Saúde
Prefeitura de Canoas e Governo do Estado discutem situação da Saúde no município

A Prefeitura de Canoas e a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul dialogaram sobre a situação das contas públicas relacionadas à área da Saúde no município.
O encontro, realizado na segunda-feira, 13, reuniu o prefeito da cidade, Airton Souza, o titular da Saúde, Eduardo Bermudez, o secretário da Fazenda de Canoas, João Portella, e a secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, e equipe.
“Conforme a orientação do nosso governador Eduardo Leite, estamos à disposição para um diálogo permanente, para a construção de programas que visem atender o interesse público, que é a nossa população, não só de Canoas, como da região de referência”, disse Arita, lembrando que a rede de Saúde de Canoas atende mais de 150 municípios.
Situação dos hospitais
Na reunião, o chefe do Executivo de Canoas e o secretário Bermudez colocaram à mesa situações que receberam em 1° de janeiro, como a saída da Kaplan da gestão da Oncologia no Hospital Nossa Senhora das Graças (NSG), o atraso dos pagamentos no Hospital Universitário (HU) e o local onde está instalado o Hospital de Pronto-Socorro do HPS.
Além do debate sobre investimentos e medidas para solucionar os gargalos da área, também esteve na pauta a ampliação de determinadas especialidades na cidade, a implantação do Gerenciamento de Consultas do Sistema Único de Saúde (Gercon), a avaliação de espaços para a criação de serviços de saúde, tratativas do Programa Avançar e as aquisições feitas para o Hospital Universitário, como uma torre de vídeo para ampliar cirurgias como bariátricas.
Para o prefeito de Canoas, o saldo foi positivo, e o sentimento é de otimismo.
“Esta é uma parceria que vamos estabelecer desde agora, fortalecendo o diálogo e ampliando os serviços para melhorar realmente a Saúde na nossa cidade e, consequentemente, no Estado”.
Saúde
Casos graves de influenza quase dobram no Brasil em comparação a 2025

Levantamento aponta que a temporada de gripe no Brasil começou mais cedo e com maior intensidade em 2026. Dados do Instituto Todos pela Saúde, com base em análises laboratoriais, indicam que os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados pelo vírus influenza quase dobraram entre janeiro e meados de março na comparação com o mesmo período de 2025.
Neste ano, foram registrados 3.584 casos, contra 1.838 no ano passado. As informações reforçam o cenário de aumento na circulação de vírus respiratórios no país.
De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 800 pessoas morreram em decorrência de vírus respiratórios nesse intervalo. Ao todo, o Brasil soma cerca de 14 mil casos de SRAG até meados de março.
O avanço antecipado da gripe já provoca impactos em cidades brasileiras. Em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi decretada situação de emergência devido ao aumento das doenças respiratórias.
Especialistas apontam que a pandemia de Covid-19 alterou o comportamento dos vírus respiratórios. O virologista Anderson Brito explica:
“O que a gente tem observado é que a sazonalidade, ou seja, o período onde os vírus respiratórios costumavam mais estar presente, que era ali em torno do inverno, né, se modificou muito após a chegada da pandemia de Covid-19. O que acontece é que aquele isolamento que a gente fez durante a pandemia alterou o ciclo sazonal da maioria dos vírus”
Para conter o avanço da gripe, a principal recomendação das autoridades de saúde é a vacinação. O governo federal antecipou a campanha de imunização em 2026, com meta de vacinar 90% dos grupos prioritários até 30 de maio. Até agora, cerca de 6 milhões de doses já foram aplicadas.
Estão entre os grupos prioritários crianças, idosos, gestantes, profissionais de saúde, professores, povos indígenas e pessoas com comorbidades.
A infectologista Miriam Dalben faz um alerta sobre a gravidade da doença:
“As pessoas acabam banalizando um pouco a gripe, achando que é uma coisa muito besta, que não pode evoluir com gravidade. Isso não é verdade. Tem gente que só descobre quando fica doente de maneira grave, igual tem paciente agora internado com gripe muito grave. Tem paciente inclusive na UTI agora.”
Saúde
Anvisa suspende lote de dipirona da Hypofarma após identificar risco de contaminação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou, na quarta-feira, 8, o recolhimento de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL, apresentado em caixas com 100 ampolas de 2 mL, produzido pela Hypofarma.
Além do recolhimento, o órgão também suspendeu a comercialização, distribuição e uso do lote 24112378 do medicamento em todo o país.
De acordo com a Resolução (RE) 1.380/2026, a decisão foi tomada após a confirmação de desvio de qualidade, identificado pela presença de material particulado não dissolvido e estranho à formulação do produto.
Saúde
Canoas promove mutirão para zerar fila de espera por consultas vasculares

A aposentada Rosane dos Santos Ramalho, de 67 anos, aguardava desde 2019 por uma cirurgia de varizes para aliviar as dores constantes nas pernas. Moradora do bairro Igara, ela foi atendida por um especialista nesta quarta-feira, 8, e deve realizar o procedimento nos próximos dias.
Rosane integra um grupo de mais de cinco mil pessoas que aguardam por consultas vasculares no município. A expectativa é de que essa demanda reprimida seja atendida por meio de um mutirão de consultas, iniciado nesta semana, com o objetivo de zerar a fila de espera.
As consultas ocorrem às segundas, quartas e sextas-feiras, na clínica Previsa, no bairro Nossa Senhora das Graças. São atendidos 20 pacientes por dia. Para a secretária-adjunta da Atenção Hospitalar, Daniela Oliveira, o mutirão representa muito mais do que números.
“É cuidado, dignidade e respeito com cada pessoa que aguardava por atendimento. Zerar uma fila de mais de 5 mil pacientes é devolver qualidade de vida e garantir que a saúde chegue a quem mais precisa, no tempo certo”, destaca.
De acordo com o cirurgião vascular Abud Homsi Neto, estão sendo realizados atendimentos a pacientes com doenças vasculares, como varizes e trombose, e doenças arteriais.
“Esse mutirão tem sido muito importante porque temos uma quantidade imensa de pacientes na fila, pessoas que estão há até oito anos aguardando por uma consulta com vascular”, explica.
Segundo o especialista, primeiramente é feita a consulta para analisar os exames já realizados pelo paciente.
“A partir daí a gente vê o tipo de tratamento necessário, se é o tratamento clínico ou se é caso cirúrgico. Havendo necessidade, já encaminhamos também para a cirurgia, para tentar a resolutividade o mais rápido possível aos casos desses pacientes, que estão na fila de espera há muito tempo”, completa.
Na fila de espera por uma consulta desde 2022, a aposentada Leonira Webber, 78, aprovou o mutirão.
“Tenho dois aneurismas que interferem muito no meu dia a dia. Preciso estar sempre me cuidando, não posso fazer força, estou sempre cansada. Espero resolver o meu problema e ter mais qualidade de vida. Estou esperando há bastante tempo por isso”, diz.

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