Geral
RGE repassa mais de R$ 6 milhões ao Rio Grande do Sul para reconstrução do Estado

A RGE, distribuidora do Grupo CPFL Energia, avança com apoio às vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul por meio do Instituto CPFL (plataforma de investimento social privado do Grupo).
Desta vez, o aporte de mais de R$ 6,2 milhões será feito para o Fundo Estadual de Apoio à Inclusão Social e Produtiva (FEAISP), que fará o repasse ao projeto Emancipa Família Gaúcha, dedicado à capacitação profissional e ao apoio à reconstrução do estado, promovendo a geração de trabalho e renda aos moradores atingidos pela tragédia climática.
Duas mil famílias serão beneficiadas em 30 municípios.
Emancipa Família Gaúcha
O Emancipa Família Gaúcha utilizará o aporte para compra e distribuição de kits de cozinha, kits de construção civil e kits eletricista para as pessoas impactadas. A ajuda será direcionada às famílias em vulnerabilidade social, que residam nos municípios em situação de calamidade decorrente das enchentes, que devastaram o estado em abril e maio deste ano.
O kit cozinha contém fogão, liquidificador, batedeira, utensílios diversos; enquanto o kit construção civil reúne carrinho de mão, caixa de ferramentas, régua, prumo, serra elétrica e item de proteção individual (IPI), além do kit eletricista com voltímetro, caixa de ferramentas e equipamentos de segurança (EPI).

Divulgação RGE
“Sem medir esforços para a reconstrução do Estado que enfrentou sua pior catástrofe climática, em parceria com a FEAISP, promoveremos a inclusão socioprodutiva desses 2 mil chefes de família, para que comecem a retomada de suas vidas”, explica o diretor-presidente da RGE, Marco Antonio Villela de Abreu.
Além do social
Villela reforça que esse repasse vai além do social.
“É uma estratégia crucial para o desenvolvimento econômico sustentável do território gaúcho, uma ação diretamente alinhada ao pilar Valor Compartilhado com a Sociedade do nosso Plano ESG 2030.”
Em maio, com o apoio da State Grid Corporation of China, acionista majoritário da companhia, a CPFL Energia já havia doado ao Governo do Rio Grande do Sul, o equivalente a R$3 milhões em produtos para a população atingida.
Policial
Adolescente morto em assalto na estação Fátima é sepultado em Canoas

Um adolescente de 17 anos, identificado como Daniel Thiesen Pinheiro, estudante do 3º ano do curso técnico em Informática do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), campus de Venâncio Aires, morreu na tarde do último sábado, 2, após ser atacado com um objeto cortante na estação Fátima da Trensurb, em Canoas. O jovem foi sepultado no domingo, 3.
De acordo com a Brigada Militar, outro adolescente, cuja idade não foi informada, é apontado como autor do golpe, que causou ferimentos graves na vítima. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu.
Após o crime, policiais realizaram buscas na região e localizaram o suspeito ainda no mesmo bairro, além do objeto utilizado no ataque.
A Polícia Civil investiga o caso e trabalha com a hipótese de latrocínio, além de apurar as circunstâncias do ocorrido.
Policial
Operação Notre Dame combate grupo criminoso especializado em roubos a residências

