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10/04/2026
 

Saúde

Canoas inaugura nova sede do SAMU e reforça estrutura para atendimentos de urgência

Redação

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Foto: Vinícius Thormann/PMC

Na última quinta-feira, 19, Canoas ganhou uma nova base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), localizada na Avenida Victor Barreto, 1970, no Centro. O espaço foi totalmente revitalizado, com entradas e saídas facilitadas para ambulâncias e acesso rápido às principais vias da cidade, garantindo mais agilidade nos atendimentos e melhores condições de trabalho para as equipes.

Durante a cerimônia de entrega, o prefeito Airton Souza ressaltou a importância da nova estrutura.

“Hoje é um dia marcante para Canoas. Estamos entregando uma base moderna, que vai agilizar o atendimento e oferecer mais dignidade às equipes do SAMU. Depois dos desafios enfrentados, especialmente após a enchente que danificou nossa base anterior, este é um passo fundamental para fortalecer a saúde pública na cidade”, afirmou.

A secretária municipal de Saúde, Ana Boll, destacou a localização estratégica e as melhorias para os profissionais.

“A nova base foi planejada para facilitar a circulação das ambulâncias e oferecer conforto aos socorristas. Esse investimento representa um avanço nas condições de trabalho e na qualidade de atendimento à população”, disse.

A secretária de Projetos e Captação de Recursos, Daniela Fontoura, lembrou a longa espera dos profissionais de saúde.

“Há mais de 20 anos, os trabalhadores do SAMU aguardavam uma base unificada. Para mim, que atuei mais de 15 anos na área da saúde, entregar esta sede é um momento especial. Precisamos cuidar de quem cuida”, afirmou.

O responsável técnico e enfermeiro Rodrigo Leite explicou os benefícios da nova unidade para a população.

“Com esta base, os atendimentos serão mais rápidos, abrangendo bairros como Mathias Velho e Guajuviras. Além disso, as motolâncias e ambulâncias terão maior agilidade. Antes, nossa estrutura funcionava no Hospital de Pronto Socorro de Canoas e no Hospital Nossa Senhora das Graças, mas a enchente comprometeu a base do HPSC. Agora, temos novas possibilidades e caminhos para o nosso trabalho”, destacou.

Saúde

Reabertura do HPS de Canoas é adiada para junho de 2027, após atrasos nas obras

Redação

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Hospital de Pronto Socorro de Canoas tem previsão de reabertura parcial para final de setembro

A reabertura do Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Canoas deve ocorrer apenas a partir de junho de 2027. O novo prazo divulgado pela prefeitura está relacionado à segunda fase das obras de recuperação da unidade, que sofreu danos durante a enchente de maio de 2024.

O município publicou edital para contratar a empresa responsável pelo projeto e pela execução dos serviços. A abertura das propostas está marcada para 22 de abril. Caso não haja recursos administrativos ou questionamentos judiciais, a assinatura do contrato pode ocorrer no início do segundo semestre.

A previsão inicial indicava a retomada das atividades em dezembro de 2026, o que foi revisto. Conforme o edital, o prazo estimado para conclusão da reforma é de 12 meses, com entrega prevista para junho de 2027.

O contrato com a empresa vencedora terá vigência de 18 meses. Entre as intervenções previstas estão a recuperação da cobertura, substituição de revestimentos, melhorias nas casas de máquinas e reservatórios, além de adequações nos sistemas elétrico e hidrossanitário, instalação de climatização, pintura e serviços de paisagismo. O investimento pode chegar a R$ 10,13 milhões.

Após o término das obras, ainda será necessária a compra de móveis e equipamentos médicos. Em setembro de 2024, a prefeitura suspendeu o processo de aquisição desses itens. Até o momento, não há definição sobre quando o hospital voltará a operar plenamente.

Procurada pela reportagem do Jornal Timoneiro, a prefeitura de Canoas ainda não se manifestou sobre o assunto.

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Saúde

Casos graves de influenza quase dobram no Brasil em comparação a 2025

Redação

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Levantamento aponta que a temporada de gripe no Brasil começou mais cedo e com maior intensidade em 2026. Dados do Instituto Todos pela Saúde, com base em análises laboratoriais, indicam que os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados pelo vírus influenza quase dobraram entre janeiro e meados de março na comparação com o mesmo período de 2025.

Neste ano, foram registrados 3.584 casos, contra 1.838 no ano passado. As informações reforçam o cenário de aumento na circulação de vírus respiratórios no país.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 800 pessoas morreram em decorrência de vírus respiratórios nesse intervalo. Ao todo, o Brasil soma cerca de 14 mil casos de SRAG até meados de março.

O avanço antecipado da gripe já provoca impactos em cidades brasileiras. Em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi decretada situação de emergência devido ao aumento das doenças respiratórias.

Especialistas apontam que a pandemia de Covid-19 alterou o comportamento dos vírus respiratórios. O virologista Anderson Brito explica:

“O que a gente tem observado é que a sazonalidade, ou seja, o período onde os vírus respiratórios costumavam mais estar presente, que era ali em torno do inverno, né, se modificou muito após a chegada da pandemia de Covid-19. O que acontece é que aquele isolamento que a gente fez durante a pandemia alterou o ciclo sazonal da maioria dos vírus”

Para conter o avanço da gripe, a principal recomendação das autoridades de saúde é a vacinação. O governo federal antecipou a campanha de imunização em 2026, com meta de vacinar 90% dos grupos prioritários até 30 de maio. Até agora, cerca de 6 milhões de doses já foram aplicadas.

Estão entre os grupos prioritários crianças, idosos, gestantes, profissionais de saúde, professores, povos indígenas e pessoas com comorbidades.

A infectologista Miriam Dalben faz um alerta sobre a gravidade da doença:

“As pessoas acabam banalizando um pouco a gripe, achando que é uma coisa muito besta, que não pode evoluir com gravidade. Isso não é verdade. Tem gente que só descobre quando fica doente de maneira grave, igual tem paciente agora internado com gripe muito grave. Tem paciente inclusive na UTI agora.”

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Saúde

Anvisa suspende lote de dipirona da Hypofarma após identificar risco de contaminação

Redação

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou, na quarta-feira, 8, o recolhimento de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL, apresentado em caixas com 100 ampolas de 2 mL, produzido pela Hypofarma.

Além do recolhimento, o órgão também suspendeu a comercialização, distribuição e uso do lote 24112378 do medicamento em todo o país.

De acordo com a Resolução (RE) 1.380/2026, a decisão foi tomada após a confirmação de desvio de qualidade, identificado pela presença de material particulado não dissolvido e estranho à formulação do produto.

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