Geral
Preço da gasolina aumenta crise brasileira

Por Sinara Dutra
A Petrobras anunciou o sexto aumento do ano para a gasolina. O litro do combustível passou a custar, a partir da terça-feira, 9, R$ 2,84 nas refinarias.
Este aumento de custo ocorreu em todo território brasileiro, e agora o Rio Grande do Sul passa a ter média de preço de R$ 5,50 em praticamente todos os postos. Os analistas são unânimes: deve vir mais alta de preços dos combustíveis por aí, já que os valores praticados pela Petrobras no mercado interno seguem abaixo do mercado internacional, que serve de referência para os reajustes da estatal.
De acordo com o que apurei sobre o assunto, o aumento esperado dos preços reflete a expectativa de valorização do barril do petróleo, diante da previsão de manutenção da oferta restrita pela Opep (Organização de Países Exportadores de Petróleo) e Rússia; aliada ao crescimento projetado da economia mundial, com o avanço da vacinação contra a covid-19; e à incerteza com relação ao câmbio, diante do desequilíbrio das contas públicas nacionais.
Crescimento
Nos primeiros meses de 2021, já ocorreram vários reajustes dos preços de gasolina, óleo diesel e gás de cozinha, mas por que tantos aumentos dos combustíveis? A resposta é de que, desde o começo do ano, o preço do litro da gasolina nas refinarias aumentou 34,78% e do diesel, 27,72%. E esses aumentos são repassados para o povo por meio das empresas de distribuição e dos postos.
Outro ponto a destacar é de que o governo brasileiro reduziu a produção de gasolina, do diesel e de outros combustíveis e importa do exterior (principalmente de empresas dos Estados Unidos), assim como a produção das refinarias, que hoje têm quase 50% de capacidade ociosa, e compra pagando em dólar. Como o dólar está alto, passando de R$ 5, fica caro comprar combustíveis do exterior, segundo José Ricardo Wendling, formado em Economia.
Rombo no bolso do consumidor
Edivaldo Gomes, canoense de Niterói, desabafou enquanto abastecia em um dos postos de Canoas: “O custo mensal com a gasolina quase dobrou em pouco mais de um ano e os salários seguem iguais. Agora estamos nos movimentando menos, pois estamos mais em casa por causa da pandemia. Quando tudo voltar ao normal, não sei como vou fazer”.
Aplicativo de transporte
Para quem trabalha movido à gasolina a situação também não está fácil. Ouvi o Fabricio, motorista de um aplicativo de transporte (que não quis citar o nome da empresa), que disse: “Está horrível, em relação ao aplicativo, as tarifas ao invés de aumentarem, baixaram, e muito, inclusive a tarifação era R$ 5 o mínimo e agora está R$ 4,50. E a questão da gasolina está cada dia pior e pior. Então os ganhos diminuíram praticamente 100%. As corridas não são mais as mesmas e nem as mesmas vantagens”.
Situação em Canoas
Conversei com Gustavo Neves Oliveira, que atua no setor, num dos postos mais movimentados de Canoas.
Timoneiro: Preço médio da gasolina está R$ 5,50 no Estado, em Canoas também segue esta média?
Gustavo: Canoas, devido ao grande número de postos existentes e a concorrência acirrada em busca de clientes, está atualmente praticando preços inferiores à média estadual. Mas a tendência com os diversos aumentos não repassados pelos revendedores é que supere esta média. A situação de restrições devido à pandemia e a redução do volume de vendas faz com que haja maior concorrência entre os postos.
Timoneiro: Esta situação gera dificuldades para os que dependem da gasolina, gerando igualmente para os proprietários?
Gustavo: Sim, o aumento dos combustíveis apenas em 2021 chegam a 50%. Tanto os consumidores quanto os proprietários estão sofrendo com os sucessivos aumentos. Simpósios acabam não conseguindo repassar os aumentos devido à enorme concorrência do setor, tornando um negócio com grande dificuldade de administração e manutenção, e em muitos casos até mesmo a falência.
Policial
Operação Mercato prende três suspeitos de integrar rede de tráfico em São Leopoldo

