Segurança
Governo do Rio Grande do Sul e Defensoria Pública firmam acordo para identificar órfãos de feminicídio

Um acordo de cooperação assinado na segunda-feira, 9, entre o Governo do Rio Grande do Sul, por meio das secretarias da Mulher e da Segurança Pública, e a Defensoria Pública do Estado vai permitir o compartilhamento de informações para identificar com mais rapidez crianças e adolescentes que ficaram órfãos após casos de feminicídio. A iniciativa também garante o acionamento imediato da rede de proteção e o acesso à assistência jurídica integral.
A assinatura aconteceu na sede da Defensoria Pública, com a presença da secretária da Mulher, Fábia Richter, e do defensor público-geral, Nilton Leonel Maria. Também participaram do ato a secretária-adjunta da Mulher, Viviane Viegas, a secretária-adjunta da Segurança Pública, Adriana Regina da Costa, a deputada estadual Nadine Anflor, a defensora pública responsável pelo Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente, Paula Simões, e o corregedor-geral da Defensoria, Marcelo Turela de Almeida.
O termo cria um fluxo direto de comunicação entre os órgãos. Assim que uma ocorrência policial for registrada, os dados serão enviados à Defensoria Pública. Isso permitirá localizar os filhos ou dependentes da vítima, garantir atendimento jurídico e articular serviços nas áreas de saúde, educação e assistência social, respeitando as atribuições de cada instituição.
Durante o evento, Fábia Richter destacou que a medida é essencial para chegar rapidamente até essas crianças e adolescentes, oferecendo apoio de forma organizada e em rede. Segundo ela, a ação pode ajudar a reduzir parte das dificuldades enfrentadas por esses órfãos.
“Será possível amenizar, de alguma maneira, o sentimento e as dificuldades que essas crianças e adolescentes possam vir a ter”.
Viviane Viegas reforçou que o compartilhamento de informações, especialmente sobre a localização das famílias, será decisivo para que a Defensoria possa atuar de maneira mais eficiente e garantir que essas crianças tenham acesso aos seus direitos.
“Esse processo vai permitir o encaminhamento correto para que esses órfãos possam ter acesso àquilo que lhes é de direito”.
Pelo acordo, após identificar um caso de feminicídio, a Secretaria da Segurança Pública deverá enviar com agilidade os dados necessários para localizar possíveis dependentes. A pasta também ficará responsável por adotar medidas de proteção das informações e melhorar os canais de comunicação. Além disso, casos registrados desde outubro de 2023 também poderão ser incluídos nesse fluxo.
Já a Secretaria da Mulher ficará encarregada de articular a rede de atendimento, principalmente por meio dos Centros de Referência da Mulher. O objetivo é localizar familiares e responsáveis e repassar ao Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente dados como nome, idade, município de residência e contatos disponíveis dos órfãos.
A Defensoria Pública deverá receber e analisar as informações, prestar atendimento jurídico às crianças e seus responsáveis, regularizar a representação legal e atuar para garantir o acesso à pensão especial prevista em lei, em parceria com a Defensoria Pública da União quando necessário. O órgão também será responsável por encaminhar demandas às políticas públicas e proteger o sigilo dos dados.
O termo terá duração inicial de 12 meses. Durante esse período, os procedimentos serão avaliados e poderão ser ajustados, com possibilidade de renovação ao final.
Segurança
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Segurança
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Mudanças na estrutura do governo
Punições
Responsabilidade compartilhada
“O poder público estabelece regras e coordena políticas de proteção. As plataformas devem aplicar ferramentas e mecanismos de segurança adequados. Já famílias e educadores têm papel importante no acompanhamento do uso da tecnologia e no desenvolvimento do letramento digital”, afirma.
“A ANPD agora se torna uma agência. A ideia é que tenha mais autonomia e mais força para acompanhar o processo de adequação das empresas. A fiscalização é fundamental, não apenas por parte da ANPD, mas também do sistema de Justiça”, diz a especialista.
“De forma mais ampla, a comunidade escolar também precisa discutir o tema e se apropriar dessa nova lei, produzindo reflexões e materiais sobre seu conteúdo para gestores, famílias e para as próprias crianças e adolescentes.”
Segurança
Canoas lança campanha “Quebre o Silêncio” para combater violência contra a mulher

Canoas lança a campanha “Quebre o Silêncio” para incentivar a denúncia de violência contra a mulher e mobilizar a sociedade diante do aumento dos casos de feminicídio no Brasil e no Rio Grande do Sul.
A ação é realizada pela Secretaria de Comunicação (SECOM) em parceria com a Secretaria Municipal da Mulher, Cidadania e Inclusão (SMMCI). A campanha reforça que combater a violência não é responsabilidade apenas das vítimas, mas também de quem presencia ou tem conhecimento das agressões.
A campanha chama atenção para a violência doméstica, que muitas vezes ocorre dentro de casa e é ignorada por pessoas próximas. Denunciar esses casos pode ser decisivo para interromper o ciclo de agressões e salvar vidas.
Além de estimular denúncias, a iniciativa destaca que Canoas conta com uma rede de acolhimento estruturada, oferecendo suporte desde o momento da denúncia até ações voltadas à reconstrução da autonomia e independência das vítimas.
A campanha “Quebre o Silêncio” é divulgada em diferentes canais e espaços da cidade, ampliando o alcance da mensagem e reforçando que a violência contra a mulher não é um problema privado, mas uma questão que exige a atenção e a responsabilidade de toda a sociedade.
Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados de forma gratuita e anônima pelo telefone 180, que funciona 24 horas por dia em todo o país.
Canais de denúncia
Brigada Militar – ligue 190
Guarda Civil Municipal – ligue 153
Central de Atendimento à Mulher – ligue 180
Disque Mulher Canoas – (51) 99275-8146
Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) – Plantão (51) 9
9859-0943
Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) – 3425-9000 – atendimento 24 horas, todos os dias.

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