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15/06/2026
 

Geral

Programa Canoas Solidária passa de mil atendimentos a pessoas em situação de rua e seus animais de estimação

Redação

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Lista dos inscritos na segunda fase do Programa Estadia Solidária é divulgada

A Prefeitura lançou o programa Canoas Solidária, o qual registrou um total de 1.441 atendimentos em menos de um mês, conforme divulgado pela Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS).

Esse projeto, que começou em 16 de junho, tem como objetivo principal oferecer apoio e acolhimento às pessoas em situação de rua e seus animais de estimação.

Os serviços de atendimento são realizados diariamente, das 18h às 7h, no ginásio do Colégio La Salle São Paulo, localizado no bairro Niterói.

Além dos atendimentos prestados, a SMAS também divulgou dados sobre as doações de alimentos e roupas recebidas no local. Até o dia 9 de julho, foram arrecadados 675,7 quilos de alimentos, juntamente com 4.032 peças de roupas masculinas e 604 peças de roupas femininas.

Entre os itens de cama, banho e higiene estão as seguintes doações:

– Cobertores e mantas: 165 unidades
– Lençóis: 831 unidades
– Fronhas: 984 unidades
– Travesseiros: 142 unidades
– Colchões: 113 unidades
– Toalha de banho: 79 unidades
– Shampoo: 720 ml – 71 unidades
– Creme dental: 90 mg – 430 unidades
– Escova de dentes: 1.000 unidades
– Sabonetes: 238 unidades
– Sabão em pó: 39 quilos
– Água sanitária: 55 galões de 5 litros
– Desinfetante: 7 galões de 5 litros
– Papel higiênico: 168 rolos
– Detergente líquido: 10 litros
– Esponja de aço: 35 pacotes
– Absorventes: 27 pacotes

No local, os usuários têm a oportunidade de passar a noite protegidos do frio e da chuva, além de terem acesso a instalações para realizar sua higiene pessoal, jantar e tomar café da manhã.

A quantidade de refeições fornecidas varia de acordo com o número de pessoas que buscam abrigo no ginásio.

Essa ação é conduzida pela SMAS em parceria com outros órgãos da Administração Municipal. As equipes da Prefeitura continuam realizando rondas com o objetivo de conduzir os desabrigados até o local.

A população pode informar sobre a presença de pessoas em situação de rua através dos telefones (51) 3472-7122, (51) 98255-0650 e (51) 98255-0310.

Além do ginásio, a cidade conta durante todo o ano com o Albergue Municipal, localizado na Avenida Rio Grande do Sul, 1770, no bairro Mathias Velho. O albergue tem capacidade para abrigar de 48 a 70 pessoas.

As doações para o programa Canoas Solidária podem ser entregues de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na sede da SMAS (Rua Pedro Weingartner, 238, Centro) e no Colégio La Salle São Paulo (Rua Lajeado, 1300, bairro Niterói).

Aos sábados e domingos, as doações podem ser feitas diretamente no ginásio onde ocorre a ação. São aceitos itens como alimentos, produtos de higiene pessoal, roupas de cama e vestuário.

O programa Canoas Solidária continuará em vigor enquanto o frio perdurar.

Geral

Canoas realiza mesa temática sobre sistemas de proteção e resiliência na revisão do Plano Diretor

Redação

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A Prefeitura de Canoas promove, na próxima segunda-feira, 15, mais uma etapa de participação popular no processo de revisão do Plano Diretor do município. Desta vez, será realizada a mesa temática sobre Sistemas de Proteção e Resiliência, com o objetivo de discutir estratégias voltadas ao fortalecimento da capacidade de resposta da cidade diante de situações de risco e emergências.

O encontro ocorrerá das 15h às 17h30, na sede da Associação dos Servidores Municipais de Canoas (ASMC), localizada na Rua Nerci Pereira Flores, 179, no Centro.

De acordo com a proposta apresentada pela administração municipal, a atividade servirá como espaço para ouvir a população, identificar desafios e debater alternativas relacionadas aos sistemas de proteção e resiliência da cidade. As contribuições apresentadas pelos participantes deverão subsidiar a elaboração da nova versão do Plano Diretor.

Durante a mesa temática, também serão apresentadas ações e diretrizes relacionadas ao tema. O encontro prevê ainda manifestações da sociedade civil e de demais interessados, além de debates sobre oportunidades e propostas para Canoas.

A participação é aberta ao público. Pessoas que necessitarem de recursos de acessibilidade devem informar a necessidade com antecedência pelo e-mail planodiretor@canoas.rs.gov.br.

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Geral

CPI da Corsan/Aegea realiza última audiência pública na Liga Canoense de Futebol em Canoas

Redação

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Foto: Redes Sociais

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura a atuação da Corsan/Aegea realiza nesta quinta-feira, 11, às 18h, a última audiência pública da série de encontros regionais em Canoas. A atividade será realizada na Liga Canoense de Futebol, localizada na Avenida A. J. Renner, nº 1111, bairro Estância Velha, e está aberta à participação de moradores.

O encontro encerra o ciclo de audiências descentralizadas promovidas pela CPI, instaurada pela Câmara Municipal de Canoas para reunir informações, relatos e documentos relacionados à prestação de serviços da concessionária no município.

Durante a audiência, moradores podem relatar problemas relacionados ao abastecimento de água, cobrança de tarifas, esgotamento sanitário, atendimento ao consumidor e execução de obras. Também são aceitos documentos como contas, fotos, vídeos e registros de atendimento que possam ser utilizados na apuração.