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 21, a Operação Mercato contra um grupo investigado por tráfico de drogas em São Leopoldo. A ação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia do município, com apoio de agentes da 3ª Região Metropolitana.
Cerca de 35 policiais civis cumpriram três mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão nos bairros Campestre, Cohab, Duque e Rio Branco. As ordens judiciais foram expedidas pela 4ª Vara Criminal de São Leopoldo.
Segundo a investigação, os alvos integravam uma rede de tráfico de drogas com atuação concentrada no bairro Jardim América. Três pessoas foram presas durante a operação.
De acordo com a Polícia Civil, dois suspeitos atuavam na entrega de entorpecentes na região, enquanto um homem de 30 anos seria responsável por facilitar a movimentação financeira do esquema. As investigações apontam ainda que os entregadores abasteciam um ponto de venda de drogas em via pública próximo a um mercado, enquanto o proprietário do estabelecimento armazenava diariamente o dinheiro arrecadado com a comercialização dos entorpecentes.
Os presos possuem antecedentes policiais por crimes como tráfico de drogas, homicídio doloso, roubo, furto, porte ilegal de arma de fogo e lesão corporal.
Geral
Câmara de Canoas realiza segunda audiência pública da CPI da Corsan/Aegea nesta quinta-feira

A Câmara Municipal de Canoas promove nesta quinta-feira, 21, às 18h30, a segunda audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os serviços prestados pela Corsan/Aegea no município.
O encontro será realizado na Escola Municipal Professor Thiago Würth, localizada na Avenida Rio Grande do Sul, 4240, no bairro Matias Velho, e terá participação aberta à comunidade.
A atividade integra uma série de reuniões descentralizadas da CPI, que busca ouvir moradores de diferentes regiões da cidade sobre problemas relacionados ao abastecimento de água, cobrança de tarifas, esgotamento sanitário e demais serviços executados pela concessionária.
Durante a audiência, os cidadãos poderão relatar situações enfrentadas nos bairros, apresentar denúncias e encaminhar documentos, fotos e vídeos à comissão. De acordo com as regras estabelecidas pela CPI, as manifestações ocorrerão mediante inscrição prévia.
Entre as principais reclamações já registradas estão aumento expressivo nas contas de água, cobranças consideradas indevidas, interrupções no abastecimento em diversos bairros, vazamentos sem reparo, dificuldades no atendimento ao consumidor, cobrança de taxa de esgoto em locais sem ligação adequada e problemas decorrentes de obras, como buracos e danos em vias públicas.
A comissão também disponibilizou um canal de WhatsApp para recebimento de denúncias, reclamações e materiais relacionados aos serviços prestados pela Corsan/Aegea. O contato pode ser feito pelo número (51) 99481-1147.
Além da audiência na região Noroeste, a CPI já definiu o calendário das próximas reuniões públicas:
28 de maio
Quadrante Sudeste
Local ainda a ser definido
2 de junho
Quadrante Sudoeste
Associação de Moradores do bairro Rio Branco
11 de junho
Quadrante Nordeste
Local ainda a ser definido
Policial
Polícia Civil deflagra Operação Judas para investigar esquema criminoso em empresa de Cachoeirinha
Créditos imagens: Miguel Noronha.

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 20, a Operação Judas para investigar um esquema criminoso que teria causado prejuízo de cerca de R$ 16,5 milhões a uma empresa de Cachoeirinha. A ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Viamão, vinculada à 1ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, sob comando do delegado Alexandre Fleck.
Mais de 65 policiais civis participaram da ofensiva, que cumpriu 43 medidas cautelares em Porto Alegre, Gravataí, Canoas e também na Serra, no Estado do Espírito Santo. Entre as medidas estão 14 mandados de busca e apreensão, bloqueios de contas bancárias, quebra de sigilos bancário e fiscal e indisponibilidade de bens de nove empresas investigadas.
Durante a operação, os agentes recuperaram 18 máquinas que seriam alvo das fraudes. Outras 20 já haviam sido localizadas anteriormente com um dos investigados, que, segundo a polícia, alugava os equipamentos para terceiros. Também foram apreendidos celulares, notebook e outros materiais considerados importantes para o andamento das investigações.
De acordo com a Polícia Civil, o esquema era conduzido por um funcionário da empresa, já identificado, que utilizava o acesso aos sistemas internos para inserir informações falsas e produzir documentos ideologicamente falsos. A suspeita é de que ele tenha desviado 134 máquinas empilhadeiras, paleteiras e equipamentos semelhantes ao longo de aproximadamente três anos.
As investigações também identificaram possíveis coautores e apontaram o destino de parte dos maquinários desviados. A polícia afirma que a operação busca ampliar a recuperação dos bens e aprofundar as provas sobre a participação dos envolvidos no esquema criminoso.

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