Saúde
Repasse do Governo do Estado para saúde de Canoas é abordado em encontro na Assembleia Legislativa

Mais de um quarto do orçamento do município de Canoas é direcionado para a área da saúde. Apesar desse substancial investimento, os recursos provenientes do Governo Estadual desempenham um papel crucial na garantia da prestação de assistência aos pacientes.
Contudo, desde o início dos cortes no programa Assistir, os hospitais da região têm experimentado perdas financeiras significativas. Essa questão foi abordada durante uma audiência pública realizada na segunda-feira, 7, na Assembleia Legislativa.
No encontro, prefeitos, secretários de saúde e diretores hospitalares trouxeram à tona as dificuldades decorrentes das reduções de recursos e destacaram a iminência do fechamento de serviços essenciais.
Prejuízo de milhões
Canoas se destaca como um dos municípios mais impactados por essa situação. Conforme explicou o Secretário de Saúde, Felipe Martini, desde o início dos cortes em julho do ano passado, Canoas já amargou um prejuízo de R$ 14 milhões, que originalmente eram destinados ao Hospital Universitário e ao Hospital de Pronto Socorro (HPSC).
Martini ressaltou que, caso o programa Assistir não seja reavaliado pelo Estado, os hospitais públicos na capital e região metropolitana poderiam enfrentar perdas anuais superiores a R$ 200 milhões. Especificamente em Canoas, a ameaça é ainda mais alarmante, com um corte projetado de R$ 85 milhões anuais.
Ainda de acordo com o secretário, se o programa permanecer inalterado, existe um risco real de descontinuidade dos serviços hospitalares, o que inevitavelmente afetaria mais de 130 municípios que dependem de Canoas como referência na assistência médica.
Em resposta a essa situação crítica, foi agendada uma nova audiência pública para abordar essa temática no dia 4 de setembro, às 14h, também na Assembleia Legislativa.
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Saúde
Anvisa proíbe repelentes e protetores solares da Henlau Química por irregularidades na fabricação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na quarta-feira, 29, a proibição da fabricação, distribuição, venda, divulgação e uso de repelentes e protetores solares produzidos pela Henlau Química. A decisão foi tomada após a identificação de que os produtos estavam sendo fabricados com fórmula diferente da autorizada.
Devem ser recolhidos do mercado os seguintes itens:
Repelente Gel Baby Amorável
Sunlau FPS 30 – loção de proteção solar UVA/UVB com vitamina E
Protetor Solar FPS 30 Wurth
Sunlau Spray repelente Deet
Needs Repelente de Insetos com Icaridina Spray Kids
Needs Repelente de Insetos com Icaridina Gel Kids
Consumidores que possuam algum desses produtos devem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) indicado nos rótulos.
A medida foi oficializada por meio da Resolução RE nº 1.743/2026, publicada no Diário Oficial da União, que também determinou o recolhimento e proibiu a fabricação, comercialização e uso de todos os cosméticos produzidos pela empresa.
De acordo com a Anvisa, uma inspeção realizada entre os dias 14 e 17 de abril constatou o descumprimento das normas previstas na RDC nº 48/2013, que estabelece as boas práticas de fabricação para produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes.
Durante a fiscalização, também foram identificadas falhas na produção de saneantes, em desacordo com a RDC nº 47/2013, que trata das boas práticas para esse tipo de produto. Diante das irregularidades, a agência determinou ainda a suspensão da fabricação desses itens.
Saúde
UTI neonatal do Hospital Fêmina retoma atendimentos após surto de superbactéria em Porto Alegre

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do Hospital Fêmina, em Porto Alegre, retomou o atendimento a pacientes após ficar mais de dez dias fechada.
A interrupção ocorreu devido ao controle de um surto causado por uma superbactéria. Durante o período, foram adotadas medidas de contenção e desinfecção no setor. Com a normalização do ambiente, a unidade voltou a operar regularmente.
Relembre o caso
Um recém-nascido extremamente prematuro, com 26 semanas de gestação, morreu após testar positivo para a bactéria na UTI Neonatal do hospital.
O microrganismo, classificado como pan-resistente, foi identificado no dia 16. Ao todo, 34 pacientes estavam internados na unidade no momento do surto. Quatro bebês testaram positivo, incluindo o recém-nascido que morreu. Os outros três permanecem em estado estável, isolados e sob acompanhamento exclusivo.
Diante da situação, o hospital suspendeu novas internações e passou a encaminhar gestantes de alto risco para outras maternidades da Capital.
Segundo o Grupo Hospitalar Conceição, responsável pela unidade, os órgãos de saúde foram notificados e as equipes seguem atuando para evitar novos casos. A Secretaria Municipal e a Secretaria Estadual de Saúde também acompanham a situação e auxiliam no redirecionamento de pacientes.
Superbactéria
A Acinetobacter baumannii é um patógeno associado a infecções hospitalares, com maior risco em pacientes internados por longos períodos e com o sistema imunológico fragilizado. A bactéria também apresenta resistência a antibióticos de última linha, como os carbapenêmicos, o que dificulta o tratamento e aumenta o risco de complicações.
Saúde
Rio Grande do Sul recebe novo lote de vacinas contra a gripe nesta quarta-feira

O Rio Grande do Sul deve receber nesta quarta-feira, 29, um novo lote de vacinas contra a gripe enviado pelo Ministério da Saúde. As doses serão distribuídas pela Secretaria Estadual da Saúde (SES) na quinta-feira, 30, para as coordenadorias regionais, responsáveis pelo repasse aos municípios.
Até o momento, o Estado já recebeu cerca de 1,8 milhão de doses do imunizante contra o vírus influenza. A previsão é de que, até o fim de maio, sejam encaminhadas aproximadamente 5,2 milhões de doses para atender os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde na campanha de vacinação deste ano.
A campanha de imunização começou em 28 de março e, desde então, cerca de 1,4 milhão de pessoas já foram vacinadas no Estado. Entre os públicos prioritários, como crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais e gestantes, a cobertura vacinal está em torno de 30%.
Esses três grupos somam 936 mil doses aplicadas até agora. A meta estabelecida é atingir 90% de cobertura vacinal.
Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 337 internações por complicações causadas pela gripe, número superior ao mesmo período de 2025, quando haviam sido confirmadas 217 hospitalizações. Em relação aos óbitos, foram registrados 21 casos em 2026, enquanto no mesmo período do ano passado o total foi de 25 mortes.
A Secretaria Estadual da Saúde informou que segue monitorando o cenário epidemiológico e reforça a importância da vacinação, principalmente entre os públicos mais vulneráveis, para reduzir casos graves, internações e mortes provocadas pela influenza.

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