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03/05/2026
 

Geral

Universidade La Salle é considerada pelo MEC como umas das melhores do Brasil

Redação

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Foi divulgado no início desta semana o Índice Geral de Cursos (IGC), que classificou a Universidade La Salle como uma das melhores universidades privadas do Brasil, pelo terceiro ano consecutivo. A Universidade La Salle atingiu um IGC 3,35, o que coloca a instituição na faixa 4, em uma escala que vai de 1 a 5. A avaliação refere-se ao ano de 2020. De acordo com o Índice, a Universidade La Salle está entre as 12 melhores Universidades privadas do Brasil, além de estar entre as 70 melhores Universidades do país, quando incluídas as instituições públicas. No Rio Grande do Sul, a Universidade La Salle obteve o quinto melhor IGC entre as universidades privadas.

Os dados são divulgados pelo Ministério da Educação e avaliam todas as Universidades, Centros Universitários e Faculdades de todo o Brasil. “Estes números confirmam a nossa qualidade acadêmica, qualidade daquilo que temos feito no dia a dia e tudo o que se relaciona com a excelência em gestão”, avalia o Reitor da Universidade La Salle, Prof. Dr. Ir. Cledes Casagrande.

No total, quase 2 mil instituições são avaliadas no Índice Geral de Cursos. A colocação comprova os esforços em busca da excelência, com a qualificação do corpo docente e da infraestrutura institucional, além de bons resultados obtidos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

“Isso significa uma melhor formação para os nossos alunos, além de um reconhecimento da sociedade e do mercado a esses futuros profissionais. Isso demonstra que estamos trilhando um caminho de qualidade”, celebrou o Reitor.

Cursos obtiveram notas máximas e estão no topo do ranking  

A avaliação também divulgou os CPC (Conceito Preliminar de Curso), indicador de qualidade que avalia os cursos de graduação.

Os cursos de Letras-Português Licenciatura Presencial e História Bacharelado Presencial obtiveram a nota máxima, que é 5, e foram classificados como os melhores do Brasil entre as universidades privadas. Além disso, o curso de Tecnologia em Redes de Computadores Presencial, que obteve conceito 4, também é o melhor do Brasil entre as universidades privadas.

“Cursos que estão bem avaliados como Letras e Pedagogia presencial, já foram contemplados com bolsas do MEC, por meio do PRIL, programa de formação de professores com foco na rede pública de educação. Ou seja, antes mesmo das notas reconhecerem essa qualidade, já sabíamos disto pela escolha do MEC em incluir a Universidade La Salle neste programa.

Além disso, as notas de cursos como Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Pedagogia EAD comprovam a qualidade que estamos imprimindo em nossos cursos de educação a distância. Destaco os cursos da área de tecnologia, que é uma área com muita demanda de mercado, e para a qual estamos preparando nossos alunos por meio de cursos que já têm conceitos muito bons, entre os melhores do país”, detalha a Diretora de Graduação, Prof.ª Dr.ª Cristiele Ribeiro.

Outro destaque foram os 12 cursos avaliados com nota 4: 

Pedagogia Licenciatura Presencial
Pedagogia Licenciatura EAD
Ciência da Computação Bacharelado Presencial
Educação Física Licenciatura Presencial
Letras – Inglês Licenciatura Presencial
História Licenciatura Presencial
Química Licenciatura Presencial
Química Bacharelado Presencial
Tecnologia em Redes de Computadores Presencial
Ciências Biológicas Bacharelado Presencial
Educação Física Bacharelado Presencial
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas EAD

“Estes resultados são motivo de muito orgulho para nossa instituição, pois refletem um trabalho conjunto que tem a participação de professores, técnico-administrativos e alunos”, celebrou Cristiele.

 

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Policial

Operação Notre Dame combate grupo criminoso especializado em roubos a residências

Redação

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Foto: Policia Civil

Na quarta-feira, 29, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Canoas, deflagrou a Operação Notre Dame, uma ofensiva contra uma organização criminosa interestadual especializada em roubos a residências com restrição da liberdade das vítimas.

A ação contou com apoio da Inteligência da Brigada Militar e da colaboração das Polícias Civis de São Paulo e do Ceará. Ao todo, foram cumpridas quatro ordens de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará.

As diligências ocorreram nos municípios de Lajeado, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Taboão da Serra e Embu das Artes. Quatro suspeitos foram presos, sendo dois no Rio Grande do Sul e dois em São Paulo. Durante as buscas, foram apreendidos materiais que devem contribuir para o andamento das investigações.

O inquérito policial teve origem em um roubo violento registrado em fevereiro deste ano, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na ocasião, criminosos invadiram um imóvel, renderam funcionários e os mantiveram amarrados enquanto levavam joias, relógios e outros itens de alto valor.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou a existência de um esquema organizado, no qual criminosos vindos de São Paulo atuavam na execução dos assaltos com apoio logístico de comparsas no Rio Grande do Sul.

O delegado Marco Guns ressaltou que a rapidez nas diligências preliminares foi o divisor de águas para o esclarecimento do caso.

“O monitoramento técnico e o uso de inteligência nos permitiram mapear cada passo da associação criminosa”, afirmou.

O diretor regional, delegado Cristiano Reschke, enfatizou o impacto psicológico desse tipo de delito.

