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14/09/2026
 

Geral

Universidade La Salle é considerada pelo MEC como umas das melhores do Brasil

Redação

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Foi divulgado no início desta semana o Índice Geral de Cursos (IGC), que classificou a Universidade La Salle como uma das melhores universidades privadas do Brasil, pelo terceiro ano consecutivo. A Universidade La Salle atingiu um IGC 3,35, o que coloca a instituição na faixa 4, em uma escala que vai de 1 a 5. A avaliação refere-se ao ano de 2020. De acordo com o Índice, a Universidade La Salle está entre as 12 melhores Universidades privadas do Brasil, além de estar entre as 70 melhores Universidades do país, quando incluídas as instituições públicas. No Rio Grande do Sul, a Universidade La Salle obteve o quinto melhor IGC entre as universidades privadas.

Os dados são divulgados pelo Ministério da Educação e avaliam todas as Universidades, Centros Universitários e Faculdades de todo o Brasil. “Estes números confirmam a nossa qualidade acadêmica, qualidade daquilo que temos feito no dia a dia e tudo o que se relaciona com a excelência em gestão”, avalia o Reitor da Universidade La Salle, Prof. Dr. Ir. Cledes Casagrande.

No total, quase 2 mil instituições são avaliadas no Índice Geral de Cursos. A colocação comprova os esforços em busca da excelência, com a qualificação do corpo docente e da infraestrutura institucional, além de bons resultados obtidos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

“Isso significa uma melhor formação para os nossos alunos, além de um reconhecimento da sociedade e do mercado a esses futuros profissionais. Isso demonstra que estamos trilhando um caminho de qualidade”, celebrou o Reitor.

Cursos obtiveram notas máximas e estão no topo do ranking  

A avaliação também divulgou os CPC (Conceito Preliminar de Curso), indicador de qualidade que avalia os cursos de graduação.

Os cursos de Letras-Português Licenciatura Presencial e História Bacharelado Presencial obtiveram a nota máxima, que é 5, e foram classificados como os melhores do Brasil entre as universidades privadas. Além disso, o curso de Tecnologia em Redes de Computadores Presencial, que obteve conceito 4, também é o melhor do Brasil entre as universidades privadas.

“Cursos que estão bem avaliados como Letras e Pedagogia presencial, já foram contemplados com bolsas do MEC, por meio do PRIL, programa de formação de professores com foco na rede pública de educação. Ou seja, antes mesmo das notas reconhecerem essa qualidade, já sabíamos disto pela escolha do MEC em incluir a Universidade La Salle neste programa.

Além disso, as notas de cursos como Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Pedagogia EAD comprovam a qualidade que estamos imprimindo em nossos cursos de educação a distância. Destaco os cursos da área de tecnologia, que é uma área com muita demanda de mercado, e para a qual estamos preparando nossos alunos por meio de cursos que já têm conceitos muito bons, entre os melhores do país”, detalha a Diretora de Graduação, Prof.ª Dr.ª Cristiele Ribeiro.

Outro destaque foram os 12 cursos avaliados com nota 4: 

Pedagogia Licenciatura Presencial
Pedagogia Licenciatura EAD
Ciência da Computação Bacharelado Presencial
Educação Física Licenciatura Presencial
Letras – Inglês Licenciatura Presencial
História Licenciatura Presencial
Química Licenciatura Presencial
Química Bacharelado Presencial
Tecnologia em Redes de Computadores Presencial
Ciências Biológicas Bacharelado Presencial
Educação Física Bacharelado Presencial
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas EAD

“Estes resultados são motivo de muito orgulho para nossa instituição, pois refletem um trabalho conjunto que tem a participação de professores, técnico-administrativos e alunos”, celebrou Cristiele.

 

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Geral

Trabalhadores dos Correios entram em greve por tempo indeterminado em todo o país

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Trabalhadores dos Correios aprovaram uma greve por tempo indeterminado em assembleias realizadas na noite de quinta-feira, 10. Segundo a Federação Interestadual dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Findect), sindicatos de diferentes estados aderiram à paralisação.

