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22/04/2026
 

Saúde

Hospitais indicam que atendimentos eletivos pelo IPE podem ser suspensos

Redação

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em

A desembargadora Laura Louzada Jaccottet, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do RS (TJRS), determinou o restabelecimento das instruções normativas do IPE Saúde que autorizam novas tabelas de remuneração para atendimentos mediados pela instituição.

A decisão, com data de terça-feira, 23, derruba liminar de um grupo de hospitais que suspendeu a vigência das novas faixas de pagamento, que trariam prejuízo financeiro às casas de saúde. As 13 instituições incluem a Rede Divina Providência, o Hospital São Lucas da PUCRS e a Santa Casa, que atendem cerca de 60% da demanda do IPE Saúde no RS.

Em comunicado ao jornal Correio do Povo, a Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Rio Grande do Sul (Fehosul) afirmou que, apesar de não tomar nenhuma medida imediata, há o indicativo de que sejam suspensos os atendimentos eletivos pelo plano, que contempla funcionários públicos ativos e inativos, bem como seus dependentes.

“Os hospitais, evidentemente, precisam se manter de alguma forma, e garantir as condições assistenciais para assistir os pacientes do IPE”, comentou Júlio Lemos, diretor-geral da Santa Casa de Porto Alegre. Ele também apontou que hoje, 180 pacientes internados são usuários do sistema estadual. Caso se mantenham as novas tabelas, a casa de saúde deve suspender novos atendimentos também nestas modalidades.

Atendimentos eletivos

Atendimentos médicos podem ser classificados em três categorias: emergência, urgência e eletivos. Saiba a diferença abaixo:

  • Emergência – Casos em que há ameaça iminente à vida, sofrimento intenso ou risco de lesão permanente, com necessidade de tratamento médico imediato;
  • Urgência – Situação que requer assistência rápida, no menor tempo possível, a fim de evitar complicações e sofrimento;
  • Procedimento eletivo – Procedimentos médicos que são programados, ou seja, não são considerados de urgência e emergência.

Saúde

Rio Grande do Sul confirma primeiro óbito por dengue em 2026

Redação

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Foto: Freepik

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou na sexta-feira, 17, o primeiro óbito por dengue no Rio Grande do Sul em 2026. A vítima, um idoso de 83 anos com histórico de comorbidades, era residente do município de Jacutinga, na região Norte. O falecimento ocorreu no dia 15 de abril.

Dados Epidemiológicos

Até o momento, o estado registra 596 casos confirmados da doença. O índice atual representa uma queda em comparação ao mesmo período de 2025, quando o balanço somava 20.573 casos e 13 óbitos.

Protocolo de Atendimento

As autoridades de saúde recomendam que indivíduos que apresentem sintomas como febre alta, dores de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, náuseas ou manchas vermelhas na pele busquem as unidades de saúde. O diagnóstico precoce é indicado para monitorar a evolução do quadro e evitar complicações.

Imunização

As doses contra a dengue estão disponíveis na rede municipal de saúde. O público-alvo atual abrange:
Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos;
Idosos;
Gestantes;
Pessoas com comorbidades.
Para o atendimento, é necessária a apresentação do cartão do SUS e do documento de vacinação.

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Saúde

Realizada atualização cadastral no HU para mutirão de consultas, exames e procedimentos

Redação

Publicado

em

Foto: Bruno Ourique

Pacientes que aguardam atendimento no Hospital Universitário de Canoas (HU) participaram, no último final de semana, de uma ação de recadastramento promovida na unidade.

A iniciativa teve como objetivo atualizar dados como telefone e endereço dos usuários, com a intenção de facilitar o contato à medida que avançam os mutirões de consultas, exames e cirurgias.

A atividade foi realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e busca reorganizar as filas de espera, além de garantir que os pacientes possam ser localizados com mais agilidade quando houver o chamado para atendimento.

