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18/04/2026
 

Saúde

Infectologista Dr. Sidnei Alves dos Santos Jr. fala sobre a Mpox

Redação

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Infectologista Dr. Sidnei Alves dos Santos Jr. fala sobre a Mpox

A mpox, anteriormente chamada monkeypox ou varíola dos macacos, é uma doença viral. Sua principal manifestação ocorre pelo aparecimento de lesões de pele.

Segundo o infectologista da RSDP, Dr. Sidnei Alves dos Santos Jr., ela ganhou importância nos últimos anos pelo aparecimento de casos em diversos países do mundo, levando a Organização Mundial de Saúde a classificar a doença como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional entre 2022 e 2023 e novamente, agora, em 14 de agosto 2024.

“O atual aumento no número de casos está relacionado a uma clade do vírus, ou seja, um grupo de vírus, mais transmissível e que causa complicações com maior frequência. Isso faz com que o conhecimento da doença e sobre as formas de preveni-la sejam muito importantes nesse momento”, ressalta o profissional.

Transmissão

A transmissão da doença ocorre pelo contato com lesões de pele de pessoas com a doença ou com objetos e superfícies recentemente contaminadas por secreções das feridas.

O contágio por via respiratória também pode ocorrer, mas requer um contato mais próximo e prolongado com pessoas infectadas. O período de transmissão começa com o início dos sintomas e se prolonga até a resolução das lesões de pele.

Incubação

O período de incubação, ou seja, o tempo entre a pessoa se infectar e aparecerem os sintomas, é, usualmente, de uma semana, mas pode variar de 1 a 21 dias.

Lesões

As lesões de pele são a principal manifestação da doença e podem ser de várias formas, como manchas, pequenas bolhas de líquido e feridas. Elas podem aparecer em qualquer parte do corpo.

A doença também pode causar febre, dor de cabeça, adenomegalias (“ínguas”) e dores pelo corpo. A duração costuma ser de 2 a 4 semanas.

Tratamento

O tratamento indicado na maioria absoluta dos casos é sintomático. As lesões devem ser mantidas limpas e secas para evitar a contaminação secundária. Além disso, deve-se estar atento à hidratação.

Existem antivirais com atividade contra Mpox, mas são medicamentos ainda não definitivamente liberados para uso. Sua utilização está restrita a casos de maior gravidade.

Prevenção

A principal medida de prevenção é evitar o contato com pessoas doentes, especialmente o contato mais íntimo (beijar, abraçar, manter relações sexuais, etc.). Pessoas que se encontram em período de transmissão devem adotar isolamento domiciliar.

Além de evitar o toque direto na pessoa que está doente, todo material que tiver contato com ela (roupas, louças, etc) deve ser separado em saco plástico ou deixado de molho em recipientes com água e detergente até a lavagem.

Vacina

Existe vacina para a doença. Até o momento, ela é recomendada apenas em situações específicas, como para profissionais de laboratórios especializados, pessoas com HIV/Aids e em situações de exposição de médio ou alto risco.

Saúde

RS deve receber mais de 130 mil doses de vacina contra a covid-19

Redação

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O Ministério da Saúde enviou, nesta semana, mais 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. A medida busca garantir o abastecimento e atender às demandas regionais de imunização.

No Rio Grande do Sul, foram destinadas 130.110 doses do imunizante. Com a nova remessa, o total distribuído pelo governo federal nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.

Segundo a pasta, os imunizantes disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizados para as cepas em circulação e seguem recomendados, principalmente, para os grupos mais vulneráveis.

“As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

A distribuição das vacinas aos municípios é feita pelas secretarias estaduais de saúde, que também são responsáveis pela logística, armazenamento e aplicação das doses. O envio ocorre com base em critérios como o tamanho da população-alvo e o número de aplicações já realizadas, podendo ser ampliado conforme a necessidade dos estados.

Abastecimento contínuo

Entre janeiro e março deste ano, o Ministério da Saúde já havia encaminhado 4,1 milhões de doses aos estados, sendo que cerca de 2 milhões foram aplicadas. Nesse período, o Rio Grande do Sul recebeu 197.323 doses.

Com o novo envio, o governo federal mantém o fluxo regular de distribuição e reforça os estoques para ampliar a cobertura vacinal em todo o país.

