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08/06/2026
 

Saúde

Prefeitura e Simers fecham acordo para parcelamento de valores atrasados a profissionais de saúde

Redação

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Prefeitura e Simers fecham acordo para parcelamento de valores atrasados a profissionais de saúde

O prefeito de Canoas, Airton Souza, o vice-prefeito Rodrigo Busato, secretários municipais e representantes dos três hospitais canoenses reuniram-se no final da manhã de segunda-feira, 17, com a direção do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers).

Na pauta do encontro, a entrega, pelo Simers, de um relatório preliminar das visitas do sindicato às instituições de saúde do Município, ocorridas na sexta-feira, 14, e a apresentação, pela administração municipal, de uma proposta de pagamento parcelado de valores não pagos pela gestão passada, referentes a 2024, para médicos prestadores de serviços nos hospitais canoenses.

Proposta de pagamento

A proposta da administração municipal é de que o pagamento dos valores atrasados pelo governo anterior, referentes ao mês de dezembro de 2024, seja feito em seis prestações, a partir do dia 25 de março, e sempre no dia 25 dos meses subsequentes.

De acordo com a Secretaria Municipal da Fazenda, os valores em aberto somam R$ 5,63 milhões. São R$ 1.614.665,85 para os médicos que prestaram serviços em regime de Pessoa Jurídica em dezembro no Hospital Universitário, R$ 1.520.331.12 para os do Pronto-socorro e R$ 2.498.000,00 para os médicos do Nossa Senhora das Graças.

Grupo de trabalho

A Prefeitura propôs a criação de um grupo de trabalho, formado por representantes das secretarias municipais da Fazenda e Saúde, dos hospitais Nossa Senhora das Graças, Universitário e Pronto-socorro e do Simers, para avaliar as demandas dos médicos que atuam na cidade.

“Nossa intenção é sempre o diálogo”, disse o prefeito Airton Souza durante a reunião. “O foco principal da nossa administração é a Saúde. Propusemos esse grupo de trabalho para, juntos, acharmos um equilíbrio, uma solução.”

O presidente do Simers, Marcelo Matias, concordou com a criação do grupo de trabalho e afirmou que levará à categoria a proposta de parcelamento dos valores em atraso.

“Somos extremamente favoráveis ao diálogo. O bom andamento do trabalho dos médicos é fundamental para que os cidadãos tenham acesso a um bom serviço”, disse Matias.

Saúde

Ministério da Saúde suspende temporariamente vacinação contra a dengue após investigação de reações

Redação

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O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira, 8, a suspensão temporária e preventiva da vacinação contra a dengue com o imunizante Butantan-DV, desenvolvido pelo Instituto Butantan. A decisão foi tomada após o registro de reações adversas graves que estão sendo investigadas pelas autoridades sanitárias.

O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante coletiva de imprensa em Brasília. Segundo a pasta, foram identificados 42 casos de reações severas entre os vacinados, além de dois óbitos que seguem sob investigação para determinar se há relação com a aplicação da vacina.

De acordo com o ministério, os eventos observados não haviam sido registrados nos estudos clínicos que embasaram a aprovação do imunizante pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Antes da liberação, a vacina foi testada em cerca de 16 mil voluntários acompanhados durante cinco anos.

Entre janeiro e 30 de maio deste ano, foram aplicadas 501.044 doses da vacina. O público-alvo incluía pessoas entre 15 e 59 anos, além de profissionais da área da saúde.

Casos investigados

O Ministério da Saúde informou que foram registradas 3.703 notificações de eventos inesperados com sintomas semelhantes aos da dengue, representando cerca de 0,7% do total de vacinados.

Entre os registros, 42 pessoas apresentaram sinais de alerta, como dores abdominais intensas, vômitos persistentes e sangramentos. Três casos foram classificados como graves.

Um deles envolveu uma mulher de 39 anos que apresentou febre, dores musculares e náuseas seis dias após receber a vacina. O quadro evoluiu para sintomas de dengue grave, com necessidade de internação em unidade de terapia intensiva (UTI). A paciente recebeu alta posteriormente.

Os dois casos que resultaram em morte também seguem sendo analisados. Uma mulher de 48 anos desenvolveu sintomas compatíveis com dengue grave e comprometimento neurológico 19 dias após a vacinação. O quadro evoluiu para óbito.

O segundo caso envolveu um homem de 58 anos que apresentou febre cinco dias após receber a dose. A condição evoluiu rapidamente para um quadro grave, com choque refratário, resultando em morte. Segundo o ministro, os óbitos ocorreram nos meses de março e abril.

Padilha ressaltou que, até o momento, não existem evidências suficientes para comprovar uma relação direta entre a vacina e os casos graves registrados.

Vacinação permanece suspensa

A suspensão permanecerá em vigor até a conclusão das investigações conduzidas pelo Ministério da Saúde, Anvisa, estados e municípios.

As doses já distribuídas continuarão armazenadas nos estados e municípios até que uma decisão definitiva seja tomada sobre a retomada da campanha.

