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11/04/2026
 

Política

Juares Hoy acredita que “chegou a sua hora” de ser prefeito

Redação

Publicado

em

por Vanderlei Dutra Filho

Em entrevista ao canal Estúdio otPlay no Youtube, o vereador falou sobre seu futuro político, avaliou a gestão dos cinco prefeitos com quem trabalhou nestes sete mandatos no Legislativo canoense, falou sobre como estão os trabalhos na Câmara de Vereadores atualmente e ainda sobre Bolsonaro, Lula, STF e muito mais.

Ele chefiou quatro delegacias de polícia na cidade de Canoas e se elegeu vereador pela primeira vez em 1992. Sem papas na língua e de temperamento combativo, o comissário de polícia e vereador de sétimo mandato Juares Hoy (PTB) tem a segurança pública como pauta principal de sua atuação. Educação, saúde e serviços públicos são temas que ele também destaca, mas o trabalho das polícias e do judiciário estão sempre nas suas palavras.

Durante os 35 minutos de entrevista ao canal Estúdio otPlay, a atuação dos ministros do STF, do presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram assuntos recorrentes.

Perfil dos últimos 5 prefeitos

Questionado sobre pontos fracos e fortes dos prefeitos com quem trabalhou nestes sete mandatos como vereador (Liberty Dick Conter, Hugo Lagranha, Marcos Ronchetti, Jairo Jorge e Luiz Carlos Busato), Hoy se ateve mais aos que tiveram maior sintonia. Relatou que fez a alteração do nome de Conter na identidade quando ele adicionou o apelido “Dick”, que era amigo pessoal de frequentar a casa do ex-prefeito Ronchetti e que com Busato a relação sempre foi muito aberta, “tête-à-tête”. Não exitou em eleger Busato como a melhor administração das analisadas, destacando o trabalho na reforma e construção de escolas e o enfrentamento dos problemas da saúde, segundo suas palavras “um caos”.

Prefeito Juares Hoy?

Ao ser questionado sobre seu futuro político nas eleições de 2022, Hoy disse que não tem definição se será candidato a deputado estadual ou federal nem se continuará no PTB. Mas foi enfático ao responder a última pergunta: “se depender de ti, teremos no futuro um prefeito Juares Hoy?”.

“Eu acho que chegou a minha hora. Acho que estou preparado. A sociedade me conhece. Eu quero o bem da cidade. E, exceto o Dick, os prefeitos de Canoas todos foram vereadores”, respondeu Hoy. E, na mensagem final, voltou ao assunto: “Fiz uma história na Polícia Civil, fiz uma história na Câmara até agora e, quiçá, daqui a três anos algum partido ou uma coligação forte leve de novo para o Poder Executivo um vereador e meu nome estará com certeza à disposição”, finalizou.

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Política

Cachoeirinha terá nova eleição no próximo domingo após cassação de prefeito e vice

Redação

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Eleitoras e eleitores de Cachoeirinha voltam às urnas neste domingo, 12, para escolher o novo prefeito e vice-prefeito do município. A eleição suplementar foi convocada após a cassação dos mandatos dos gestores eleitos anteriormente.

A data do pleito segue a Resolução nº 443/2026 do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. Ao todo, 102.143 eleitores estão aptos a votar na cidade, que integra a 143ª Zona Eleitoral. A votação ocorrerá em 277 seções distribuídas por 34 locais.

Quatro chapas disputam a eleição:

Claudine de Lima Silveira e Marco Aurélio Albernaz de Oliveira (PP)

Jussara Maria da Silva e Luis Carlos Azevedo da Rosa (Coligação Compromisso com a Nossa Gente)

Laís Rocha Cardoso e Breno de Oliveira Munhoz (Federação PSOL/REDE)

Tairone Rodrigo Pereira Keppler e Cláudia Azevedo de Oliveira (Federação Brasil da Esperança – PT/PCdoB/PV)

A nova eleição ocorre após a Câmara de Vereadores de Cachoeirinha cassar os diplomas do então prefeito Cristian Wasem Rosa e do vice, Delegado João Paulo. A decisão teve como base acusações de irregularidades fiscais no Instituto de Previdência do município e de atentado contra o Legislativo.

Durante o dia de votação, também será realizado o teste de integridade das urnas eletrônicas. A auditoria, prevista pelo Tribunal Superior Eleitoral, simula uma votação oficial com candidatos reais para verificar a segurança na captação e contabilização dos votos. O procedimento ocorre no plenário do TRE-RS, das 8h às 17h, com transmissão ao vivo pela internet.

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Política

Assembleia do RS aprova auxílio de um salário mínimo para órfãos de feminicídio

Redação

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A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou o Projeto de Lei nº 471/2023, de autoria da deputada estadual Delegada Nadine, que prevê a criação de um benefício financeiro para crianças e adolescentes que perderam suas mães em casos de feminicídio.

O texto institui o Auxílio RS Ampara, com pagamento mensal de um salário mínimo a beneficiários de até 18 anos. Para ter acesso, é necessário residir no estado, estar matriculado na escola e ter acompanhamento dos serviços de assistência social. Em casos considerados de vulnerabilidade, o auxílio poderá ser estendido até os 24 anos, desde que o jovem esteja cursando o ensino superior. O valor poderá ser ajustado na fase de regulamentação.

Segundo a autora, a proposta busca atender crianças e adolescentes impactados diretamente pela violência. “Estamos falando de crianças e adolescentes que tiveram suas vidas marcadas por uma violência extrema. O Estado precisa estar presente não apenas na repressão ao crime, mas também no cuidado com quem fica. O Auxílio RS Ampara é uma resposta concreta, humana e necessária”, afirmou.

Com a aprovação em plenário, o projeto segue para sanção do Poder Executivo.

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Política

Presidente Lula sanciona leis com tornozeleira para agressores e amplia conceito de violência na Lei Maria da Penha

Redação

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em

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou três projetos de lei voltados à ampliação da proteção às mulheres e ao enfrentamento da violência doméstica e do feminicídio no Brasil. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira, 10.

Um dos principais pontos é o Projeto de Lei nº 2.942/2024, convertido na Lei nº 15.383/2026, que autoriza o uso de monitoração eletrônica de agressores como medida protetiva independente no âmbito da Lei Maria da Penha. A norma permite a utilização de tornozeleiras eletrônicas, com delimitação de área de circulação e emissão de alertas em caso de aproximação da vítima.

A legislação também prevê prioridade para aplicação da medida em situações de risco, aumento de pena em caso de descumprimento e ampliação de recursos destinados a ações de combate à violência contra a mulher.

Outro projeto sancionado, o PL nº 3.880/2024 (Lei nº 15.384/2026), inclui o conceito de violência vicária na legislação brasileira. Esse tipo de violência ocorre quando o agressor atinge pessoas próximas à vítima, como filhos ou familiares, com o objetivo de causar sofrimento ou exercer controle.

A nova lei também tipifica o homicídio vicário no Código Penal, com pena de 20 a 40 anos de reclusão quando o crime for cometido contra pessoas ligadas à vítima nesse contexto. A punição pode ser agravada em casos envolvendo crianças, idosos, pessoas com deficiência, quando ocorre na presença da vítima ou em descumprimento de medidas protetivas.

Completa o conjunto o Projeto de Lei nº 1.020/2023 (Lei nº 15.382/2026), que institui o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, a ser celebrado anualmente em 5 de setembro.

As medidas atualizam a legislação sobre violência de gênero e introduzem novos mecanismos legais para prevenção, proteção das vítimas e responsabilização de agressores.

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