Geral
Unidos do Guajuviras promove 1° Território Empreendedor neste sábado, 11

O 1º Território Empreendedor está marcado para o próximo sábado, 11, abrindo a série de projetos destinados a fomentar a geração de renda desenvolvida pela Associação Beneficente Cultural Unidos do Guajuviras (Avenida 17 de Abril, 81, bairro Guajuviras, Canoas). A atividade na quadra da escola de samba em Canoas, ocorrerá das 14 horas às 18 horas, reunindo 17 expositores, que comercializarão roupas, perfumes, cosméticos, artesanato até artigos personalizados. Também será inaugurada a loja da escola, que venderá canecas, bonés, squeezes, toalhas, agenda, chinelos, moletons, camisetas, chaveiros, ecobags, comemorando os 30 anos de história da agremiação.
Uma tarde de compras, descontração, sorteios de brindes, música de altíssima qualidade e aprendizado com o workshop do Impulsiona RS, associação de profissionais de Porto Alegre voltada ao empreendedorismo social. A feira respeita as regras sanitárias do município para conter o avanço da Covid-19, com acesso limitado para evitar aglomeração e com disponibilização de álcool em gel. Será obrigatório o uso de máscaras no espaço.

Foto: Divulgação
Mecanismos Sociocultural
De acordo com o presidente do Conselho Executivo da Unidos do Guajuviras, Márcio Rogério Rodrigues, a intenção é transformar a escola de samba em um mecanismo sociocultural tendo como foco o desenvolvimento da comunidade. “Estamos pensando além do carnaval. Com a pandemia, vimos que o pessoal da comunidade ficou vulnerável, inclusive os desfilandos. Então, todas as ações que estamos fazendo desde o início do ano na escola é para tentar amenizar a situação das famílias do bairro.”
A ideia é promover ações pelo menos uma vez por mês para auxiliar na complementação da renda. “Como temos muitos músicos no bairro, muitos artistas, muitos artesãos, pretendemos abrir a quadra da escola para eles mostrarem seu trabalho uma vez por mês”, reforça Rodrigues. E é dentro dessa proposta que o Território Empreendedor tem sua primeira edição no próximo sábado.
Atrações
Entre os destaques da iniciativa organizada pelo Departamento Cultural da Associação está o workshop voltado a quem já tem ou deseja abrir um negócio. O encontro com os profissionais da Impulsiona RS ocorrerá das 15 horas às 16 horas e abordará três temas: Desvendando a mentalidade empreendedora (psicóloga Débora Santos); O que é e-commerce e qual a importância para impulsionar seus negócios (Taís Pereira/TPCriativa); e Empreendendo com responsabilidade: Gestão de negócios/formas de tributação, tipos jurídicos mais comuns (contadora Karen Santos/KS Consultoria Empresarial).
Para animar a tarde de sábado, a cantora Leny Barcellos leva à quadra da escola de samba o suingue da música brasileira das 16h às 17h. MPB, samba, pagode estão no repertório da canoense que há sete anos escolheu fazer da música a sua parceira de vida. Acompanhada de sua guitarra sem distorção, que permite um som mais groovado, Leny promete uma mix de canções, incluindo um pouco de rock e reggae para embalar o público.
A coordenadora do evento, a professora e produtora cultural Graziela Pereira, confessou que está bastante otimista com o resultado da iniciativa. “Este é o primeiro grande evento do segundo semestre. A ideia é manter o Território Empreendedor no calendário de ações da escola para auxiliar os empreendedores locais a alavancarem seus negócios”, reforça a coordenadora do Departamento Cultural da escola.
Ingresso
A entrada gratuita, com acesso limitado ao espaço em respeito às normas sanitárias de combate a Covid-19 do município de Canoas, ainda é obrigatório o uso de máscara e haverá disponibilização de álcool em gel.
Geral
CPI da Corsan/Aegea realiza última audiência pública na Liga Canoense de Futebol em Canoas

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura a atuação da Corsan/Aegea realiza nesta quinta-feira, 11, às 18h, a última audiência pública da série de encontros regionais em Canoas. A atividade será realizada na Liga Canoense de Futebol, localizada na Avenida A. J. Renner, nº 1111, bairro Estância Velha, e está aberta à participação de moradores.
O encontro encerra o ciclo de audiências descentralizadas promovidas pela CPI, instaurada pela Câmara Municipal de Canoas para reunir informações, relatos e documentos relacionados à prestação de serviços da concessionária no município.
Durante a audiência, moradores podem relatar problemas relacionados ao abastecimento de água, cobrança de tarifas, esgotamento sanitário, atendimento ao consumidor e execução de obras. Também são aceitos documentos como contas, fotos, vídeos e registros de atendimento que possam ser utilizados na apuração.
Nos encontros anteriores, foram registrados relatos de consumidores sobre cobranças consideradas elevadas, variações significativas em faturas, ausência de leitura regular de hidrômetros, cobrança de taxa de esgoto em locais sem ligação disponível, dificuldades de atendimento, interrupções no abastecimento, vazamentos não resolvidos e impactos de obras em vias públicas, como danos em ruas e calçadas.
A CPI também mantém um canal de comunicação via WhatsApp para recebimento de denúncias e materiais relacionados aos serviços da concessionária. O número informado é (51) 99481-1147.
A investigação parlamentar foi aberta para analisar reclamações sobre abastecimento de água, cobrança de tarifas, execução de obras, esgotamento sanitário e atendimento ao público no município.
Policial
Polícia Civil deflagra operação contra esquema de lavagem de dinheiro do tráfico no RS

