Geral
Canoense cria projeto que prepara jovens para a carreira militar

O projeto funciona em um formato bem parecido com os de escotismo, encontros aos sábados pela manhã, noções de sobrevivência, primeiros socorros, defesa pessoal, contra-incêndio, animais peçonhentos, nós e amarras, construções de abrigos e fogueiras, atividades físicas, uma gama de instruções, ao todo são mais de 18. Porém, de acordo com Nicholas Reis, coordenador do curso, o que o diferencia é que o projeto foi formado para adolescentes e jovens que pretendem seguir carreira militar ou querem conhecer mais sobre ela.
“O que vemos nos pré-militares é que além de atrair jovens e adolescentes que têm como objetivo ingressar na carreira militar, também conseguimos atingir aqueles que têm sede de aventura, que buscam por atividades físicas diferenciadas e que anseiam por novidades. Uma coisa é certa, um curso pré-militar tem a capacidade de tirar o adolescente do lugar e trabalhar questões de disciplina, socialização e principalmente desenvolvimento pessoal e de liderança”, explica Nicholas.
Parceria de casal
A iniciativa surgiu em conjunto com a esposa Gabriela Cruz, ele cuidando da parte operacional e ela da parte de mídias sociais. Gabriela é formada em publicidade e propaganda, enquanto Nicholas está se formando em Gestão de Segurança Privada, e serviu na FAB, em Canoas, por três anos.
“Nosso primeiro passo foi se filiar à Federação Nacional de Grupos Pré-Militares do Brasil, reconhecida e registrada, para que tenhamos segurança jurídica. Atualmente, além de mim e minha esposa, contamos com mais dois meninos na equipe de instrução e uma menina”, contou Nicholas.
Como participar
O aluno deve estar na faixa etária de 12 a 18 anos, ambos sexos, deve pagar uma taxa de R$ 50 reais de matrícula e uma mensalidade de 100 reais. Está inclusa a camisa do curso, boné, máscara (devido à pandemia), certificado a cada quatro meses de formação, apostila do curso e o local do acampamento exclusivo para as aulas, que serão realizadas na Amorji – Associação dos Moradores do bairro Jardim Igara. Contato através da página no Facebook Centro de Treinamento Pré-militar, ou pelo Whats (51) 9922.89204.
Policial
Homem é morto a tiros no bairro Mato Grande, em Canoas

Um homem foi morto a tiros na noite deste domingo, 30, no bairro Mato Grande, em Canoas, na Região Metropolitana. O crime ocorreu por volta das 20h.
Conforme a Brigada Militar, a vítima estava na Rua Roberto Francisco Behrens, nas proximidades da entrada de um supermercado. O homem estava dentro de um carro preto.
A identidade da vítima ainda não foi divulgada. Também não há informações sobre a motivação do crime.
Até o momento, ninguém foi preso. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Policial
Agência da Caixa é arrombada durante a madrugada em Canoas; duas armas são levadas

Uma agência da Caixa Econômica Federal foi arrombada na madrugada desta segunda-feira, 31, na Avenida Santos Ferreira, no bairro Nossa Senhora das Graças, em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Conforme a Polícia Federal, duas armas de fogo foram levadas do local.
A Brigada Militar foi acionada por volta das 3h. Quando os policiais chegaram à agência, não havia mais ninguém no interior da unidade.
Durante a ação, vidros internos e da porta de entrada foram quebrados. Uma perícia realizada pela Polícia Federal não identificou, até o momento, indícios de que dinheiro tenha sido levado da agência.
O local permanece isolado para a realização dos trabalhos da Polícia Federal. Até o momento, não há informações sobre mudanças no atendimento da unidade.
Policial
Tia de menina de 4 anos morta após agressão é presa por suspeita de omissão em Porto Alegre

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira, 27, na zona Sul de Porto Alegre, Beatriz Eduarda Costa Ramiro, de 22 anos, tia de Samylle Valentina Borba Ramiro, de quatro anos. A menina morreu após ser agredida pelo tio, Nicolas Gabriel Almeida Staubuss, também de 22 anos, que está preso desde 20 de agosto.
Beatriz teve a prisão preventiva decretada e, segundo a investigação, também é responsabilizada pela morte da sobrinha por ter se omitido diante das agressões. Ela deverá responder por homicídio qualificado.
De acordo com a delegada Alice Fernandes, responsável pelo caso, a agressão ocorreu no dia 16 de agosto. Beatriz teria aguardado cerca de três horas antes de levar a menina para atendimento médico. Quando chegaram à UPA Bom Jesus, Samylle já estava morta.
Segundo a polícia, a omissão teria contribuído para o resultado morte. A investigação aponta que Beatriz, na condição de responsável pela criança, teria deixado de buscar socorro em tempo hábil.
Nicolas, companheiro de Beatriz, confessou ter agredido a menina. Em depoimento, afirmou que teria dado apenas palmadas na criança após ela fazer cocô nas calças.
Laudos preliminares do Instituto-Geral de Perícias (IGP) apontaram que Samylle morreu em decorrência de politraumatismo. Conforme a polícia, ainda não é possível determinar se todas as lesões identificadas foram provocadas por agressões ou se tiveram outras causas. A hipótese de violência sexual foi descartada.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito nos próximos dias.

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