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26/08/2026
 

Política

Série ” O que seu vereador anda fazendo…”

Redação

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Vereador Alexandre Gonçalves (PPS)
Timoneiro: O que já realizou durante o seu mandato?

Vereador Alexandre Gonçalves: Com intuito de proporcionar melhor qualidade de vida aos moradores do bairro Niterói, o qual vivo, em 2013 criei o Espaço Social e Cultural, que mantenho até hoje. Lá são ofertados cursos de dança, ginastica, tricô, crochê, capoeira, ballet, pilates, jiu jitsu, alfabetização de adultos, curso profissionalizante de depilação e outros, e claro, todas as atividades são gratuitas. Desde o início mantenho o Vereador na Rua, onde visito bairros afim de conhecer a demanda de cada local e tornar o mais acessível possível a interação dos munícipes com o meu mandato. Primo pela inclusão e tenho concentrado esforços nessa área. Tenho protocolado 07 projetos que beneficiam autistas e nesse ano conquistamos o Ambulatório de Diagnóstico Precoce do Autismo, porém ainda há muito a avançar. Destaco ainda, a luta pela regularização dos exames, cirurgias e consultas através do Projeto Corujão da Saúde (em tramitação na câmara), que prevê a compra de vagas na rede privada em horários alternativos. Na área da segurança, trouxe em 2017 uma emenda de R$360 mil para investimento em armamento e viaturas. Fui Presidente da Câmara ano passado, onde promovi as audiências públicas nos bairros, criei a Escola do Legislativo, implementei o sistema de TI e a votação eletrônica. Com essas ações além de promover maior agilidade e transparência, ainda economizamos R$3.5milhões de reais. Nestes 07 anos de mandato participei de todas as comissões. Presidi as comissões de Finanças e Orçamento, Comissão Saúde, Educação, Cultura, Transportes e Comissão para Acompanhar o Aumento Repentino do Preço do Combustível.


Timoneiro: Quais as principais demandas dos populares que procuram seu gabinete?

Alexandre: Atendemos todos os tipos de demandas em nosso gabinete, em que pese, pedidos de empregos aumentaram consideravelmente. Ajudamos a fazer currículos, inscrição no Banco de Oportunidades e outros sites que ofertam vagas de emprego. Demandas de acesso a saúde pública também são frequentes e por isso pensei no Projeto do Corujão da Saúde. Referente as demandas de segurança e transporte público, disponibilizamos a interação entre os munícipes e os agentes responsáveis através das Audiências Públicas. Como atuo veementemente na inclusão, demandas sobre o tema também são constantes no gabinete. Criei a Comissão de Inclusão na Rede Regular de Ensino do Município, com participação do Legislativo, Executivo e familiares. As reuniões são mensais.

Timoneiro: Das promessas de campanha, o que ainda falta ser realizado?
Alexandre: Não fiz promessas, apenas me comprometi em ser porta voz dos que me elegeram, afinal, contrariando o que muitos acreditam, vereadores possuem funções específicas e tem limitações. Meu mandato foi construído no dia a dia, conversando com as pessoas, ouvindo demandas, sugestões, críticas e pensando soluções.

Timoneiro: Pretende se candidatar na eleição de 2020?
Alexandre: Sim. Meu nome está sempre à disposição do partido. Fui o2º vereador mais votado na eleição de 2016, sinal de que estamos no rumo certo. De que nosso trabalho vem sendo realizado com seriedade e isso percebido por nossos eleitores. Não quero parar, acredito que estou mais experiente e tenho muito a contribuir com o município. Quero continuar fazendo o que é certo.

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Política

Assembleia derruba veto do governo e elimina taxa anual de R$ 114 do CRLV a partir de 2027

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A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) derrubou, na terça-feira, 25, o veto do governador Eduardo Leite (PSD) ao projeto de lei (PL) 599/2023, de autoria do deputado Rodrigo Lorenzoni (PP), que extingue a cobrança anual pela emissão do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). A taxa, atualmente de R$ 114,09, deixará de ser cobrada a partir de 2027.

A decisão ocorreu com 38 dos 55 deputados estaduais presentes no plenário. Todos votaram pela derrubada do veto. Entre os parlamentares da base do governo, houve cinco ausências de deputados do PSD e do MDB. A bancada do PDT não compareceu à sessão.

Parlamentares do PDT afirmaram que as ausências não foram combinadas e que não houve orientação partidária para faltar à votação.

As ausências também foram registradas durante a reunião de líderes, realizada antes da sessão. Representantes do PSD, MDB e PDT não participaram inicialmente do encontro. A ausência colocou em risco a inclusão do veto na pauta, já que a reunião precisava contar com representação equivalente a pelo menos 37 deputados. O número mínimo foi alcançado após a chegada da deputada Zilá Breitenbach (PSDB).

Durante a sessão, nenhum dos deputados do MDB e do PSD que estavam presentes utilizou o tempo de fala antes da votação. Com a presença de 38 parlamentares, o veto foi rejeitado por unanimidade entre os presentes.