Nos encontros anteriores, foram registrados relatos de consumidores sobre cobranças consideradas elevadas, variações significativas em faturas, ausência de leitura regular de hidrômetros, cobrança de taxa de esgoto em locais sem ligação disponível, dificuldades de atendimento, interrupções no abastecimento, vazamentos não resolvidos e impactos de obras em vias públicas, como danos em ruas e calçadas.

A CPI também mantém um canal de comunicação via WhatsApp para recebimento de denúncias e materiais relacionados aos serviços da concessionária. O número informado é (51) 99481-1147.

A investigação parlamentar foi aberta para analisar reclamações sobre abastecimento de água, cobrança de tarifas, execução de obras, esgotamento sanitário e atendimento ao público no município.

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Policial

Polícia Civil deflagra operação contra esquema de lavagem de dinheiro do tráfico no RS

Redação

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 10, a Operação Apakani, uma ampla ação voltada ao combate à lavagem de dinheiro vinculada ao tráfico de drogas. A ofensiva resultou, até o momento, na prisão de 26 pessoas, na apreensão de R$ 22 mil em espécie e de uma arma de fogo. Além disso, foram bloqueadas 58 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas ligadas à investigação.

A operação é conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime de Lavagem de Dinheiro (DRLD/DINARC) e pela Divisão de Inteligência Policial e Análise Criminal (DIPAC), sob coordenação dos delegados Antônio Carlos Ractz Júnior e Adriano Nonnenmacher de Souza. A ação integra a Operação Narke 6, iniciativa nacional coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo a investigação, a organização criminosa atuava na distribuição de drogas em larga escala no Rio Grande do Sul e em outros estados, utilizando um sofisticado esquema de ocultação patrimonial e movimentação financeira para lavar recursos oriundos do narcotráfico.

Mandados em dois estados e dentro de presídios

Por determinação judicial, foram expedidos 28 mandados de prisão preventiva, cinco de prisão temporária e 58 mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou o bloqueio de 58 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas e o sequestro de 14 veículos supostamente vinculados à organização criminosa.

As diligências ocorreram em Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Gravataí, Nova Santa Rita, Farroupilha, Gramado, Caxias do Sul e Santa Maria. Em Santa Catarina, os mandados foram cumpridos em Criciúma, Balneário Rincão, Lauro Müller, Palhoça, São José e Florianópolis.

A operação também alcançou estabelecimentos prisionais no Rio Grande do Sul e no Paraná, incluindo a Penitenciária Estadual de Porto Alegre (PEPOA), a Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ), a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC), o Presídio Regional de Passo Fundo e o Centro de Integração Social de Piraquara, vinculado à Penitenciária Feminina do Paraná II.

Ao todo, 299 policiais civis participaram da ação, sendo 249 do Rio Grande do Sul e 50 de Santa Catarina.

Investigação começou após apreensão de 1,3 tonelada de maconha

As apurações tiveram início em 2023, após a apreensão de 1,3 tonelada de maconha em Canoas. A partir dessa ocorrência, os investigadores identificaram uma estrutura criminosa responsável pela distribuição de cocaína e crack em larga escala, utilizando rotas interestaduais e imóveis alugados em áreas nobres para armazenar entorpecentes e dificultar o rastreamento policial.

Durante mais de um ano de investigação, foram executadas 71 medidas cautelares sigilosas, incluindo quebras de sigilo bancário, fiscal, financeiro e telemático.

Organização movimentou mais de R$ 21 milhões

De acordo com a Polícia Civil, a organização criminosa movimentou R$ 21,3 milhões durante o período investigado. O esquema utilizava mecanismos sofisticados para ocultar a origem dos recursos, como fracionamento de depósitos, triangulação financeira, uso de contas de terceiros, contas de passagem, saques rápidos e movimentações em casas lotéricas e caixas eletrônicos.

As investigações apontam que os valores circulavam entre líderes, gerentes e operadores ligados ao tráfico de drogas, além de pessoas interpostas utilizadas para mascarar a origem dos recursos ilícitos.

Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a utilização de 21 empresas consideradas peças-chave no esquema de lavagem de dinheiro. Essas empresas estavam localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul e, segundo a polícia, serviam para inserir recursos do tráfico na economia formal.

AÇÃO INTEGRADA À OPERAÇÃO NARKE 6

Segundo os delegados responsáveis pela operação, o foco principal da ação é descapitalizar a organização criminosa e responsabilizar seus líderes, além dos operadores financeiros e logísticos envolvidos no esquema.

Para o diretor da DINARC, delegado Alencar Carraro, a relevância da operação está no enfrentamento de grandes distribuidores de drogas com elevado grau de organização e experiência criminosa. Já o diretor do DENARC, delegado Carlos Henrique Wendt, destacou a importância da integração entre o Judiciário, o Ministério Público e as Polícias Civis do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

“A atuação conjunta entre as instituições foi fundamental para atingir uma estrutura criminosa com conexões interestaduais e forte capacidade operacional, responsável pelo abastecimento de drogas na Região Sul do país”, afirmou.

A Operação Apakani integra a Operação Narke 6, mobilização nacional que reúne ações de inteligência, cumprimento de mandados, prisões, apreensões e bloqueio de bens para combater o tráfico de drogas, a lavagem de dinheiro e as organizações criminosas em todo o território nacional.

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