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11/05/2026
 

Educação

Carreta Digital oferece cursos de tecnologia e inovação para alunos de baixa renda de Canoas

Redação

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Carreta Digital oferece cursos de tecnologia e inovação para alunos de baixa renda de Canoas

As aulas dos cursos gratuitos do projeto Carreta Digital no município tiveram início na segunda-feira, 10. As qualificações voltadas para alunos de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social acontecerão nas instalações do veículo itinerante estacionado na EMEF David Canabarro, no bairro Mathias Velho. A previsão é que a unidade móvel também visite ainda outras EMEFs da rede municipal de ensino.

O projeto utiliza um ambiente físico real e imersivo, conhecido como Espaço Maker, equipado com materiais de alta tecnologia que os alunos podem explorar de maneira prática. Toda a estrutura fica dentro da carreta que percorre diferentes regiões do país, sempre proporcionando que aulas presenciais aconteçam, periodicamente, em locais que muitas vezes têm pouco ou nenhum acesso a esse tipo de recurso educacional.

“O primeiro dia de aulas foi bem legal. Eu fiquei muito feliz por que dava para ver o brilho nos olhos das crianças. Os cursos são bem atuais e já garantem um certificado para os participantes”, descreve o instrutor e professor de desenvolvimento de jogos, Émerson Rodrigues.

Em Canoas, o projeto está com turmas nos cursos de manutenção de celular, montagem e configuração de PC Gamer (computador de alto desempenho) e robótica. Cada um deles possui carga horária de dez horas de aulas práticas presenciais e 20 horas de aulas online. Os participantes possuem idade a partir de 13 anos e estão matriculados do 7º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

A Carreta Digital é um inovador projeto de capacitação itinerante executado pela Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP), uma organização dedicada a promover o desenvolvimento tecnológico e a inovação educacional no Brasil.

Com o apoio do Ministério da Comunicação, a Carreta Digital leva educação tecnológica de ponta diretamente às comunidades e escolas públicas, oferecendo cursos em robótica, computação e outras disciplinas essenciais para o futuro. Em Canoas, a proposta ainda possui a cooperação da Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Comunicação de Canoas (CanoasTec).

Educação

Patrícia Alba (MDB) se coloca à disposição para intermediar diálogo entre Prefeitura de Canoas e professores

Redação

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A presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, Patrícia Alba, afirmou nesta semana que está à disposição para auxiliar na retomada do diálogo entre a Prefeitura de Canoas e os professores da rede municipal, que estão em greve há três semanas.

Segundo a parlamentar, a administração municipal precisa ouvir as reivindicações da categoria.

“Nada mais básico do que ouvir a categoria. A recusa não pode ser aceita”, declarou. Ela também defendeu o cumprimento do piso nacional do magistério e melhorias no atendimento aos alunos de inclusão.

“Educação tem que ser prioridade na prática. A lei é muito bonita, mas é preciso dar condições para que o ensino e a aprendizagem tenham resultados”, afirmou a deputada.

Entre as reivindicações dos professores estão a reposição salarial, aumento real de 10%, revisão do plano de carreira e o cumprimento da Lei 15.326/2026. A legislação inclui professores da Educação Infantil na carreira do magistério, garantindo pagamento do piso nacional e aposentadoria especial.

A diretora do Sindicato dos Professores de Canoas, Katielle Felise, afirmou que o governo municipal não estaria mantendo diálogo com a categoria. Segundo ela, a proposta inicial apresentada pela Prefeitura previa reposição salarial de 4,22% parcelada em 12 vezes. Ainda de acordo com a sindicalista, a Câmara de Vereadores aprovou posteriormente o parcelamento do índice em seis parcelas durante sessão extraordinária.

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Educação

Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Redação

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Prefeitura de Canoas projeta aulas da rede municipal até janeiro de 2027 por conta da greve

Na teça-feira, 5, a Prefeitura de Canoas publicou uma nota em que se diz preocupada com o cenário que se desenha com a manutenção da greve dos professores da rede municipal, que iniciou com paralisação no dia 14 de abril.

No texto, o Executivo cita que, com a continuidade do movimento até 5 de maio, a conta da reposição já chega a 13 dias letivos, o que exigirá medidas de recuperação das aulas para o cumprimento dos 200 dias obrigatórios por lei.

Ainda que, para garantir o ano letivo de 2026, a proposta de reposição deve impactar diretamente os períodos de descanso e a projeção prevê a redução do recesso de julho para apenas dois dias e o avanço das aulas até o dia 12 de janeiro de 2027.

Por fim, a nota diz que “apesar dos avanços propostos pela Prefeitura, que afirma ter atingido seu limite financeiro para atender às reivindicações, o impasse segue penalizando direta e indiretamente 30 mil alunos que, além do prejuízo pedagógico, verão suas férias drasticamente encurtadas”.

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Educação

Professores rejeitam proposta de reajuste salarial e aprovam paralisação em São Leopoldo

Redação

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Crédito: Divulgação/Ceprol

A assembleia geral do Centro dos Professores Municipais de São Leopoldo (Ceprol), realizada na noite de segunda-feira, 4, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Gusmão Britto, rejeitou pela segunda vez a proposta de reajuste salarial apresentada pela Prefeitura. No encontro, a categoria também aprovou uma contraproposta e definiu um calendário de mobilizações, incluindo paralisação das atividades escolares.

A proposta do governo municipal, liderado pelo prefeito Heliomar Franco (PL), previa reposição inflacionária de 3,77%, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), dividida em parcelas. O mesmo índice já havia sido recusado anteriormente pela comissão de negociação e voltou a ser apresentado sem alterações, o que motivou nova rejeição por parte dos professores.

Segundo o Ceprol, a avaliação da categoria é de que o reajuste não contempla as perdas acumuladas nem atende às reivindicações de valorização profissional. A entidade também aponta falta de avanço nas negociações com o Executivo.

No mesmo dia da assembleia, ocorreu uma reunião entre representantes do sindicato e do governo municipal. Na ocasião, a proposta foi reapresentada com a divisão do reajuste em duas etapas: 1,89% a partir de abril e 1,88% em outubro, com pagamento de retroativo previsto para dezembro. O programa de alimentação também teria reajuste de 3,77%, com acréscimo de R$ 29,85. Não houve proposta apresentada para o plano de saúde dos servidores.

Diante disso, os professores aprovaram uma contraproposta que prevê reajuste de 7,1%, índice ligado ao Fundeb, tanto nos salários quanto no auxílio alimentação. A categoria também defende a criação de um plano de saúde com participação da Prefeitura.

Além das pautas salariais, a assembleia definiu ações de mobilização. Entre elas, o uso da tribuna na Câmara de Vereadores no dia 12 de maio, quando representantes devem levar as reivindicações aos parlamentares, e a paralisação das atividades nas escolas municipais no dia 13 de maio.

Também foi aprovada uma campanha de valorização da categoria, com ações voltadas à comunidade escolar e à população em geral.

A Prefeitura mantém a proposta baseada no INPC e afirma que a medida segue os limites orçamentários do município. Já o Ceprol sustenta que há espaço para avanço nas negociações, especialmente com recursos vinculados à educação.

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