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18/02/2026
 

Saúde

Infectologista Dr. Sidnei Alves dos Santos Jr. fala sobre a Mpox

Redação

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Infectologista Dr. Sidnei Alves dos Santos Jr. fala sobre a Mpox

A mpox, anteriormente chamada monkeypox ou varíola dos macacos, é uma doença viral. Sua principal manifestação ocorre pelo aparecimento de lesões de pele.

Segundo o infectologista da RSDP, Dr. Sidnei Alves dos Santos Jr., ela ganhou importância nos últimos anos pelo aparecimento de casos em diversos países do mundo, levando a Organização Mundial de Saúde a classificar a doença como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional entre 2022 e 2023 e novamente, agora, em 14 de agosto 2024.

“O atual aumento no número de casos está relacionado a uma clade do vírus, ou seja, um grupo de vírus, mais transmissível e que causa complicações com maior frequência. Isso faz com que o conhecimento da doença e sobre as formas de preveni-la sejam muito importantes nesse momento”, ressalta o profissional.

Transmissão

A transmissão da doença ocorre pelo contato com lesões de pele de pessoas com a doença ou com objetos e superfícies recentemente contaminadas por secreções das feridas.

O contágio por via respiratória também pode ocorrer, mas requer um contato mais próximo e prolongado com pessoas infectadas. O período de transmissão começa com o início dos sintomas e se prolonga até a resolução das lesões de pele.

Incubação

O período de incubação, ou seja, o tempo entre a pessoa se infectar e aparecerem os sintomas, é, usualmente, de uma semana, mas pode variar de 1 a 21 dias.

Lesões

As lesões de pele são a principal manifestação da doença e podem ser de várias formas, como manchas, pequenas bolhas de líquido e feridas. Elas podem aparecer em qualquer parte do corpo.

A doença também pode causar febre, dor de cabeça, adenomegalias (“ínguas”) e dores pelo corpo. A duração costuma ser de 2 a 4 semanas.

Tratamento

O tratamento indicado na maioria absoluta dos casos é sintomático. As lesões devem ser mantidas limpas e secas para evitar a contaminação secundária. Além disso, deve-se estar atento à hidratação.

Existem antivirais com atividade contra Mpox, mas são medicamentos ainda não definitivamente liberados para uso. Sua utilização está restrita a casos de maior gravidade.

Prevenção

A principal medida de prevenção é evitar o contato com pessoas doentes, especialmente o contato mais íntimo (beijar, abraçar, manter relações sexuais, etc.). Pessoas que se encontram em período de transmissão devem adotar isolamento domiciliar.

Além de evitar o toque direto na pessoa que está doente, todo material que tiver contato com ela (roupas, louças, etc) deve ser separado em saco plástico ou deixado de molho em recipientes com água e detergente até a lavagem.

Vacina

Existe vacina para a doença. Até o momento, ela é recomendada apenas em situações específicas, como para profissionais de laboratórios especializados, pessoas com HIV/Aids e em situações de exposição de médio ou alto risco.

Saúde

Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

Redação

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Porto Alegre confirma primeiro caso de mpox em 2026; paciente contraiu vírus fora do Estado

A Secretaria Municipal da Saúde confirmou o primeiro caso de mpox de 2026 em Porto Alegre. De acordo com a pasta, a pessoa infectada reside na capital gaúcha, mas contraiu o vírus fora do Estado.

Em 2025, foram registrados 11 casos da doença no município.

A mpox é transmitida principalmente por meio de contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva. Os sintomas podem surgir entre três e 21 dias após a exposição ao vírus e incluem febre, mal-estar, dores no corpo e lesões cutâneas.

A Secretaria Municipal da Saúde orienta que pessoas com sintomas evitem contato íntimo e busquem atendimento médico. A recomendação também é reforçar a higiene das mãos e não compartilhar objetos pessoais, especialmente durante o período de Carnaval.

A mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com:

Sintomas

Inchaço dos gânglios linfáticos, aparecimento de lesões na pele, febre, fraqueza, além de dores intensas de cabeça e no corpo. Esses são alguns dos sintomas da doença infecciosa causada pelo vírus monkeypox (MPXV), que tem se espalhado por diversas regiões. De acordo com dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC/EUA), atualizados em 08 de agosto de 2022, já foram confirmados mais de 30 mil casos em 88 países.

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Saúde

Farmácia Básica do CAIC estará fechada até a próxima quarta-feira, 18, para reformas

Redação

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Foto: Bruno Ourique/PMC

A Farmácia Básica do CAIC, no bairro Guajuviras, estará fechada ao público entre sábado, 14, e quarta-feira, 18, para a realização de reformas no prédio. O atendimento será retomado na quinta-feira, 19, das 8h ao meio-dia e das 13h às 17h.

Durante o período de fechamento, serão feitas melhorias na estrutura do espaço, como a troca do piso da recepção e do depósito, reparos em infiltrações nas paredes e pintura interna.

A Farmácia Básica é um serviço público municipal responsável pela distribuição gratuita de medicamentos essenciais, incluindo remédios de uso contínuo. O município conta com unidades em diferentes bairros. A unidade do CAIC fica na Avenida 17 de Abril, s/nº, no bairro Guajuviras.

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Saúde

Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Redação

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Simers diz que Centro Obstétrico do HU de Canoas suspendeu atendimentos por falta de médicos até 19h desta terça-feira, 11

Segundo informações do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), o Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Canoas teve os atendimentos temporariamente suspensos até as 19 horas desta quarta-feira, 11, devido à insuficiência de médicos nas escalas de plantão. A interrupção, de acordo com a nota, ocorreu após a ausência de profissionais para a troca de turno, o que levou os médicos que já estavam em serviço a permanecerem além do horário previsto.

Ainda de acordo com informações enviadas pelo Simers, a decisão foi tomada com orientação da entidade, que ofereceu respaldo ético e jurídico aos profissionais envolvidos. Diante da situação, a administração hospitalar optou por suspender temporariamente os atendimentos no setor, mantendo os médicos em regime de sobreaviso para casos de emergência.

De acordo com o sindicato, os profissionais vinham relatando de forma recorrente falhas na cobertura dos plantões e encaminharam alertas formais à gestão hospitalar sobre possíveis riscos assistenciais. Conforme a entidade, não teriam sido adotadas medidas efetivas para solucionar o problema.

Com orientação do Simers, os médicos registraram boletim de ocorrência e acionaram a Comissão Técnica da instituição. A diretora do sindicato, Denise Afonso, afirmou que os profissionais não podem ser responsabilizados por falhas estruturais da gestão. “Nossa atuação é para proteger o profissional e, ao mesmo tempo, preservar a segurança do paciente”, declarou.

A crise ocorre em meio a uma transição na gestão das escalas médicas. A empresa MedIntegra deixou de atuar no hospital em 1º de fevereiro, e a nova prestadora de serviços, Promed, ainda em fase de negociação, tem previsão de assumir o atendimento em 1º de março. O intervalo entre as contratações teria contribuído para a redução progressiva do número de médicos nas escalas.

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