“A repressão ao roubo a residência deve ser enérgica e exemplar. Este crime viola o asilo inviolável do cidadão: seu lar. Quando vítimas são rendidas em seu momento de repouso e proteção, o dano psíquico é imensurável. Nossa resposta hoje reafirma que a integração entre as instituições de segurança é a barreira intransponível contra o crime organizado”, declarou.

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Policial

Operação Cerco Fechado prende 13 pessoas e mira esquema de tráfico de drogas em Butiá

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil, por meio da 4ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (4ªDIN/Denarc), deflagrou na manhã desta quarta-feira, 29, a Operação Cerco Fechado. A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa ligada ao tráfico de drogas no município de Butiá.

Ao todo, foram cumpridos 15 mandados de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial. Até o momento, 13 pessoas foram presas. Durante a operação, drogas, munições e outros materiais foram apreendidos.

Segundo a delegada Ana Flávia Leite, a investigação começou em maio de 2025 a partir de denúncias anônimas que apontavam que um homem, mesmo preso, continuava comandando o tráfico na região.

“A investigação teve início em maio de 2025, a partir do recebimento de informações anônimas que indicavam que um indivíduo, mesmo recolhido ao sistema prisional, continuava exercendo papel de liderança no tráfico de entorpecentes, coordenando a distribuição de drogas, o fluxo financeiro da atividade ilícita e a atuação de comparsas em liberdade”, explicou a delegada.

Ela também destacou que o grupo mantinha apoio externo para garantir a continuidade das atividades criminosas.

As primeiras diligências ocorreram em endereços de Butiá e também dentro da unidade prisional onde estava o suspeito apontado como liderança. Nessas ações, foram apreendidos cocaína, porções de maconha, armas de fogo, munições, celulares, balança de precisão, dinheiro em espécie, materiais usados para fracionamento de drogas, anotações do tráfico e um veículo. Um dos investigados chegou a ser preso em flagrante.

Ainda no presídio, os policiais encontraram celulares, chips e uma porção semelhante a crack, reforçando a suspeita de comunicação ilícita a partir do cárcere.

Com o avanço da investigação, a análise dos celulares apreendidos permitiu aprofundar a estrutura do grupo. A partir da extração de dados, os policiais identificaram a divisão de funções, pontos de venda e a forma como eram feitos os repasses e ordens.

As conversas revelaram negociações de drogas, vendas diretas, cobrança de dívidas e transferências via Pix. Também mostraram a atuação organizada dos envolvidos, com funções específicas dentro do esquema.

Outro ponto identificado foi o monitoramento da atuação policial. Os investigados trocavam informações sobre viaturas e movimentações de agentes na região.

“A apuração demonstrou que, quando um ponto estava temporariamente inativo, compradores eram encaminhados a outros locais, mantendo a continuidade da mercancia ilícita e evidenciando a estabilidade da associação criminosa”, explicou a delegada Ana Flávia.

Mesmo preso, o investigado apontado como liderança seguia influenciando o esquema, segundo a polícia, controlando valores, pagamentos e ordens repassadas a comparsas em liberdade.

A investigação também encontrou registros financeiros paralelos, com anotações de nomes, valores e cálculos, além de movimentações consideradas suspeitas.

De acordo com a delegada, os elementos reunidos mostram uma estrutura criminosa organizada e estável.

“A Operação Cerco Fechado integra a estratégia da Polícia Civil de intensificar as ações de repressão qualificada ao tráfico de entorpecentes e à atuação de associações criminosas no Rio Grande do Sul”, completou Ana Flávia Leite.

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Policial

Operação Nacional Proteção Integral IV prende três pessoas por crimes sexuais infantojuvenis no RS

Redação

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Foto: Policia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul participou, na manhã desta terça-feira, 28, da Operação Nacional Proteção Integral IV, coordenada pela Polícia Federal e realizada simultaneamente nos 27 estados do país. No estado, três pessoas foram presas, sendo duas em flagrante e uma por prisão preventiva.

A ação contou com a atuação do Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPGV), por meio de policiais da Divisão Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), com apoio de equipes do próprio departamento e de peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP).

No Rio Grande do Sul, a operação foi coordenada pelo diretor da Deca, delegado André Ciardullo Mocciaro, com apoio das delegadas Sabrina Doris Teixeira, titular da 2ª Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (2ª DPCA), e Alice Jantsch Fernandes, titular da 3ª DPCA.

Durante as investigações, o Núcleo de Operações Cibernéticas (NOC/Deca) monitorou suspeitos de armazenar e compartilhar arquivos de abuso sexual infantojuvenil. Dois homens foram presos em flagrante.

Um deles, de 58 anos e sem antecedentes policiais, foi detido por armazenamento de conteúdo ilegal. O outro, de 41 anos, que já possuía antecedentes por estupro de vulnerável, foi preso por armazenar e compartilhar centenas de arquivos de abuso sexual infantojuvenil.

Nas residências dos suspeitos, foram apreendidos diversos equipamentos eletrônicos, que serão encaminhados ao Núcleo de Combate à Pedofilia e ao Abuso Infantojuvenil (Nucope), do IGP, para perícia.

Além disso, a 2ª DPCA cumpriu a prisão preventiva de um homem de 36 anos, sem antecedentes policiais, investigado por aliciar virtualmente uma adolescente de 13 anos e posteriormente cometer estupro de vulnerável.

Na casa dele, também foi cumprido mandado de busca e apreensão, com a apreensão de um celular que passará por perícia.

Segundo a Polícia Civil, após os procedimentos legais, os três presos serão encaminhados ao sistema prisional e permanecerão à disposição da Justiça.

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