Geral
Lojas Santa Ametista e Bella Viti inauguram no Canoas Shopping

Depois da abertura da loja de serviços e papelaria Mundial e do anúncio da mega academia da Engenharia do Corpo, que deve se instalar até o final de novembro, o Canoas Shopping prepara duas inaugurações para este mês. É a Santa Ametista, que integra uma rede de boutique esotérica, e a Bella Viti, de acessórios de moda.
Em comum, as duas novas operações encontraram na instalação do Canoas Shopping a realização de um projeto de vida e de empreendedorismo. “Ter uma unidade no Canoas Shopping foi sempre meu sonho. Eu tenho uma loja no Shopping do Vale, em Cachoeirinha, mas visitava o Canoas Shopping e sempre achava bonito, bem estruturado e com bom movimento. Eu ficava namorando os espaços, de olho nos corredores e imaginando onde instalaria minha loja lá e agora deu certo”, revela o empresário Marco Aurélio Etes Martins, da Bella Viti.
Com 32 metros quadrados, a loja é especializada em acessórios, como brincos, bolsas, maquiagens, itens para cabelo, folheados, óculos e relógios. Os produtos têm preços competitivos que variam de R$ 10, R$ 15 a R$ 35. “Este é o momento certo de instalar a nova loja. Vem maré boa por aí. Quem quer empreender e tem capital deve investir”, recomenda.

Foto: Marco Aurélio Etes Martins (BellaViti) / Vitória Luisa Almeida de Oliveira
A Santa Ametista também compartilha desse otimismo. A rede focada em produtos esotéricos nasceu em Bento Gonçalves, um ano antes do início da pandemia, mas não parou de crescer. “A loja do Canoas Shopping será a primeira na Região Metropolitana e a quinta da marca. Além de Bento, estamos também em Caxias do Sul, Garibaldi e Farroupilha”, informa a empreendedora Tatiane da Rosa.
Natural de Ametista do Sul, ela trabalhava em um escritório de contabilidade e viu sua vida ser transformada após o nascimento da filha. O projeto da boutique esotérica nasceu da parceria com a terapeuta holística Viviane Deise Guarnieri Bresolin. Juntas, elas abriram a primeira Santa Ametista em Bento Gonçalves em junho de 2019. Especializada em pedras e cristais, a loja acabou se revelando um ótimo negócio em plena pandemia. “Foi um momento em que as pessoas passaram a olhar para dentro de si em busca de se sentir bem em sua casa, com uma maior atenção à saúde física, emocional e energética”, observa Tatiane.
A questão energética, inclusive, foi um dos fatores que levou à escolha do shopping da Região Metropolitana para a expansão da rede. “No Canoas Shopping, a energia flui. É um local leve e iluminado, tanto que faremos, pela primeira vez, a parede de ametista, que é uma marca registrada da loja, na fachada e não no interior da loja, como nas outras unidades”, antecipa a empresária. A unidade também marca um novo momento da rede. Todas as lojas são comandadas por mulheres e a do Canoas Shopping terá a empreendedora Fernanda Beltran, que será a primeira franqueada da Santa Ametista.
Novos empreendimentos
Os novos negócios devem fazer companhia a outras operações a serem inauguradas ainda em 2021. O Canoas Shopping é um dos maiores empreendimentos comerciais e de serviços do Rio Grande do Sul. Fundado em 1998, é destaque em gastronomia, consumo e lazer. Possui mais de 150 lojas, 1.370 vagas de estacionamento coberto e uma das maiores praças de alimentação do Rio Grande do Sul.
Policial
Justiça torna réu cardiologista investigado por abuso sexual contra pacientes em Taquara

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu, na quinta-feira, 17, o cardiologista Daniel Pereira Kollet, investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes em Taquara.
A decisão é do juiz Rafael Silveira Peixoto, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Taquara, e tem como base a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. Com isso, o médico passa a responder formalmente ao processo.
Segundo o MP, Kollet é acusado de estupro de vulnerável. A Promotoria sustenta que as vítimas estavam em situação de vulnerabilidade circunstancial, devido à relação de confiança estabelecida entre médico e paciente durante os atendimentos.
De acordo com a denúncia, assinada pela promotora Silvia Inês Miron Jappe, os supostos abusos ocorreram durante consultas em consultório particular, quando as pacientes precisavam permanecer parcialmente despidas para a realização de exames cardiológicos. O Ministério Público afirma que o médico teria se aproveitado da condição profissional e da fragilidade das vítimas no contexto do atendimento.
O órgão também pediu à Justiça a condenação do réu ao pagamento de indenização às pacientes.
Na esfera policial, Daniel Pereira Kollet foi indiciado por violência sexual mediante fraude. Conforme o delegado Valeriano Garcia Neto, três inquéritos já foram concluídos e encaminhados ao Judiciário.
O número de possíveis vítimas que registraram ocorrência chega a 44, conforme atualização de quinta-feira , 17. Outras 20 mulheres também procuraram a polícia e avaliam formalizar denúncia.
A defesa do médico, representada pelo advogado Ademir Campana, não se manifestou ainda.
Policial
Corpo de corretora morta em Florianópolis é liberado após um mês e será sepultado neste sábado em Canoas