A greve ocorre após o encerramento das negociações da campanha salarial sem acordo entre a categoria e a empresa. Um dos principais pontos de divergência é o plano de saúde dos funcionários.

De acordo com a Findect, a categoria é contrária às mudanças propostas pela direção dos Correios no benefício. A entidade afirma ainda que foram realizadas rodadas de negociação e tentativas de mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), mas não houve consenso.

Na Paraíba, o Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos informou que, durante a paralisação, apenas serviços administrativos internos estão funcionando. Ainda não há informações consolidadas sobre o funcionamento das unidades em todas as regiões do país.

Crise financeira

A greve ocorre em meio à situação financeira negativa dos Correios. A empresa acumula 15 trimestres consecutivos de prejuízo. No primeiro semestre de 2026, o resultado negativo chegou a R$ 5,6 bilhões.

Apesar do resultado, o prejuízo registrado no segundo trimestre foi menor do que os valores contabilizados no primeiro trimestre de 2026 e no quarto trimestre de 2025.

Os Correios também aguardam um novo empréstimo de R$ 7 bilhões, previsto para ser recebido até 15 de setembro. A operação deve ser realizada por um consórcio formado por bancos nacionais e estrangeiros.

Entre as instituições envolvidas estão Citibank, J.P. Morgan, Deutsche Bank e Banrisul. No fim de 2025, a empresa havia contratado um empréstimo de R$ 12 bilhões.

Sindicatos que aderiram à greve

A lista divulgada pela Findect inclui sindicatos e entidades de diferentes estados e regiões do país, entre eles:

• Acre
• Alagoas
• Amazonas
• Amapá
• Bahia
• Campinas
• Ceará
• Distrito Federal
• Espírito Santo
• Goiás
• Juiz de Fora
• Minas Gerais
• Mato Grosso
• Rondônia
• Pará
• Paraíba
• Pernambuco
• Piauí
• Paraná
• Rio Grande do Norte
• Roraima
• Ribeirão Preto
• Rio Grande do Sul
• Santa Catarina
• Sergipe
• São José do Rio Preto
• Santa Maria
• Tocantins
• Uberaba
• Vale do Paraíba
• Bauru e região
• Maranhão
• Mato Grosso do Sul
• Rio de Janeiro
• Santos e região
• São Paulo

A adesão e os impactos da paralisação sobre o atendimento ao público e a entrega de encomendas podem variar conforme cada região.

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Policial

Polícia Civil prende três suspeitos de vender medicamentos emagrecedores irregulares em Canoas

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil realizou, na manhã desta sexta-feira, 11, uma operação contra um grupo suspeito de comprar medicamentos emagrecedores no Paraguai e revendê-los em cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre. Três mandados de prisão temporária foram cumpridos no bairro Guajuviras, em Canoas.

Os presos são um homem de 34 anos, uma mulher de 26 anos, que formariam um casal, e outro homem, de 31 anos. Segundo a investigação, eles são suspeitos de integrar um grupo responsável pela compra, transporte e comercialização dos produtos. Os nomes dos investigados não foram divulgados.

A operação investiga os crimes de associação criminosa e adulteração de medicamentos.

Medicamentos eram vendidos por até R$ 1,4 mil

De acordo com a Polícia Civil, o grupo comercializava ampolas de um medicamento à base de tirzepatida, princípio ativo também presente no Mounjaro. O produto, de uma marca paraguaia, tem comercialização, importação e uso proibidos no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os medicamentos eram adquiridos no Paraguai e transportados para o Rio Grande do Sul. Conforme a investigação, em alguns casos, os produtos eram armazenados e transportados sem as condições adequadas de refrigeração.

A divulgação ocorria principalmente por meio de grupos de WhatsApp e do Instagram. Uma ampola era comercializada por aproximadamente R$ 400, enquanto uma caixa com quatro frascos era anunciada por cerca de R$ 1,4 mil.