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 10, a Operação Apakani, uma ampla ação voltada ao combate à lavagem de dinheiro vinculada ao tráfico de drogas. A ofensiva resultou, até o momento, na prisão de 26 pessoas, na apreensão de R$ 22 mil em espécie e de uma arma de fogo. Além disso, foram bloqueadas 58 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas ligadas à investigação.
A operação é conduzida pela Delegacia de Repressão ao Crime de Lavagem de Dinheiro (DRLD/DINARC) e pela Divisão de Inteligência Policial e Análise Criminal (DIPAC), sob coordenação dos delegados Antônio Carlos Ractz Júnior e Adriano Nonnenmacher de Souza. A ação integra a Operação Narke 6, iniciativa nacional coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Segundo a investigação, a organização criminosa atuava na distribuição de drogas em larga escala no Rio Grande do Sul e em outros estados, utilizando um sofisticado esquema de ocultação patrimonial e movimentação financeira para lavar recursos oriundos do narcotráfico.
Mandados em dois estados e dentro de presídios
Por determinação judicial, foram expedidos 28 mandados de prisão preventiva, cinco de prisão temporária e 58 mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou o bloqueio de 58 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas e o sequestro de 14 veículos supostamente vinculados à organização criminosa.
As diligências ocorreram em Porto Alegre, Canoas, Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Gravataí, Nova Santa Rita, Farroupilha, Gramado, Caxias do Sul e Santa Maria. Em Santa Catarina, os mandados foram cumpridos em Criciúma, Balneário Rincão, Lauro Müller, Palhoça, São José e Florianópolis.
A operação também alcançou estabelecimentos prisionais no Rio Grande do Sul e no Paraná, incluindo a Penitenciária Estadual de Porto Alegre (PEPOA), a Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ), a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC), o Presídio Regional de Passo Fundo e o Centro de Integração Social de Piraquara, vinculado à Penitenciária Feminina do Paraná II.
Ao todo, 299 policiais civis participaram da ação, sendo 249 do Rio Grande do Sul e 50 de Santa Catarina.
Investigação começou após apreensão de 1,3 tonelada de maconha
As apurações tiveram início em 2023, após a apreensão de 1,3 tonelada de maconha em Canoas. A partir dessa ocorrência, os investigadores identificaram uma estrutura criminosa responsável pela distribuição de cocaína e crack em larga escala, utilizando rotas interestaduais e imóveis alugados em áreas nobres para armazenar entorpecentes e dificultar o rastreamento policial.
Durante mais de um ano de investigação, foram executadas 71 medidas cautelares sigilosas, incluindo quebras de sigilo bancário, fiscal, financeiro e telemático.
Organização movimentou mais de R$ 21 milhões
De acordo com a Polícia Civil, a organização criminosa movimentou R$ 21,3 milhões durante o período investigado. O esquema utilizava mecanismos sofisticados para ocultar a origem dos recursos, como fracionamento de depósitos, triangulação financeira, uso de contas de terceiros, contas de passagem, saques rápidos e movimentações em casas lotéricas e caixas eletrônicos.
As investigações apontam que os valores circulavam entre líderes, gerentes e operadores ligados ao tráfico de drogas, além de pessoas interpostas utilizadas para mascarar a origem dos recursos ilícitos.
Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a utilização de 21 empresas consideradas peças-chave no esquema de lavagem de dinheiro. Essas empresas estavam localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul e, segundo a polícia, serviam para inserir recursos do tráfico na economia formal.
AÇÃO INTEGRADA À OPERAÇÃO NARKE 6
Segundo os delegados responsáveis pela operação, o foco principal da ação é descapitalizar a organização criminosa e responsabilizar seus líderes, além dos operadores financeiros e logísticos envolvidos no esquema.
Para o diretor da DINARC, delegado Alencar Carraro, a relevância da operação está no enfrentamento de grandes distribuidores de drogas com elevado grau de organização e experiência criminosa. Já o diretor do DENARC, delegado Carlos Henrique Wendt, destacou a importância da integração entre o Judiciário, o Ministério Público e as Polícias Civis do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.
“A atuação conjunta entre as instituições foi fundamental para atingir uma estrutura criminosa com conexões interestaduais e forte capacidade operacional, responsável pelo abastecimento de drogas na Região Sul do país”, afirmou.
A Operação Apakani integra a Operação Narke 6, mobilização nacional que reúne ações de inteligência, cumprimento de mandados, prisões, apreensões e bloqueio de bens para combater o tráfico de drogas, a lavagem de dinheiro e as organizações criminosas em todo o território nacional.
Geral
APAE Canoas e Nova Santa Rita realizam Campanha do Agasalho 2026 para doação de roupas

A instituição APAE Canoas, em parceria com a APAE Filial Nova Santa Rita, está promovendo a Campanha do Agasalho 2026 com foco na arrecadação de roupas de inverno e cobertores para distribuição a pessoas em situação de vulnerabilidade.
A ação ocorre em um período em que as baixas temperaturas aumentam a necessidade de itens básicos para proteção contra o frio, especialmente entre famílias que não têm acesso adequado a vestuário térmico.
De acordo com a organização da campanha, as doações devem priorizar peças em boas condições de uso, incluindo agasalhos limpos, cobertores conservados e roupas sem rasgos, manchas ou outros danos.
Os pontos de coleta são:
APAE Canoas
Av. Victor Barreto, 3248 – Centro, Canoas
APAE Filial Nova Santa Rita
Av. Santa Rita, 1823 – Centro, Nova Santa Rita
A campanha segue até o período de inverno e tem como objetivo reunir materiais que serão destinados à população atendida pelas instituições.

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