Feminicídio
RS registra 26º feminicídio em 2026 após mulher ser morta pelo companheiro em Novo Hamburgo

O Rio Grande do Sul registrou o 26º caso de feminicídio em 2026 após a morte de uma mulher de 43 anos em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. O crime ocorreu na noite de segunda-feira, 6, no bairro Boa Saúde, e foi descoberto na manhã de terça-feira, 7.
A vítima foi identificada como Veridiana de Barros Alves. Segundo a Polícia Civil, ela foi morta dentro da própria residência após uma discussão com o companheiro.
De acordo com o delegado Alexandre Quintão, o suspeito se apresentou espontaneamente na delegacia por volta das 8h e confessou o crime.
“Ele se apresentou à Delegacia de Polícia por volta das 8h, informando que havia estrangulado e matado a esposa após uma discussão no início da noite de ontem. Disse que eles estavam consumindo drogas, tiveram uma discussão, entraram brevemente em vias de fato e, após isso, ele a estrangulou com as mãos, causando a morte da vítima.”
Além disso, Veridiana apresentava uma perfuração por faca no pescoço. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado e confirmou o óbito no local.
O homem foi preso em flagrante por feminicídio e permanece na Delegacia de Polícia Pronto Atendimento (DPPA) de Novo Hamburgo. Após os procedimentos legais, ele deverá ser encaminhado ao sistema prisional.
Na residência viviam o casal e um adolescente, filho da vítima de outro relacionamento. Veridiana também deixa uma filha menor de idade, que reside com o pai em outra cidade.
Vizinhos afirmaram não ter ouvido discussões, mas relataram estranhar a movimentação do suspeito durante a madrugada. A Brigada Militar isolou a área, enquanto o Instituto-Geral de Perícias realizou os levantamentos no local.
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime.
Feminicídio
Mulher é morta em Esteio nesta terça-feira e RS registra 23º feminicídio no ano

Uma mulher de 39 anos foi morta a facadas na manhã desta terça-feira, 17, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A vítima foi identificada como Daiane Rosa Zastrow. O principal suspeito é o companheiro dela, um homem de 61 anos.
O crime aconteceu em uma casa na Travessa 40, na região da Vila CDD, no bairro Primavera. Segundo informações, Daiane foi atacada por volta das 4h50, mas o corpo só foi encontrado quase cinco horas depois, por volta das 9h50, quando vizinhos entraram na residência. Ela apresentava ferimentos de faca no peito.
Este é o 23º caso de feminicídio registrado no Rio Grande do Sul em 2026.
A vítima havia solicitado uma Medida Protetiva de Urgência no dia 26 de fevereiro deste ano. Na ocasião, informou que iria morar com a irmã e recusou acompanhamento da Patrulha Maria da Penha, além de não ter formalizado denúncia criminal. Nos últimos dias, segundo relatos, ela teria reatado o relacionamento com o suspeito.
Familiares afirmaram que Daiane já havia pedido a mesma medida há cerca de três anos, mas também voltou atrás na época. O casal mantinha uma relação de quase 20 anos e tinha cinco filhos, sendo dois maiores de idade.
Ainda conforme os parentes, os dois enfrentavam problemas com uso de drogas. A casa onde o crime ocorreu pertence a um irmão da vítima. Ela não morava no local, apenas passava algumas noites. Parte do tempo, vivia em situação de vulnerabilidade nas ruas de Esteio e Sapucaia do Sul.
O suspeito possui antecedentes por diversos crimes, incluindo homicídio doloso, lesão corporal, tráfico de drogas, estupro, furto, receptação e posse ilegal de arma. Até o momento da publicação, ele não havia sido preso.
Feminicídio
Rio Grande do Sul registra mais um caso de feminicídio após mulher ser morta a facadas em Montenegro

Rio Grande do Sul registra 21º caso de feminicídio após mulher ser morta a facadas em Montenegro
Uma mulher de 34 anos foi morta a facadas na noite de terça-feira, 10, no município de Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio. O principal suspeito é o companheiro da vítima, um homem de 52 anos, que chegou a fugir após o crime, mas acabou localizado e preso pela Brigada Militar.
A vítima foi identificada como Gislaine Reguss. Conforme a investigação, ela estava desaparecida desde o dia 26 de fevereiro de 2026.
Segundo a polícia, o suspeito cumpre pena no sistema prisional e havia saído para trabalhar no mesmo dia do crime. Ele deveria retornar à prisão durante a noite. Ainda de acordo com as autoridades, o homem possui diversos antecedentes criminais, incluindo tráfico de drogas, roubo e homicídio.
De acordo com a Polícia Civil de Montenegro, a Brigada Militar foi acionada para atender uma ocorrência relacionada à Lei Maria da Penha. Quando chegaram ao local, os policiais solicitaram o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas os socorristas constataram que a mulher já estava morta.
Após cometer o crime, o suspeito teria fugido pelos fundos da residência. Policiais realizaram buscas na região com apoio de outras equipes. Durante a abordagem, o homem foi baleado, detido e encaminhado para atendimento hospitalar.
A área onde ocorreu o crime foi isolada para o trabalho da perícia, enquanto a Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do caso.
Feminicídio
RS registra 20º vítima de feminicídio após desaparecimento de mulher ser reclassificado

Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, desaparecida desde 21 de janeiro, passou a integrar oficialmente, nesta quarta-feira (25), a lista de vítimas de feminicídio de 2026 no Rio Grande do Sul. Com a atualização, o Estado soma 20 casos registrados neste ano. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.
Os pais dela, Isail Aguiar, de 69 anos, e Dalmira Aguiar, de 70, também estão desaparecidos há cerca de um mês. Até a publicação desta matéria, nenhum corpo havia sido localizado.
Conforme o andamento das investigações, as autoridades consideram improvável que a família seja encontrada com vida.
Segundo a diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher de Porto Alegre, delegada Waleska Alvarenga, o caso foi inicialmente registrado como desaparecimento, mas a classificação foi alterada para feminicídio após a coleta de indícios que apontam para esse tipo de crime.
O ex-companheiro da vítima, Cristiano Domingues Francisco, é apontado como principal suspeito e está preso temporariamente por possível participação no crime.

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