O projeto havia sido aprovado pela Assembleia no início de junho e, desde então, provocou divergências entre o governo estadual e parlamentares favoráveis à extinção da cobrança. Na semana passada, durante um evento da CDL, Leite afirmou que, caso a Assembleia derrubasse o veto, os parlamentares teriam de lidar com as consequências da decisão. Na ocasião, declarou:

“Se a Assembleia insistir em derrubar o veto, boa sorte para o Rio Grande”.

Na manhã desta terça-feira, antes da votação, o governador voltou a defender a manutenção da taxa. Leite afirmou que a cobrança continua sendo adotada em outros estados e disse que optou por vetar o projeto por considerar os efeitos da medida sobre a gestão estadual.

“Se eu fosse irresponsável com o futuro dos gaúchos, teria sancionado essa matéria e me preservaria do embate político”, afirmou.

Após a votação, o governo do Estado informou, por meio de nota, que acata o resultado da Assembleia e não pretende apresentar uma proposta alternativa nem recorrer à Justiça contra a decisão.

Com a derrubada do veto, o projeto retorna ao Executivo para promulgação pelo governador no prazo de 48 horas. Caso isso não ocorra, a matéria volta para a Assembleia Legislativa, onde poderá ser promulgada pelo presidente do Legislativo gaúcho.

A taxa de emissão anual do CRLV permanece válida em 2026. A extinção da cobrança está prevista para começar em 2027.

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Política

Operação do MP investiga vereadores de Pelotas por suspeita de rachadinha e outros crimes

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Foto: Ministerio Publico/Divulgação

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP/RS) deflagrou, na manhã desta sexta-feira, 14, uma operação que investiga possíveis crimes envolvendo vereadores da Câmara Municipal de Pelotas. Entre os alvos estão o presidente do Legislativo, Michel Escalante, conhecido como Michel Promove (PP), e os vereadores Cesar Brisolara, o Cesinha (PSB), e Cauê Fuhro Souto (Podemos).

A ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que cumpre 33 mandados de busca e apreensão contra 20 alvos. A própria sede da Câmara Municipal está entre os locais onde são realizadas buscas.

Segundo o MP, a investigação apura suspeitas de peculato, lavagem e desvio de dinheiro, além de possível atuação de organizações criminosas dentro do Legislativo. Também há suspeitas relacionadas à prática de rachadinha envolvendo parlamentares.

Até o momento, a Câmara Municipal de Pelotas não havia divulgado posicionamento sobre a operação. As defesas dos vereadores investigados também não haviam se manifestado.

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Política

Flávio Bolsonaro tem registro de candidatura à Presidência impedido após aparecer filiado ao partido Missão

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu protocolar, nesta quinta-feira, 13, o registro de sua candidatura à Presidência da República. Ao reunir a documentação necessária para o pedido, a equipe jurídica identificou que o senador aparecia como filiado ao partido Missão no sistema da Justiça Eleitoral.

O caso está sendo analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A advogada da campanha, Maria Claudia Bucchianeri, afirmou que a alteração foi fraudulenta. Segundo ela, a equipe identificou a mudança ao iniciar os procedimentos para registrar oficialmente a candidatura.

“É inequívoco que foi fraudulento”, declarou a advogada. De acordo com Bucchianeri, uma certidão emitida pelo sistema eleitoral mostra que Flávio ainda aparecia como filiado ao PL às 23h17 de quarta-feira (12).

A defesa informou que acionou o TSE e aguarda o encerramento da sessão desta quinta-feira para tentar tratar do caso com o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques.

Ainda não há, segundo a advogada, informações que indiquem como a alteração cadastral ocorreu. Ela citou como comparação um episódio registrado durante as eleições de 2022, quando o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva apareceu temporariamente como filiado ao PL no sistema eleitoral.

“Estas foram as hipóteses cogitadas pelo ministro Alexandre na época do Lula”, afirmou.

Bucchianeri também disse que os sistemas da Justiça Eleitoral passaram por aprimoramentos depois do episódio de 2022. Para ela, será necessária uma investigação para esclarecer a origem da alteração.

“Vai ter que abrir um inquérito para entender”, afirmou.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que houve uma “falsificação”, mas não apresentou detalhes sobre como a mudança teria sido realizada.

Integrantes do partido levantaram a possibilidade de um ataque hacker. O TSE, no entanto, ainda realiza verificações sobre o caso. A apuração também considera outras hipóteses além de uma eventual invasão aos sistemas da Justiça Eleitoral.

Com a alteração, o registro da candidatura pelo PL está temporariamente impedido. A advogada explicou que a solicitação só poderá ser apresentada depois da regularização da filiação partidária.

“Ele está sem filiação regular agora. O Missão tem candidato. Tem que reestabelecer a filiação original para poder fazer o registro”, afirmou.

Flávio Bolsonaro foi oficializado pelo PL como candidato à Presidência durante convenção realizada em São Paulo, no fim de julho. Na ocasião, afirmou que pretende dar continuidade ao projeto político do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A candidatura foi anunciada sem a definição formal de um nome para vice-presidente e passou a representar a principal aposta do PL para a disputa presidencial de 2026.

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