De acordo com o diretor técnico do HU, Fernando Farias, a atualização cadastral é fundamental para dar andamento aos atendimentos represados:

“Estamos enfatizando muito a necessidade de atualização, porque quando o cadastro está correto, facilita o contato. Muitos pacientes não são encontrados, o que acaba gerando vagas ociosas e prejudicando quem está na fila aguardando atendimento”.

A superintendente da Associação Saúde em Movimento (ASM), Dra. Tatiane Pacheco, destacou que o mutirão é uma oportunidade para retomar o vínculo com os pacientes:

“Estamos realizando um mutirão de recadastramento das filas, e é muito importante que as pessoas tragam documento de identidade, comprovante de endereço e telefone atualizado. A proposta é promover o reencontro do paciente com o hospital, para que, após o recadastramento, ele possa ser contatado para a marcação de consultas, exames e, se necessário, cirurgia”, afirmou.

Entre os participantes da ação, o aposentado Adão Gonçalves, de 73 anos, morador do bairro Jardim do Lago, destacou a expectativa por atendimento e elogiou a iniciativa. Ele aguarda desde janeiro de 2025 por um exame de eletroneuromiografia, realizado exclusivamente no local.

“Eu espero que agora saia do papel. Fui muito bem atendido, cheguei e já me encaminharam direto. Já consegui atualizar meus dados e reencaminhar o exame”, contou. Adão também ressaltou a importância da atualização cadastral: “Meu telefone estava desatualizado, fazia tempo que eu não vinha aqui. Hoje consegui corrigir. O atendimento foi rápido, estou admirado”, relatou.

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Saúde

RS deve receber mais de 130 mil doses de vacina contra a covid-19

Redação

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O Ministério da Saúde enviou, nesta semana, mais 2,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. A medida busca garantir o abastecimento e atender às demandas regionais de imunização.

No Rio Grande do Sul, foram destinadas 130.110 doses do imunizante. Com a nova remessa, o total distribuído pelo governo federal nos primeiros meses de 2026 chega a 6,3 milhões de doses.

Segundo a pasta, os imunizantes disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizados para as cepas em circulação e seguem recomendados, principalmente, para os grupos mais vulneráveis.

“As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

A distribuição das vacinas aos municípios é feita pelas secretarias estaduais de saúde, que também são responsáveis pela logística, armazenamento e aplicação das doses. O envio ocorre com base em critérios como o tamanho da população-alvo e o número de aplicações já realizadas, podendo ser ampliado conforme a necessidade dos estados.

Abastecimento contínuo

Entre janeiro e março deste ano, o Ministério da Saúde já havia encaminhado 4,1 milhões de doses aos estados, sendo que cerca de 2 milhões foram aplicadas. Nesse período, o Rio Grande do Sul recebeu 197.323 doses.

Com o novo envio, o governo federal mantém o fluxo regular de distribuição e reforça os estoques para ampliar a cobertura vacinal em todo o país.

Público-alvo da vacinação

A estratégia de imunização segue diretrizes atualizadas, com foco nos grupos mais vulneráveis. A recomendação inclui:

idosos a partir de 60 anos, com duas doses e intervalo de seis meses;
gestantes, com uma dose a cada gestação;
crianças de seis meses a menores de cinco anos, com esquema de duas ou três doses;
pessoas imunocomprometidas, com esquema de três doses e reforços periódicos;
população geral de 5 a 59 anos não vacinada, com indicação de uma dose.

Outros grupos também fazem parte da estratégia, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, quilombolas, população em situação de rua e pessoas privadas de liberdade.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a imunização em dia.

Cenário da doença

A covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2 e ainda apresenta risco de agravamento, especialmente entre os mais vulneráveis.

Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal associados à doença. Também houve 30.871 notificações de síndrome respiratória aguda grave, sendo 1.456 casos confirmados para covid-19, com 188 mortes.

Diante desse cenário, o Ministério da Saúde reforça que a vacinação segue como a principal forma de proteção contra complicações e óbitos.

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