Na quarta-feira, 29, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, deflagrou a Operação Notre Dame, uma ofensiva contra uma organização criminosa interestadual especializada em roubos a residências com restrição da liberdade das vítimas.
A ação contou com apoio da Inteligência da Brigada Militar e da colaboração das Polícias Civis de São Paulo e do Ceará. Ao todo, foram cumpridas quatro ordens de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará.
As diligências ocorreram nos municípios de Lajeado, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Taboão da Serra e Embu das Artes. Quatro suspeitos foram presos, sendo dois no Rio Grande do Sul e dois em São Paulo. Durante as buscas, foram apreendidos materiais que devem contribuir para o andamento das investigações.
O inquérito policial teve origem em um roubo violento registrado em fevereiro deste ano, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na ocasião, criminosos invadiram um imóvel, renderam funcionários e os mantiveram amarrados enquanto levavam joias, relógios e outros itens de alto valor.
De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou a existência de um esquema organizado, no qual criminosos vindos de São Paulo atuavam na execução dos assaltos com apoio logístico de comparsas no Rio Grande do Sul.
O delegado Marco Guns ressaltou que a rapidez nas diligências preliminares foi o divisor de águas para o esclarecimento do caso.
“O monitoramento técnico e o uso de inteligência nos permitiram mapear cada passo da associação criminosa”, afirmou.
O diretor regional, delegado Cristiano Reschke, enfatizou o impacto psicológico desse tipo de delito.
“A repressão ao roubo a residência deve ser enérgica e exemplar. Este crime viola o asilo inviolável do cidadão: seu lar. Quando vítimas são rendidas em seu momento de repouso e proteção, o dano psíquico é imensurável. Nossa resposta hoje reafirma que a integração entre as instituições de segurança é a barreira intransponível contra o crime organizado”, declarou.
Policial
Operação Cerco Fechado prende 13 pessoas e mira esquema de tráfico de drogas em Butiá

A Polícia Civil, por meio da 4ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (4ªDIN/Denarc), deflagrou na manhã desta quarta-feira, 29, a Operação Cerco Fechado. A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa ligada ao tráfico de drogas no município de Butiá.
Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial. Até o momento, 13 pessoas foram presas. Durante a operação, drogas, munições e outros materiais foram apreendidos.
Segundo a delegada Ana Flávia Leite, a investigação começou em maio de 2025 a partir de denúncias anônimas que apontavam que um homem, mesmo preso, continuava comandando o tráfico na região.
“A investigação teve início em maio de 2025, a partir do recebimento de informações anônimas que indicavam que um indivíduo, mesmo recolhido ao sistema prisional, continuava exercendo papel de liderança no tráfico de entorpecentes, coordenando a distribuição de drogas, o fluxo financeiro da atividade ilícita e a atuação de comparsas em liberdade”, explicou a delegada.
Ela também destacou que o grupo mantinha apoio externo para garantir a continuidade das atividades criminosas.
As primeiras diligências ocorreram em endereços de Butiá e também dentro da unidade prisional onde estava o suspeito apontado como liderança. Nessas ações, foram apreendidos cocaína, porções de maconha, armas de fogo, munições, celulares, balança de precisão, dinheiro em espécie, materiais usados para fracionamento de drogas, anotações do tráfico e um veículo. Um dos investigados chegou a ser preso em flagrante.
Ainda no presídio, os policiais encontraram celulares, chips e uma porção semelhante a crack, reforçando a suspeita de comunicação ilícita a partir do cárcere.
Com o avanço da investigação, a análise dos celulares apreendidos permitiu aprofundar a estrutura do grupo. A partir da extração de dados, os policiais identificaram a divisão de funções, pontos de venda e a forma como eram feitos os repasses e ordens.
As conversas revelaram negociações de drogas, vendas diretas, cobrança de dívidas e transferências via Pix. Também mostraram a atuação organizada dos envolvidos, com funções específicas dentro do esquema.
Outro ponto identificado foi o monitoramento da atuação policial. Os investigados trocavam informações sobre viaturas e movimentações de agentes na região.
“A apuração demonstrou que, quando um ponto estava temporariamente inativo, compradores eram encaminhados a outros locais, mantendo a continuidade da mercancia ilícita e evidenciando a estabilidade da associação criminosa”, explicou a delegada Ana Flávia.
Mesmo preso, o investigado apontado como liderança seguia influenciando o esquema, segundo a polícia, controlando valores, pagamentos e ordens repassadas a comparsas em liberdade.
A investigação também encontrou registros financeiros paralelos, com anotações de nomes, valores e cálculos, além de movimentações consideradas suspeitas.
De acordo com a delegada, os elementos reunidos mostram uma estrutura criminosa organizada e estável.
“A Operação Cerco Fechado integra a estratégia da Polícia Civil de intensificar as ações de repressão qualificada ao tráfico de entorpecentes e à atuação de associações criminosas no Rio Grande do Sul”, completou Ana Flávia Leite.

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