O corpo da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas foi liberado para sepultamento mais de um mês após o crime que chocou o país. O velório está marcado para este sábado, 18, em Canoas.
A liberação ocorreu após a conclusão de exames realizados pela Polícia Científica de Santa Catarina, que confirmou por meio de DNA a identidade da vítima. O corpo havia sido encontrado em um córrego no município de Major Gercino, no dia 11 de março.
Segundo familiares, a espera foi marcada por angústia até a confirmação oficial. Nas redes sociais, parentes manifestaram alívio com a possibilidade de realizar o sepultamento e reforçaram o pedido por justiça.
De acordo com a Polícia Científica, o tempo até a liberação foi necessário para a análise genética, procedimento que busca garantir a identificação correta e preservar a dignidade da vítima e de seus familiares.
Natural de Alegrete, Luciani foi criada em Canoas. Ela deixa a mãe e irmãos. O pai morreu há cerca de 20 anos, também vítima de latrocínio.
Investigação
Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, sendo um homem de 27 anos e duas mulheres, de 47 e 30 anos. Eles moravam no mesmo conjunto residencial que a vítima, em Florianópolis. Os nomes não foram divulgados.
Conforme o delegado Anselmo Cruz, responsável pelo caso, o corpo foi inicialmente avistado por moradores no dia 9 de março e retirado dois dias depois pelas autoridades.
A principal linha de investigação aponta que o crime tenha sido motivado por interesse financeiro. A polícia identificou compras realizadas em nome da vítima após o desaparecimento, incluindo eletrônicos e artigos esportivos.
A dinâmica e a causa da morte ainda não foram totalmente esclarecidas pelas autoridades.
Policial
Ex-vereador de Porto Alegre Gilvani Dall Oglio é preso em operação que investiga fraude em licitações

O empresário e ex-vereador de Porto Alegre, Gilvani Dall Oglio, conhecido como Gringo, foi preso preventivamente pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira, 17, durante a Operação Effluxus. O mandado foi cumprido na residência dele, na zona norte da Capital.
A ação investiga um suposto esquema de fraude em licitações públicas e ocultação de controle empresarial em contratos ligados a serviços de desobstrução de redes pluviais e esgoto, hidrojateamento, transporte e descarte de resíduos.
Prisões, buscas e bloqueios
Além da prisão, a operação cumpriu nove mandados de busca e apreensão, incluindo endereços de familiares do investigado, como três filhas e um irmão. Dois outros filhos também são alvo de apuração. A Justiça determinou ainda o bloqueio de cerca de R$ 2,5 milhões em ativos financeiros, além da indisponibilidade de imóveis e veículos, e a suspensão do direito de contratar com o poder público dos investigados.
Durante a operação, um dos filhos do ex-vereador foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo. Ele estava em uma das sedes empresariais alvo das buscas e poderá ser liberado mediante fiança.
Segundo a Polícia Civil, o grupo é investigado por fraude à licitação, associação criminosa, corrupção ativa de testemunha, falsidade ideológica e falsidade material.
Como funcionava o esquema
De acordo com as apurações, o esquema teria sido estruturado a partir das empresas Limpservice Prestação de Serviços e Safety Ambiental, que atuariam como parte de um mesmo grupo econômico. A investigação aponta que ambas participavam de licitações de forma combinada, simulando concorrência.
A Limpservice teria vencido todas as cinco contratações identificadas, enquanto a Safety aparecia como concorrente derrotada, com propostas mais altas. Nenhuma das empresas está formalmente em nome de Gringo, mas a Polícia Civil afirma haver indícios de que ele seria o controlador, utilizando intermediários.
A Limpservice está registrada em nome de um dos filhos do investigado, enquanto a Safety já esteve vinculada a um irmão dele e a outro homem apontado como empregado. Uma terceira empresa, a MJM Serviços de Limpeza, registrada em nome do ex-vereador, também é citada na investigação.
Licitações sob suspeita
As licitações sob suspeita envolvem contratos com a Polícia Penal e prefeituras de Capão da Canoa, Gramado, Gravataí e Osório, entre 2024 e 2025, somando cerca de R$ 2,5 milhões.
A Polícia Civil aponta ainda indícios de confusão patrimonial e operacional entre as empresas, como uso compartilhado de e-mails, reconhecimento de dívidas e ações trabalhistas envolvendo os mesmos funcionários. Também foi identificado o uso de estrutura tecnológica ligada ao investigado para participação em disputas eletrônicas de licitações.
Tentativa de obstrução e dumping social
Em depoimento, uma ex-funcionária relatou ter sido pressionada a receber R$ 2 mil para não prosseguir com denúncias relacionadas ao caso.
O inquérito também apura a prática de “dumping social”, com possível redução de custos por meio de descumprimento de direitos trabalhistas.
Segundo o delegado responsável pelo caso, a investigação identificou um esquema estruturado que afetava diretamente a concorrência e trabalhadores envolvidos nos contratos.
Contratos com o Dmae
A Polícia Civil também aponta que o ex-vereador manteve contratos com o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) durante o período em que exercia mandato, por meio de empresas sob suspeita de controle indireto. Um desses contratos, de R$ 3,6 milhões, envolvia transporte e distribuição de água potável. Há ainda registros de pagamentos ao investigado por serviços prestados via outra empresa citada na apuração.
Investigação e cassação do mandato
A operação foi autorizada pela 2ª Vara Regional de Garantias de Porto Alegre e, segundo a Polícia Civil, a investigação se estendeu por mais de 10 meses.
O ex-vereador teve o mandato cassado pela Câmara Municipal em dezembro de 2025, após entendimento de que ele seria o real controlador das empresas envolvidas, com uso de intermediários.
A defesa do investigado ainda não se manifestou.

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