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11/06/2026
 

Geral

Universidade La Salle é considerada pelo MEC como umas das melhores do Brasil

Redação

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Foi divulgado no início desta semana o Índice Geral de Cursos (IGC), que classificou a Universidade La Salle como uma das melhores universidades privadas do Brasil, pelo terceiro ano consecutivo. A Universidade La Salle atingiu um IGC 3,35, o que coloca a instituição na faixa 4, em uma escala que vai de 1 a 5. A avaliação refere-se ao ano de 2020. De acordo com o Índice, a Universidade La Salle está entre as 12 melhores Universidades privadas do Brasil, além de estar entre as 70 melhores Universidades do país, quando incluídas as instituições públicas. No Rio Grande do Sul, a Universidade La Salle obteve o quinto melhor IGC entre as universidades privadas.

Os dados são divulgados pelo Ministério da Educação e avaliam todas as Universidades, Centros Universitários e Faculdades de todo o Brasil. “Estes números confirmam a nossa qualidade acadêmica, qualidade daquilo que temos feito no dia a dia e tudo o que se relaciona com a excelência em gestão”, avalia o Reitor da Universidade La Salle, Prof. Dr. Ir. Cledes Casagrande.

No total, quase 2 mil instituições são avaliadas no Índice Geral de Cursos. A colocação comprova os esforços em busca da excelência, com a qualificação do corpo docente e da infraestrutura institucional, além de bons resultados obtidos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

“Isso significa uma melhor formação para os nossos alunos, além de um reconhecimento da sociedade e do mercado a esses futuros profissionais. Isso demonstra que estamos trilhando um caminho de qualidade”, celebrou o Reitor.

Cursos obtiveram notas máximas e estão no topo do ranking  

A avaliação também divulgou os CPC (Conceito Preliminar de Curso), indicador de qualidade que avalia os cursos de graduação.

Os cursos de Letras-Português Licenciatura Presencial e História Bacharelado Presencial obtiveram a nota máxima, que é 5, e foram classificados como os melhores do Brasil entre as universidades privadas. Além disso, o curso de Tecnologia em Redes de Computadores Presencial, que obteve conceito 4, também é o melhor do Brasil entre as universidades privadas.

“Cursos que estão bem avaliados como Letras e Pedagogia presencial, já foram contemplados com bolsas do MEC, por meio do PRIL, programa de formação de professores com foco na rede pública de educação. Ou seja, antes mesmo das notas reconhecerem essa qualidade, já sabíamos disto pela escolha do MEC em incluir a Universidade La Salle neste programa.

Além disso, as notas de cursos como Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Pedagogia EAD comprovam a qualidade que estamos imprimindo em nossos cursos de educação a distância. Destaco os cursos da área de tecnologia, que é uma área com muita demanda de mercado, e para a qual estamos preparando nossos alunos por meio de cursos que já têm conceitos muito bons, entre os melhores do país”, detalha a Diretora de Graduação, Prof.ª Dr.ª Cristiele Ribeiro.

Outro destaque foram os 12 cursos avaliados com nota 4: 

Pedagogia Licenciatura Presencial
Pedagogia Licenciatura EAD
Ciência da Computação Bacharelado Presencial
Educação Física Licenciatura Presencial
Letras – Inglês Licenciatura Presencial
História Licenciatura Presencial
Química Licenciatura Presencial
Química Bacharelado Presencial
Tecnologia em Redes de Computadores Presencial
Ciências Biológicas Bacharelado Presencial
Educação Física Bacharelado Presencial
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas EAD

“Estes resultados são motivo de muito orgulho para nossa instituição, pois refletem um trabalho conjunto que tem a participação de professores, técnico-administrativos e alunos”, celebrou Cristiele.

 

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Geral

CPI da Corsan/Aegea realiza última audiência pública na Liga Canoense de Futebol em Canoas

Redação

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Foto: Redes Sociais

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura a atuação da Corsan/Aegea realiza nesta quinta-feira, 11, às 18h, a última audiência pública da série de encontros regionais em Canoas. A atividade será realizada na Liga Canoense de Futebol, localizada na Avenida A. J. Renner, nº 1111, bairro Estância Velha, e está aberta à participação de moradores.

O encontro encerra o ciclo de audiências descentralizadas promovidas pela CPI, instaurada pela Câmara Municipal de Canoas para reunir informações, relatos e documentos relacionados à prestação de serviços da concessionária no município.

Durante a audiência, moradores podem relatar problemas relacionados ao abastecimento de água, cobrança de tarifas, esgotamento sanitário, atendimento ao consumidor e execução de obras. Também são aceitos documentos como contas, fotos, vídeos e registros de atendimento que possam ser utilizados na apuração.

Nos encontros anteriores, foram registrados relatos de consumidores sobre cobranças consideradas elevadas, variações significativas em faturas, ausência de leitura regular de hidrômetros, cobrança de taxa de esgoto em locais sem ligação disponível, dificuldades de atendimento, interrupções no abastecimento, vazamentos não resolvidos e impactos de obras em vias públicas, como danos em ruas e calçadas.

A CPI também mantém um canal de comunicação via WhatsApp para recebimento de denúncias e materiais relacionados aos serviços da concessionária. O número informado é (51) 99481-1147.

A investigação parlamentar foi aberta para analisar reclamações sobre abastecimento de água, cobrança de tarifas, execução de obras, esgotamento sanitário e atendimento ao público no município.

