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13/03/2026
 

Mundo

Ataques no Oriente Médio preocupam o mundo; entenda o conflito

Redação

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Ataques no Oriente Médio preocupam o mundo; entenda o conflito
Imagem: © REUTERS/Fadi Whadi

Pela primeira vez quase vinte anos após guerra entre os dois países, as Forças de Defesa de Israel entraram no território do Líbano por terra.

Na segunda-feira, 30, Israel utilizou as redes sociais para explicar que a invasão era localizada e o objetivo era acertar alvos do Hezbollah no sul do país.

Isto porque um grupo extremista Hezbollah teria começado a atacar Israel no dia 7 de outubro de 2023, em apoio ao grupo terrorista Hamas, que atua na Faixa de Gaza.

Hezbollah e morte de líder

O Hezbollah é um grupo paramilitar libanês formado em 1980 em meio aos conflitos do Líbano com o país vizinho, que começaram quando o Estado de Israel foi fundado, em 1947.

Apesar de anos de tensão e guerras, o clima esquentou na semana passada com ataques aéreos de Israel na região de Beqaa, no sul do Líbano, matando mais de 500 pessoas, além de Hassan Nasrallah, principal liderança do Hezbollah e o líder do Hamas, Fateh Sherif Abu el-Amin.

Em um discurso transmitido pela televisão, antes de morrer, Nasrallah afirmou que o grupo jamais deixaria de apoiar Gaza.

“Não importa os sacrifícios, consequências ou possibilidades futuras, a resistência no Líbano não deixará de apoiar Gaza”, disse.

Na segunda-feira, 30, o grupo chegou a falar que estava preparado para caso Israel invadisse o território do Líbano, e no mesmo dia, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que “não há lugar no Oriente Médio que Israel não possa alcançar” para eliminar seus inimigos.

Preocupação mundial

Os ataques no Oriente Médio entre Irã, Hezbollah e Israel preocupam a comunidade internacional. Nesta terça-feira, 1º de outubro, o Irã – principal rival de Israel no Oriente Médio, entrou no conflito e atacou o país de Benjamin Netanyahu.

E, diante do risco de uma guerra total, as tensões na região tornaram-se no tema central da Assembleia Geral da ONU. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou que o mundo não pode deixar que o Líbano se torne uma nova Gaza.

 

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EUA afirmam ter capturado Nicolás Maduro após ataque na Venezuela

Redação

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado, 3, que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. Segundo Trump, Maduro e a esposa teriam sido retirados do país por via aérea, sem indicação do destino. A declaração foi feita em uma rede social.

Na madrugada de sábado, uma série de explosões foi registrada em Caracas. De acordo com a Associated Press, ao menos sete explosões ocorreram em cerca de 30 minutos. Moradores relataram tremores, sobrevoo de aeronaves em baixa altitude, correria nas ruas e falta de energia em áreas próximas à base aérea de La Carlota.

O governo venezuelano confirmou que o país estava sob ataque e anunciou a decretação de “estado de Comoção Exterior”, com convocação de forças políticas e sociais para mobilização. Em comunicado, Caracas acusou os Estados Unidos de tentar promover uma mudança de regime e de buscar o controle de recursos estratégicos, como petróleo e minerais. A Venezuela declarou que se reserva ao direito de legítima defesa e pediu solidariedade de países da América Latina e do Caribe.

A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, afirmou não saber o paradeiro de Maduro e exigiu uma prova de vida por parte do governo americano.

A escalada de tensão ocorre após meses de pressão dos EUA sobre o governo venezuelano. Em agosto, Washington elevou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro e reforçou a presença militar no Caribe. Em novembro, os dois presidentes chegaram a conversar por telefone, sem avanços. No mesmo período, os EUA classificaram o Cartel de los Soles como organização terrorista e acusaram Maduro de liderar o grupo.

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Morre Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, aos 89 anos

Redação

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Morre Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, aos 89 anos

Faleceu nesta terça-feira, 13, aos 89 anos, o ex-presidente do Uruguai, José “Pepe” Mujica. A causa do falecimento, confirmada pelo presidente Yamandú Orsi, ainda não foi informada oficialmente nem a sua causa.

Em abril de 2024, Mujica anunciou durante uma coletiva de imprensa que havia sido diagnosticado com um tumor no esôfago, descoberto durante um check-up médico, e notícias recentes afirmavam que ele estaria tendo apenas cuidados paliativos. O ex-líder uruguaio também convivia com uma condição autoimune que comprometia a função de seus rins.

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Morre o papa Francisco, aos 88 anos

Redação

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Morre o papa Francisco, aos 88 anos

O Papa Francisco, primeiro pontífice latino-americano e jesuíta da história, faleceu aos 88 anos nesta segunda-feira, 21, conforme anunciado pelo cardeal Kevin Farrell, camerlengo do Vaticano. Nascido Jorge Mario Bergoglio, ele liderou a Igreja Católica desde 2013, sendo conhecido por sua proximidade com os pobres, sua simplicidade e os esforços de reforma na Igreja.

Nos últimos meses, enfrentou sérios problemas de saúde, incluindo pneumonia, anemia e insuficiência renal leve. Internado por quase 40 dias no Hospital Gemelli, chegou a apresentar melhoras, mas permaneceu com prognóstico reservado. Durante a internação, utilizou ventilação mecânica não invasiva e recebeu transfusões de sangue.

Mesmo debilitado, gravou uma mensagem agradecendo as orações dos fiéis. Sua morte representa uma grande perda para a Igreja, que agora se despede de um líder carismático e comprometido com os valores do Evangelho e a dignidade dos mais marginalizados.

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