Público-alvo da vacinação

A estratégia de imunização segue diretrizes atualizadas, com foco nos grupos mais vulneráveis. A recomendação inclui:

idosos a partir de 60 anos, com duas doses e intervalo de seis meses;
gestantes, com uma dose a cada gestação;
crianças de seis meses a menores de cinco anos, com esquema de duas ou três doses;
pessoas imunocomprometidas, com esquema de três doses e reforços periódicos;
população geral de 5 a 59 anos não vacinada, com indicação de uma dose.

Outros grupos também fazem parte da estratégia, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, quilombolas, população em situação de rua e pessoas privadas de liberdade.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a imunização em dia.

Cenário da doença

A covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2 e ainda apresenta risco de agravamento, especialmente entre os mais vulneráveis.

Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal associados à doença. Também houve 30.871 notificações de síndrome respiratória aguda grave, sendo 1.456 casos confirmados para covid-19, com 188 mortes.

Diante desse cenário, o Ministério da Saúde reforça que a vacinação segue como a principal forma de proteção contra complicações e óbitos.

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Saúde

Anvisa determina apreensão de canetas emagrecedoras irregulares no País sem registro

Redação

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Foto: Freepik

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na terça-feira, 14, a apreensão dos medicamentos Gluconex e Tirzedral, conhecidos como canetas emagrecedoras, produzidos por empresa não identificada. A medida também proíbe a comercialização, distribuição, importação e o uso dos produtos em todo o país.

Segundo a Anvisa, os produtos são amplamente divulgados na internet como medicamentos injetáveis à base de GLP-1 e ficaram conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. No entanto, não possuem registro, notificação ou qualquer tipo de cadastro junto ao órgão regulador.

De acordo com a agência, por se tratarem de produtos irregulares e de origem desconhecida, não há garantia quanto à composição ou à qualidade, o que representa risco à saúde. A orientação é de que não sejam utilizados em nenhuma hipótese.

A Anvisa também orienta que profissionais de saúde e pacientes que identifiquem unidades desses produtos entrem em contato com os canais de atendimento do órgão ou com a Vigilância Sanitária local.

A decisão está formalizada na Resolução (RE) nº 1.519/2026, publicada no Diário Oficial da União.

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Saúde

Canoas ultrapassa 20 mil imunizados contra a gripe; vacinação segue nas unidades de saúde

Redação

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A campanha de vacinação contra a gripe segue em andamento em Canoas e já alcançou mais de 20 mil pessoas imunizadas desde o início da mobilização, realizada no Dia D em 28 de março.

De acordo com dados da Secretaria Municipal da Saúde, mais de 10 mil doses foram aplicadas ao longo de março. Já em abril, até a última sexta-feira (10), o número se aproxima de 11 mil aplicações, indicando adesão da população à campanha.

A vacinação está disponível nas 27 Unidades de Saúde do município, com atendimento das 8h às 17h. A ação é voltada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.

O município ainda dispõe de mais de 20 mil doses em estoque, o que garante a continuidade da imunização nos próximos dias. A orientação é que as pessoas pertencentes aos grupos prioritários procurem a unidade de saúde mais próxima, portando documento de identificação, CPF, Cartão SUS e, se possível, a caderneta de vacinação.

A secretária municipal de Saúde, Ana Boll, reforça a importância da vacinação.

“A vacina é a forma mais eficaz de prevenir complicações causadas pela gripe, principalmente entre os grupos mais vulneráveis. É fundamental que as pessoas procurem as Unidades de Saúde e se vacinem. Temos doses disponíveis e estamos preparados para atender a população”, afirmou.

Grupos prioritários

Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias);
Gestantes (qualquer idade gestacional);
Idosos com 60 anos ou mais de idade;
Puérperas (até 45 dias após o parto);
Povos indígenas;
Caminhoneiros;
Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbano e de longo curso;
Trabalhadores portuários;
Trabalhadores dos correios;
População privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independentemente da idade;
Quilombolas;
Pessoas em situação de rua;
Trabalhadores da saúde;
Professores do ensino básico e superior;
Profissionais das Forças de Segurança e Salvamento;
Profissionais das Forças Armadas;
Pessoas com deficiência permanente.

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