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Policial

Polícia Civil deflagra operação contra esquema de lavagem de dinheiro do tráfico no RS

Redação

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 10, a Operação Apakani, uma ampla ação voltada ao combate à lavagem de dinheiro vinculada ao tráfico de drogas. A ofensiva resultou, até o momento, na prisão de 26 pessoas, na apreensão de R$ 22 mil em espécie e de uma arma de fogo. Além disso, foram bloqueadas 58 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas ligadas à investigação.

A operação é conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime de Lavagem de Dinheiro (DRLD/DINARC) e pela Divisão de Inteligência Policial e Análise Criminal (DIPAC), sob coordenação dos delegados Antônio Carlos Ractz Júnior e Adriano Nonnenmacher de Souza. A ação integra a Operação Narke 6, iniciativa nacional coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo a investigação, a organização criminosa atuava na distribuição de drogas em larga escala no Rio Grande do Sul e em outros estados, utilizando um sofisticado esquema de ocultação patrimonial e movimentação financeira para lavar recursos oriundos do narcotráfico.

Mandados em dois estados e dentro de presídios

Por determinação judicial, foram expedidos 28 mandados de prisão preventiva, cinco de prisão temporária e 58 mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou o bloqueio de 58 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas e o sequestro de 14 veículos supostamente vinculados à organização criminosa.

As diligências ocorreram em Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Gravataí, Nova Santa Rita, Farroupilha, Gramado, Caxias do Sul e Santa Maria. Em Santa Catarina, os mandados foram cumpridos em Criciúma, Balneário Rincão, Lauro Müller, Palhoça, São José e Florianópolis.

A operação também alcançou estabelecimentos prisionais no Rio Grande do Sul e no Paraná, incluindo a Penitenciária Estadual de Porto Alegre (PEPOA), a Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ), a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC), o Presídio Regional de Passo Fundo e o Centro de Integração Social de Piraquara, vinculado à Penitenciária Feminina do Paraná II.

Ao todo, 299 policiais civis participaram da ação, sendo 249 do Rio Grande do Sul e 50 de Santa Catarina.

Investigação começou após apreensão de 1,3 tonelada de maconha

As apurações tiveram início em 2023, após a apreensão de 1,3 tonelada de maconha em Canoas. A partir dessa ocorrência, os investigadores identificaram uma estrutura criminosa responsável pela distribuição de cocaína e crack em larga escala, utilizando rotas interestaduais e imóveis alugados em áreas nobres para armazenar entorpecentes e dificultar o rastreamento policial.

Durante mais de um ano de investigação, foram executadas 71 medidas cautelares sigilosas, incluindo quebras de sigilo bancário, fiscal, financeiro e telemático.

Organização movimentou mais de R$ 21 milhões

De acordo com a Polícia Civil, a organização criminosa movimentou R$ 21,3 milhões durante o período investigado. O esquema utilizava mecanismos sofisticados para ocultar a origem dos recursos, como fracionamento de depósitos, triangulação financeira, uso de contas de terceiros, contas de passagem, saques rápidos e movimentações em casas lotéricas e caixas eletrônicos.

As investigações apontam que os valores circulavam entre líderes, gerentes e operadores ligados ao tráfico de drogas, além de pessoas interpostas utilizadas para mascarar a origem dos recursos ilícitos.

Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a utilização de 21 empresas consideradas peças-chave no esquema de lavagem de dinheiro. Essas empresas estavam localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul e, segundo a polícia, serviam para inserir recursos do tráfico na economia formal.

AÇÃO INTEGRADA À OPERAÇÃO NARKE 6

Segundo os delegados responsáveis pela operação, o foco principal da ação é descapitalizar a organização criminosa e responsabilizar seus líderes, além dos operadores financeiros e logísticos envolvidos no esquema.

Para o diretor da DINARC, delegado Alencar Carraro, a relevância da operação está no enfrentamento de grandes distribuidores de drogas com elevado grau de organização e experiência criminosa. Já o diretor do DENARC, delegado Carlos Henrique Wendt, destacou a importância da integração entre o Judiciário, o Ministério Público e as Polícias Civis do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

“A atuação conjunta entre as instituições foi fundamental para atingir uma estrutura criminosa com conexões interestaduais e forte capacidade operacional, responsável pelo abastecimento de drogas na Região Sul do país”, afirmou.

A Operação Apakani integra a Operação Narke 6, mobilização nacional que reúne ações de inteligência, cumprimento de mandados, prisões, apreensões e bloqueio de bens para combater o tráfico de drogas, a lavagem de dinheiro e as organizações criminosas em todo o território nacional.

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Geral

APAE Canoas e Nova Santa Rita realizam Campanha do Agasalho 2026 para doação de roupas

Redação

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Foto: Freepik

A instituição APAE Canoas, em parceria com a APAE Filial Nova Santa Rita, está promovendo a Campanha do Agasalho 2026 com foco na arrecadação de roupas de inverno e cobertores para distribuição a pessoas em situação de vulnerabilidade.

A ação ocorre em um período em que as baixas temperaturas aumentam a necessidade de itens básicos para proteção contra o frio, especialmente entre famílias que não têm acesso adequado a vestuário térmico.

De acordo com a organização da campanha, as doações devem priorizar peças em boas condições de uso, incluindo agasalhos limpos, cobertores conservados e roupas sem rasgos, manchas ou outros danos.

Os pontos de coleta são:

APAE Canoas
Av. Victor Barreto, 3248 – Centro, Canoas

APAE Filial Nova Santa Rita
Av. Santa Rita, 1823 – Centro, Nova Santa Rita

A campanha segue até o período de inverno e tem como objetivo reunir materiais que serão destinados à população atendida pelas instituições.

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