A Polícia Civil estima que o grupo tenha movimentado mais de R$ 200 mil com a comercialização dos produtos, embora o valor total ainda não tenha sido calculado.

Investigação começou após denúncia

A apuração teve início em maio, após uma denúncia anônima informar à Polícia Civil sobre a existência do grupo.

No final de agosto, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na residência do casal investigado, em Canoas. No imóvel, foram encontradas caixas vazias dos medicamentos.

Também foram apreendidos aparelhos celulares. Segundo a Polícia Civil, a análise do conteúdo dos dispositivos encontrou mensagens, imagens e negociações que indicariam a comercialização dos produtos há pelo menos um ano.

Nas redes sociais, os investigados utilizavam termos como “mom mom” e “queridinho do emagrecimento” para divulgar o produto. Em conversas privadas entre os integrantes, as ampolas eram chamadas de “camisetas”.

Investigação aponta problemas no armazenamento

As conversas analisadas pela polícia também indicaram preocupação dos próprios integrantes do grupo com a temperatura dos medicamentos durante o transporte.

Em uma das mensagens, um dos suspeitos questiona outro após um comprador relatar que teria visto o medicamento sendo retirado do bolso durante uma entrega. O diálogo mostra um dos integrantes alertando que as ampolas não deveriam ser transportadas dessa forma por causa da temperatura do corpo.

Segundo a Polícia Civil, o armazenamento e transporte inadequados podem comprometer a segurança e a qualidade dos medicamentos.

A operação é coordenada pela delegada Luciane Bertoletti, titular da 3ª Delegacia de Polícia de Canoas. Segundo ela, a compra de medicamentos de fornecedores clandestinos representa risco aos consumidores.

“Quem compra esse tipo de produto na internet ou de fornecedores clandestinos está colocando a própria vida em risco”, afirmou a delegada. Segundo Bertoletti, a investigação busca responsabilizar os envolvidos e impedir a comercialização de produtos que possam oferecer riscos à saúde.

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Policial

Operação prende 14 suspeitos de grupo investigado por tráfico e lavagem de dinheiro em Canoas

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Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira, 10, 14 pessoas suspeitas de integrar um grupo criminoso com atuação no bairro Rio Branco, em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo a investigação, o grupo estaria envolvido com tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Oito suspeitos foram presos preventivamente no Rio Grande do Sul e seis em Santa Catarina. Outros três investigados já estavam no sistema prisional. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

De acordo com a Polícia Civil, os investigados utilizariam imóveis em Santa Catarina, principalmente em Florianópolis, para movimentar e ocultar recursos obtidos com atividades criminosas.

Durante a operação, foram apreendidos uma mala com dólares, que podem ser falsos, armas, três veículos e um jet ski. A ação foi coordenada pela 4ª Delegacia de Polícia de Canoas, com apoio das forças de segurança de Santa Catarina. Cerca de 120 agentes participaram da operação, que também contou com o uso de helicópteros.

Investigação

Conforme a Polícia Civil, a investigação identificou uma divisão de funções entre os integrantes do grupo. Os principais investigados teriam movimentado aproximadamente R$ 8,8 milhões entre 2020 e 2025.

A análise financeira apontou, segundo os investigadores, incompatibilidade entre os valores movimentados e as rendas declaradas pelos suspeitos. Alguns deles seriam beneficiários de programas assistenciais, como o Bolsa Família.

A polícia também investiga a participação do grupo em conflitos recentes nos bairros Rio Branco e Niterói, em Canoas. A suspeita é de que os confrontos estejam relacionados à disputa por pontos de venda de drogas.

A investigação teve início após a prisão em flagrante de uma mulher. Na ocasião, foram apreendidas drogas, dinheiro, anotações relacionadas ao tráfico e comprovantes de pagamentos de cartões de crédito que, somados, ultrapassavam R$ 200 mil.

A operação busca reunir novas provas sobre a atuação do grupo e a origem dos recursos investigados.

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