Segundo o governo federal, os três casos graves ocorreram entre profissionais da Atenção Primária à Saúde vacinados pela estratégia destinada a esse público. Nenhum deles foi registrado nos municípios que participaram da ampliação da vacinação.

Orientação para quem recebeu a vacina

O Ministério da Saúde orienta que pessoas vacinadas nos últimos 21 dias procurem uma unidade de saúde caso apresentem sintomas como:

Febre;
Dor abdominal intensa e contínua;
Vômitos persistentes;
Tontura;
Sangramentos;
Sonolência excessiva;
Irritabilidade;
Sinais de desidratação;
Piora do estado geral.

A pasta também informou que realizará reuniões com estados e municípios para intensificar a busca ativa de casos e ampliar o monitoramento dos eventos adversos.

Primeira vacina brasileira contra dengue

A vacina Butantan-DV foi aprovada pela Anvisa em novembro de 2025. O imunizante é considerado a primeira vacina contra a dengue de dose única do mundo e a primeira desenvolvida integralmente no Brasil.

Em nota, o Instituto Butantan afirmou que a interrupção temporária segue orientação do Ministério da Saúde e da Anvisa e tem como objetivo garantir a segurança da população enquanto os casos são analisados.

A instituição destacou que os três casos graves foram registrados em um universo de aproximadamente 500 mil pessoas vacinadas e que ainda não há confirmação de vínculo entre os eventos adversos e a aplicação do imunizante.

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Saúde

Panvel inaugura primeira unidade de farmácia em Nova Santa Rita

Redação

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A rede de farmácias Panvel inaugurou sua primeira unidade em Nova Santa Rita, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A loja está localizada na Rua Juvenal Machado, nº 1, esquina com a Avenida Santa Rita, na área central do município.

Segundo o diretor executivo da rede, Roberto Coimbra, a chegada da empresa ao município faz parte da estratégia de ampliar a presença da marca na região.

“Nossa chegada a Nova Santa Rita faz parte de um movimento da Panvel de estar presente onde as pessoas vivem, com uma experiência de compra completa, acessível e conectada”, afirmou.

Com a abertura da unidade, os moradores passam a contar com serviços farmacêuticos como aferição de pressão arterial, testes rápidos e orientações sobre o uso de medicamentos, realizados por profissionais da área.

Além da comercialização de medicamentos, a farmácia oferece produtos de higiene, beleza, cuidados pessoais, suplementos e itens de conveniência. A unidade também aceita convênios e programas de benefícios ligados ao setor farmacêutico.

A empresa informou ainda que os serviços também estão disponíveis em canais digitais, por meio do site, aplicativo e atendimento remoto, com opções de retirada na loja ou entrega em domicílio.

A loja funciona de segunda a sábado, das 7h às 23h. Aos domingos e feriados, o atendimento ocorre das 8h às 22h. A unidade está localizada na Rua Juvenal Machado, nº 1, esquina com a Avenida Santa Rita.

A Panvel possui mais de 660 lojas distribuídas pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

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Saúde

Hospital Universitário de Canoas promove mutirão de 300 consultas ginecológicas na próxima semana

Redação

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HospitaMédicos do Hospital Universitário de Canoas recebem pagamento de salários atrasados l Universitário de Canoas adota inteligência artificial para agilizar atendimento de infartos

O Hospital Universitário de Canoas (HU) promoverá, entre os dias 9 e 13 de junho, um mutirão de consultas ginecológicas para pacientes que aguardam atendimento na fila da regulação municipal. A ação será realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e prevê a oferta de 300 consultas, com 60 atendimentos por dia.

De acordo com o hospital, as pacientes que serão atendidas já estão cadastradas na fila interna de regulação e estão sendo contatadas para o agendamento das consultas.

A superintendente hospitalar do HU, Tatini Pacheco, informou que as mulheres que serão atendidas já fazem parte da fila de regulação da instituição.

“As mulheres que serão atendidas já se encontram na nossa fila interna de regulação. Estamos entrando em contato para chamá-las e é fundamental que as pacientes só confirmem se realmente puderem comparecer”, afirmou.

O mutirão ocorre após uma ação voltada à realização de laqueaduras, promovida no final de maio. Na ocasião, 230 mulheres foram chamadas para o procedimento e 132 realizaram a cirurgia.

Ao avaliar os resultados da iniciativa, Tatini destacou que, apesar das ausências registradas, a ação possibilitou a realização dos procedimentos previstos.

“Mesmo com a abstenção de quase cem mulheres, o saldo é positivo sim. A estratégia de concentrar esforços em ações específicas tem permitido acelerar o acesso da população a consultas, exames e procedimentos especializados. Nosso objetivo é ampliar a capacidade de atendimento e oferecer respostas mais rápidas às demandas da comunidade”, disse.

Segundo o hospital, além de atender pacientes que aguardam consultas especializadas, o mutirão também permitirá o acompanhamento pós-operatório das mulheres que participaram da ação de laqueaduras.

Os mutirões integram uma estratégia adotada pela instituição para atender pacientes que aguardam consultas, exames e procedimentos especializados em Canoas e na Região Metropolitana.

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