnerabilidade nas ruas de Esteio e Sapucaia do Sul.

O suspeito possui antecedentes por diversos crimes, incluindo homicídio doloso, lesão corporal, tráfico de drogas, estupro, furto, receptação e posse ilegal de arma. Até o momento da publicação, ele não havia sido preso.

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Feminicídio

Rio Grande do Sul registra mais um caso de feminicídio após mulher ser morta a facadas em Montenegro

Redação

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Rio Grande do Sul registra 21º caso de feminicídio após mulher ser morta a facadas em Montenegro

Uma mulher de 34 anos foi morta a facadas na noite de terça-feira, 10, no município de Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio. O principal suspeito é o companheiro da vítima, um homem de 52 anos, que chegou a fugir após o crime, mas acabou localizado e preso pela Brigada Militar.

A vítima foi identificada como Gislaine Reguss. Conforme a investigação, ela estava desaparecida desde o dia 26 de fevereiro de 2026.

Segundo a polícia, o suspeito cumpre pena no sistema prisional e havia saído para trabalhar no mesmo dia do crime. Ele deveria retornar à prisão durante a noite. Ainda de acordo com as autoridades, o homem possui diversos antecedentes criminais, incluindo tráfico de drogas, roubo e homicídio.

De acordo com a Polícia Civil de Montenegro, a Brigada Militar foi acionada para atender uma ocorrência relacionada à Lei Maria da Penha. Quando chegaram ao local, os policiais solicitaram o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas os socorristas constataram que a mulher já estava morta.

Após cometer o crime, o suspeito teria fugido pelos fundos da residência. Policiais realizaram buscas na região com apoio de outras equipes. Durante a abordagem, o homem foi baleado, detido e encaminhado para atendimento hospitalar.

A área onde ocorreu o crime foi isolada para o trabalho da perícia, enquanto a Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do caso.

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Feminicídio

RS registra 20º vítima de feminicídio após desaparecimento de mulher ser reclassificado

Redação

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Divulgação Polícia Civil

Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, desaparecida desde 21 de janeiro, passou a integrar oficialmente, nesta quarta-feira (25), a lista de vítimas de feminicídio de 2026 no Rio Grande do Sul. Com a atualização, o Estado soma 20 casos registrados neste ano. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

Os pais dela, Isail Aguiar, de 69 anos, e Dalmira Aguiar, de 70, também estão desaparecidos há cerca de um mês. Até a publicação desta matéria, nenhum corpo havia sido localizado.

Conforme o andamento das investigações, as autoridades consideram improvável que a família seja encontrada com vida.

Segundo a diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher de Porto Alegre, delegada Waleska Alvarenga, o caso foi inicialmente registrado como desaparecimento, mas a classificação foi alterada para feminicídio após a coleta de indícios que apontam para esse tipo de crime.

O ex-companheiro da vítima, Cristiano Domingues Francisco, é apontado como principal suspeito e está preso temporariamente por possível participação no crime.

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